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  • A gente aqui não tá acostumada com o mesmo frio que as européias, né. Tão pouco lugar no BR tem essa friaca — e ainda assim tão de vez em quando — que a gente tem pouco ou quase nenhum hábito de ter no armário o que usar pra se proteger quando gela até a alma.

    Esse post vale especialmente pra quem vive em lugar sujeito a esse frio frio FRIO de verdade! Quem vive em lugar de eventuais frios levinhos — e uma vez ou outra pega uma frente fria rapidex — pode somente investir em uma ou duas boas segundas-peles e ler tudo que a gente já postou aqui sobre sobreposições. :)

    dicas de consultoria de estilo para escolher materiais que aquecem e coordenar sobreposições pro inverno!

    Proteção eficaz pro frio começa com a escolha de materiais que esquentam de verdade. E os materiais com que a gente tá acostumada aqui no BR não são exatamente os mais quentinhos, né?

    Então, 3 meias-calças + legging + 1 calça de malha por cima equivalem a

    -1 calça de lã espessa, quentinha +
    -meias também de lã/cashmere nos pés.

    Ou ainda: 2 segundas peles + 2 tricôs finos + 1 casaquinho de malha equivalem a

    -1 camiseta de algodão com mangas longas
    -1 um cashmere quentíssimo (que aquece sem acrescentar volume à silhueta).

    Pra garantir, tem umas meias-calças bem fininhas de lã sintética que esquentam super por baixo de calças – e mesmo por baixo de bermudas, saias ou vestidos… pras corajosas! Cachecóis quentinhos aquecem o pescoço e, pra deslocamentos, casacos pesados (também em lã!) podem completar o look.

    +
    + mais referências de looks de frio no nosso Pinterest, ó!

    Lã, cashmere, mohair, couro, feltro e afins não são materiais muito tropicais, mas fazem a diferença na hora de se proteger de frio que não parece brasileiro. (Menos no sul, né.) Vale super a pena construir, de pouquinho em pouquinho, um mini-guarda-roupa de invernão: a cada viagem, ou a cada inverno, é legal adquirir um casaco ou um cashmere ou uma calça de lã quente. E ao longo dos invernos a gente vai fazendo coordenações, e incrementando esse “aparato” com cores e outros ítens. Look com poucas camadas mas todas SUPER quentinhas –> essa é a (nossa) fórmula certeira.

    Aquecer os pés também é chave pra estar inteira quentinha. No frio as solas dos sapatos podem ser um pouquinho mais grossas do que a gente usa normalmente. Vale experimentar, por exemplo, tênis confortáveis, botas com solas de borracha, sapatilhas e escarpins com solas – mesmo de couro – um pouquinho mais altas. E quando o sapato é rente ao chão, ó, as européias sacam palmilhas quentinhas pra usar por dentro: hoje tá fácil comprar palmilhas de pêlo de carneiro, de lã, de fleece e até de cortiça (diz que isola o frio).

    Com essa fórmula, o que formaliza ou informaliza o look é o tipo de material, mesmo dentro do ‘universo dos quentinhos’. Calças de veludo cotelê, jeans grossão ou nylon compõem looks mais informais; calças em couro, lãs de alfaiataria e veludo deixam o visual mais formal (sem precisar ficar careta, veja bem). E a chave pra não parecer igual todo santo dia frio é coordenar cores. Manter a base neutra – calças, camisetas e casacão –  pode ser uma boa idéia pra acrescentar cor nos cashmeres, nos cachecóis, nos sapatos… e também nos acessórios menores tipo tiara, brinco, broche, luvinhas (se for o caso), bolsa, guarda-chuva (!!!), óculos escuros, etc etc etc.

    E se tiver chovendo junto com o frio (ninguém merece!), clica aqui pra se aquecer AND permanecer sequinha. :)


  • Faz parte do treinamento das nossas clientes de consultoria de estilo pensar no custo-benefício do que a gente vai comprar, antes de comprar qualquer coisa — pra fazer valer o valor gasto e pra ter certeza de que a compra vai render tudo que tem pra render nos nossos armários! Então vale pensar em estilo de vida/rotina e em usos possíveis pra ‘calcular’ quanto é esperto gastar em cada tipo de roupa. Tipo:

    -se a gente trabalha 5 dias por semana,
    -faz baladinhas 2 vezes por semana (ó que muito! #véias),
    -tem um casamento ou uma festona 3 vezes por ano,
    -faz ginástica 3 vezes por semana (ahãm, rs),
    -e, por exemplo, tem 2 programinhas bacanas, de dia mesmo, a cada fim de semana,

    então a vida ficaria “dividida” assim:

    como fazer valer o valor gasto e pra ter certeza de que a compra vai render tudo que tem pra render nos nossos armários!

    Vê só: vale a pena gastar valores equivalentes às quantidades de uso de cada roupa! Que quanto mais a gente usa uma peça, mais ela vale o que a gente pagou por ela — e é assim que a gente aqui na Oficina ensina clientes de consultoria de estilo a calcular a relação custo x benefício do que se leva pro guarda-roupa.

    Essa conta é ótima pra lembrar que não vale tanto a pena gastar horrores naquele vestido longo pra ir à formatura da amiga: é bem mais inteligente gastar no que a gente usa todo dia, durante bem mais tempo, pra trabalhar! E procurar alternativas de uso no lugar de consumo: pegar emprestado, alugar, usufruir de um guarda-roupa coletivo, trocar, ser criativa!

    Ó um exemplo (simplão mas válido):

    -R$ 450,00 numa calça de alfaiataria em material natural pro trabalho, usada 30 vezes no período de um ano: R$ 15 por uso;
    -R$ 450,00 num vestido de couro lindo pra uma baladinha mais arrumada, usado 6 vezes no período de um ano: R$ 75 por uso.

    A calça sai mais barata do que o vestido, tão vendo?

    Raciocinar custo-benefício tem também um efeito afetivo: o que mais toca a gente na vida é a roupa que a gente veste — mais que namorado, mais que marido, mais que filho ou amigas… — então é um super carinho escolher o melhor que o nosso dinheiro puder pagar. Faz a sua conta e depois conta se não valeu! =)

    + como avaliar qualidade na roupa
    + cuidados pra fazer a roupa durar
    + ter menos, melhor e mais de perto

    QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST?
    COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE

    (esse post foi originalmente escrito em janeiro de 2009 — o tempo se diverte quando a gente voa, hein?)


  • A gente perguntou nas redes sociais se esse tipo de jaqueta/colete tinha um nome específico em português… mas não teve consenso. Em inglês essas peças são chamadas “puffer jackets” ou “puffer vests” — usamos esses termos pra fazer buscas de referências no Pinterest. Por aqui tem gente chamando de casaco fofo, tem gente chamando pelo nome importado de ‘colete doudone’, gente inventando descritivos tipo “casaco de neve”, “colete salva-vidas”, “jaqueta fofucha”, tem de um tudo.

    Resolvemos chamar de jaqueta e colete fofos-matelassados: tipicamente esses complementos tem as costuras que seguram o enchimento (de manta acrílica ou de plumas) no lugar e que desenham com essas mesmas linhas um riscado às vezes vertical, às vezes mais horizontal. Muito muito boas pra deslocamentos, já que cortam o vento, geralmente são impermeáveis AND esquentam — tipo 1001 utilidades. Melhor ainda quando não são pesadas, mas sim são especialmente pra ser levinhas e facilmente compactadas, dobradas, pra gente guardar na bolsa quando em ambientes internos.

    Há algumas temporadas de desfiles estilistas importantes vem mostrando nas suas passarelas versões menos tradicionais desses casacos. E em tempo frio é natural a gente encontrar esses modelos nos guarda-roupas das nossas clientes de consultoria — e então a gente aqui, do grupo das que acreditam demais que #épossívelgostardoqueagentejátem, se põe a pensar maneiras de usar o que já tá nos nossos armários mas né, com caras frescas, com intenção e atenção.

    pra não se sentir grandalhona, pra não ficar super esportiva, pra criar looks femininos e elegantes :)

    PRA NÃO FICAR MASCULINA

    -vale coordenar com saias e com vestidos (por que não, né?)
    -juntar com shortinhos feitos de materiais mais pesados (couro, camurça, sarja espessa) e arrematar com meia-calça opaca também rende look feminino, mesmo de jaquetão
    -escolher sapatos quentinhos mas exclusivos do guarda-roupa feminino (menos modelo oxford ou botinhas, mais sapatilhas e escarpins)
    -cuidar de maquiagem e cabelo e escolher brincos mais longos, que balancem com delicadeza <3

    + nossa fórmula pra uma nova feminilidade

    PRA NÃO FICAR ESPORTIVONA DEMAIS

    -infalível: coordenações de jaquetas e coletes fofos-matelassados com outras peças em tecido plano
    -juntar com esse complemento outras peças formais, em tecidos e modelagens tipo alfaiataria
    -prender a parte da frente da blusa ou do tricô por dentro do cós da calça ou da saia — e aproveitar pra arrematar com um cinto vistoso
    -escolher acessórios em metal lustroso ou pedras finas, translúcidas

    + sofisticadores instantâneos de look

    PRA NÃO SE SENTIR GRANDALHONA

    -usar a jaqueta ou o colete abertos, criando aquele vão vertical alongador bem no centro do torso (funciona especialmente quando a jaqueta ou o colete tem cores neutras ou mais escuras, e a parte de dentro tem cores mais claras ou coloridas!)
    -marcar cintura — e vale por dentro ou por fora, sobre a própria jaqueta
    -deixar à mostra (com meias-calças) ou marcar (com peças justíssimas) os tornozelos, parte bem magrinha da silhueta que dá sensação de “corpo humano proporcional” independente do volumão do colete ou da jaqueta

    + escolhas emagrecedoras de vestir

    PRA NÃO SE SENTIR SEM GRAÇA

    -coordenar peças com texturas bem diferentes entre si, tipo juntar o nylon geralmente lustroso das jaquetas e dos coletes fofos com outras peças em couro, camurça, seda espessa, algodão, crepes, plissados, tricôs fofuchos…
    -escolher acessórios coloridos pra quebrar o neutro típico das roupas de muito frio: pensa em sapato, lenço/pashmina, bracelete (sobre a manga do casaco!), cinto, brincos… funcionando como pequenos pontos de animação no look

    + NOSSA ENCICLOPÉDIA DO VESTIR NO FRIO
    + COLETES DE PELE: COMO ESCOLHER, USAR E COMBINAR
    + COMO ESCOLHER O CASACO PERFEITO (PRA VOCÊ!)

    pra não se sentir grandalhona, pra não ficar super esportiva, pra criar looks femininos e elegantes :)

    pra não se sentir grandalhona, pra não ficar super esportiva, pra criar looks femininos e elegantes :)

    pra não se sentir grandalhona, pra não ficar super esportiva, pra criar looks femininos e elegantes :)

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  • Tempos atrás uma leitora pediu um post com direção do que usar numa entrevista de emprego — mas não uma entrevista pra qualquer emprego… um emprego no mundo da moda! A gente juntou nossa experiência como consultoras de estilo aos conselhos e direções que buscou ouvir de de Paulo Martinez, Manu Carvalho, Gloria Kalil, Adriana Yoshida e Erika Palomino e olha: eles disseram coisas que valem não só pro trabalho mas também pra vida.

    (post original de fevereiro de 2010, revisto e atualizado: o tempo se diverte quando a gente voa, né?)

    o que vestir, como se preparar e como ter sucesso numa entrevista de emprego no mundo da moda (spoiler: tem a ver com questionamento e autenticidade)

    PRÉ-PESQUISA

    Vale “estudar” o lugar em que se quer trabalhar e identificar suas características mais marcantes. Por exemplo, os perfis do FFW e do site da Lilian Pacce são bem diferentes — legal então é perceber o que cada ‘empregador’ pode ter de clássico, de moderno, de jovem, de elegante…, e então incorporar valores da empresa no próprio vestir (com a nossa própria cara de usar cada um desses valores: autenticidade é sempre tendência).

    SE VESTIR PRO TRABALHO

    Pro trabalho mesmo, de todo dia, e não só pra entrevista! Lá vem uma experiência pessoal, ó: minha 1ª entrevista de emprego em moda rolou 2 meses depois de eu me formar em Direito. Eu fui encontrar a figurinista com quem queria trabalhar (como assitente de produção de filmes publicitários) vestindo calça social preta, camisa de botão e escarpin baixinho de bico fino :) e a primeira coisa que a figurinista me perguntou era se eu sabia com o que ia trabalhar, porque né, não parecia (tadinha!). Se eu fosse de jeans, camiseta confortável e tênis/sapatilha — peças que têm mais a ver com as funções que eu tinha que desempenhar — provavelmente minha entrevista teria rolado menos tensa. Beijos, Fê. ;-)

    INFORMAÇÃO DE MODA

    É a indústria mais visual de todas, não? Vestir alguma coisa que tenha muito a ver com a gente mesma e que ainda tenha alguma informação de moda é imbatível. Quem entrevista saca se o look tá bacana pro tipo físico, se tem harmonia em cores, se tem coordenação interessante de proporções e, mais legal de tudo, pode identificar truques de estilo saídos da passarela e adaptados pra vida real! E nem precisa ser extravagante demais (entrevista de emprego é ocasião de look discreto, mesmo em moda), uma interessância num detalhe bacana que se destaque já é suficiente: autenticidade e atualidade!

    QUALIDADE, ATENÇÃO E ORGANIZAÇÃO SÃO METÁFORAS

    Tecido natural, couro bem cuidado e acabamento precisoso pode significar mais do que atenção ao que se veste. Quem procura qualidade transmite idéia de querer entregar qualidade no trabalho que faz, de primar pelo melhor. Maquiagem leve dá sensação de atenção consigo mesmo nas sutilezas — e por consequência isso também pode ser entendido como um valor profissional. E quem usa bolsa estufada ou demora pra achar o celular quando ele toca pode passar uma impressão de bagunça, de falta de controle, de desorganização. Sabe como? “Gente da moda” sabe decifrar esses códigos!

    MAIS PESQUISA

    E tempos de redes sociais frenéticas e super expostas, vale pesquisar o perfil de quem vai fazer a entrevista pra procurar coisas em comum com a gente — que possam ser traduzidas em detalhes ou acessórios, e talvez render conversa boa por conta disso!  Tipo se o um editor de site e a candidata que ele vai entrevistar amam praia, pode ser legal usar estampas floridas e solares que já estão no seu armário (haha). Oooou, se a editora da revista, assim como sua possível futura funcionária, também é fã da banda The Killers, porque não usar jaquetas legais com ombros marcados como num figurino do vocalista?

    É MELHOR SER VOCÊ DO QUE SER FASHION

    Profissionais da moda sabem “ler” looks. Não é porque a entrevista é com eles que todo mundo tem que se fantasiar de ‘fashion’: o que a gente usa todo dia pode ser uma boa direção do que não fazer. Se todo dia a maquiagem ideal é blush + rímel, por que usar sombra colorida em dois tons na entrevista? Se no dia-a-dia o vestidinho super funciona, porque na entrevista investir em sobreposições esdrúxulas? A gente impressiona mais quando tem segurança e auto-confiança, pode acreditar! \o/

    SE VOCÊ QUER TRABALHAR COM MODA, SEJA CHIQUE

    E esse chique não tá relacionado com roupas ou looks, tá relacionado com a vida que se tem. A gente pode ser “outdoor das próprias idéias”, e quem estuda (muito) tem mais e mais idéias né. Mais: pra se destacar (em qualquer circuito) não é preciso diminuir a outra ou tentar se aumentar — é preciso questionar, refletir, desenvolver opinião: educação, empatia e foco no trabalho fazem toda diferença. A gente tem que começar de algum jeito nesse mundo da moda, né, e humildade é chave de ouro pra todo aprendizado. “O importante não é ter a bolsa certa, mas a atitude certa”.

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  • Individualizar looks e deixar qualquer moda com a nossa cara começa assim: a gente faz menos compras (e varia as lojas em que tipicamente faz compras), procura referências originais pra interpretar nas escolhas de vestir e –melhor de tudo!– exercita coordenações com o que a gente já tem no armário.

    A gente treina demais esse exercício com as nossas clientes de consultoria de estilo — e começa sempre por desconjuntar todos os conjuntos (vale até guardar peças-irmãs, tipo terninhos, em cabides separados). A partir daí, se tem qualquer coordenação muito combinadinha rolando, a gente troca alguma coisa e segue experimentando o que ~na teoria~ não funcionaria… até harmonizar!

    Há tempos a gente organizou um caminho descombinatório pra compartilhar — esse post foi publicado originalmente em fevereiro de 2010! — e desde então essas idéias tem funcionado super bem na vida real, ó!

    + tem muuuitos outros looks trabalhados com as nossas clientes pra ter mais inspiração desconjuntada nas nossas #dicasdeestiloODE no Instagram, clica pra ver!

    idéias práticas pra versatilizar o que se tem e fazer render o guarda-roupa!

    CORDENAÇÕES ESPERTAS DE CORES

    No lugar de coordenar “peça neutro com peça colorida”, pensa diferente: percebe se é possível coordenar cores claras com outras claras, e cores escuras com outras escuras. Com essa direção, a gente pode coordenar todas as cores (diferentes) do mundo entre si e conseguir looks originais, mas também bastante elegantes: se claro-e-escuro “conversam”, o look já é monocromático! . Vale também perceber coordenações de cor viva com cor viva e de cor opaca, mais apagadinha, com outra semelhante.

    SAPATO E BOLSA DIFERENTES, MAS EM HARMONIA

    Sapato e bolsa não precisam ser iguais — nem em materiais e nem em cores! Essa estória de combinar o que se usa nos pés e o que se carrega nas mãos é tão antiga que a gente nem lembra de quando é (#véias). Mais esperto é priorizar a harmonia entre roupa e sapato, e então complementar o equilíbrio com bolsa coerente com o resto todo. Pra saber como combinar acessórios e seus materiais e formas e linhas com mais detalhes, revisita esse post aqui (clica!).

    TECIDOS E SUPERFÍCIES INTERESSANTES

    Quanto mais variedade de texturas/sensações num look, mais interessância. Vale pensar em coordenar, por exemplo, bolsa de um couro com sapato de outro couro — e vale também (e demais!) pra coordenar peças de roupa. É possível harmonizar tudo escolhendo materiais e texturas mais equivalentes (mesmo nas diferenças, tipo seda + algodão fino + crepe ou lã + tricô + jeans) — também funciona contrapor elementos “opostos” mas complementares, tipo materiais leves com acessórios pesadões, sabe como?

    ACESSÓRIOS QUE ACRESCENTAM INFO ESTILÍSTICA

    Nem os menores detalhes precisam ser iguaizinhos! Brinco, anéis, colar(es), pulseira, relógio e broches só acrescentam informação “decodificável” quando são diferentes entre si — se são todos iguais, significam também uma mesma ‘leitura’ feitas várias vezes (opa que cansativo!). Saiba: não precisa nem ser tudo dourado ou tudo prateado, viu!

    PRA TERMINAR \o/

    Tempos atrás (na época da 1ª postagem desse conteúdo!) o blog Living Gazette fez post falando da diferença entre combinar e coordenar:

    “combinar é mais fácil, não exige tanto trabalho, raciocínio; coordenar não é tão simples — é preciso autoconhecimento, personalidade e coragem pra tentar o diferente”.

    É esse o espírito! E todas essas idéias, ó, podiam também ser chamadas de “Não-estreitamento do olhar” ou ainda de “expansão dos nossos horizontes coordenatórios”, nénão?

    + autoconhecimento é fundamento de estilo pessoal
    + autoaceitação e autoestima <3
    + ronaldo fraga responde: o que é se vestir bem?

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  • A gente aprende na escola de personal stylists que em 5 minutos se causa uma 1ª impressão, que é nesse tempo que o cérebro humano faz todo um julgamento sobre quem a gente é — estritamente baseado em aparência, antes mesmo da gente dizer qualquer coisa. Se a gente pensar nesse 5 minutos como definitivos, então como a gente se veste, como usa o cabelo, como se movimenta… passa a ter muita muita importância, né?

    PÉRA!

    A gente, serzinhos humanos munidos de raciocínio, deixa passar o fato de que existe toda uma vida anterior e todo um futuro ainda pra acontecer além desses 5 minutos de 1ª impressão? Como assim pessoal?

    Esse julgamento depende só da pessoa julgada — ou especialmente de quem julga?

    Na teoria essa “decodificação” que o cérebro faz diante da aparência das pessoas dura 5 minutos exatamente por que seria involuntária, inconsciente. Sem nem perceber a gente já tá “lendo” as pessoas de acordo com os nossos alfabetos particulares, construídos com as nossas próprias referências e gostos pessoais (e também com símbolos que o mundo/o sistema associa a determinados valores).

    (E vamocombinar que leitura feita a paritr dos nossos universinhos pessoais são super ultra hiper mega restritas, diante de toooooodas as referências possíveis de existir no universo inteiro, não?)

    Então \o/ é possível trazer VOLUNTARIAMENTE pra consciência a disposição de transpassar esses 5 minutos insconscientes. Ir além dessa 1ª impressão só por saber que é possível (e razoabilíssimo!).

    Se a gente ouve nas nossas próprias mentes a leitura feita (alô julgamento inconsciente) e então se permite 5 minutinhos extra pra rever essa leitura, o que acontece é: expansão das nossas percepções sobre alguém (sobre o mundo e a vida) pr’além das aparências apenas.

    é possível desconstruir julgamentos e abrir possibilidades de todo mundo ser MAIS do que somente o que a gente lê nas aparências.

    Podemos sozinhas fazer o exercício de desconstruir o julgamento e abrir possibilidades de todo mundo ser MAIS do que somente o que a gente lê nas aparências. Isso fica mais fácil de acontecer quando a gente tem oportunidade de conversar, de conhecer melhor, de passar tempo juntas… mas não depende disso, depende só da gente querer.

    Pessoa loira de saltão, estereotipada como Barbie: pode ser o contrário ou o que quiser ser. Pessoa malhada de legging e tênis fluorescente, estereotipada como superficial: pode ser o contrário ou o que quiser. Pessoa engravatada engomadinha de pasta e óculos, estereotipada como materialista: pode ser o contrário ou o que quiser.

    Estereótipos aprisionam pessoas estereotipadas, mas aprisionam mais ainda quem julga, quem não se permite ir além. Quem é a gente pra achar que sabe ou que entendeu qualquer coisa sobre qualquer serzinho humano — especialmente se só baseadas em aparência?

    Seguimos firmes no exercício consciente de descolar julgamentos de aparência, por mais surpresas e espaços livres de conceitos rígidos. Certas de que é possível fazer disso um comportamento! \o/

    “Ninguém se torna bom tentando ser bom, e sim encontrando a bondade que já existe dentro de si mesmo e permitindo que ela sobressaia.” (Eckhart Tolle)


  • Todo o conteúdo que a gente compartilha sobre roupas e referências visuais diz respeito a mensagens entendidas coletivamente, o que elas representam dentro dos códigos “convencionados” de vestir, os efeitos que cada elemento visual pode ter em quaisquer silhuetas. Mas a gente acredita que autoconhecimento vem ANTES desse conhecimento técnico de consultoria de estilo — e trabalha junto com ele. Todo mundo pode saber tudo que a gente mesma sabe e aplica no nosso trabalho como consultoras de estilo, mas cada uma usa esse conhecimento do jeito que quiser: sem precisar de aval ou referências externas.

    Escolher o que fazer, o que usar ou não usar, é responsabilidade de cada uma de nós :) a partir do que é importante PRA CADA UMA, PRA GENTE MESMA.

    um programa online pra botar a mão na massa e facilitar o vestir na prática \o/

    Na nossa prática, então, antes de escolher o que vestir é preciso procurar saber o que se quer sentir, como se quer parecer. Nossas clientes fazem esse trabalho de auto-investigação guiadas pela própria consultoria, pra entregar pra gente um briefing claro. E só então partimos pra técnica: a gente ensina cada uma delas a identificar elementos visuais nas roupas e acessórios que representem quem elas são e que vidas tão vivendo. Depois é só escolher certeiro, experimentar, viver o aprendizado.

    Facilita a vida, rende escolhas mais objetivas, dá uma satisfação deliciosa, uma sensação de “ser a gente mesma”. Mas né, antes, dá trabalho!

    Assumir essa responsabilidade abre caminho pra gente encontrar (boas!) respostas dentro da gente mesma. Sem precisar de propaganda ou de quaisquer “sugestões” de revistas, sem esoterismo, sem papo-cabeça: informação de moda e de estilo tá sobraaando nessa nossa internet, né, mas é na prática, na vida real, que a gente usufrui dos resultados de olhar pra si com carinho antes, e então aprender a ler imagens, decodificar signos — a gente vê acontecer todo dia com mulheres tão especiais quanto todas nós!

    Essa é a nossa motivação pra tocar, pela 1ª vez, o programa online DESCOMPLICANDO O GUARDA-ROUPA: 35 dias pra botar a mão na massa e facilitar o vestir. Se você se sente oprimida por qualquer razão que envolva o que você mesma escolhe vestir, pode ser que o exercício de rever o que é importante e o que você quer sentir te dê uma luz — pensamos pra esse programa em encontros online e exercícios semanais pra entregar técnica certeira e tirar todo mundo da inércia, da paralisia… e mais: num círculo feminino de encorajamento, colaboração, acolhimento.

    Energia que a gente coloca em autoconhecimento é uma energia que sobra pra gente aproveitar a vida. Informação eficaz e exercício prático são parte da intenção de escolher melhor —  e a gente se recusa a aceitar que qualquer serzinho humano exatamente igual à gente diga o que se deve ou não deve vestir. Vambora descobrir na gente mesma nossas próprias referências, criar nossas próprias fórmulas! Quem vamos?

    + programa online DESCOMPLICANDO O GUARDA-ROUPA
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  • Roupas bonitas não necessariamente significam roupas “certas” pra nossa vida, já perceberam? No nosso trabalho como consultoras de estilo,  visitando guarda-roupas e lojas com um monte de mulheres super diferentes umas das outras — principalmente em estilo de vida — a gente percebe que ter uma identidade visual segura e consistente não significa usar uniforme todos os dias (isso seria uma prisão), mas também não significa ter as roupas mais fantásticas do mundo… que não saem de dentro do armário.

    + programa online DESCOMPLICANDO O GUARDA-ROUPA: 35 dias pra botar a mão na massa e facilitar o vestir

    muita gente compra roupas pra vida que sonha e não pra vida que vive!

    Um bom guarda-roupa tem um monte de coisas lindas, que se AMA usar — mas essas coisas tem que combinar de verdade com a vida que se leva. Uma das maiores queixas de clientes e amigas sobre suas roupas é dizer que “apesar de ter um guarda-roupa cheio de peças incríveis, toda manhã se vestir é um martírio”: elas têm a impressão de que não têm roupas e acabam usando sempre as mesmas 5 ou 6 peças. E quanto mais compram menos opções têm.

    O diagnóstico pra isso é certeiro:

     

    De que adianta uma mulher com uma carreira que toma conta de grande parte da vida dela só comprar peças confortáveis, de usar no final de semana? Ou uma mulher que mal sai à noite só ter peças de balada dentro do guarda-roupa? Ou então uma que não curte tanto as próprias coxas só ter saias, vestidos e shorts curtíssimos? Pra gente, como consultoras vendo isso de fora (sem envolvimento emocional), fica muito fácil de enxergar que essas roupas não vão ter oportunidades reais de sair de casa!

    Boas perguntas pra se fazer –pra construção de guarda-roupa que funcione de verdade pra gente — podem ser:

    -qual é a vida que a gente leva?
    -qual o ‘código de vestir’ do meu trabalho?
    -quais são os meus programas de fim de semana, quantas baladas a gente frequenta de verdade?
    -a gente é mais calorenta ou mais friorenta? mais do dia ou mais da noite?
    -etc.

    Isso não quer sugerir que uma workaholic maravilhosa precise SOMENTE ter roupas cinzas e pretas e chatas, por exemplo, ou que no fim de semana com as crianças não seja possível ter um tantinho de glamour — não quer dizer também que, só por que se tem balada quase toda noite (alô juventude) todos os sapatos do armário em questão DEVEM ter saltos altíssimos.

    O desafio real é conseguir fazer funcionar o nosso estilo de vida junto com a nossa personalidade e com nosso gosto pessoal — sem deixar de lado o que faz brilhar o olho, mas mantendo o foco na versatilidade, na função, no não-desperdício e no não-acúmulo. \o/

    + 5 idéias pra um guarda-roupa ajudador
    + como calcular custo x benefício na moda
    + como construir um guarda-roupa inteligente

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  • Sabe essa história de que cada dia a gente acorda de um jeito? E que por isso se veste diferente todo dia? Coerência no vestir não quer dizer usar uniforme: tem jeito de ser diferente e ainda assim ser a mesma pessoa — é exatamente isso que a gente trabalha na consultoria de estilo. \o/

    Todo mundo tem preferências, vontades e demandas que guiam escolhas de vestir – direções que têm mais a ver com a vida do que com roupas, e que não acontecem separadamente. Por exemplo: tem cliente que é sempre elegante, até no fim de semana de chinelinho, a bichinha é elegante — tanto quanto em festas ou em reuniões. Mais: tem gente que sempre precisa estar confortável, e o que escolhe pra usar num jantar é tão soltinho e maleável quanto qualquer outro look de todo dia. Outras clientes são criativas/originais o tempo todo: seja em formas, em coordenações de cores, seja com acessórios, seja na combinação de opostos e na padaria, no trabalho, no casamento delas, na praia, em todo lugar e ocasião.

    + programa online DESCOMPLICANDO O GUARDA-ROUPA: 35 dias pra botar a mão na massa e facilitar o vestir

    identidade visual não é usar uniforme: tem como se vestir (se sentir!) diferente todos os dias e ainda assim não ter um guarda-roupa esquizofrênico!

    Quando uma das nossas clientes tem uma vibe clássica, é possível definir qual é o clássico DELA. Se uma outra tem uma pegada mais rock, tem um jeito de ser rock só dela. E se ela curte boho, tem um boho bom pra ela, com a carinha dela.

    Quando isso tudo tá direcionado pelas mesmas linhas (mais retas? mais arredondadas?), pelas mesmas proporções, pelas mesmas formas (mais durinhas, estruturadas? mais molengas?), pelo mesmo conjunto de cores, pelo mesmo tamanho e espaçamento de estampas, pelo mesmo tanto de contraste… então TUDO é coerente! Todas as escolhas que se faz tem um fundamento em comum: mil mulheres numa só, sem um guarda-roupa esquizofrênico!

    É possível se desprender de referências literais, aprender a “ler” e decodificar essas referências, treinar a identificação de elementos visuais e então procurar esses elementos no que se escolhe vestir. Vale também procurar ter clareza das sensações que se quer ter (na vida) e procurar essas sensações nas roupas que se veste — com todo esse aprendizado junto não tem escolha que dê errado!

    No nosso trabalho a gente monta esse quebra-cabeça na teoria, organiza referências e pensa “fórmulas” personalizadas pra cada uma dessas múltiplas-mulheres (não somos todas?), apresenta numa proposta de ID visual e então parte pra colocar isso em prática na revitalização do guarda-roupa de cada cliente, na experiência que faz juntas em lojas e na sessão de montagem de looks — etapas práticas de uma consultoria de estilo.

    E é assim que a gente constrói, junto com cada cliente, um guarda-roupa cheio de tudo, mas com a cara delas em todas as possíveis abordagens e aplicações. <3

    + COMO SE TORNAR UMA PERSONAL STYLIST
    + COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE


  • Pro grupo das que curtem enfeitar/emoldurar sorrisos e olhos cheios de brilho: vamo pendurar coisas lindas nesses nossos pescocinhos? \o/ \o/

    dicas de consultoria de estilo pra levar em conta personalidade, materiais, caimentos e formas físicas

    COLARES x DECOTES x GOLAS
    _jeito mais simples de juntar colar com decote é: acompanhar as formas de um com as do outro – tipo decote mais arrendondado com colar redondão, decote em V com colar que pesa e forma uma ponta;

    _decote arredondado dá certíssimo com colares em formato U, mais longos pr’além do próprio decote ou mesmo um tanto acima dele, sobre a pele; (colar direto na pele é sempre sexy, ces não acham?)

    _decote em V fica sensacional com gargantilhas e colares bem junto da base do pescoço; também é um ótimo decote pra se deixar cair uma correntinha mais longa lá pra dentro!

    _decotes abertos, tipo ombro-a-ombro ou canoa, também são par perfeito pra gargantilhas — mas também funcionam como suporte pra colares mais longos e cheios, que caiam sobre a parte da frente da blusa/do vestido;

    _gola alta pode ser acompanhante de colares mais longos, que emoldurem a gola ou caiam ali debaixo dela (como na foto da nossa cliente aqui embaixo, em etapa de montagem de looks da consultoria, ó!)

    _camisas sociais com gola, se fechadinhas até o último botão, podem ter colares mais curtos passando por baixo da gola e arrematando a frentinha do colarinho; se usadas abertas, podem ter colares mais longos usados por dentro mesmo, entre pescoço e gola, caindo sobre o V que se forma com os botões.

    _blusas com decotes assimétricos, com foco de atenção já no decote, podem ser usadas com brincões — sem colar algum, pra que o decote seja o protagonista!

    COLARES x PEITINHOS x PESCOÇO
    _quem sente que tem pescoço curto e mais larguinho pode sempre escolher decotes mais abertos, mais verticais e colares que acompanhem esse efeito alongador — com pingentes longos que criam linhas de cima pra baixo

    _quem gostaria de suavizar visualmente o volume do peitão pode escolher decotes verticais e abertos, e cuidar da altura dos colares: pra que eles não encurtem pescoço (o que intensifica sensação de peso visual na parte de cima da silhueta), mas também não caiam sobre o peito acrescentando volume — altura ideal ficaria entre a base do pescoço e a linha das axilas

    _ao contrário, quem tem peitinho e adoraria fazer crescer essa área pode subir o decote, fechar a gola da camisa, aproveitar o frio pra desfilar de gola alta e usar colares que tenham correntes espessas, pingentes grandões, bastante volume

    _se tem alguém que tem pescoço longo e fino e se sente incomodada com isso, gargantilhas e colares curtinhos –em especial se contrastam com a pele– podem se sentir mais encurtadinhas e animadas ;-)

    COLARES x CAIMENTOS x MATERIAIS
    _coordenação segura é a que acompanha caimentos e materiais de blusa e colar: tecidos mais fluidos com colares mais leves e vazados, tecidos mais estruturados com colares maus duros e densos, pesados

    _(mas né) pode ser uma ótima idéia combinar sensações opostas: imagina colares super naturais, de sementes e madeira, com capinha de náilon + regatinha de seda por baixo :) ou camiseta de algodão com um super colar de metal e pedras translúcidas

    dicas de consultoria de estilo pra levar em conta personalidade, materiais, caimentos e formas físicas

    COLARES x NOSSAS CARINHAS
    _olho arredondado, boquinha coração, nariz bolinha: sempre ficam lindos com colares nessas formas arredondadas também

    _sobrancelhas angulares, nariz reto, lábios mais finos: alô colares mais quadrados, correntes retinhas, detalhes pontudos, formas retas e geométricas

    COLARES x PERSONALIDADES
    _olho, boca, nariz, sobrancelha são formas físicas — mas a gente também tem personalidade: vale escolher formas semelhantes pra reforçar o que as nossas carinhas carregam como mensagem, ou formas bem diferentes das nossas pra suavizar/equilibrar essas mensagens com outras opostas

    _linhas e formas arredondadas: mais doçura, mais expansão, mais suavidade, mais descontração

    _linhas e formas retas/angulares: mais força, mais assertividade, mais distância, mais seriedade

    _mais fofinhos mais descontraídos: materais moles, naturais, com textura, com cores-coloridas, pedras opacas

    _mais durões mais poderosos: metais lustrosos, pedras translúcidas, correntes

    PRA TERMINAR \o/
    Parte mais importante de todo look é o rosto de quem usa o look: é com olhos e sorrisos que a gente interage com o mundo, e o que a gente usa pra emoldurar o rosto é o que mais brilha em qualquer aparência — independente do que o que a gente tá vestindo logo embaixo.

    O que a gente treina com clientes na consultoria de estilo é escolher com consciência: a gente define como quer se sentir (na vida!) e como quer se parecer, e então estuda pra entender o que (no guarda-roupa) pode garantir pra gente essas sensações e aparências.

    Daí a gente experimenta tudo que pode, tanto quanto pode :) pra exercitar o olhar e assim escolher certeiro.

    + como coordenar acessórios
    + pescoço elegante e emagrecedor
    + ponto de cor perto do rosto

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curtimos

ideias complementares às da Oficina