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  • Pro grupo das que curtem enfeitar/emoldurar sorrisos e olhos cheios de brilho: vamo pendurar coisas lindas nesses nossos pescocinhos? \o/ \o/

    dicas de consultoria de estilo pra levar em conta personalidade, materiais, caimentos e formas físicas

    COLARES x DECOTES x GOLAS
    _jeito mais simples de juntar colar com decote é: acompanhar as formas de um com as do outro – tipo decote mais arrendondado com colar redondão, decote em V com colar que pesa e forma uma ponta;

    _decote arredondado dá certíssimo com colares em formato U, mais longos pr’além do próprio decote ou mesmo um tanto acima dele, sobre a pele; (colar direto na pele é sempre sexy, ces não acham?)

    _decote em V fica sensacional com gargantilhas e colares bem junto da base do pescoço; também é um ótimo decote pra se deixar cair uma correntinha mais longa lá pra dentro!

    _decotes abertos, tipo ombro-a-ombro ou canoa, também são par perfeito pra gargantilhas — mas também funcionam como suporte pra colares mais longos e cheios, que caiam sobre a parte da frente da blusa/do vestido;

    _gola alta pode ser acompanhante de colares mais longos, que emoldurem a gola ou caiam ali debaixo dela (como na foto da nossa cliente aqui embaixo, em etapa de montagem de looks da consultoria, ó!)

    _camisas sociais com gola, se fechadinhas até o último botão, podem ter colares mais curtos passando por baixo da gola e arrematando a frentinha do colarinho; se usadas abertas, podem ter colares mais longos usados por dentro mesmo, entre pescoço e gola, caindo sobre o V que se forma com os botões.

    _blusas com decotes assimétricos, com foco de atenção já no decote, podem ser usadas com brincões — sem colar algum, pra que o decote seja o protagonista!

    COLARES x PEITINHOS x PESCOÇO
    _quem sente que tem pescoço curto e mais larguinho pode sempre escolher decotes mais abertos, mais verticais e colares que acompanhem esse efeito alongador — com pingentes longos que criam linhas de cima pra baixo

    _quem gostaria de suavizar visualmente o volume do peitão pode escolher decotes verticais e abertos, e cuidar da altura dos colares: pra que eles não encurtem pescoço (o que intensifica sensação de peso visual na parte de cima da silhueta), mas também não caiam sobre o peito acrescentando volume — altura ideal ficaria entre a base do pescoço e a linha das axilas

    _ao contrário, quem tem peitinho e adoraria fazer crescer essa área pode subir o decote, fechar a gola da camisa, aproveitar o frio pra desfilar de gola alta e usar colares que tenham correntes espessas, pingentes grandões, bastante volume

    _se tem alguém que tem pescoço longo e fino e se sente incomodada com isso, gargantilhas e colares curtinhos –em especial se contrastam com a pele– podem se sentir mais encurtadinhas e animadas ;-)

    COLARES x CAIMENTOS x MATERIAIS
    _coordenação segura é a que acompanha caimentos e materiais de blusa e colar: tecidos mais fluidos com colares mais leves e vazados, tecidos mais estruturados com colares maus duros e densos, pesados

    _(mas né) pode ser uma ótima idéia combinar sensações opostas: imagina colares super naturais, de sementes e madeira, com capinha de náilon + regatinha de seda por baixo :) ou camiseta de algodão com um super colar de metal e pedras translúcidas

    dicas de consultoria de estilo pra levar em conta personalidade, materiais, caimentos e formas físicas

    COLARES x NOSSAS CARINHAS
    _olho arredondado, boquinha coração, nariz bolinha: sempre ficam lindos com colares nessas formas arredondadas também

    _sobrancelhas angulares, nariz reto, lábios mais finos: alô colares mais quadrados, correntes retinhas, detalhes pontudos, formas retas e geométricas

    COLARES x PERSONALIDADES
    _olho, boca, nariz, sobrancelha são formas físicas — mas a gente também tem personalidade: vale escolher formas semelhantes pra reforçar o que as nossas carinhas carregam como mensagem, ou formas bem diferentes das nossas pra suavizar/equilibrar essas mensagens com outras opostas

    _linhas e formas arredondadas: mais doçura, mais expansão, mais suavidade, mais descontração

    _linhas e formas retas/angulares: mais força, mais assertividade, mais distância, mais seriedade

    _mais fofinhos mais descontraídos: materais moles, naturais, com textura, com cores-coloridas, pedras opacas

    _mais durões mais poderosos: metais lustrosos, pedras translúcidas, correntes

    PRA TERMINAR \o/
    Parte mais importante de todo look é o rosto de quem usa o look: é com olhos e sorrisos que a gente interage com o mundo, e o que a gente usa pra emoldurar o rosto é o que mais brilha em qualquer aparência — independente do que o que a gente tá vestindo logo embaixo.

    O que a gente treina com clientes na consultoria de estilo é escolher com consciência: a gente define como quer se sentir (na vida!) e como quer se parecer, e então estuda pra entender o que (no guarda-roupa) pode garantir pra gente essas sensações e aparências.

    Daí a gente experimenta tudo que pode, tanto quanto pode :) pra exercitar o olhar e assim escolher certeiro.

    + como coordenar acessórios
    + pescoço elegante e emagrecedor
    + ponto de cor perto do rosto

    + COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE
    + COMO SE TORNAR UMA PERSONAL STYLIST


  • Jeito bom de criar interessância no look (qualquer look) é coordenar proporções diferentes. No dicionário, proporção quer dizer

    “relação das partes separadas do todo que pode ser dividido ou repartido; disposição coerente e harmônica das partes que formam um todo; comprimento, tamanho, dimensão, volume, intensidade, etc”.

    Em estilo pessoal a gente pode pensar que as roupas tem vários comprimentos de mangas, várias alturas de barras (tanto nas partes de cima quanto nas partes de baixo do que a gente veste), várias larguras e tamanhos e quantidades de tecido. E que partes de cima e de baixo, quando coordenadas, formam ‘blocos’ de espaços ocupados — que podem valer pro look todo (como em coordenação de blusa mais longa e short mais curtinho, por exemplo) ou pra pedaços do look (como em blusa de mangas longas usadas por baixo de casaquinhos de mangas 3/4).

    Legal, então, é alternar os tamanhos desses blocos e ocupar espaços diferentes de propósito no look, pra criar movimento, balanço — com tudo tudinho que todo mundo já tem no armário, ó que delícia. :)

    idéias pra criar interessância no look só com larguras, alturas, quantidades de tecido -- sem precisar comprar nada novo!

    Não tem regra e não é ciência exata: na prática toda teoria pode dar super certo (ou ficar esquisito). Nos nossos atendimentos de consultoria de estilo pessoal, a gente treina clientes a procurar uma “harmonia assimétrica”, não certinha, desigual — mas distante de extremos*, mas suave e aproximada. A gente vai testando idéias juntas assim, ó:

    COM 3ª PEÇA
    Pensa “parear” a barra da parte de baixo com a barra do complemento, com uma um pouquinho mais curta ou mais longa que a outra. Tipo calça curta nos tornozelos com colete longo logo abaixo dos joelhos; ou saia mídi bem no meio da panturrilha e capinha nos joelhos; ou vestido curtinho no meio da coxa e essa mesma capinha nos joelhos; sabe como? Vale procurar mais ou menos 1 palmo de distância pra cima ou pra baixo entre as barras (apenas uma referência).

    + TODO UM PAINEL NO NOSSO PINTEREST CHEEEIO DE
    REFERÊNCIAS INSPIRADORAS DE COORDENAÇÃO DE PROPORÇÕES, Ó!

    COM PARTE DE CIMA E DE BAIXO
    Quando a barra da parte de baixo sobe, a barra da parte de cima pode descer – e o contrário também vale, com barra da parte de baixo descendo e barra da parte de cima subindo. A gente usa as linhas da virilha e do ossinho do quadril como referência (mas não é regra, é direção só). Pensa em short curtinho com bata mais longa, ou em saia longa com tops curtos pra deixar pedacitos de barriga à mostra.

    COM VOLUMES
    Um clássico a ser desafiado: é legal que os volumes das peças a se coordenar sejam diferentes, mas isso não significa que uma precise ser super justa se a outra for mais ampla/larga. A gente pode pensar em largo com um pouco menos largo ou justo com um pouco mais justo ainda, sabe como? Tipo pantacourt e camiseta soltinha usada por dentro, larguinha mas marcando a cintura. E a gente sempre pode “criar” volumes acrescentando cintos no meio da blusa ampla mais comprida, ou bracelete no punho da manga cheia de tecido, ou faixas largas pra trazer pra perto do corpo a sobreposição cardigan longo + vestido largo, tá ligada?

    COM MANGAS
    Delícia de exercitar no frio: tricô de manga longa com casaco de mangas 3/4 por cima! E não só no frio: legal também pode ser coordenar casaqueto de manga curta com blusa de manga longa mais puxadinha pra perto do cotovelo; ou regata e colete sem manga (AMAMOS); ou vestido com mangas 3/4 e camisa jeans (como 3ª peça) usada com punhos puxadinhos pra cima, mostrando pontinha da manga do vestido por baixo.

    *uma palavrinha sobre os EXTREMOS
    Juntar distâncias opostas de barras pode ser super seguro ou também super moderno, viu, e ninguém tem que se privar de experimentar idéia alguma que venha à cabeça! Dá certo pantalona longa até o pé com jaquetinha curta, tanto quanto usar uma blusa mais curta (de pedacinho de barriga à mostra) com cardigan longão.

    2 EXTRAS
    Em toda coordenação de proporção a gente exercita:

    -alongar visualmente as pernas tanto quanto possível
    -chamar atenção pro rosto, pro alto, pra cima no look

    Roupa não emagrece nem faz crescer, a gente sabe, mas pode render efeitos visuais que fazem com que a gene se enxergue com menos carinho. Mexer nas proporções das nossas coordenações pode “desequilibrar” a harmonia natural dos nossos corpinhos — por que a gente tira cinturas e volumes e alturas do lugar, né, então essas 2 direções aqui podem suavizar quaisquer ousadias. :)

    + como usar saias no comprimento longuete
    + como usar bermudas <3
    + tudo de proporções que tem aqui no blog, num só link \o/
    + pra compensar sensação de baixinha

    +QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST?
    +COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE


  • E se no lugar das listas de peças e pesquisas de preços e endereços de outlets, a gente levasse expectativas de experiências pra viver em viagens?

    Um exercício bonito que a gente aqui na Oficina propõe pras nossas clientes de consultoria de estilo é esse: o da gente se permitir não precisar abastecer guarda-roupa quando se está em ocasião de conhecer lugares novos, sentir outros cheiros e comer comidas diferentes, viver outros modos de vida :) encontrar surpresas pelo caminho.

    uma idéia pra procurar no destino locais originais de compras -- e voltar com peças cheias de significado!

    Tamos falando disso e pensando num broche encontrado numa lojinha ao lado do restaurante do almoço, ou no xale bordado vendido na saída do museu, ou nos óculos escuros garimpados no passeio à feira de antiguidades da cidade visitada, ou na bolsa vendida pela artesã na rua, na calçada. Sabe como? O que faz diferença nos nossos armários, o que é único pela originalidade mas também pelo encanto — além do que pode ser encontrado igualzinho em qualquer filial de fast-fashion ao redor do globo terrestre.

    + do que a gente precisa?
    + mala de viagem leve e completona

    Nada contra listas ou busca pelo “mais em conta” — mas né, quando a gente cuida pra que o guarda-roupa funcione todos os dias da vida, pra todas as ocasiões que se tem, pode ser possível experimentar essa sensação de “não preciso comprar nada”. E se tem necessidade/demanda de algo específico, pode ser legal:

    -procurar blogs locais de moda de rua, e ver as fotos e checar os créditos pra entender que lojas fazem sucesso com as pessoas que vivem no destino

    -pesquisar lojas legais no destino, usando palavras-chave no google como ‘moda original em xxx’ ou ’10 lojas legais de roupa feminina em xxx’ (em português mas também na língua de lá)

    -checar se o destino tem semana de moda (mesmo que pequenina) e procurar a lista dos designers que se destacam por valorizar elementos da cultura local

    E então tentar suprir demandas nesses lugares! A idéia (sustentável) de apoiar produção local faz ainda mais sentido quando a gente tá fora de casa, nénão?

    Se na vida toda a idéia é procurar o essencial, não atravancar o guarda-roupa com excessos, cuidar das roupas que a gente tem pra que se viva por maaais tempo com o significado que elas carregam… compras feitas em viagem pode ser souvenirs, lembranças dos dias vividos no destino em que se esteve. Como pequenas materializações dessas lembranças que voltam com a gente e trabalham pra estender memórias alegres.

    + pra garimpar gostoso nos brechós do destino \o/
    + como descobrir que cores fazem a diferença no seu guarda-roupa
    + fórmula pra diagnosticar que peças (e tipos de peças) podem fazer a diferença
    (num exercício prático no fim da 1ª parte do nosso ebook!)
    + mais malas e viagens aqui no blog \o/

     

    +QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST?
    +COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE


  • (com colaboração preciosa da Luciana Diniz e da Chris Tarricone, consultoras de estilo da LEVE DE VESTIR)

    Na consultoria de estilo pessoal) a gente trabalha o não-consumismo pra facilitar o vestir na prática, pra evitar guarda-roupa entulhado, pra exercitar raciocínio não-voraz, respirado, sem pressa. Isso tem a ver primeiro com roupas, mas né, se estende pra tantas outras áreas da vida! Então se esse nosso trabalho esbarra em questões éticas e de sustentabilidade… que bom, que ótimo.

    É esse o caso aqui: quando a gente se propõe a visitar brechós pra incrementar nossos armários, a gente tem vantagens reais no nosso universo pessoal-particular — que impactam pro bem também pro mundo todo. Ó!

    E se as araras (tipicamente) lotadas dos brechós desencorajam o garimpo, esse nosso MANUAL DE BOAS ESCOLHAS DE SEGUNDA MÃO pode render surpresas úteis pra quem se animar a experimentar na prática. \o/ Se liga, tem que ter intenção: é menos sobre passeio e mais sobre caça ao tesouro!

    um guia completo pra escolher qualidade, economizar dinheiro e exercitar criatividade - consumindo consciente!

    POR QUE COMPRAR EM BRECHÓ

    ROUPAS DE QUALIDADE
    A gente se impressiona demais com a quantidade de roupa boa descartada pelas pessoas: não tem mais essa idéia de que brechó só tem coisa antigona, velha, puída, maltrapilha. As araras tão sendo abastecidas, no geral, com peças das marcas que a gente costuma desejar — e que usam bons materiais, tem acabamentos preciosos, caimentos legais. Tem clientes de consultoria que já levaram seus descartes pra vender, por isso sabemos que as peças são selecionadas com critérios que levam em consideração a conservação/manutenção, a boa aparência, o pouco uso.

    USO ESPERTO DO DINHEIRO
    Mesmo quando pouquíssimo usadas, as peças de marcas boas -com ótima qualidade- são vendidas em lojas de segunda mão por uma fração do preço que se pratica nas lojas convencionais. O dinheiro vale mais por que a gente gasta melhor!

    TREINA O OLHAR E APERFEIÇOA ESCOLHAS
    Tem espaço pra ooooutras idéias surgirem quando a gente tá fora do contexto de uma coleção inteira da mesma marca, pensada pra facilitar coordenações. Em toda ocasião em que a gente voluntariamente se propõe a fazer algo funcionar (mesmo que não seja a coisa mais fácil/fluida do mundo), isso acontece: a gente expande possibilidades, exercita ultrapassar o limite da zona de conforto. Então estar disponível pra ver ver ver ver experimentar pensar ver ver pensar mais sobre muita coisa, procurando o que faz sentido e o que faz a diferença… é um treino e tanto pro olhar (de moda, das coisas, da vida).

    PLANEJAMENTO GARANTE EFICÁCIA

    Antes mesmo de sair de casa, vale:

    -Telefonar antes de ir pra pesquisar se tem dia da semana específico em que as araras são abastecidas: alguns brechós fazem isso somente uma vez por semana, depois de fazer triagem e limpeza de grandes quantidades de peças. E então programar a visita pra sequência desse abastecimento!

    -Dar uma geral no próprio armário e mapear o que tá fazendo falta, tipo: calça pra trabalhar, saia pro fim de semana, camisas leves.

    Especificar tanto quanto possível essa lista de possibilidades — imagina algo como ‘calça escura pra trabalhar’, ou ‘saia jeans com lavagem mais clara’, ou ainda ‘camisa de seda colorida pra combinar com minhas partes de baixo mais neutras’.

    +tem aqui uma fórmula pra saber que cores fazem diferença no armário
    +e aqui (no fim da 1ª parte do nosso ebook!) um esquema pra fazer diário de looks que dá resultado certeiro pra saber o que pode estar faltando

    -Quem sai de casa com um bom ‘uniforme de prova’ não se deixa abalar por provadores precários (que não são regra, mas né, podem rolar): vale ir vestindo legging e top e sapato fácil de tirar/calçar pra experimentar tudo com conforto.

    O QUE PROCURAR

    BOA CONSERVAÇÃO
    Tem que fiscalizar: o tecido tá áspero, tem bolinhas? Tem manchas? Tem fio puxado, botão soltando? O sovaquinho da peça tá amarelado? O cavalo (na ppk) da peça tá puído pelo atrito entre as pernas? Tem rasgos?

    BONS TECIDOS
    Sabemos que materiais de origem natural valem mais do que outros materiais — e as etiquetas internas das peças precisam ser inspecionadas pra gente averiguar se o preço tá justo mesmo. Tem aqui 2 boas aulas sobre tecidos, pra entender melhor efeitos que eles criam na silhueta e também mensagens de estilo que comunicam, ó:

    +tecidos naturais e tecidos não-naturais
    +como escolher: malhas x tecidos planos

    POTENCIAL x MÍNIMA NECESSIDADE DE AJUSTES
    Vale ficar atenta ao potencial das peças: às vezes, com pequeninas intervenções das nossas costureiras, a roupa ganha toda uma vida versátil no nosso armário. Mas tem que levar em consideração o gasto total se tiver que intervir demais: vale a pena arcar com o custo da peça + custo do ajuste?

    VERSATILIDADE
    Devia ser lei: só pode comprar o que vai render looks com pelo menos 3 outras peças que a gente já tem no guarda-roupa. Essa lei tá explicadinha aqui, ó!

    CAIMENTOS CONFORTÁVEIS (E NÃO SÓ NUMERAÇÃO)
    Tem que estar disposta a experimentar TUDO, de todos os tamanhos: especialmente em lojas de segunda mão, os números da etiqueta não servem como guia definitivo pro que veste bemNumeração varia demais de marca pra marca, e né, roupa usada pode ter sido ajustada, pode ter encolhido na lavagem, pode ter partes folgadas pelo uso…. sabe como?

    INSTRUÇÕES DE CUIDADOS
    Vale mais pras roupas mais delicadas: tem que verificar antes de levar pro caixa se a roupa tem a etiqueta interna bem nítida, com todas as instruções de lavagem/cuidados legíveis. Se não dá dúvida, tudo bem; mas se dá, não vale a pena levar –mesmo com preço bom– se depois vai custar dinheiro extra pra levar na lavanderia (ou se vai ficar encostada, sem uso, por conta disso!).

    AMOR ETERNO AMOR VERDADEIRO
    Não pode (não pode mesmo!) comprar nada que fique mais ou menos, que fique apenas ok, que não desperte entusiasmo e que não dê vontade de vestir játem que AMAR MUITO, MUITO MESMO pra levar pro caixa.

    DICAS EXTRA

    -Roupas com bordados e aplicações demandam uma fiscalização ainda mais cuidadosa: a chance de um monte de penduricalhos já ter despencado com o uso ou de ter um lugarzinho ou outra mais desfalcado é maior, né?

    A gente sugere evitar: roupa que tem cheiro forte. Os brechós costumam higienizar as peças antes de expor nas araras, e se o cheiro não saiu… pode ser que não saia mesmo, nem com reza.

    -Se a vibe vintage não tem a ver com o estilo pessoal, é legal botar atenção na atemporalidade da peça: quanto menos cara de datada a roupa tiver, mais chances ela tem de render looks bons (misturada às coisas que a gente já tem no armário). Fica de olho em ombreiras, lapelas muito largas, botões e brasões muito chamativos, estampas que lembram as coisas da vovó.

    -A gente recomenda: lavar/vaporizar a compra feita no brechó mais uma vez chegando em casa, antes de usar. Assumindo que muita gente tocou/vestiu/passou pelas roupas do brechó, esse cuidado pode render frescor extra (e renovo de energia!).

    UM SINCERÃO PRA TERMINAR

    As araras dos brechós são tipicamente lotadas por conta do funcionamento desse esquema aqui:

    -velocidade insana de produção da indústria
    -preços baixíssimos às custas de precariedade de materais e falta de dignidade com trabalhadores
    -pressão da propaganda pra todo mundo comprar muito com frequência
    -falta de conhecimento generalizado em relação à responsabilidade pelo próprio descarte (de tudo, não só de roupas).

    A gente deixa de contribuir com esse esquema-malígno quando se compromete a não consumir o que é extra, o que não faz diferença — a não produzir desperdício. E ó: roupa encostada = desperdício.

    Então a visita a qualquer brechó (a qualquer ocasião de consumo) pode terminar com uma etapa de re-avaliação do que foi selecionado pra se comprar. As peças que a gente escolheu são parecidas entre si? (Se sim, tem que definir qual a mais confortável e optar somente por essa!)

    Ou: as peças são parecidas com o que a gente tem no armário? Vão fazer diferença mesmo? Levar mais do mesmo é ruim pro mundo e pro guarda-roupa também: variedade é a CHAVE pra um guarda-roupa versátil, com menos peças mas com muitas possibilidades de coordenação. ;-)

    +como consumir melhor
    +guarda-roupa que combina com a vida que a gente leva
    +guia consciente de compras online
    +pra comprar menos e melhor

    +QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST?
    +COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE


  • A gente usa muito com clientes (de várias silhuetas diferentes) uma pontinha da parte de cima do look por dentro da parte debaixo, assim meio presa meio solta. Acontece que usar parte de cima assim rende o melhor dos mundos pra todo tipo de silhueta (quase sempre né, que nosso trabalho como consultoras de estilo não é ciência exata!).

    Muitas vezes usar tudo por dentro pode “encher” visualmente a silhueta e aumentar ombros e peitinhos — por outro lado, tudo por fora pode acrescentar volume e encurtar pernas e esconder cintura. Sabe sensação de desconforto que a gente não consegue identificar? Então.

    um truque de estilo que acintura e enche de charme todo tipo de silhueta <3

    Quando a gente prende um pouco e solta um pouco, vários efeitos visuais podem rolar:

    -a cintura é delineada
    -a parte de baixo aparece justinha na barriga (deixando à vista o que tem de verdade ali embaixo, nem a mais nem a menos!)
    -a assimetria da ponta solta dá sensação de movimento e curva
    -a parte presa ajusta e a parte solta alonga.

    Tipo mil utilidades. :)

    A gente curte prender a parte da frente, mais central, bem no meião da parte de baixo, e então deixar as laterais e a parte de trás soltinhas. Curte também prender de um lado só, quase-quase na curva da cintura (não na lateral do corpo, na lateral da parte da frente do corpo!), pra deixar a parte solta criar uma caída na direção do outro lado, ao longo/sobre o quadril.

    E a gente prende só um pedacinho mesmo, tipo o que os dedinhos conseguem embutir na cintura. O resto do styling (rs) fica por conta do caminhar, do abaixar e levantar, do se mexer que o dia demanda da gente. Se for o caso de se mexer muuuito, não tem insegurança que resista a um brochinho fuefo mantendo tudo no lugar (explicadinho aqui no link).

    E vocês, como usam? Como preferem? \o/
    (post original de agosto de 2012!)

    -escolhas emagrecedoras de vestir
    -como construir um guarda-roupa inteligente
    -pra treinar truques de estilo com outras mulheres, como profissão


  • Sabe quando a gente tem coordenações já prontas -e previsíveis- pra peças do próprio armário? Tipo “ah, essa blusa estampada de azul e branco eu uso com… calça branca!” ou “vestidinho cáqui com verde eu sempre uso com coletinho cáqui”? Derivação do pensamento: “blusa pink eu uso com jeans” ou “qualquer top super colorido eu uso com… calça preta!”

    Essa é a primeira idéia de que a gente tá falando!

    Um super exercício de criatividade seria passar direto dessa primeira idéia que vem à mente (quando se pensa em coordenar qual-quer-coi-sa): geralmente essa é a idéia mais segura e óbvia que a gente tem. Procurar uma outra é expandir possibilidade de uso, é sair do confortável facinho pra crescer — e brilhar!

    quase sempre a 1ª idéia de coordenação que a gente tem é a mais fácil, a mais óbvia: vale passar direto e exercitar criatividade procurando uma segunda possibilidade, ó!

    Quase sempre as alternativas que a gente “se força” a achar pra essas primeiras idéias são mais legais, mais originais e mais autênticas. E nem sempre é fácil, às vezes a gente só pensa num tipo de coordenação, e é assim que vale mais o esforço: tem que tentar de um jeito, tentar de outro, provar até o que na teoria tem tudo pra dar errado… até dar certo. E tentar pensar em outras cores, em outras estampas, em outras texturas e outras mensagens. Tipo: com uma saia longa e super étnica a gente pensa logo em regata branca e colar de madeira, né? Pois mais legal seria caminhar pra direção contrária e juntar essa saia com uma camisa de botõezinhos, mais solta, e com um colar de correntes douradas, por exemplo. Sacou?

    Isso daí vale pra tudo: pra peças específicas, pra sapato, pra bolsa, pra acessórios menores… e funcionam na prática com pequenas mudancinhas, mas gerando grandessíssimos resultados. Bom de colocar em prática a cada escolha do que usar de manhã, a cada provador de loja vsitada. Porque idéias que parecem conflitar, quando colocadas em prática, só acrescentam interessância -e originalidade!- ao look. (Post publicado originalmente em dezembro de 2009, desde então em campanha contra a obviedade do visual! \o/ \o/)

    + ebook: como construir um guarda-roupa inteligente
    + consultoria de estilo online: pra definir identidade visual e plano de ação certeiro pro guarda-roupa ajudador ;-)

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  • Que coisa LINDA pensar em consertos assim:

    _ o que acontece com a roupa faz parte da vida vivida com ela/nela;
    _ vale a pena consertar e usar mais vezes essa roupa;
    _ ao ser consertada a roupa não perde valor, mas se torna ÚNICA por isso mesmo;
    _ o conserto não precisa ser invisível, mas sim pode ser um registro da nossa história com a peça, desse valor singular.

    A gente não pensou nessa sequência de idéias sozinha: uma amiga contou do trabalho da Mari Watanabe, que faz consertos de roupas, em especial com cerzido — que é uma técnica de cobrir pequenos furos ou pequenos pedacinhos rasgados de tecido unindo tudo com linha, de um jeito bem discreto, quase imperceptível.

    a gente pode entender consertos como celebrações de resiliência e vida-bem-vivida com nossas roupas, registro da nossa história com elas! <3

    Acontece que o cerzido da Mari é especialmente costurado pra aparecer, é a celebração da vida-bem-vivida com a roupa. Pra trabalhar assim ela se inspirou na técnica japonesa que conserta vasos de cerâmica quebrados… com uma cola de ouro! Isso se chama KINTSUGI e a idéia é essa mesma: valorizar imperfeições como parte da própria utilidade comprovada da peça.

    Ó que demais relacionar consertos (de cerâmicas e de roupas) com resiliência, com um novo senso de vitalidade: “ao invés de se envergonhar pelas “feridas” expostas, eles as embelezam para que sejam uma celebração constante da vida cotidiana. Dos pequenos e grandes erros que cometemos e da possibilidade que temos de aprender com isso.” (daqui)

    Junta tudo: disposição pra consertar roupas + cerzido aparente + celebração do cotidiano + história da vida vivida com a peça + mais tempo com a roupa, menos pressa e menos ansiedade pra trocar pelo novo = mais versatilização, mais criatividade, mais recurso interno fortalecido, mais confiança, menos dependência de compras pra se sentir satisfeita.

    E assim a gente se coloca num círculo virtuoso: quem ama, cuida. <3

    + mapa da mina
    + costuras da pat cardoso
    + a costureirinha
    + costuras e costureiras no blog da Oficina

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  • Quem já apelou até pra sobreposição de calça jeans e todo tipo de visual mendigo na batalha contra esse nosso frio tropical certamente inveja aquelas gringas lindas, que saem pra vida em pleno inverno usando apenas: casacão na parte de cima e meia-calça na parte de baixo.

    Claro que parte do dom de enfrentar um inverno rigoroso dessa forma é genético e espiritual, mas a outra parte diz respeito ao conhecimento dos materiais mais quentinhos. Assim como brasileira sabe muito bem quais camisetas e vestidinhos passam na prova do verão carioca, parisiense sabe qual meia-calça levar pra comer baguete em dezembro.

    A dificuldade na escolha da meia-calça é que nessa peça, ainda mais do que nas outras, a gente não pode se deixar enganar pela aparência: tem mesmo é que ver a composição do tecido porque duas meias da mesma grossura esquentam de maneiras completamente diferentes! Então, a estatégia de olhar apenas a gramatura do fio não funciona. Ser fio 70 em acrílico é uma coisa, já em microfibra é outra coisa.

    Uma meia de microfibra, por exemplo, é feita de filamentos super finos e suaves, mas que não dão conta de proteger perna de moça friorenta nem no inverno de brinks que a gente tem aqui no sudeste brasileiro. Microfibra é tecido para primavera, outono, pra moça do nordeste ou pra calorenta que quer apenas dar uma coberturinha na perna.

    o acrílico é uma fibra sintética que tenta imitar a lã e, portanto, é bem mais quentinha. O legal do acrílico é que ele esquenta bastante sem dar volume, então, dá para fazer um monte de look mais cheinho na parte de cima, com suéter grosso, que vai bombar no inverno, sem ter que usar calça na parte de baixo do corpo.

    O tecido acrílico tem um toque parecido com o da lã, fazendo o efeito “boneca de pano”. Por isso, é mais legal usar essa meia com roupas em tecidos/materiais mais lisos e lustrosos — como o couro, as malhas pesadas e o neoprene – do que com outros tecidos cheios de textura, como a lã verdadeira.

    As meias grossonas, de lã, têm uma pegadinha: você olha pra elas e diz “meu deus, é tudo que eu preciso nesse inverno”. Acontece que esse tipo de meia, geralmente sem elastano na composição, deixa o ar passar entre as fibras e não esquenta tanto quanto parece.

    Quem quer disfarçar perninha grossa pode procurar meias mais transparentes, que mostrem mais a pele por entre as fibras. Geralmente, isso significa que a meia terá um fio menor (tipo fio 40) e, portanto, será menos quente. Nesse caso, cabe ao tecido adiposo mostrar do que é capaz! ;-)


  • Comprar roupa nova é uma delícia, a gente sabe. Mas depender de compras pra se virar bem no guarda-roupa, pra se sentir bonita, pode ter um gostinho amargo: a gente se coloca num lugarzinho afobado, mergulhada em escassez, amparada em recurso externo, em produto, em coisas.

    Por outro lado, quando a gente se propõe a exercitar criatividade, a experimentar novos usos pras roupas que a gente já tem, o que acontece é empoderador: esperteza e aprendizado (sobre moda e sobre a gente mesma) são recursos internos — e, no lugar de buraco na conta bancária, rendem satisfação, orgulho da gente mesma.

    Não tem a ver com quantidade de coisas, tem a ver com um novo olhar pra fazer render o que já tá no armário.

    menos produtos/coisas, mais criatividade! substitua consumo por autoestima!

    Empoderamento é isso: se sentir linda redescobrindo peças que a gente já tem no armário, sentindo que o dinheiro gasto valeu um pouquinho mais a cada (re)uso das nossas roupas, sem precisar comprar coisas novas.

    CRIATIVIDADE = recurso interno
    PRODUTO/COISA = recurso externo

    Sacou?
    A gente se fortalece emocionalmente (pra vida) quando finca os pés no aperfeiçoamento dos nossos recursos internos, deixando de depender dos externos pra se sentir ótima.

    + série de posts: como consumir melhor
    + comprar deveria ser consequência de ser
    + um capítulo inteiro do nosso ebook COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE pra exercitar um novo olhar pro que a gente já tem, com fórmulas pra desconjuntar conjuntinhos, misturar cores e estampas e texturas, experimentar novos jeitinhos de se sentir sexy
    + pra comprar menos e melhor

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  • Esse post faz parte de uma série de questionamentos, tem mais dessas idéias aqui, ó:
    + CONSUMISMO É DIFERENTE DE CONSUMO
    + QUESTIONAMENTOS PRA CONSUMIR MELHOR
    + NÃO É SOBRE ‘O QUE’, MAS SIM SOBRE ‘COMO’

    A quantidade de propaganda que a gente vê tá super conectada com a qualidade das escolhas que a gente faz. Especialmente em guarda-roupa: quanto menos propaganda, mais certeiras são as nossas escolhas. Em vez de olhar pra fora, pro que é sugestionado, a gente pode abrir espaço pra olhar pra dentro e escolher a partir da própria identidade!

    Então ó: quer escolher melhor, pára de ver TV. Pára de seguir a blogueira na rede social, pára de ler revista de moda e de celebridades (mesmo quando se lê só no salão de beleza). E passa se engajar em atividades que te façam passar tempo com você mesma, com seu corpo e com seus pensamentos: vai ser legal, a gente garante!

    “O consumismo é um ciclo vicioso em que tanto indústria quanto consumidores tem parcela de responsabilidade.” É isso: só de estar vivo a gente já impacta. Tem que escolher impactar pro mal ou pro menos-mal. E isso daí é escolha diária e individual!

    propaganda atrapalha estilo pessoal, e se desconectar do que "influencia" compra faz com que a gente preste atenção na gente mesma (e consuma melhor!).

    + por que a gente prefere comprar em lojas pequenas (em especial nas não-estrangeiras)
    + ter menos, melhor e mais de perto

    Ajuda DEMAIS se expor menos a gatilhos que induzem ao consumo (menos propaganda, menos blogueiras, menos e-commerces, menos celebridades) e se propor a usar mais e melhor as nossas coisas, enxergar valor, dar tempo pra gostar (se permitir!). Toda a mídia trabalha pra alienar, pra instaurar rapidez e voracidade, as lojas tocam música alta demais, tudo induz ao não-raciocinio, ao nao questionamento.

    ((Aqui vale um parêntese: o que a “digital influencer” ganha pra expor venda é só uma fração do dinheiro que rola, tem gente ganhando demais com a pobreza alheia. E no fim tudo é v-e-n-d-a: “influenciadores” são pessoas com grandes audiências transformados em canais de venda — e quanto mais gente exposta à essa propaganda, mais chance de vender qualquer coisa.

    Por isso blogueiras não ligam pra grandessíssimo número de comentários negativos que suas redes recebem: o que importa é o numero de pessoas pra quem elas expõem produtos e influenciam compras, é assim que essa neo-indústria ganha seu dinheirinho(ão). Tanto faz se as pessoas que tão nas redes odeiam tudo das blogueiras, o que importa é ter um número exorbitante de gente por lá. Entende como essa conta fecha?))

    A indústria (a vida) é tão maluca que até idéias ligadas à sustentabilidade viram produto, e ‘consumo consciente’ passa a ser entendido como uma tendência… de consumo: “lowsumerism”, colunas de “eco-consumo” em revistas de moda, “eco-stylists” — tudo ao contrário! :\

    A idéia tem que ser exercitar atenção, e não compras. Valorizar o NÃO CONSUMO, numa lógica de cuidado no lugar da lógica da compra. Recusar o excesso, não tirar da loja, escolher o não-acúmulo e a não-exploração.

    Toda/qualquer mudança não depende do sistema nem da indústria. Mudança é escolha pessoal. E quando a gente não liga pra propaganda e pro que “sugerem”, sobra atenção pra gente escolher melhores materiais, acabamentos, caimentos — e uma atenção que a gente põe na gente mesma é energia pra viver melhor a vida. #dicona

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curtimos

ideias complementares às da Oficina