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  • Sabe quando a gente tem coordenações já prontas -e previsíveis- pra peças do próprio armário? Tipo “ah, essa blusa estampada de azul e branco eu uso com… calça branca!” ou “vestidinho cáqui com verde eu sempre uso com coletinho cáqui”? Derivação do pensamento: “blusa pink eu uso com jeans” ou “qualquer top super colorido eu uso com… calça preta!”

    Essa é a primeira idéia de que a gente tá falando!

    Um super exercício de criatividade seria passar direto dessa primeira idéia que vem à mente (quando se pensa em coordenar qual-quer-coi-sa): geralmente essa é a idéia mais segura e óbvia que a gente tem. Procurar uma outra é expandir possibilidade de uso, é sair do confortável facinho pra crescer — e brilhar!

    quase sempre a 1ª idéia de coordenação que a gente tem é a mais fácil, a mais óbvia: vale passar direto e exercitar criatividade procurando uma segunda possibilidade, ó!

    Quase sempre as alternativas que a gente “se força” a achar pra essas primeiras idéias são mais legais, mais originais e mais autênticas. E nem sempre é fácil, às vezes a gente só pensa num tipo de coordenação, e é assim que vale mais o esforço: tem que tentar de um jeito, tentar de outro, provar até o que na teoria tem tudo pra dar errado… até dar certo. E tentar pensar em outras cores, em outras estampas, em outras texturas e outras mensagens. Tipo: com uma saia longa e super étnica a gente pensa logo em regata branca e colar de madeira, né? Pois mais legal seria caminhar pra direção contrária e juntar essa saia com uma camisa de botõezinhos, mais solta, e com um colar de correntes douradas, por exemplo. Sacou?

    Isso daí vale pra tudo: pra peças específicas, pra sapato, pra bolsa, pra acessórios menores… e funcionam na prática com pequenas mudancinhas, mas gerando grandessíssimos resultados. Bom de colocar em prática a cada escolha do que usar de manhã, a cada provador de loja vsitada. Porque idéias que parecem conflitar, quando colocadas em prática, só acrescentam interessância – e originalidade! – ao look. (Post publicado originalmente em dezembro de 2009, desde então em campanha contra a obviedade do visual! \o/ \o/)

    + ebook: como construir um guarda-roupa inteligente
    + consultoria de estilo online: pra definir identidade visual e plano de ação certeiro pro guarda-roupa ajudador ;-)

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  • Que coisa LINDA pensar em consertos assim:

    _ o que acontece com a roupa faz parte da vida vivida com ela/nela;
    _ vale a pena consertar e usar mais vezes essa roupa;
    _ ao ser consertada a roupa não perde valor, mas se torna ÚNICA por isso mesmo;
    _ o conserto não precisa ser invisível, mas sim pode ser um registro da nossa história com a peça, desse valor singular.

    A gente não pensou nessa sequência de idéias sozinha: uma amiga contou do trabalho da Mari Watanabe, que faz consertos de roupas, em especial com cerzido — que é uma técnica de cobrir pequenos furos ou pequenos pedacinhos rasgados de tecido unindo tudo com linha, de um jeito bem discreto, quase imperceptível.

    a gente pode entender consertos como celebrações de resiliência e vida-bem-vivida com nossas roupas, registro da nossa história com elas! <3

    Acontece que o cerzido da Mari é especialmente costurado pra aparecer, é a celebração da vida-bem-vivida com a roupa. Pra trabalhar assim ela se inspirou na técnica japonesa que conserta vasos de cerâmica quebrados… com uma cola de ouro! Isso se chama KINTSUGI e a idéia é essa mesma: valorizar imperfeições como parte da própria utilidade comprovada da peça.

    Ó que demais relacionar consertos (de cerâmicas e de roupas) com resiliência, com um novo senso de vitalidade: “ao invés de se envergonhar pelas “feridas” expostas, eles as embelezam para que sejam uma celebração constante da vida cotidiana. Dos pequenos e grandes erros que cometemos e da possibilidade que temos de aprender com isso.” (daqui)

    Junta tudo: disposição pra consertar roupas + cerzido aparente + celebração do cotidiano + história da vida vivida com a peça + mais tempo com a roupa, menos pressa e menos ansiedade pra trocar pelo novo = mais versatilização, mais criatividade, mais recurso interno fortalecido, mais confiança, menos dependência de compras pra se sentir satisfeita.

    E assim a gente se coloca num círculo virtuoso: quem ama, cuida. <3

    + mapa da mina
    + costuras da pat cardoso
    + a costureirinha
    + costuras e costureiras no blog da Oficina

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  • Comprar roupa nova é uma delícia, a gente sabe. Mas depender de compras pra se virar bem no guarda-roupa, pra se sentir bonita, pode ter um gostinho amargo: a gente se coloca num lugarzinho afobado, mergulhada em escassez, amparada em recurso externo, em produto, em coisas.

    Por outro lado, quando a gente se propõe a exercitar criatividade, a experimentar novos usos pras roupas que a gente já tem, o que acontece é empoderador: esperteza e aprendizado (sobre moda e sobre a gente mesma) são recursos internos — e, no lugar de buraco na conta bancária, rendem satisfação, orgulho da gente mesma.

    Não tem a ver com quantidade de coisas, tem a ver com um novo olhar pra fazer render o que já tá no armário.

    menos produtos/coisas, mais criatividade! substitua consumo por autoestima!

    Empoderamento é isso: se sentir linda redescobrindo peças que a gente já tem no armário, sentindo que o dinheiro gasto valeu um pouquinho mais a cada (re)uso das nossas roupas, sem precisar comprar coisas novas.

    CRIATIVIDADE = recurso interno
    PRODUTO/COISA = recurso externo

    Sacou?
    A gente se fortalece emocionalmente (pra vida) quando finca os pés no aperfeiçoamento dos nossos recursos internos, deixando de depender dos externos pra se sentir ótima.

    + série de posts: como consumir melhor
    + comprar deveria ser consequência de ser
    + um capítulo inteiro do nosso ebook COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE pra exercitar um novo olhar pro que a gente já tem, com fórmulas pra desconjuntar conjuntinhos, misturar cores e estampas e texturas, experimentar novos jeitinhos de se sentir sexy
    + pra comprar menos e melhor

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  • Esse post faz parte de uma série de questionamentos, tem mais dessas idéias aqui, ó:
    + CONSUMISMO É DIFERENTE DE CONSUMO
    + QUESTIONAMENTOS PRA CONSUMIR MELHOR
    + NÃO É SOBRE ‘O QUE’, MAS SIM SOBRE ‘COMO’

    A quantidade de propaganda que a gente vê tá super conectada com a qualidade das escolhas que a gente faz. Especialmente em guarda-roupa: quanto menos propaganda, mais certeiras são as nossas escolhas. Em vez de olhar pra fora, pro que é sugestionado, a gente pode abrir espaço pra olhar pra dentro e escolher a partir da própria identidade!

    Então ó: quer escolher melhor, pára de ver TV. Pára de seguir a blogueira na rede social, pára de ler revista de moda e de celebridades (mesmo quando se lê só no salão de beleza). E passa se engajar em atividades que te façam passar tempo com você mesma, com seu corpo e com seus pensamentos: vai ser legal, a gente garante!

    “O consumismo é um ciclo vicioso em que tanto indústria quanto consumidores tem parcela de responsabilidade.” É isso: só de estar vivo a gente já impacta. Tem que escolher impactar pro mal ou pro menos-mal. E isso daí é escolha diária e individual!

    propaganda atrapalha estilo pessoal, e se desconectar do que "influencia" compra faz com que a gente preste atenção na gente mesma (e consuma melhor!).

    + por que a gente prefere comprar em lojas pequenas (em especial nas não-estrangeiras)
    + ter menos, melhor e mais de perto

    Ajuda DEMAIS se expor menos a gatilhos que induzem ao consumo (menos propaganda, menos blogueiras, menos e-commerces, menos celebridades) e se propor a usar mais e melhor as nossas coisas, enxergar valor, dar tempo pra gostar (se permitir!). Toda a mídia trabalha pra alienar, pra instaurar rapidez e voracidade, as lojas tocam música alta demais, tudo induz ao não-raciocinio, ao nao questionamento.

    ((Aqui vale um parêntese: o que a “digital influencer” ganha pra expor venda é só uma fração do dinheiro que rola, tem gente ganhando demais com a pobreza alheia. E no fim tudo é v-e-n-d-a: “influenciadores” são pessoas com grandes audiências transformados em canais de venda — e quanto mais gente exposta à essa propaganda, mais chance de vender qualquer coisa.

    Por isso blogueiras não ligam pra grandessíssimo número de comentários negativos que suas redes recebem: o que importa é o numero de pessoas pra quem elas expõem produtos e influenciam compras, é assim que essa neo-indústria ganha seu dinheirinho(ão). Tanto faz se as pessoas que tão nas redes odeiam tudo das blogueiras, o que importa é ter um número exorbitante de gente por lá. Entende como essa conta fecha?))

    A indústria (a vida) é tão maluca que até idéias ligadas à sustentabilidade viram produto, e ‘consumo consciente’ passa a ser entendido como uma tendência… de consumo: “lowsumerism”, colunas de “eco-consumo” em revistas de moda, “eco-stylists” — tudo ao contrário! :\

    A idéia tem que ser exercitar atenção, e não compras. Valorizar o NÃO CONSUMO, numa lógica de cuidado no lugar da lógica da compra. Recusar o excesso, não tirar da loja, escolher o não-acúmulo e a não-exploração.

    Toda/qualquer mudança não depende do sistema nem da indústria. Mudança é escolha pessoal. E quando a gente não liga pra propaganda e pro que “sugerem”, sobra atenção pra gente escolher melhores materiais, acabamentos, caimentos — e uma atenção que a gente põe na gente mesma é energia pra viver melhor a vida. #dicona

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  • A gente faz valer o dinheiro que gasta em roupas quando cuida pra que elas duuurem bastante, viu. E a vida útil da roupa pode ser mais longa ou mais curta dependendo de quanto cuidado a gente dedica à manutenção das nossas coisas. Assumir essa responsabilidade dá retorno não só em consciência de consumo (!!!), mas também em empoderamento: tamos num tempo em que tá fácil (e barato) não depender de tinturarias e lavanderias, sabia? Esse post compartilha o que a gente vem aprendendo de mais legal nesses anos trabalhando como personal stylists — e também compartilha quem são as várias gênias que ensinaram isso tudo pra gente, ó.

    CUIDADOS PRA ROUPA DURAR :: uma aula de manutenção simples e possível, pra fazer valer o dinheiro que a gente gasta com moda!

    CUIDADO ANTES MESMO DE COMPRAR
    A etiqueta interna diz pra lavar a seco ou lavar somente à mão e eu não tenho nem disposição, nem tempo nem dinheiro extra pra isso? A peça não é pra mim. Ou a etiqueta diz pra cuidar em lavanderia profissional, mas eu sinto segurança pra cuidar em casa, tenho tempo e disposição pra fazer acontecer? Aí sim, a peça pode ser pra mim. Ou ainda: diz na etiqueta que a peça é delicada, mas eu topo treinar a minha ajudante em casa pra que ela lave com cuidado especial, e então ela cuida pra mim? Ótimo, a peça é pra mim. A gente aprendeu com a Flávia Aranha, estilista, a estar ligada nisso: todas as peças vendidas na loja dela vem com uma pequena apostila de cuidados simples e eficazes (veja aqui).

    LAVAR MENOS = VIDA ÚTIL MAIS LONGA
    Roupa usada uma ou duas vezes, se não tá suja de verdade ou impregnada de cheirinho de suor… não precisa ser lavada ainda. Antes de guardar, vale “refrescar” a roupa pra que a semi-limpeza segure mais uns usos antes de se lavar a peça: no fim do dia ce tira a roupa, pendura do lado avesso num cabide, deixa ventilar durante a noite, guarda só no dia seguinte. Tem até um desodorante de roupas pra borrifar e ajudar nesse processo (com receita aqui), que a gente aprendeu a fazer e a usar com a personal organizer Ingrid Lisboa, ó.

    01 extra: ter um conjunto de peças que componham um ‘guarda-roupa de ficar em casa’ ajuda demais a preservar roupas mais especiais — tipo chega em casa, troca pra um look dessa ‘gaveta do conforto’, aí sim vai preparar o jantar, vai cuidar da vida… sabe como? Nosso ebook tem um capítulo só sobre como compor esse guarda-roupa gostosinho, viu.

    TIRAR MANCHAS ANTES DE LAVAR
    Melhor hora pra se tirar manchas: assim que o pingo cai na roupa, ou no primeiro momento em que der pra administrar. Quanto mais tempo a mancha fica na roupa, mas ela se fixa! Vale correr no banheiro, tirar a peça e, na pia mesmo, molhar com água fria pra mancha nem secar. E tem que ser em água fria: temperatura alta faz a mancha grudar ainda mais — não pode nem lavar com água quente, nem passar a ferro a roupa manchada, viu. Se tiver difícil de sair só com água, vale diluir um pouquinho de detergente líquido em água fria e fazer um carinho na mancha com uma escova de dentes bem molinha (tem que ser carinho mesmo, pra não ficar com peça sem mancha mas desbotada/desgastada no lugar da escovada!) — dica da Ana, funcionária espertíssima de uma das nossas clientes de consultoria de estilo.

    LAVAR PEÇAS DELICADAS À MÃO
    Se é de seda, se é finíssima, se a gente acha delicada e AMA a peça, a lavagem é manual! E não é difícil, viu, a gente faz/ensina assim:
    -enche um balde com água fria e dilui um pouquinho de sabão de côco ralado (ou líquido),
    -mergulha as peças delicadas e deixa em molho por uns 15-20 minutos, só isso — sem esfregar a peça inteira ou friccionar tudo no tanque. vale fazer aquele mesmo carinho só no sovaquinho da peça pra evitar mancha amarela de desodorante ou cheirinho ruim (dica da nossa leitora Cláudia Alves)
    -enxágua as peças umas 2 vezes e não torce, mas amassa delicadamente uma a uma dentro de uma toalha (vale ter uma de rosto, clarinha, só pra isso na área de serviço).

    LAVAR NA MÁQUINA COM MENOS PRODUTOS
    Diz que a gente só precisa de metade das quantidades recomendadas de produtos pra usar na máquina de lavar, sabia? E que os sabões em pó podem deixar a roupa durinha (com resíduos deles mesmos) e que os amaciantes típicos do mercado são potenciais estragadores de máquinas. Então vale testar quantidades menores de tudo, ou substituições mais saudáveis (e bem mais baratinhas). A Bia Martins, organizadora de lares, ensinou pra gente essa fórmula aqui: no lugar do sabão em pó a gente usa a mesma quantidade de sabão de côco ralado; no lugar do amaciante, uma tampinha de vinagre branco + uma tampinha de álcool; 2-3 gotinhas de óleo essencial pra dar cheirinho em tudo; 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio só pras roupas claras.

    + 01 extra: tipos de lavagem pra cada tecido

    MENOS PREGADOR DE ROUPA, MAIS CABIDE NO VARAL
    Vale tirar da máquina e pendurar em cabides, bem esticadinhas, as peças feitas em tecido plano (pra precisar passar menos, ou nem usar o ferro). Peças feitas em malha e tricô podem esticar desse jeito, então é bem melhor deitar as peças sobre as cordinhas do varal pra que elas sequem na horizontal, viu — essa quem ensinou foi uma cliente que durante toooda a juventude cuidou de lavar/passar as próprias roupas. E ó: no geral, pregadores de roupa podem marcar as peças fazendo ceder as fibras do tecido com o aperto/atrito — se não for o caso de usar os cabides, vale dobrar a peça na própria cordinha do varal pelo meio, sem precisar usar o pregador. (A gente não usa e aconselha clientes a não usar: máquina de secar. Pra roupa de cama, mesa e banho, tudo bem — mas pras nossas roupinhas preciosas, melhor não!)

    NÃO PASSAR O FERRO DIRETO NA ROUPA
    Sabe que muuuitos anos atrás a gente fazia aulas de manutenção pras funcionárias das nossas clientes? O conteúdo mais impactante dessas aulas recheia 2 posts aqui no blog: aula fácil de manutençãoapostila da roupa bem passada. Com esses posts a gente aprendeu um extra com a Maria Estér, nossa leitora do coração <3 que deixou a dica num comentário (e a gente incorporou pra sempre!): é bem bom ter, na área de serviço, um pano de prato ou fralda ou tecido/algodão bem liso pra proteger as roupas da quentura do ferro de passar — mesmo se o ferro tem proteção “anti-brilho”. Assim, com o pano esticadinho sobre a roupa, o ferro não marca e a gente tem mais garantia de não queimar peça nenhuma (Deus defenda a gente!).

    GUARDAR TUDO DIREITINHO PROLONGA VIDA ÚTIL, Ó:
    + organizando o guarda-roupa (e a vida) 
    + o que guarda dobrado e o que pendura em cabide
    + roupas guardadas em capas precisam respirar

    Por fim: tem mais dica testada/compartilhada na nossa newsletter #13, ó. Ce já assina? Assina! =)

    E se alguém tiver dúvidas e quiser compartilhar na nossa caixa de discussão aqui embaixo, a gente se compromete a buscar soluções com essas mesmas gênias citadas no post e compartilhar de volta nas respostas dos comentários. Essa mesma caixa de discussão tá aberta também pra mais compartilhamento de dicas e  práticas eficazes que possam incrementar ainda mais esse conteúdo! \o/ \o/


  • Desde 2006 a gente compartilha nossa experiência como personal stylists, em posts recheados de conteúdo técnico/possível/personalizável de consultoria de estilo. Tem mais de 2.500 posts publicados \o/ e a gente não falou sobre t-u-d-o que existe no universo da moda e da consultoria mas olha, a gente já falou de muuuita coisa aqui. De tempos em tempos re-olhamos assuntos conversados antes e re-editamos posts, mas né, pode ter muita coisa de lá de trás nos arquivos — mas sempre valendo, sem data de validade pra expirar!

    Conteúdo aqui é artigo atemporal, pra vida. Vale um passeio pelo nosso campo de busca na hora da dúvida. Até a gente usa a ferramenta ali em cima pra achar assuntos/conversas de antes, sabia?

    Desde 2006 a gente compartilha conteúdo de consultoria de estilo no nosso blog , então já se falou sobre quaaaase tudo por lá! Saiba como encontrar o assunto do seu interesse no nosso campo de busca: http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/ta-tudo-nos-arquivos-do-blog/

    Essa ferramenta — ali em cima, na faixa cinza de menu do site, do ladinho do campo em que se assina a nossa newsletter — funciona assim: a gente digita palavras-chave no campo, dá enter no teclado e passeia pelos títulos de posts que aparecem em lista, com data de postagem e tudo. Dá pra digitar também pedacinhos de frases ou idéias, a busca vai atrás… e acha!

    Quando fica difícil ou quando a gente não se entende na busca, vale abrir o Google e digitar o pedaço de frase ou título ou assunto que se procura + oficina de estilo — super funciona! Tipo, experimenta digitar no Google:

    parecer mais magrinha oficina de estilo

    ou qualquer outra idéia/coisa/assunto/palavra junto com a gente (!!!) que o Google entrega resultado assim ó. E aí, se nem a nossa busca aqui no site e nem o Google acharem o que se procura, daí você manda email pra gente perguntando se isso (seu interesse!) já foi tratado aqui no blog. E se não foi, a gente anota na nossa lista de pautas e você colabora com o enriquecimento desse nosso acervo de conteúdo disponível pra todo mundo, ó que lindeza. ;-)


  • É 2016 e ainda se produz “listas de tendências” logo após cada semana de moda desfilada no outro hemisfério. Mas né, quanto tempo tem que a gente não tem vontade de usar alguma coisa realmente nova, hein hein? Com base numa dessas listas (infinitas) de tendências –essa específica pra 2016– a gente resolveu compartilhar 10 idéias ‘atualizadoras’ que todo mundo já tem no próprio armário. E se não tem igualzinha, tem como incrementar: jeitinho brasileiro também serve pra se apropriar de idéias gringas e fazer acontecer com a nossa cara, nénão?

    Ó: todos os links desse post compartilham idéias práticas pra usar na prática e na vida real essas ‘tendências’, que a gente exercitou na sessão de looks da consultoria de estilo dessa cliente que ilustra algumas dessas tendências aqui, já interpretadas com a cara dela. Vai clicando pra exercitar também!

    TENDÊNCIAS QUE VOCÊ JÁ TEM NO GUARDA-ROUPA

    CÁQUI
    Por mais esquisito que pareça, se sugere uma das cores mais tradicionais do guarda-roupa como “o novo neutro que os designers abraçaram pra 2016”. Quem curte conforto provavelmente curte calças tipo chino, quem mora em país tropical provavelmente tem alguma variação de trench-coat no armário.

    METALIZADOS
    A lista de tendências aponta pro uso dos metalizados especificamente em terceiras-peças, feitas em materiais leves. A gente acha maravilhosa a idéia de abrasileirar esse brilho todo, incluir metalizados no dia-a-dia — e brilhar inclusive na luz do sol!

    (01 extra: A gente acha muito doido sugerir como tendência pra 2016 alguma coisa que foi febre na década de 70 aqui no BR (por conta de uma novela!))

    MILITAR
    Diz que as passarelas ~mais uma vez~ adaptaram elementos dos uniformes do pessoal do exército pras roupas da mulherada no dia-a-dia. Na prática isso significa muito verde-oliva, alguma coordenação de terrosos, jaquetinhas com ombros marcados, botões de metal. Inception da lista de tendências: trench-coat é herança dos uniformes militares!

    CINTURA MARCADA
    Os desfiles mostraram uma versão “construída” da cintura marcada, com camisas/cardigans amarrados sobre o look pra alcançar o efeito fininho no meio do torso. A gente AMA bricolagens de estilo:) e tem prontinha aqui uma listona bem variada de idéias pra exercitar cintura marcada, ó!

    TENDÊNCIAS QUE VOCÊ JÁ TEM NO GUARDA-ROUPA _ OFICINA DE ESTILO

    ESPORTIVO
    A versão americana do esporte, interpretada pelas passarelas, tem a ver com camiseta pólo. Na versão brasilidades :) essa tendência pode ser exercitada na coordenação de looks confortáveis, que favoreçam movimento e mobilidade: inspira trocar a bolsa por uma mochila, inspira usar tênis no look arrumadinho, inspira até incrementar a calça de moletom num dia útil (que tal?).

    BERMUDA
    Na versão 2016 a bermuda vem justificada não só por “parecer cool, mas por fazer quem usa se sentir cool” — num trocadilho com o descolo da peça e o frescor das pernocas de fora. Tá bom pra exercitar o uso das pernocas de fora com comprimentos intermediários, então, não só com bermudas típicas mas também com as novas pantalonas curtas (ou pantacourts). Um extra: saias longuete quase tem esse mesmo comprimento, mas né, propõem a versão feminíssima da ‘parecênça e do frescor cool’. ;-)

    LISTRAS E BOLINHAS
    As listras “de agora” aparecem mais verticais que horizontais (menos náuticas, mais gráficas). E as bolinhas desfiladas nessa temporada são, na verdade, bolonas, grandes, espaçosas e sobrepostas. Ter essas duas estampas presentes na lista de tendências é desculpa maravilhosa pra geral se apropriar da sugestão e já misturar tudo coordenando estampas, nénão?

    QUIMONOS
    O oriente inspira demais o que a gente veste — e não é de agora. Mas né, esse é um tempo em que se multiplicam as possibilidades de se encontrar/usar quimonos quase literais nos looks de todo dia! Interpretação dessa tendência pode vir da desconstrução da peça, pra gente procurar esses elementos no próprio armário: linhas retas, decotes em V, modelagens transpassadas, mangas amplas, amarrações na cintura e, mais que tudo, terceiras-peças levíssimas.

    TENDÊNCIAS QUE VOCÊ JÁ TEM NO GUARDA-ROUPA _ OFICINA DE ESTILO

    PRETO
    Ahãm pessoal, a lista sugere preto como uma tendência. Não enxergamos onde tá a novidade, mas apoiamos demais fazer render esse tom neutro com criatividade — sabendo que é possível versatilizar seu uso, coordenar com cores-coloridas, usar no calor (sim sim!) e até quebrar o paradigma de que preto é a cor mais “emagrecedora” de todas.

    CROCHÊ
    Essa “tendência” a gente entende demais: nesse tempo tenebroso de banalidade do fazer das roupas, de facilidade de compra e descarte no reino das lojas fast-fashion, na poliesterização do universo… é natural a gente resgatar e nutrir uma admiração pelo complicado/delicado, pelo que demanda tempo, pelo que é precioso e feito com as mãos. Se materializa no que tem textura, no que dá vontade de tocar, no que é artesanal! Pra gente essa tendência sugere mais, sugere um exercício de brasilidade — temos nossas rendas, temos nossa palha (até pra calçar, alô espadrilhas e alpargatas!), temos nossa natureza pronta pra pendurar no pescoço. <3

    e mais:
    + toda forma de expressão é contemporânea
    + tendência é démodé, negócio agora é vontade-individualidade


  • A revista de moda publica um texto explicativo da retomada do “visual militar” (a volta dos que não foram né, desde quando se deixou de usar verde oliva?). O título da matéria é: “aliste-se já na tendência…”.

    Sérião.

    Serviu de gatilho aqui pra gente questionar esse surto de afetação que toma conta da comunicação de moda feita aqui no BR: é um tal de “aposte nisso” — aposte o quê? fichas? dinheiro? prendas?; “corra antes que acabe” — péra, ou a gente corre pelo bem-estar da atividade física, ou corre de algum perigo iminente… não? Uma onda de artificialidade, de expressões que querem ser engraçadinhas mas que não funcionam na prática. Você ou alguém que você conhece diz com naturalidade, numa conversinha corriqueira, algo como “esse look está em sintonia com o mood artsy“?

    A gente tem tido impressão de que se faz um esforço pra se falar/vender as mesmas coisas de sempre, mas com palavras diferentes. Desde que não tamos mais na era das grandes tendências — e sim das vontades plurais e singulares, sem regra, sem pode-não-pode — não tem nenhuma grandessíssima novidade a ser comunicada por revistas de moda, nénão? “Turbine o seu closet” com mais do mesmo, essa parece ser a sugestão.

    Nesse nosso tempo/na nossa sociedade as coisas todas tão sendo cuspidas tão no piloto automático, tão rapidamente e sem qualquer reflexão, que essa linguagem toda vazia de significado fez a gente esticar o pensamento: tem mesmo assunto pra fazer tanta revista de moda? Todo mês? Pra gente a lógica parece estar inversa — no lugar de caçar/requentar assunto pra publicar, seria legal escrever quando houvesse o que dizer. Mas né, revista tem compromisso com anunciante que tem compromisso com vendas, que hoje tem total conexão com pressa e superficialidade e descarte inconsequente.

    Todo o fundamento de se sugerir sensação de escassez (“não fique fora dessa”) pra incentivar o desejo pelo extra/pelo excesso faz oposição ao que é necessário, funcional, atemporal, precioso. Tira atenção do que é recurso interno –criatividade, novo olhar pro que já se tem no armário, habilidade pra versatilizar peças e usos — e põe o foco no que é recurso externo: no produto, na compra, na marca. E nutrir recurso interno empodera, fortalece emocionalmente, mas depender do recurso externo (pra sentir satisfação) só esvazia a conta bancária, cultiva ciclos de ansiedade, estimula comparação e competição.

    No fim do dia, esse dress é um vestido, esse jumpsuit é um macacão como outro qualquer, essa clutch é só uma bolsinha. Por favor vamos maneirar, pessoal.

    CONSULTORIA DE ESTILO, METODOLOGIA QUE HUMANIZA E O VAZIO DA COMUNICAÇÃO DE MODA NO BRASIL

    “Não deveria ser surpresa alguma saber que há lugares que hostilizam o luxo; e que Rolex, Louis Vuitton, Prada e Aston Martin se saem espetacularmente mal na Dinamarca, país com terceira maior renda per capta do mundo, com distribuição de riqueza super equilibrada.

    O caso da Dinamarca ilustra uma grandessíssima possível solução para a questão do luxo. O desejo pelo luxo é inversamente relacionado ao nível de dignidade de uma vida típica; na medida em que a dignidade aumenta, o desejo pelo luxo diminui. Nunca teve a ver com cobiça ou ganância, o amor pelo luxo foi apenas uma resposta a um fracasso político: a inabilidade dos governantes para garantir que uma vida típica possa ser uma vida próspera.” (daqui)

    + pra entender como a humanização + a naturalidade são fundamento na nossa metodologia de consultoria de estilo
    + pra compartilhar questionamentos com a gente via email
    + pra entender como funciona uma consultoria de estilo
    + pra conhecer o que uma personal stylist estuda pra se profissionalizar


  • E a gente parte desse princípio aqui, ó: um guarda-roupa ajudador é o que facilita a nossa vida, rende sensação de adequação em todas as ocasiões que a gente vive e que possibilita coordenar rapidinho looks que fazem a gente se sentir LINDA — conciso, versátil, atualizado. Essas 5 idéias, então, vem diretamente do nosso repertório prático no atendimento como personal stylists, testadas na vida real com resultados eficazes: servem tanto pra comprar melhor como pra manter em mente na hora de descartar o que há de excesso no armário.

    Não é solução a curto prazo nem arruma a vida estilística de um dia pro outro — mas serve pra vida toda e pode (deve!) ter aplicação personalizada, singular. Um spoiler: o segredo (da vida adulta em geral) tá no planejamento. ;-)

    personal stylist, consultoria de moda, guarda-roupa, estilo pessoal, consumo consciente

    QUANTIDADE x QUALIDADE
    É mais inteligente ter uma quantidade razoável de peças bem boas –feitas em material de qualidade, com acabamento durável– do que ter montes de peças que logo nas primeiras lavagens desbotam, descosturam, soltam botões, criam bolinhas no tecido, etc etc etc. Poucas e boas mesmo: de que adianta ter um guarda-roupa lotado e correr na área de serviço toda manhã pra buscar no varal aquilo que foi usado ontem, anteontem? Esperto é ter o essencial, o que realmente faz a diferença (e o que a gente AMA) e tirar da frente e da vida o que é excesso e só ocupa espaço — físico e mental.

    CUSTO x BENEFÍCIO
    Uma conta simples de se fazer — e muito elucidativa essa da relação custo x benefício das nossas roupas: vale mais destinar a maior parte do orçamento estilístico pro que se usa mais, e procurar minimizar ao máximo o gasto com o que se usa menos (a gente aqui pensa rápido em roupa de trabalho x roupa de festona, por exemplo). Construir um guarda-roupa usando essa direção ajuda a fazer valer o preço do que a gente veste (bem!) e a ter menos peso na consciência ao descartar o que já foi usado milhões de vezes.

    PROPORÇÕES DE PEÇAS + VERSATILIDADE
    Um guarda-roupa conciso funciona zilhões de vezes melhor que quaisquer outros superlotados quando

    -tem mais partes de cima do que partes de baixo,
    -tem peças muito variadas entre si.

    Nossas clientes aprendem a variar ao máximo os looks pensando em partes de cima completamente diferentes pras mesmas partes de baixo, criando looks novos com as mesmas peças. Tipo, com a mesma calça, criar um look pra trabalho e um outro pro lazer, apenas variando as partes de cima. Ou com uma mesma saia montar um look pro frio e um outro pra calor, na mesma idéia de variar a coordenação.

    Essa idéia funciona super quando o guarda-roupa tem peças muito diferentes entre si: um monte de camisas sempre fazem looks-com-camisa, mesmo que as camisas tenham cores variadas. Ou um armário cheio de camiseta branca sempre rende looks-com-camiseta-branca, mesmo que elas tenham mangas diferentes, decotes diferentes…. saca?

    ACESSÓRIOS COMO CEREJA DO BOLO
    Um bom conjunto de acessórios é o de peças funcionais e práticas, mas também bonitas e comunicadoras de estilo pessoal. Sapato e bolsa são os mais especiais no guarda-roupa feminino, e são bons exemplos dessa atenção à “forma e função”: podem se confortáveis e muito funcionais, e, ao mesmo tempo, podem incrementar com cores, com design esperto, com texturas, com materiais originais, com recortes, brilho, proporções. Uma coisa não precisa estar separada da outra: ser bonito/interessante é uma função do acessório! E nem precisa ser árvore-de-natal: um bom começo pra exercitar o uso de acessórios como cereja do bolo dos looks :) pode ser esse: pensar em uma peça principal pra, se for o caso, acrescentar outras menores-periféricas como coadjuvantes.

    ATUALIZAÇÃO CONSTANTE
    Se a gente elimina o excesso (inútil e eficaz) do guarda-roupa e passa a ter só o que ama, e se a gente usa muito (e de muitos jeitos) tudo que tem… é natural que a roupa acabe! Quanto mais qualidade tem, mais tempo a peça leva pra acabar, mas uma hora acaba mesmo. Vale então avaliar o que era o ativo principal da peça a ser substituída, pra procurar numa nova peça esse mesmo ativo — e assim suprir a função da finada peça e manter o guarda-roupa sempre com uma novidade, um estímulo novo pra criar looks com as peças antigas. Entra uma nova, sai outra velhinha: equivalente mas com um frescor :) sem precisar superlotar o acervo de novo.

    ((Por fim, ó: feitas com planejamento, tanto compras quanto limpezas podem acontecer em intervalos cada vez maiores, com resultados cada vez mais certeiros — com o “plus a mais” de economizarem mais e mais o nosso dinheirinho a cada novo exercício.))

    + como construir um guarda-roupa inteligente
    + consultoria de estilo online: pra definir identidade visual e plano de ação certeiro pro guarda-roupa ajudador ;-)

    (Esse post foi publicado originalmente em julho de 2008 — o tempo se diverte quando e a gente voa, né?)


  • “O que eu ouço, eu esqueço.
    O que eu vejo, eu lembro.
    O que eu faço, eu entendo.”
    Confucio

    Quando a gente fez curso de consultoria de imagem, em 2002, o projeto final proposto tratava de elaborar “dossiê de estilo” pra um cliente imaginário: a gente tinha informação sobre o tipo físico dele, sobre gênero, profissão e algumas preferências de vestir. É claro que terminando esse curso a gente não tava se sentindo preparada pra atender clientes de verdade, na vida real — e a gente estudou em turmas diferentes, mas nas duas havia mais de 30 alunos e só 1 de cada turma segue até hoje como personal stylist.

    o que faz uma consultora de estilo, como funciona a consultoria de estilo

    A Oficina ministra curso de formação desde 2012 e a gente fundamentou toda a estrutura do programa querendo que as participantes se tornassem nossas colegas de profissão — e não apenas pagantes de mais um curso. Nossa proposta pra que a maior parte das nossas alunas se sinta realmente preparada pra atender clientes na vida real é: que a experiência seja vivida ainda no programa do curso, num atendimento de verdade, trabalhando com serzinhos humanos completos.

    Ou seja: seres humanos

    -com contradições de personalidade,
    -com vontades flutuantes e não-rígidas,
    -com dificuldades em relação às suas vidas profissionais e rotinas de trabalho,
    -com filhos pequenos que “atrapalham” os horários da consultoria,
    -com crianças que choram e demandam atenção,
    -com maridos e mães que tem opiniões super sólidas,
    -com silhuetas desafiadoras,
    -com traumas e experiências passadas ruins e marcantes,
    -com dias de muita vontade e outros dias de pouca vontade (com tudo),
    -com imprevistos.

    Quem se sente mais à vontade trabalhando com serzinhos humanos controlados, em ambientes controlados, pode ser bem feliz seguindo a profissão de stylist! Modelos contratadas pra fotos e filmes não reclamam (nem de salto nem da vida!), modelos não tem filhos chorando, modelos cumprem seu papel profissional estando 100% à disposição de quem contrata — nesse caso, modelo não tem nem opinião.

    ((E tudo bem quando se está consciente de que é isso que gera satisfação, é essa atividade que faz feliz: temos ex-alunas incríveis que foram honestas consigo mesmas e, ao passar pela experiência prática de atender clientes de consultoria, assumiram -pra si mesmas- que não é isso que curtem — e seguem felizonas em carreiras alternativas! Ninguém é obrigada a gostar de trabalhar com gente!))

    Mas quem sente a consultoria de estilo como vocação, como entrega profissional que satisfaz a alma, precisa exercitar o acolhimento de toda a complexidade do ser humano. É isso que acrescenta significado ao nosso trabalho, esse é o OURO dessa nossa profissão: clientes cheias de questões “contraditórias-atrapalhadoras” não são exceção, são regra! Todas nós temos todas essas questões!

    Cliente que tá sempre aberta a sugestões + tem o “corpo ideal” + tem roupas incríveis no armário, cheias de “bom gosto” + tem total disponibilidade de tempo + tem dinheiro sobrando pra fazer compras + topa tudo que a gente indica = não existe. É preciso exercitar flexibilidade o tempo todo pra atender cada uma das clientes que confiam na nossa entrega ao longo da nossa carreira. E a cada cliente atendida a gente cresce não só profissionalmente, mas pessoalmente também. <3

    Quem espera fazer curso de consultoria e receber moldes prontos de atendimento pra seguir replicando fórmulas prontas pode sentir mais satisfação em serviços que envolvam linha de produção. Na metodologia humanizadora da Oficina de Estilo a idéia é outra: a gente trabalha artesanalmente.

    + pra entender como funciona uma consultoria de estilo
    + pra conhecer o que uma personal stylist estuda pra se profissionalizar
    + pra ter ferramentas pra ser personal stylist de si mesma ;-)


curtimos

ideias complementares às da Oficina