A revista TPM desse mês é toda sobre moda e é meio obrigatório ler os pontos de vista super diferentes sobre o assunto que a publicação apresenta! A gente já é fã da revista na internet e esse mês ela veio da banca pra casa pra gente poder ler e estudar todos os textos – e, de novo, todo mundo também devia ter/ler uma! Tem Florinda Bolkan nas páginas vermelhas, numa super entrevista em que ela fala da sua época no cinema italiano, dos seus colegas de trabalho (gente tipo Omar Sharif, Marlon Brando e Alain Delon) e de como ela ficou amiga do Valentino, Do Yves Saint Laurent e da Carolina Herrera. Demais.
Tem também textinho do Mario Mendes, tem entrevistona com Alexandre Herchcovitch (em que ele fala da “fase adolescente” que está vivendo agora e dos filminhos que ele e o Johnny Luxo fazem juntos), matérias com estilistas-meninas (Cris Barros, Isabela Capeto, As moças da Raia de Goeye…e no site novo – e lindo! – da Adriana barra tem um vídeozinho dela com a Rita Wainer durante a foto que elas fizeram pra essa matéria) e com fotógrafos-meninos que fazem muita moda (João Wainer, Sacha Hochstetter, Feco Hamburguer…). Mas o mais legal é a matéria da Renata Leão, com título “o gosto dos outros”, que quer ententer/explicar como a gente segue padrões, especialmente pra se vestir. E de como a gente quer ser igual a todo mundo e ao mesmo tempo diferente:
“…as pessoas, todas elas, pobres, ricas, jovens, idosas, homens ou mulheres, têm dois tipos de desejos. O de pertencer a um grupo e ser aceito, amado e reconhecido pelas pessoas que fazem parte dele – e para isso têm que imitar os gostos e manias vigentes. E o desejo de se destacar nesse grupo – e para isso ela precisa ter alguma coisinha diferente, algo que a faça subir um grau a mais na escala da dinâmica em que vive inserida. Ou seja, todo ser humano quer ser igual e, ao mesmo tempo, diferente.”
E durante o texto a gente vai pensando junto, se identificando, entendendo e analisando a influência das vitrines/das “tendências” no nosso jeito de vestir, até que a repórter solta essa:
“…quanto mais perdida a pessoa está, mais propensa a embarcar em algo só porque é a moda do momento ela fica. E, muitas vezes, nem se dá conta disso. (…) “Será que estou olhando demais para fora e pouco pra dentro? Estou fazendo isso por mim ou para os outros?”Se for para você, tudo certo. Agora, se for para os outros, o que resta, muitas vezes, é (…) uma casa vazia.”

gente que não é ‘casa vazia’: a brenda, o felipe veloso, a chialin, regina casé (adoooooooro!) e a mafá da Lolie
E a gente aqui na Oficina de Estilo super concorda: a gente tem que se conhecer, parar e pensar no que a gente tem dentro da gente de mais legal pra colocar pra fora através do que a gente veste – e aí a gente consegue construir um guarda-roupa com personalidade. Dentro de todas as ‘modas’ sempre vão existir peças pra todos os ‘gostos’: tem pra quem é criativa, pra quem é sexy, pra quem é elegante e clássica, pra quem é moderna, pra quem é esportiva, pra quem é um pouco de tudo…. e uma não vai usar a mesma peça igual à outra, cada uma tem um jeito de coordenar cores e formas pra ter uma identidade – mesmo inserida mum grupo maior.
A Ilana postou no blog dela isso aqui: “Valorizo a diferenciação. Ela imprime personalidade. Tanto no meio profissional, quanto no meio social, acredito que a visibilidade surge através das diferenças. Se todos fossem exatamento iguais, como as pessoas iriam se destacar? Este é o princípio do self-branding: descobrir seus pontos fortes e aquilo que é único em você e torná-los o seu diferencial”. Achar essa ‘diferençazinha’ é a graça do vestir, não??? Porque no fim ter estilo é ter história pra contar e ter o que falar (e ninguém é igual a ninguém, right?), com nuances e sutilezas que só podem vir de dentro da gente, com a nossa narrativa e do jeito que a gente quer que o outro entenda a gente mesmo. A Oficina é pró-estilo-próprio pra todo mundo, de verdade.
Depois de um Amni Hot Spot sem nada que nos chamasse a atenção (tem tudo aqui e aqui), a Casa de Criadores acontece aqui em SP hoje, amanhã e depois de amanhã. Esses são os dois principais eventos que mostram o trabalhos de “novos” ou “jovens” estilistas/marcas, de onde a gente conhece nomes tipo Rita Wainer da Theodora, Fabiana Bauman, Patrícia Grejanin da Laundry e mais tantos outros. Depois de algumas edições na incrível locação embaixo do Viaduto do Chá, no Vale do Anhangabaú, a Casa de Criadores se muda pro Hotel Renaissance querendo ficar menor e receber menos gente: “Estamos adorando a nova locação. Assim podemos reduzir o número de convidados e receber apenas pessoas ligadas ao mercado. (…) Não existe mais espaço para megaeventos em SP, são tantos! Queremos desta forma evidenciar as criações dos estilistas”. A gente leu isso do André Hidalgo (que é o idealizador do evento) no EP, pra quem ele ainda explicou que está buscando um novo formato pro evento, “mais compacto e focado”.
Amanhã a gente vai pra ver o desfile do Ivan Aguilar, de quem já falamos aqui. O Ivan é bem conhecido por conta dos seus ternos e desfilou coleções masculinas até hoje, mas a partir dessa edição do Casa de Criadores ele desfila também sua coleção feminina (estamos na expectativa!). Junto com ele vêm do ES mais um monte de estilistas pra apresentar seus trabalhos numa intervenção sob a curadoria do próprio Ivan – dá pra ler mais no Chic, onde também tem o line-up dos desfiles de todos os dias. Diz que esses estilistas trazem o tema “impressões” e o relacionam com o ‘papel’: cartas de amor, partituras, convite, jornal, fotografia e celulose são os conceitos que veremos traduzidos, cada um de um jeito, nos trabalhos desses estilistas (vimos aqui). Eu sou do ES mas não conheço o trabalho desses estilistas que vêm pra cá, mas já ouvi muito falar da Gabi Lima (tipo principal promessa da moda capixaba) e vou prestar atenção amanhã pra depois comentar aqui.

fotinhos do trabalho da Gabi Lima
A gente ainda vai prestar atenção nas marcas Moshe, João Pimenta e Gustavo Silvestre (de moda masculina), e estamos ansiosas pra ver a moda fofita da Laundry e da Fabiana Bauman. O evento Casa de Criadores é voltado pra mídia, mas a gente torce pra que ele também funcione (na prática) como gerador de negócios e oportunidades pra que essas marcas/esses designers tenham oportunidades pra aperfeiçoar seus trabalhos e lapidar seus talentos – pra que esse fuá todo vire produto BOM, bacana e diferente pro consumidor final. Né?
A gente passeou um pouquinho em Brasília na semana passada (correndo!) e um dos nossos lugares de turista favoritos foi o Memorial JK. É super impressionante pensar na grandiosidade de pensamento do presidente Juscelino (sou super fã de gente visionária) e na homenagem que é esse memorial. Desde que dona Sarah morreu a sala onde ela trabalhava, administrando tudo aquilo, está aberta pra gente visitar também. Lá tem um monte de fotos dela e no meio das fotos a gente viu um vestidinho super Maria Bonita Extra – dona Sarah arrasava, tinha um estilão clássico e firme, mas feminino e doce também. No memorial tem ainda uma réplica do vestido que dona Sarah usou na posse do marido, quando ele chegou à presidência, e mais uns outfits com as fotos de quando ela usou cada um. Bem legal.

a versão do vestido que tá nas lojas é ainda mais parecida com o de dona Sarah
A gente ontem passou rapidex no Clube de Estilo pra ver os amigos queridos, Dani Zylbersztajn e Fê Cunha (de quem somos fãs como no título no post) e guess what? Saí com uma bolsona nova, linda e chiquééérrima! Feita no couro mais macio do universo, com um trabalho de recortes super precioso e numa coordenação de cores incrível. A Cris se apaixonou por uma branquinha que é mega elegante, a cara dela (que esses dias tá surpreendendo todo mundo, muito sexy e moderrrrrrrna!).

friends come before trends
Ontem vi Little Miss Sunshine (assisti duas sessões seguidas, com o Frank e com o Márcio) e não tem como não dividir: ninguém vai ficar imune a esse filme, eu acho. Porque é mesmo o filme do ano, porque faz rir e chorar ao mesmo tempo mesmo, porque tá cheio de situações nonsense que são bem verossímeis, porque tem uma trilha super mega linda, quotes que são “clássicos instantâneos” e um figurino-nada que é tudo. E porque, de um jeito, life is really a f***** beauty contest after another.
Quem fez o figurino foi a Nancy Steiner, que também fez ShopGirl, Elizabethtown e Lost in Translation – e eu estou madly in love with her porque ela tem uma capacidade incrível de captar o “normal” e fazer parecer bacana/descolex. É tudo normal, mas é tão bacana! Mesmo a sacada do pai-bobão que usa o tempo todo o celular no cinto (watch out, guys!) é tão ‘todo-dia’, mas ainda assim é bem louca (a sacada). O avô maluco que usa um colete de couro preto e uma pochete tosca por cima da camiseta, all time também. E a cereja do bolo, que vale o filme tanto quanto a história em si: o figurino de Olive, a fofita que quer ser a little miss sunshine do título. Ela usa bota cowboy, usa munhequeiras mil, camiseta-machão, uns óculos grandes e headbands super 80. E as escolhas em rosa e vermelho, juntos e o tempo todo, dão uma sensação doce, fofa, cutie… Eu super me identifico com a personagem (mais do que com qualquer outro do filme) e imagino não ser a única. Por causa da sensação de inadequação (e de precaução) que podia vir antes da ação em si – e que nunca vem, da insegurança de querer/pertencer a um grupo mas não se sentir pertinente, da confiança que se tem em pessoas amadas mas sabidamente malucas (”no one gets left behind”), da impressão de que se a gente continuar com a “routine” o caos em volta pode acalmar…
Quem dirigiu o filme foi a dupla Jonathan Dayton e Valerie Faris, que já dirigia clipes de gente tipo Smashing Pumpkins, Weezer e REM (esse é o primeiro longa deles). A dica maior desse post é baixar a trilha AGORA pra sair do cinema já ouvindo, porque dá vontade de colocar Sufjan Stevens no repeat e ouvir pra sempre. Daí é só entrar na fila pra ter o dvd em casa, assim que lançarem, e torcer pra dar azarão no próximo Oscar: diz que tem chance de Little Miss Sunshine concorrer a melhor filme e que já está quase certo que concorre a melhor roteiro e melhor atriz coadjuvante (dá-lhe Abigail Breslin!!).

i’m madly in love with you and it’s not just because of your brains or your personality
Tem no about fashion a notinha contando do site do Tom Ford, que acabou de entrar no ar. A gente já tinha falado aqui da publicidade do primeiro perfume dele, Black Orchid, com a filha da Carine Roitfeld na foto – e aí a foto veio na Vogue América nova e a gente doida pra postar a imagem aqui! Ele é demais mesmo, tudo que ele faz é muito chique e com o site não tinha como ser diferente: tem toda a linha de óculos escuros (quero um AGORA), toda a linha de cosméticos e uma biografia bem legal. E diz que vai ter loja no ano que vem, em NY (tomaaaare!!!). Mega vale a visita.

i’m not a girl, not yet a woman
Chegou ontem do Submarino o livro ‘Correio Feminino’, que reúne textinhos que a Clarice Lispector escreveu (usando pseudônimos, sem se identificar) sobre o universo feminino da época – anos 50 e 60 – e que super servem pra gente, agora. A Laura do Moda pra Ler já tinha falado do livro antes, e colocou um monte de citações bacanérrimas no post. A que a gente mais gostou foi: “A mulher inteligente não é escrava dos caprichos dos costureiros, dos cabeleireiros e dos fabricantes de cosméticos. Antes de adotar a última palavra da moda, ela estuda o efeito da mesma sobre seu tipo. A mulher inteligente sabe que mais importante que parecer “chique” é parecer bonita. (…) Raciocinem, estudem a si próprias, em detalhes, lembrem-se de o que fica bem a uma Elizabeth Taylor, miúda e frágil, ficaria ridículo em Sophia Loren. No entanto, ambas são lindíssimas.” A Laura ainda postou uma mini-biografia e um resumão da trajetória da Clarice Lispector.
Daí no início da semana a Chiara Gadaleta, na sua coluna (que a gente adooora) no site EGO, fez um textão sobre o livro e separou essa: “aprender não ocupa lugar, e mulher sem caprichos fica triste”. Ela ainda escreveu que a escritora “aproveitava-se das entrelinhas e dos detalhes. Tratava de assuntos essencialmente femininos que, de tão reveladores do nosso universo, chegam a nos tocar emocionalmente. E os conselhos generosamente escondidos nos textos diários são absolutamente pertinentes, divertidos e reais: como nunca perder o charme ou a graça, se vestir de maneira adequada, manter-se sempre bonita para você mesma….”. A gente concorda com tudo!
E antes mesmo de ler tudo, só de folhear o livro já dá pra escolher um textinho-hit que tem tudo a ver com o nosso trabalho na Oficina e com o que a gente tenta dividir o tempo todo aqui no blog. Here it is:
“Cultive sua boa aparência
A boa aparência faz com que a pessoa se sinta mais feliz e com um sentimento de segurança que muito a ajudará na vida. A boa opinião que fazem de nós é na realidade muito mais importante do que admitimos a nós mesmos. (…) Com todos os recursos que temos nos dias de hoje, a mulher não pode ser feia, e só será se o quiser, deliberadamente. (…) A maior parte dos problemas de personalidade desaparecem com a melhora da aparência geral. Pelo fato de estar mais bonita, a muher se sentirá feliz e terá mais possibilidades de viver uma vida produtiva, cercada de amigos e pessoas a quem deseja ajudar. Sim, porque a beleza da mulher pode e deve ser cultivada, não somente para a vaidade e satisfação própria, mas para seu respeito e para a satisfação de sua família e seus amigos.”
A gente acredita no potencial de todo mundo e todo dia a gente repete (o tempo todo) que todo mundo tem como se conhecer melhor, se entender melhor, adaptar personalidades e mudanças ao guarda-roupa e assim todo mundo tem como se apresentar melhor, sempre. E parece que não estamos sozinhas, né?

a capa é super ‘oficina de estilo’ com essa bolinhas, né?
Tem trabalho da Oficina de Estilo lá no portal MINHA VIDA! O site promoveu um “makeover” pra 4 adolescentes (ou “adôs”, na abreviação que a Regina Guerreiro ensinou..!!!!), patrocinado pela Johnson’s, e tudo que aconteceu tá registrado nesse ESPECIAL TEEN lá no portal. Eu e a Cris (junto com a super Paulinha, assistente mais querida do mundo) ‘visitamos’ os guarda-roupas da Fernanda, da Mayra, do Gustavo e da Luara. A proposta era encontrar looks novos no meio de tudo que eles já tinham nos armários, levando em conta as mudanças e aspirações diferentes de cada um. Essa galera passou por uma nutricionista, recebeu a gente em casa pra “avaliar” os guarda-roupas e depois foi ao Studio W pra acertar cortes e cores (a gente acompanhou e orientou no salão). Todo mundo aprendeu um tanto na frente do espelho e todo mundo se divertiu muito também – mas o resultado mais legal (pra gente) foi o da Fernanda, porque ela tinha objetivos super bem definidos.

a gente cuidando dos looks do Gustavo, da Mayra (de rosa, em cima), da Luara (de preto, embaixo) e da Fernanda
A Fê é linda e estuda Turismo. Ela parece ser super “danadinha” e o guarda-roupa dela é recheado de micro-saias, micro-tops e afins (ela tem um corpão e adora mostrá-lo!). Por causa da faculdade e da iminente entrada no mercado de trabalho ela sentiu vontade de “amadurecer” um pouquinho a aparência, mas sem deixar de ser bacana ou ficar parecendo velha. A gente ensinou pra ela um jeito de ‘equilibrar’ elementos do guarda-roupa que ela tem hoje pra conseguir o look que ela quer: dá pra usar as mesmas proporções que ela usa agora, mas em cores mais neutras, menos chamativas. Ela pode, numa baladinha ou na facu, usar mini-saia + top + jaquetinha + sandália, tudo em preto e branco = as formas são super “adô” (!!!!!) mas as cores escolhidas criam a coordenação mais elegante do mundo. Ela aprendeu também a escolher ’spots’ pra mostrar: se tem pernas de fora no look, o decote é só coadjuvante; se tem decotão, melhor cobrir as pernocas.

investigamos, deliberamos, experimentamos… e no fim a Fê tinha 3 looks pra fotografar, sem comprar nada e do jeitinho que ela queria ficar
Pro estágio que ela já faz na faculdade mesmo e pro futuro emprego da Fê, a gente ensinou mais sobre formas do que sobre coordenações. As peças dela precisam ser ajustadas (porque é traço de personalidade dela, uma coisa “exuberante-light”), mas não mega-justas: tudo tem que ter uma folguinha, tem que acompanhar as formas do corpo mas sem grudar na pele, sem marcar. Essa ‘regrinha’ vale especialmente pras partes de baixo: calça mega-hiper-justa no bumbum não tem lugar em nenhum ambiente profissional, nem no mais informal. A Fê também tem mania de sandalinhas (elas se multiplicavam no armário dela!) e, de regra, sapato profissional é sapato fechado. Como a área dela não é super formal e não demanda tanta rigidez no vestir, a gente recomendou que ela usasse mais ‘assandalhados’, com tiras não tão fininhas pra não deixar os pés tão pelados. No fim, ela adorou tudo e a gente ficou feliz da vida com o resultado – ela escreveu no blog dela sobre a nossa visita e a gente a-mou!

tripla dinâmica: Fê, Paulinha e Cris
No especial tem o registro das nossas visitas a todos os guarda-roupas, tem mointas fotinhos e os blogs de cada um dos “adôs” (tô adorando!). Tem também PERFIS NOSSOS feitos pelo pessoal do site – que nos deixaram bem orgulhosas, btw! A gente leu lá que tá até rolando namoro, menina! O Gustavo e a Luara estão super very much in love, uma graça! As fotos do site foram todas feitas pela Bárbara Aguiar, que foi uma fofa e mandou mais um monte de ‘extras’ pra gente montar o nosso ‘making of’. Passem lá e depois contem o que acharam, ok? Porque a gente adoroooooooou!!!!
Post super pessoal: nossa rotina esteve alterada nas últimas 3 semanas por conta de excesso de trabalho (aêêêê!), mas eu e a Cris estamos voltando ao ritmo “normal” e vamos voltar a atualizar tudo aqui como antes. A gente fez um mega-trabalho pra Kimberly-Clark e ficamos meio “internadas”, 3 dias direto trabalhando full time in english, foi hardcore mas muito muito bom. Logo depois fizemos Cori-Tamboré e provavelmente estamos sendo televisionadas, a TV Tamboré foi lá prestigiar o eventito e a Cris deu míni-entrevista (celebrities total). Sexta e sábado passados voamos pra Brasília pra fazer Cori Park Shopping e Brasília Shopping e ADORAMOS! O público de BSB é beeeem diferente, mas super aberto e interessado – a gente não saiu dos provadores nem um minutinho, conversamos com todo mundo e um monte de gente saiu feliz!!! Foi o nosso melhor trabalho com a Cori so far, vamos ver se a gente volta!!!!! Essa semana ainda estamos concluindo o trabalho de uma cliente-dentista super mega querida (que já tá linda, impressive!!!!) e estamos começando outros dois: uma cliente diretora de ong, super engajada em projetos sociais – linda por dentro e por fora tambéééém! – e uma cliente jornalista-roteirista que escreve pra revista Bravo e é descoladérrima.

olha nossa gerente modernete Karen (bsb shopping), sorteando um look no fim do dia (toda vez que tem Oficina de Estilo na Cori tem também sorteio no fim do dia – quem faz compras concorre a um look com valor de R$ 800!)
Por conta disso tudo a gente merece presentes, né? Aproveitamos a visita à recem-inaugurada loja da Isabela Capeto na Consolação entre a Lorena e a Oscar Freire (aêêêê mil vezes!!) e voltamos pra casa com mimos: a Cris comprou (em conjunto com a Juliene) um brincão chiquérrimo e eu comprei uma camisa fofa, double-face. Mas meu surto de shopaholic foi além e eu ainda ganhei de mim mesma uma carteira amazing do Marc Jacobs, com o aval dos nossos produtores favoritos: Fabio Ishi e Juliene (que foram junto pra comprar na Sho&Purs, no Iguatemi). A gente sai pra conhecer lojas novas e sempre volta com sacolas: também visitamos a loja nova da Maguy, da Ucha e da Annelise de Sales (na Peixoto Gomide entre a Lorena e a Oscar) e super recomendamos, a visita vale mointo a pena porque a loja é fofita e tem camisas e saias incríveis (com preços bem bons, btw). Hoje vamos ver novidades no Clube de Estilo com o Fê e a Dani Zylbersztajn e provavelmente voltamos com (mais) compras e fotos pra postar! E assim a vida anda, o trabalho cresce (e melhora!) e minha coleção de etiquetas só aumenta…

minha carteira-amazing, minhas etiquetas novas (faltou a do MJ da carteira…) e a coleção em si no vidrão
A obra do artista húngaro László Moholy-Nagy, um dos nomes centrais da vanguarda construtivista do século XX e professor da Escola Bauhaus, é o tema de duas palestras no Centro Universitário Maria Antonia. Quem vai falar é Andreas Haus, diretor e professor do Instituto de História da Arte e Estética da Universidade de Berlim.
As palestras vão acontecer nos dias 20 e 25 de outubro. Pra quem quiser saber mais o telefone de lá é 11 3255 7182.
Eifersucht (1927)