Na semana passada almoçamos com a Ilana, nossa mestra forever and ever. A Ilana foi nossa professora e foi quem nos apresentou! A gente aproveitou a ocasião pra tirar fotinho e pra responder curiosidades que eventualmente todo mundo tem (e pergunta!) sobre a gente:

A Cris se formou em engenharia e eu me formei em direito. Nenhuma das duas era feliz e nos encontramos na área de consultoria de imagem (aaaêêêêê!!!). A gente estudou (em tempos diferentes) com a Ilana e bem depois nos encontramos em mais cursos que fizemos juntas. Mas antes disso a Ilana teve um mega trabalho pra fazer fora do país, em Punta del Este, e precisou formar uma míni-equipe pra auxiliar. A equipe era formada por mim, pela Cris e pelo Fabio Ishi – e esse grupo permaneceu assim, grudado, desde então (era 2002/2003, not so sure).
Na volta da viagem a gente criou uma rotina de encontrinhos pra conversar, pra dividir experiências de início de caminhada profissional e pra ajudar nos trabalhos uns dos outros (essa foi uma época beeeeem deglícia!). E o Fabio já tinha se definido pela área de produção em moda, ele já sabia desde sempre que ia trabalhar pra ser o editor de moda mais importante do país (on his way and gooooing). E eu e a Cris nos ajudamos tanto que resolvemos fazer um trabalho juntas. E foi tudo de bom, a gente super se deu bem desde sempre, nosso trabalho se completa e o carisma que a gente tem, trabalhando juntas, é imbatível (modéstia mega à parte, mas é verdade).
E a gente se parece mas não é irmã (já perguntaram se a gente é gêmea!). E a gente trabalha quase todo o tempo juntas, e ainda somos amigas de conversar no telefone à noite e de manhã. E a Cris é tipo minha terapeuta e eu adoro. E a Oficina de Estilo só cresce há 4 anos, e o blog deu um ânimo diferente pra gente, incrementou nosso amor pelo que fazemos e nos dá chance de interagir, trocar idéias e aprender um pouco sobre gente e sobre moda mais todo dia.
Vamos abrir os comentários para perguntas. Anybody???
Ter seu blog linkado no blog do Mastercard, rodeado de elogios, com fotinho e tudo…. não tem preço!
As empresas têm prestado atenção a essa onda de auto-publicação e à importância de se ter opiniões off-establishment, a gente mesmo já falou disso antes, aqui. A gente não vive mais na era da informação, e sim na era da “curadoria”. E junto com isso vem um filão de publicidade (que eu adooooro!) que é autêntico e super eficaz: a propaganda boca-a-boca.
Tipo teoria evolucionista: os bons/mais legais sobrevivem e se destacam. Se fulano me falou, e ele é tão legal, então isso deve ser legal também. E que jeito mais fácil se não se juntando a quem emite essas opiniões (e passa tudo por e-mail pros amigos)?? Tá todo mundo fazendo blog, amigos. É a onda ‘transumers’ e a gent eno olho do furacão (de um jeito bem bom!).
A gente não quer mais só consumir, a gente quer viver uma experiência. A gente quer informação agregada e quer se sentir especial. A idéia do blog da Mastercard é uma graça por isso: você participa do blog mandando sugestões, debatendo, perguntando…. a gente adorou! E estamos repassando pra reforçar a era-viral em que vivemos (e, de novo, a-do-ra-mos!).

mas a gente tá muito chique, não?
Amanhã tem eventinho no atelier da Brenda Vidal!! No chá da Yolanda a gente vai conhecer as coleções novas da Brenda e da Bettina Terepins e vamos comemorar a chegada (já em janeiro!) da Yolanda, filhinha da Brenda!!!
A gente já é mais que fã da Brenda há tempos, já falamos antes aqui e aqui. E na segunda fomos lá com a Ilana e vimos tudo: não tem como não ter vontade, é tudo beeeeem lindo! A Ilana foi embora com dois pares de brincos poderosíssimos e eu fui embora já usando (e não tiro por nada!) brincos incríveis e um colarzinho de laço bem fofo (tô mega me achando).

Na quinta a Brenda também vai ter um site novo e ainda mais lindo no ar, olhem lá e confirmem aqui se não é demais! E apareçam pra conhecer as jóias mega bacanas, a gente vai: quinta dia 30, das 15h às 20h. A Brenda tá esperando o povo do blog, hein?!! (E a gente tambám, vamos bem cedinho!!)
Atelier da Brenda e da Bettina: 3815 7289
Todo mundo que passou pelos comentários dizendo que adora Curitiba e que a cidade é demais tá no mesmo grupo que eu, agora! Virei fã, a cidade é linda mesmo, o trabalho lá foi bem legal porque a mulherada é beeem interessada e as equipes Cori que me receberam foram incríveis, super parceiras! Nas duas lojas em que eu trabalhei (shopping Crystal e shopping Mueller) as clientes da Cori tinham dúvidas e não tinham pudor de perguntar, queriam um olhar diferente para as peças que elas têm ou querem ter, topavam montar looks originais e teve gente que até pegou caderninho pra anotar tudo e não esquecer!

equipe do Crystal e equipe do Mueller: arrasaram!
E no intervalo entre uma e outra ainda deu pra passear/conhecer a cidade. Fiz o passeio de “jardineira”, um ônibus todo de vidro que durante 2 horas passa nos principais spots de Curitiba. Tem várias ‘jardineiras’ com horários de paradas de meia em meia hora, daí dá pra descer nos lugares mais legais, passear, e depois pegar o próximo ônibus! Eu parei na Ópera de Arame, no museu novo do Oscar Niemeyer e no Jardim Botânico, e fiquei encantada com tudo.

Mas o que mais me impressionou (fora to-das as mulheres de Curitiba terem luzes no cabelo) foi a Universidade do Meio Ambiente, escondinha mas deslumbrante. A Universidade em si funciona numa construção quase toda de madeira, com níveis diferentes e passarela em espiral – e essa passarela vai subindo até um mirante. Pra chegar a gente anda por um caminhozinho de madeira sobre um lago, coberto de floresta (mesmo!) por todos os lados, tipo um túnel. Quando o caminho acaba e a vegetação abre a gente dá de cara com um pedreira gigantesca plantada no lago: uma visão arrebatadora de tão grandiosa, total de tirar o fôlego.

Nada do que eu escrever aqui vai preparar quem ainda não foi. E tem que ir, de verdade. No site tem muitas fotos (decentes) da construção e da arquitetura da universidade, mega vale o clique e a viagem! O interesse é valido especialmente em épocas de algodão orgânico na Osklen, carbon free na Fuxique e não-couro na Stella McCartney, não???
Hoje à noite tem lançamento do livrão da Lílian Pacce, que chama ‘pelo mundo da moda’ (ed. Senac). A Lílian escreve para o Estado de SP, pra Elle, pra Vogue e edita e apresenta o GNT Fashion – tá?!?? Junto com o Alcino Leite Neto (da Folha de SP) e da Iesa Rodrigues (do JB), ela é das nossa jornalistas preferidas, e das mais levadas à sério (por todo mundo!). Trata a moda com objetividade, traz referências, explica ‘porquês’ e ‘para ques’ e dispensa qualquer afetação pra falar disso tudo.
O livro reúne vários textos dela (em 20 anos de carreira no jornalismo de moda!) atualizados, contextualizando seus personagens no agora. Vai ter festinha pra pegar autógrafos na Surface to Air aqui na Lorena, no 1989, quase em frente à Doc Dog – a gente já pediu um pelo submarino, porque não vai dar pra ir no lançamento (humpf).

A Erika Palomino recomenda por ser uma “boa literatura para as gerações de estudantes, interessados e para quem trabalha com moda”, numa notinha delícia sobre a Lílian e sobre a rivalidade inventada entre elas. (E a capa do livro novo não lembra – de um jeito – a capa da biografia da Anna Wintour que eu não consigo terminar de ler????)
Sabe o sartorialist, o face hunter e os blogs tipo esses que fotografam o povo na rua? A Isabella Giobbi colocou o super-amarelo is\blog no ar, com fotos do povo daqui de SP feitas em frente à porta (também amarela) da loja mega bacana dela, a Is\Bella. (Btw, no site da Is\Bella tem um tour virtual super legal, dá pra ver a loja toda e um monte de looks fofíssimos, vale o clique!)

A gente é bem fã das roupas da Is\Bella (lembram do dia da foto? eu corri pra lá!) e do estilão de tudo que a Isabella Giobbi faz, e agora já temos o link aqui do lado pra ser fãs na ‘blogsfera’ (ai!) também! E a gente vai lançar aqui e agora uma campanha pra própria estilista (que já passou por aqui comentando, btw!) ser fotografada também porque a gente acha mointo bem linda!
Sabe tudo que a gente vê nos editoriais ma-ra-vi-lho-sos que o Fabio e o povo da Vogue produzem pra revista??? Antes e depois do momento glamour da foto fica tudo assim, ó:

Essa é a parte mais organizada do acervo da revista Vogue (diz que tem épocas beeeeem mais bagunçadas!). Os produtores chegam com as sacolas das lojas/assessorias e acomodam tudo aí, até a hora de editar, fotografar, e depois separar tudo pra devolver. (E a gente pensando que o nosso armário é que é um caos….)
Nessas araras estão agora os vestidos de festa mais legais das marcas mais bacanas do país, que foram fotografados pra revista de dezembro, num editorial grandioso e cheio de celebrities (locais). Diz que vai ser bem Vogue América (tipo Anne Leibovitz), bem lindo. Let’s wait and see.
Mais oportunidades de nos encontrarmos nas Cori’s da vida! Apareçam lá:
terça dia 28, das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Jardim Sul
Cris no shopping Higienópolis
quarta dia 29, das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Iguatemi
Cris no shopping Paulista
quinta dia 30, das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Anália Franco
Cris no shopping Morumbi
sexta dia 01, das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Villa-Lobos
(Marisa, vai de novo pra gente tirar foto pra postar aqui!!!)
Cris no shopping Iguatemi de Campinas
sábado dia 02, das 16h às 20h
Fê na Oscar Freire
Cris no shopping Center Norte

Nossa “turnê mundial” tá all over, não tem desculpa pros amigos e amigas virtuais não nos encontrarem na vida real!!! (No site da Cori tem nossa agenda completa até dia 20 de dezembro, na seção ‘newsletter’, bem chiques!!!) Esperamos visitas, com diversão garantida – ou seu dinheiro de volta!!!!
Porque algumas roupas fazem “bolinhas” e como cuidar: as bolinhas (ou ‘peeling’) podem aparecer por causa da construção do tecido, do acabamento da peça, da composição do tecido e do tipo de fio utilizado ou mesmo por causa do produto que se usa na lavagem. E bolinha ou desgaste acentuado sempre passa imagem de desleixo e deselegância, por mais bacana que a peça seja. (Não é?)

Quanto mais poliéster houver na composição do tecido, maior a chance desse tecido ter bolinhas. Por isso a gente insiste que todo mundo devia investir em tecidos naturais, que além de mais elegantes também duram mais (e melhor!). E mesmo no universo dos tecidos naturais, há qualidades e qualidades. Quanto mais longo for o fio do algodão, menor a chance das bolinhas aparecerem – fibras longas proporcionam maior durabilidade e conforto e têm toque mais macio). Também conta a quantidade de fios por polegada: quanto maior essa quantidade for, mais nobre e refinado o produto acabado vai ser (e a vida dele também será looonga).
Mas o vilão mesmo é o atrito: na hora de aplicar produtos de lavagem ou durante o uso, a fricção e o atrito constante provocam bolinhas na superfície em questão. Máquina de lavar em excesso, esfregar demais com as mãos, alças de bolsas que passam sobre a roupa, pastas e afins contribuem para o desgaste localizado e para o aparecimento das bolinhas. (Máquina de lavar cheia também ajuda…)
Tem que ter papa-bolinha em casa (custa R$ 5 e super funciona em tricôs e malhas, a gente usa mointo), e tem gente que se desfaz das bolinhas passando a gilete bem de levinho sobre a peça – mas tem mais risco de esburacar a roupa do que de dar certo! Tem que lavar delicadamente e tem que tomar cuidado com alças e pastas e atritos em geral. E tem que observar as etiquetas de dentro das peças pra escolher sempre mais tecido natural!
Sábado passado eu fui, mais uma vez, trabalhar/me divertir com o Fabio Ishimoto. Tinha uma foto com Eliza Joenck pra capa da revista Iguatemi, que a Carta Editorial também edita, e lá fui eu fingir que sou assistente dele (eu preguei um alfinete providencial, essa foi a minha top colaboração). O fotógrafo era o Sacha Hochstetter, o maquiador era o Ricardo dos Anjos e a foto foi feita na Vogue mesmo.
A Carta Editorial/Vogue fica numa casinha bem linda na Av. Brasil, e se não fosse pelas ampliações das capas que sempre ficam na frente da casa a gente nem saberia que ali é o escritório local de Miranda Priestly (que, “no caso”, não usa Prada e sim Dior Homme). Dali sai grande parte das direções e vontades que a moda vai mostar pra gente nas vitrines, “selecionadas” depois das temporadas de moda. Tipo o ‘azul cerúleo‘ do filme, numa versão bem bem beeem mais tupiniquim.

A foto devia ter cara de praia, mas bem sofisticada. A Eliza tava vestindo uma blusa-colete cobre de paétes de metal da Maria Bonita (super pesada!). O corte da foto era da cintura pra cima, em plano americano, então durante a foto a modela estava assim: mega linda, maquiadíssima, com a blusa-poder e de calça jeans + havaianas!

O Ricardo (arrasante!) e a assistente dele usaram muito hidratante pra pele dela ficar com um brilho bom e usaram no cabelo dela um produto específico pra deixar os fios com cara de mar (tem de um tudo nessas malas amazing de maquiador, não?). O make estava todo bem dourado, com um olhão super marcado (a Eliza tem olhos incríveis!). Junto com esse povo todo ainda tinha a Claudinha, diretora de arte da revista, orientando a coisa toda.

E no fim éramos 8 pessoas num sábado de manhã trabalhando numa capa que não vai ser a capa. No mesmo sábado a Gianne Albertonni fotografou a mesma peça da Maria Bonita e tombou com a Eliza Jeonck (diz que a Gianne pediu um sapato de salto pra entrar no clima e arrasou). O importante é que eu me diverti e que é sempre muito bom enxergar o trabalho sob perspectivas diferentes. Não é?