16.
Dez.
06.

trivia de fim de semana

publicado por: Fernanda

Tá aqui o mistério resolvido: eu tô na revista Moda da Folha de SP que saiu hoje, em matéria bacana escrita pela Laura (do moda pra ler) sobre como a gente ama nossos brinquedos eletrônicos. Tá fofa na foto, né? (Beijo pro Fabio Ishimoto que tá brincando de ipod novo.)

folha-de-sao-paulo.jpg
“saiu pra comprar uma saia e voltou com um ipod”

E, de olho no is\blog, esse post está à espera do upload do registro de Fê e Cris em frente à porta amarela. (Beijo pra Rita que nos apresentou pra Veronica, que por sua vez nos deixou bem bonitinhas na foto!) A qualquer momento, queridos, a foto entra nesse espaço aqui embaixo:

oficina-de-estilo-no-isblog.jpg

16.
Dez.
06.

muitos mundos da moda aqui no BR

publicado por: Fernanda

O André Felipe deixou um mega comentário no post do videozinho da Anna Wintour, e o que ele escreveu rende mais tantos outros posts. Esse aqui quer começar pensando a divisão que o André “propôs” pro mundo da moda brasileiro (isso existe?) e não sabe onde vai parar. A gent ereproduz do nosso jeito, assim ó:

mainstream: grandes marcas que “fazem moda” (a intenção pode até ser boa!) mas vendem mesmo o combo jeans + camiseta
estilistas novos talentos: podem ser geniais, mas não têm mercado - vivem de edredons, celulares, melissas e frigobares (adoro!) ou “exportam toda a sua produção” de 60, 70 peças
bom retiro + grandes magazines: não dão bola pras tendências, pegam o que está nas revistas, transformam rapidamente em produto e movimentam grande parte do volume do comércio

adoro moda

E a gente concorda. Marcas que deveriam criar tendências quase sempre só as reproduzem, medindo o que mais vendeu no mercado internacional. Os novos talentos não são expressivos além dos Jardins (como o Dalton sempre clama!) e, mesmo que muitos desses façam coisas incríveis, as propostas deles não chegam às ruas. Ou chegam via C&A, Renner e afins, integrantes do terceiro grupo mencionado pelo André. Esses sim são hit: vendem, vendem, vendem, têm nas vitrines (e em larga grade de numeração!) tudo que a gente vê nas novelas da Globo e sim, cada vez mais têm anúncios na Caras como o André apontou. O povo-consumidor do terceiro grupo veste Prada, Chloé, Marc Jacobs, Fendi e afins, sem nem saber do que se trata.

De um outro comentário: “vem um investidor, compra uma marca de muita personalidade (como a Sommer, por exemplo), injeta recursos e quer que ela arrebente de vender. Para isso, populariza e descaracteriza o produto, despede o criador e acaba transformando a marca numa “coisa” sem identidade.” E no mesmo post o Luigi ainda comentou que “o público alvo das grandes revistas de moda nacional são a minoria da minoria desse “brasilzão”. A gente dá graças a Deus pela FFW MAG e pela KEY e pela Simples, mas pensamos que o que se lê mesmo no Brasil, como revista de moda, é a Cláudia (sem desmerecer, of course). Daí não tem espírito criativo que se materialize.

Mario Mendes já disse uma vez que “os estilistas falam com 6 pessoas, as novelas falam com 6 milhões”. E disse mais:

“Um programa que atinja os milhões de pessoas que as novelas globais atingem, ditam muito mais do que uma simples tendência de moda. Então, o que se usa na rua é mesmo o que se usa na novela. Não desprezemos os figurinistas de novelas (alguém ditou mais moda do que Marília Carneiro e suas meias Dancin’Days?), mas sim observemos o trabalho deles e a tremenda influência que têm no mercado consumidor. (…) O caso dos figurinistas de novelas no Brasil é um fenômeno local. A comunicação da moda com o grande público aqui acontece assim. E não é a moda da rua que vai pra novela, é ao contrário. As pessoas querem o que viram na novela na noite anterior.”

E o que o povo usa comprado na C&A é moda? Ou é roupa?
Precisa ter informação pra ser moda?

yo soy rebelde

As figurinistas são “donas” das modas no lugar dos estlistas - no universo BR?

(Hoje na Folha de SP tem matéria sobre o que vai ser tendência no verão. O Alcino Leite Neto entrevistou, pra saber, a Rita Wainer - estilista/dona da Theodora, o povo do coletivo P’tit, o Felipe Veloso, a Patrícia Ruas - dona do Acervo Benjamim e…. Marie Salles, figurinista de “Pé na Jaca”.)

O André termina o comentário dizendo que “quando o mercado brasileiro de moda amadurecer em termos de mkt, as marcas (novas ou velhas) tiverem gestões mais sofisticadas e profissionais (como as de NY, Paris e Milão) e passarem a criar e não importar tendências, aí sim vamos ter assunto e espaço pra reflexão.” Considerando que o país tem uma semana de moda organizada e oficial há pelo menos 10 anos, o povo já não devia ter evoluído??

Mas até lá vamos continuar reféns de uma moda sem quawn??

E o que a gente faz pra contribuir com o amadurecimento da “indústria-local”??? A gente não tem como fazer alguma diferença???? Somos reféns resignados???

15.
Dez.
06.

e por falar em mood…

publicado por: Cristina

… o que li de mais interessante sobre acontecimentos de uma época que impactam sobre o nosso jeito de vestir foi uma matéria da Carol Vasone na edição número 19 da revistinha Moda da Folha de São Paulo (de 31 de outubro). Ela fala sobre a relação entre o aquecimento global e a diminuição considerável no comprimento de saias, vestidos, bermudas e shorts. “Tecidos levíssimos, modelagens confortáveis e generosos pedaços de corpo à mostra são algumas das estratégias da indústria do vestuário para driblar o calor provocado pelo fenômeno mundial que além de derreter geleiras ao extremo Norte do planeta e esquentar o clima do globo, vem ditando mudanças consideráveis na moda”.

Quem já assistiu “An Inconvenient Truth” do Al Gore sabe do que eu estou falando… quem viu os desfiles das últimas temporadas internacionais também!!! Não deve ser mera coincidência a Prada desfilar nano-saias no ano em que o hemisfério norte atingiu temperaturas tão altas no verão que a Suécia parecia a África. E aqui pelos trópicos? O fenômeno “macaquinho” desse verão não pode ser ignorado e já faz um tempinho que as marcas brasileiras têm produzido coleções de inverno beeeem mais leves, certo!?! Pra driblar as mudanças climáticas loucas que temos vivido algumas marcas comerciais têm produzido novas peças semanalmente, de acordo com a temperatura e até serviços de meteorologia são contratados. Na Europa não é diferente: “muitas lojas recebem estoque de novas mercadorias de poucas em poucas semanas”, disse Barbara Kennington, editora-chefe do WGSN.

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Então se a gente não fizer nada pelo nosso planeta vamos acabar voltando às origens, andando apenas com folhas como Adão e Eva! E fazer o que com um monte de roupa bacana que a gente compra? Será que acabei de achar (mais) um bom motivo pra reciclar lixo e economizar água? Acho que só o fato dos nossos futuros netos poderem conhecer o mundo deveria bastar, né!?!

14.
Dez.
06.

mais presentes

publicado por: Cristina

E pra completar as dicas de presentes bacanas não podemos deixar de falar das Coisas da Doris que tem milhões de opções ótimas: caixas de chá, adesivos (quem viu a “exposição” que teve no Café Suplicy?), bandejas, porta-relógios… Mas o que a gente mais gosta é a super seleção de espelhos!!! São espelhos de acrílico, decorativos, MA-RA-VI-LHO-SOS! A gente tem uma coleção e todas as vezes que demos de presente pra alguém foi o máximo.

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E a Doris é uma querida e tem um super bom gosto. As “coisas” dela estão a venda em lugares descolados como Casa 8 ou Conceito Firma Casa, mas gostoso mesmo é ir no show room que fica no apartamento dela (que é lindo, lindo). Lá tem váaaarias opções, a gente quase enlouquece!!! Só que tem que marcar hora (3083 1962), OK!?!

Ela também é colaboradora do Taste, um site bem legal que fala sobre estilo, gastronomia, design, decoração e tudo mais que existe de bom na vida!!!

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O espelho de coroa tá no escritório da Fê (que é liiiiiiiiiiiiindo!!!)…

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… e o de pássaro tá na sala da minha casinha!

13.
Dez.
06.

auto publicação e mais ‘publicidade’!

publicado por: Fernanda

Olha a gente no trama universitário! O site fica dentro do site da gravadora Trama e é uma iniciativa super legal pra integrar alunos, comunidades e “mundos universitários” - tipo o terceiro setor das universidades, ou os universitários como o próprio terceiro setor. Vale a leitura da proposta deles aqui, bem beeem bacana.

E aí que no meio de mil assuntos tem a série ‘auto publicação na prática’, em que o site se propôs a entrevistar 50 blogueiros pra investigar motivações, recompensar, vantagens, comportamentos… e a gente aparece ali, no # 28!!!

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As perguntas foram legais e uma delícia de responder! Olhem lá e falem pra gente se estamos bem na fita (que tem foto e tudo!)!!!!

(só pra garantir: o link pra gente no trama universitário tá aqui!)

13.
Dez.
06.

anna wintour no you tube

publicado por: Fernanda

A gente viu no glamurama e tá aqui o vídeo: a Anna Wintour foi uma das entrevistadas da Barbara Walters, por conta de ter sido eleita uma das 10 pessoas mais fascinantes desse ano.

O glamurama destacou a parte em que a mega editora comenta o comentadíssimo filme. Mas o que nos chamou mais atenção foi o finzinho da entrevista, quando Anna Wintour fala de como a moda é termômetro do “mood” do mundo:

A entrevistadora quer saber da Anna Wintour: se a pessoa for bem esperta, dá pra ela entender o que está acontecendo no universo a partir das páginas da Vogue? Anna Wintour acha que sim - e de um jeito, eu também.

Tenho essa impressão da Vogue América, que os editoriais meio que querem contextualizar momentos de coleções específicas com momentos da sociedade (especialmente americana). Mas e aqui? Dá pra sentir “qual o climão” do país pelo que a gente vê na Vogue (ou em qualquer outra revista de moda? Alguém lembra de coleções que contextualizaram movimentos ou acontecimentos ou “moods” através das roupas apresentadas?

(E sério, escrevam o que lembrarem pra gente fazer desse um post interativo!)

12.
Dez.
06.

now… that’s what i’m talking ’bout!

publicado por: Fernanda

O Dalton deixou nos comentários a dica e here it is: a campanha nova da Louis Vuitton com Scarlett Johansson! A gente aqui super em clima de pele bronzeada e verãozão sexy, e LV vem e nos dá esse tapa chique, alvo e (quase) ingênuo na cara!

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Vimos a nota e as fotos aqui. E adoramos a bolsa ‘love’.

12.
Dez.
06.

moda, ícones e exclusividade

publicado por: Fernanda

O sociólogo Georg Simmel (1858-1918) escreveu que a moda depende do conflito entre “adaptação à sociedade e afastamento individual de suas exigências”. Mary Ellen Roach e Ellen Eicher sugeriram que “a sobrevivência emocional do ser humano depende, de certa maneira, de sua habilidade para alcançar um equilíbrio entre conformar-se à sociedade e preservar um senso de identidade própria”. Moda e indumentária são modos pelos quais os indivíduos podem diferenciar-se como indivíduos e declarar alguma forma de singularidade. (M. Barnard)

A gente já escreveu um tanto aqui sobre as vontades que a roupa nos desperta: vontade de se sentir especial, vontade de pertencer a um grupo definido e ao mesmo tempo se destacar dos demais integrantes do grupo, vontade de definir identidade… e depois dessa trapalhada entre globais e maria bonita extra deu vontade de escrever mais:

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É a síndrome da classe média? Tipo cada um tem os ícones que merece? Porque a gente ama Kate Moss, Gweneth Paltrow, Stella McCartney e Sofia Coppola, prestamos atenção no que elas vestem e tal. Mas não tem budget pra vestir tudo que elas vestem, então a gente recorre a marcas brasileiras procurando peças fofitas, descoladas, com alguma qualidade (ainda assim com preço “diferenciado”) e o que acontece?? Globais usam tudo que a gente tem e ainda se dão mal ao serem fotografadas usando ao mesmo tempo. Filme queimado duas, três mil vezes.

(Também tem post sobre essa mesma trapalhada (anterior ao nosso!) com observações bem valiosas no Cute Underwear)

Marcos Mion (sim! eu leio ele e ouço Paris Hilton!) ecreveu numa coluna antiga que “se você não pode ser o único a ter aquela roupa então pelo menos que você seja o primeiro a usá-la”. E quem me conhece lembra do episódio em que eu comprei um vestido bem lindo dessa mesma marca, pra usar no casamento de uma amiga querida (aeeee, Paula!), e a Sol usou o mesmo vestido em Boiadeiros (alguém mais assistiu América?), uns dois dias antes da minha vez de usar. Eu fiquei bem brava e assassinei mentalmente todo mundo da assessoria de imprensa da maria bonita extra.

E aí que eu tenho que pedir licença pra continuar o raciocínio me expondo e talvez me submetendo ao ridículo (sejam bonzinhos no julgamento, please).

Na ocasião (desse episódio do vestido) o que mais me deixou brava foi o vestido ter sido usado numa cena corriqueira, num lugar horroroso (era Boiadeiros, for God’s sake!), por uma atriz de quem eu não sou fã. Tipo nada nela me atrai, nem eu gostaria de associar nenhum valor dela ao que eu uso. A Sol era a última pessoa que podia servir de referência pras pessoas reconhecerem a minha escolha. E as pessoas reconheceram o vestido por causa dela (e alguns riram muito da minha cara), e eu não fiquei feliz at all.

Ao mesmo tempo, no último sábado eu usei num casamento um vestido incrível da Adriana Barra, que eu comprei porque vi a própria usando (sou 100% vítima da história do ‘espelho mágico’). O casamento não era aqui em SP e acho que ninguém na festa conhece Adriana Barra ou reconheceria uma estampa dela. E eu fui bem elogiada, mas ninguém (fora dos Jardins) identifica o vestido como uma criação especial porque não apareceu na novela. E eu (kinda) fiquei meio frustrada porque as pessoas me acharam fofa mas não alcançaram o “valor” do vestido: criação, estampa, modelagem, exclusividade….

E olha com o que eu vivo desde então: se o vestido tivesse sido usado numa novela e eu fosse “identificada”, eu ficaria feliz? Se ele fosse usado por alguém trash, ia perder a graça ou ainda valia pelo reconhecimento? E se Adriana Barra fosse assim, super “identificável”, eu ainda ia querer usar? E se outra pessoa, alguém que eu admiro e com quem eu poderia querer parecer, tivesse usado o meu vestido maria bonita extra (na época do casamento da minha amiga Paula), ia ter problema?

Então a moda se afirma como cíclica e paradoxal (again and again) pra me fazer enxergar que o que é um problemão pra mim pode ser uma mega solução pra outra fofa qualquer. Que o que me irrita nas fotinhos que ilustram esse post pode ser exatamente o que faz alguém feliz.

Sim, de um jeito, cada um tem os ícones que merece. Não tem fundamento?
Alguém se identifica????

12.
Dez.
06.

última semana de cori!

publicado por: Fernanda

E aí, povo? Falta o quê pra gente receber mais visitas na vida real?

Porque a Marisa do objetos de desejo foi (twice!) e a gente riu mointo, montamos mil looks com as peças que ela escolheu e ainda tiramos fotos pra que ela estreasse como modela aqui nesse blog!

ematoma.jpg
3 bermudas + 2 camisas + 1 paletozinho + 1 sapatilha = 21 looks, at least

Essa semana estaremos por aí:

hoje (12/12), das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Morumbi
Cris no shopping Crystal em Curitiba

quarta dia 13/12, das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Ibirapuera
Cris no shopping Higienópolis

quinta dia 14/12, das 17h30 às 21h30
Fê no shopping Center Norte
Cris no shopping Jardim Sul

sexta dia 15/12, das 17h30 às 21h30
Fê no shpping Paulista
Cris no shopping Iguatemi em Campinas
sábado dia 16/12, das 16h às 20h
Fê no shopping Iguatemi
Cris no shopping Market Place

Semana que vem tem despedida na quarta-feira no shopping Ibirapuera, com Fê e Cris juntas! Show up, people!

11.
Dez.
06.

espelho mágico

publicado por: Fernanda

E no finde eu vi as imagens da campanha nova do Marc Jacobs com… Dakota Fanning! (A atriz mirim exerce sobre mim um sentimento ainda sem definição: não sei se sinto medo, não sei se acho engraçadinho, não sei. Alguém já viu a mocinha dando entrevistas? Eu a vi uma vez no David Letterman e super fui dormir com medo de sonhar: ela é muito uma míni-adulta.) Mas ok, que o que importa é que a gente ama Marc Jacobs incondicionalmente e a campanha já é um hit. Mais kidult impossível:

marc-jacobs-dakota-fanning.jpg

“As fotografias nessas revistas oferecem às mulheres uma oportunidade de inspecionarem a si próprias em muitas situações diferentes. Permitem à mulher imaginar o que elas pareceriam, para os homens, numa determinada situação ou traje, sem se comprometerem. É curioso ver a função dessas revistas como uma espécie de ‘espelho mágico’ frente ao qual uma mulher se permite ver de que modo ela poderia aparecer (…) vestindo um versace, por exemplo.” (Malcom Barnard)

O que vocês acham? A gente é mesmo atraída pelo sentimento que a foto quer transmitir? A gente tem vontade de viver aquilo que vemos nos editoriais, assim, como descrito na citação? Eu tenho que admitir que sou mega influenciável por imagens de moda, especialmente as que são criadas por quem eu admiro - vivo atrás do que vejo na Vogue quando quem produziu foi o Fabio Ishimoto. E vivo de olho nas campanhas de quem eu mais admiro - por isso o interesse no Marc Jacobs.

Porque se a gente vê imagens de moda e imagina o que os produtos fariam pela gente e onde a gente poderia usá-los (como parte do processo de decidir se compramos ou não), a gente precisa de modelos com os quais nos identificamos, não é? E depois da mega onda de infantilização nas modas (estampas fofitas, muitas cores coloridas, acessórios lúdicos…..) a gente tem visto, desde a última temporada, uma retomada da imagem de mulher adulta nas passarelas internacionais (pelo menos). Teve beeem mais preto e cores sóbrias, por exemplo.

E aí vem mr. Jacobs e estampa a míni-atriz de 13 anos incompletos na campanha que mais desperta desejos na Oficina de Estilo (!!!!!). E agora? A gente quer amadurecer mas quer se sentir fresca, como crianças? A gente quer ser espontânea e alegre em qualquer idade? A gente se identifica com uma menina mega adolescente?? O que o Marc Jacobs quis que a gente sentisse com a campanha nova - qual a opinião de vocês, amigos e amigas? O que os produtos da marca dele “vão fazer pela gente” se a gente se espelhar em Dakota Fanning??????

** Ainda sobre ’se sentir especial’ através do que escolhemos usar, tem um post ótimo no novo (pra mim) sobretudo e sobre o salto. Já está na lista aqui do lado (que só cresce, não??) e é imperdível. **

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.