4.
jan.
07.
fashionistas E ativistas! não é tudo?
Eu estou em clima de lavagem cerebral desde que assisti anteontem o filme do Al Gore, An Incovenient Truth, que explica tudo que acontece agora no planeta em relação ao aquecimento global e quais vão ser as consequências se a coisa toda não retroceder (tem toda uma lista de responsabilidades pra gente assumir e ajudar!). Eu tô super animada pra fazer a minha parte… e que delícia saber (via Updaters!) que tem um jeito de ser shopaholic e ainda ajudar! (vide notinha enviada por e-mail pelo meu irmão)

Mas sério, a gente super acha que isso de conscientização ambiental e aquecimento global ainda vai render mointo esse ano – e como moda é o figurino da história a gente tem ficar de olho, né? A Alexandra Farah já falou antes e repetiu na coluna dessa semana. A Vanity Fair fez uma “green issue” em maio passado pra chamar atenção da massa para ‘ecological concerns’ (e diz que essa foi a primeira, vão fazer outras green issues). A Osklen faz peças com tecidos reciclados e estampadas com “pontos importantes da luta mundial pela defesa do meio ambiente”, numa iniciativa que chama e-brigade.
A Aninha Strumpf da Garimpo/Fuxique já tá super fazendo a parte dela, em conjunto com a ong do irmão dela chamada the green initiative: eles têm um jeito de calcular a quantidade de gases poluentes emitidos por todas as nossas atividades e sugerem um certo número de árvores que devem ser plantadas pra neutralizar os efeitos (danos!) desses gases na natureza. No in vitro da ag 407 tem link pro worldchanging, site que promove uma conversa bem inteligente sobre tecnologias de reciclagem, hábitos de consumo, usos e costumes que podem garantir um futuro melhor pro mundo – e usos e costumes são assunto essencialmente nosso, não são?

“fugir pro espaço não é uma opção viável”
Dona Anna Wintour já falou que a moda “responde” a movimentos e moods. A Stella McCartney há tempos não usa couro natural em nada que faz, Ronaldo Fraga não usa tingimentos químicos desde 2001 e tem um tanto de gente atrás de cooperativas de produção de algodão orgânicos e de aviamentos e acabamentos recicláveis – a gente deve ouvir falar mais disso com o início das semanas de moda do RJ e de SP. “Tendência” garantida pra passarelas e discussões: futurismo mesmo vai ser produzir moda ecologicamente responsável (citando o Luigi de novo).









Não incluí no post mas já comecei a fazer alguma coisa, antes de sair de casa: tem esse site incrível (dica dele) que todo mundo devia conhecer!
=)
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