10.
Jul.
07.
no blogview: dna individual e auto-ajuda fashion
Pode ser que a gente não esteja enxergando as nossas ruas, pode ser que a gente veja tudo e todos com “olhar estrangeiro”. Pode ser que a gente esteja tentando impor um padrão sobre o que é criativo na moda e super pode ser que a gente pense que o “nosso” padrão de moda é melhor do que o que a gente vê nas ruas. O Oliveros pensou nisso e fez pensar.
Pode ser que as pessoas não precisem saber de moda pra se vestir de forma interessante – pode ser que elas precisem apenas saber delas mesmas e da sua cultura. Pode ser mais fácil encontrar grupos com identidades definidas do que indivíduos com estilo próprio, tipo motoboys, meninas do funk, etc. Esse comentário levantou a questão, e também fez pensar.

as fotos são do “meninas do brasil”, da mari stockler
A Mari Stockler, autora do livro ‘Meninas do Brasil’, chamou as ruas, bailes, sambas e shoppings que fotografou de “mundo paralelo”. O livro é uma coletânea de fotos de meninas-mulheres funkeiras, moradoras de favelas, comuns, cariocas, brasileiras. O que chamou atenção da fotógrafa foi a quantidade de tops, calças, shorts e colants em todas as cores, com todo tipo de detalhes, decotes e transparência que essas meninas usam dia e noite. Pode ser que ela tenha enxergado moda, de um jeito.

elas têm estilo, né?
Desde o fim de semana tá rolando uma conversa sobre a existência – ou não! – de um ’street style’ brasileiro, ou mesmo de uma identidade brasileira em moda. Tem que clicar aqui e aqui pra ficar por dentro do assunto todo (e vale, viu? aula fashion!). A gente pensou, na coluna do BlogView, em como essa conversa pode servir também pro assunto ‘estilo pessoal’. Passa lá pra ver, pode ser?!??







não vejo a hora de ler
[responda]