6.
nov.
07.
pense moda: segundo dia parte 2
Depois teve a palestra do Gareth Pugh (que tinha um dos looks mais incríveis do dia – alguém tem foto?!??). Foi o máximo conhecer a trajetória de um mocinho fofo de 26 anos que desde sempre soube muito bem o que queria e que já tem um trabalho tão legal, tão reconhecido por todo mundo como bacana. A gente ouviu histórias do comecinho da carreira (o primeiro desfile dele foi na boate que ele mais frequentava, tipo no meio do povo dançando e das strippers!), do apoio do Fashion East e do Rick Owens (outro estilista, desfila em Paris) e mais. Gareth integra hoje o time que desfila na semana de moda de Londres e ainda tá no comecinho do trabalho comercial da sua marca (ele começou a vender só na última estação!), mas cria imagens de moda impactantes e faz a gente repensar toda a coisa dos volumes tradicionais com que aconstumamos nossos olhos! pra ler tudo tudo tudo sobre ele tem que clicar no site do Pense Moda (ou aqui enquanto o texto não aparece lá!).
Por último teve palestra com o Pedro e o Edson que trabalham na Melissa. Contaram a história do reposicionamento dos sapatinhos de plástico e mostraram que a marca super se preocupa com a alegraia e coma diversão da consumidora. Eles querem que a Melissa não seja só um sapato, mas uma experiência – daí colocam pra vender nos lugares mais bacanas, criam campanhas que geram identificação, acertam em parcerias com gente bacana que tem a ver. Foi bem beeem legal. E eles não parecem estar perto de desanimar ou de perder o fôlego, então a gente pode esperar que essa fase legal ainda dure bastante – diz que pode ter parceria com o Oscar Niemeyer e tudo! Aqui tem o textinho inteiro pra ler (e logo logo no site do evento!). Amanhã é dia de ouvir o diretor bonitão do Marc Jacobs (diz que ele é ga-to!) e de assistir a discussão dos fotógrafos de moda mais legais que a gente tem aqui! =)
A Alexandra Farah perguntou pro Edson sobre “a ameaça das crocs“. E ele disse que não considera as crocs uma ameaça e que gostaria de tê-las inventado – tudo no vídeo aqui em cima. Olha, aqui no blog a gente é bem anit-crocs, não tá fazendo falta e a gente só as considera ameaça ao look!









Oi, meninas! Estou gostando demais da coberura do PM e adorei o vídeo com a resposta do Sr. Edson, da Grendene. Em minha loja, vendemos Grendene e Crocs e – minha opinião de comerciante – a Crocs é um “baita” produto, bem diferente das sandálias plásticas que o mercado brasileiro conhece. É muuuuito leve e transpira (ou seja, não deixa aquela gosminha preta nos dedos, como a Maria Prata comentou, certa vez). São feias, não me acusem de deselegante (eu nem as uso!), mas começo a acostumar o olhar. E acho que a Crocs trilha um caminho muito parecido com a Prada – que é estranha, feinha e anti-sexy mas um sucesso de vendas. Ah! E vocês viram como o moço se repetia e ficou sem graça? É que o segredo da Crocs (que ninguém ainda conseguiu copiar) é justamente o material, assim como a Coca-Cola, que começou como remédio e hoje é isso aí… Ah, e acredito que toda grande empresa precisa de um concorrente de tempos em tempos, que é para dar uma balançada na estrutura. A Crocs tava fazendo bastante falta à Grendene… opinião de comerciante, é claro!
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