20.
nov.
07.
costanza aponta um novo hi-lo (e a gente adora!)
Ainda da Vogue BR: a coluna da Costanza Pascolato na revista, que é leitura obrigatória pra quem quer aprender mais (ela sabe de tudo, e antes!), nesse mês fala de ‘um novo hi-lo’, visto pela master fashionista em Paris, durante a última temporada de desfiles. O “exercício mais sofisticado do hi-lo” de que Costanza fala foi percebido por ela nas ruas, em meninas da vida real, “verdadeiras trend-setters que estão mais discretas e que não querem parecer anúncio de marca de luxo” – a super referência da Costanza foi a editora de moda da Vogue Paris. O texto aponta pra um novo jeito de coordenar peças dentro da fórmula ‘Pradas e Balenciagas’ junto com ‘Zaras e H&Ms’.

a cristiana mostra todo dia no blog dela o exercício que faz!
Acontece que “não são mais os grandes empórios de moda como H&M, Zara e TopShop que dão as cartas”. Costanza chama atenção para uma super quantidade de lojas pequenininhas em Paris, “originais, trendy, com preços razoáveis, que dirigem-se à mulheres jovens de todas as idades”. É dessas lojinhas que agora vêm as peças ‘lo’, são essas lojinhas que estão “revolucionando o mercado com novidades a cada semana e ocupando o espaço que fica entre as marcas de luxo e o mercadão fast-fashion”. Não é o máximo? Que trazendo pra vida real, o ‘lo’ de uns pode ser o ‘hi’ de outros, né? Tipo se a gente não usa Chanel e Marc Jacobs no dia-a-dia, o nosso ‘hi’ pode ser da Forum ou da Maria Bonita Extra ou de qualquer outra marca grande brasileira (ou não!) – que podem ser o ‘lo’ de quem usa super marcas de luxo. E nem por isso o ‘lo’ precisa vir vazio de informação: a gente também pode fazer o novo “hi-lo”!
Aqui em SP a gente tem a Galeria Ouro Fino, cheia de lojinhas comandadas por gente interessada em fazer moda autoral; tem a Vila Madalena com um monte de modas com personalidade super definida; tem gente que arruma jeitos legais de mostrar peças feitas com a cara das vontades de quem faz. Mesmo aqui nos Jardãns tem gente escondidinha, fora do tradicionalzão, que faz o que tem vontade e pronto. E em todo lugar tem lojinhas de bairro, pequetuchas e recheadas com peças diferentes do que a gente compra no shopping ou do que todo mundo já viu antes, em catálogos e publicidades. Costanza diz que essas lojinhas em Paris “encontram ressonância por não serem ‘usinas de cópia’ de marcas de luxo” e que nos oferecem “peças pensadas para serem personalizadas com os acessórios e com a atitude certa”. E ainda tem as costureiras, que fazem nossos ’sonhos de coordenação’ virarem realidade em um ou dois dias!
Que a gente também não quer ter cara de catálogo nem de outdoor de marca nenhuma, néam? E esse é um exercício deglícia pra se fazer na frente do espelho, todo dia: criar looks cada vez mais pessoais, misturar e combinar as coisas de jeitos cada vez mais ‘com a nossa cara’, coerentes com o nosso jeito de fazer o resto todo na vida. Quanto mais elementos e referências a gente agregar num look, mais informação esse look vai comunicar pro mundo em volta da gente. E essa não é a melhor parte de ‘viver a moda’ na vida real?!??









fê, tenho que comentar mais por aqui, né? adoro!
ano que vem tô abrindo uma loja ‘lo’ em bh!
vc vai ter que dar um pulo aqui pra conhecer! ;]