21.
dez.
07.
cinco tendências importantes pra 2008
É fim de ano, né, amigos (a gente a-do-ra listas de fim de ano). E como todo mundo a gente também já tá de olho no ano que vem, preparando uma retrospectiva fofita da nossa atividade nesse blog (vamos postar na próxima sexta!). A revista Fortune preparou, nesse mesmo clima, uma lista com cinco coisas que já estão bem em volta da gente desde agora e que devem permanecer ‘causando’ em 2008 – e essa revista tem toda uma abordagem econômica e tals, mas as escolhas deles fazem super sentido! Quer repassar a lista com a gente? Tem um monte de links daqui do Oficina e de blogs amigos pra ilustrar cada item, “veja só”!

Lenços
Esse ano a gente inaugurou a “seção videozitos” com um vídeo ensinando amarrações legais de cachecóis e pashminas, e todos os nosso truques servem pra lenços também. A Gloria Kalil também fez vídeo e teve post aqui e aqui com mais jeitos de usar. A matéria da revista fala de lenços menores e mais molinhos, e trata de classificá-los como peças bacanas pra se comprar nas grifes amadas (porque são menos caros e quase todo mundo pode!). A gente acredita nos lenços como acessório super acrescentador de estilo e especialmente agora no verão é chiquérrimo usar no cabelo. Já tem um videozito na fila pra ser filmado em janeiro com duas experts em lenços que a gente conheceu esse ano (tá bom, Bel e Luiza?!??). =)

Transparências
A Prada desfilou, o Karl Lagerfeld desfilou e o Marc Jacobs também – é um super indicativo que todo mundo (lojas, vitrines, novelas) vai reproduzir, de todo jeito, né? Na Fortune diz que vai ter de um tudo: organzas, chiffons, georgettes e sedinhas finas. A gente acredita nos algodões fininhos, nas gases e nos tricôs tão tããão leves que ficam transparentes também – que esses tecidos carregam a transparência velada nos looks mais informais (e nos de calorzão!), não é mesmo? A gente só tem medo das calças transparentes acontecerem na vida real nessa mesma onda. E um post só de “como usar” já tá na nossa fila de rascunhos, pra janeiro sem falta.

Tênis bacanas
Essa é bem pros meninos, mas menina também pode (claaaro!): em maio a gente já tava vendo a coisa acontecer e em julho a gente comentou sobre a febre dos tênis num post sobre a febre das camisetas (a gente também acredita nas camisetas, tá?). Que antes tênis era só tênis e pronto, tudo nike ou adidas ou semelhantes. Mas esse ano a cultura ’sneaker’ super bombou: abriu loja da Vans em SP, o Justin Timberlake instituiu o combo tênis + terninho (super bofe gringo e estiloso!) e as marcas mais legais já investem na produção dos seus próprios modelos, tipo os do Marc Jacobs e os da Osklen e os do Alexandre Herchcovitch. É pra gente prestar atenção mesmo, que os tênis são quase artigo de luxo, não é mesmo?

Tecidos tecnológicos
Esses tecidos cheios de propriedades e funções e facilitadores de vida estão mais e mais perto de saírem da passarela pra vida real de verdade. E não só esses que abraçam, ou que refrescam e aquecem, ou que protegem de raios solares e tals, mas também os que acrescentam elegância na aparência – com cara de emborrachados, plastificados, lustrosos mas super macios e leves. Aqui tem aparecido muita tecnologia no desenvolvimento de tecidos ecologicamente corretos, já nas lojas da Osklen e da Redley (e no SPFW da sustentabilidade todo mundo fez, né?). Então a gente conta com essa ‘tendência’ pra encher os nossos guarda-roupas no ano que vem com pecinhas cheias dessas propriedades maravilhosas, anti-cheirinhos, anti-bactérias, anti-queimaduras e anti-chatice. Diz que vai ter montes e montes de neoprene numa coleção especial (!!!) no próximo SPFW. É tecnológico, né?
Lojas-experiência
Essa a gente adora e já quer que seja estabelecida com o regra (e não só como tendência) há tempos! Os pontos de venda não podem mais ser só pontos de vendas, a gente quer maaaais. Consumidor não quer só comprar por comprar, quer viver experiências, quer se divertir, quer deixar o olho brilhar e se identificar com a essência da marca que está comprando. Tem que ter emoção, tem que ser mais que loja apenas, que consumir não é comprar imediatamente: tem que contar história, tem que ajudar o consumidor a sair da rotina dele e tem que ter autenticidade pra fazer ele consumir de verdade, com frequência e durante muito tempo. A gente quer mais lojas com salão (de beleza mesmo!), lojas com comidinhas, lojas com arte e intercâmbio de produtos. Já pra 2008, tá bom?!??










Fê, acredita que eu amo lenços, mas nunca usei por não saber como?
Adoro tênis e lojinhas fofas(acho que deveria ter + no Brasil, afinal aqui é o país da diversidade!) tudo num post só…** = eyes shining shining!
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