23.
jan.
08.
vocabulário deglícia (néam?!??)
A gente escreve muito “a gente” porque somos duas, felizes da vida de trabalhar (e mega se divertir) em dupla. E “a gente” virou meio uma gíria nossa, néam? Tipo esse néam, que a gente tomou emprestado do Pedro Beck e já vê um monte de gente em volta repetindo também (adoooooro!). Pois a Paty deixou um comentário há tempos perguntando de uma “gíria” que a gente usa aqui no blog e a gente resolveu explicar to-das as bobagens que a gente fala não só aqui, mas nas nossas conversinhas de vida real também!

Modelas: a gente tem essa cliente mega engraçada, a Rita Lobo, que antes de ser chefona do site Panelinha era modela. E foi ela quem inventou isso de falar modela – a gente ri mointo toda vez que ela fala, tanto que agora a gente só fala assim também.
Mointo: é afetação pura, não tem explicação. É meio tentantiva de escrever com a ênfase com que a gente falaria, sabe como? (”Sabe como” é da Regina Guerreiro, de quem a gente copia mil outras coisas, tipo ‘paéte’! A gente tem personalidade suuuper forte! Hahahahaha!)
Deglícia: é a gíria mais querida desse blog, homenagem à mãe queridíssima de um amigo queridíssimo, chamada Glícia – diz que ela falava isso em casa, como se nada fosse, tipo “vem provar isso que está uma deglííícia”! A gente adora. =)
Não é mesmo?/Veja só!: invenção de outra cliente! A gente tem essa outra cliente querida e bem engraçada que termina 8 de cada 10 frases com “não é mesmo?”, e que pontua as conversas com “veja só!”. Toda vez que a gente encontra com ela a gente sai repetindo essas coisas loucamente – e como o blog escrito é igaulzinho ao jeito que a gente fala, não tinha como não reproduzir aqui. Essa cliente é também quem inventou a expressão “shostinho”, que o Vitor Ângelo tá mega popularizando (!!!!!!!).
Amazing: veio do Fabio Ishimoto, nosso amigo power stylist da Vogue, e a gente usa quando alguma coisa é incrível e a gente aaaama. Tipo “amei-zing”, sabe? (Mointo afetada meishmo!)
Meishmo: às vezes eu queria ser carioca. Essa eu uso mointo, a Cris tá usando também (adoooouro). =)
Masculine: foi um erro de digitação que fez tanto sucesso quando chegou na nossa caixa de email que virou o termo-oficial aqui na Oficina. Sério, a gente nunca fala o certo, a gente SÓ fala masculine. No mesmo email veio outro errinho, o “quedridas”, que a gente também adotou MEGA e ainda obriga todo mundo em volta a usar. E a gente sabe que foi um lapso de digitação, que não foi de propósito… mas fez a gente rir mointo e ficou pra sempre assim. (Muito bobas!)
Em si: essa é da Erika Palomino e a gente ADORA. E repete insanamente, porque a gente é fã.
Tomare: também veio do vocabulário-nonsense do Fabio Ishimoto, e tem derivações – a gente usa muito “tomare” e logo em seguida “Deus te ouce”. =)
Fiesta: é uma gíria das férias que promete durar pro ano todo. Tomare. E o ‘exótico’ da Thaís Losso é outra promessa, a gente super quer incorporar!
A gente ainda fala mais umas coisas na vida real que aparecem menos por aqui, tipo ‘maquilagem’, ‘óbi’ e ‘no caso’ (essa a gente fala mointo!). Tem mais e a gente esqueceu? Deixa comentário que a gente se explica! =)









Sabe que nunca raparei no que falo, a não se o “por quê?”. Ficou ótimo o post, engraçado e divertido ao mesmo tempo.