14.
jul.
08.
macacão, salopete, jardineira e macaquinho
A gente vai falar e vai ouvir falar mointo dessas peças aí, de agora até o verão. Há tempos a gente tem visto macacões nos – desfiles nacionais e inter – mas nessa última temporada vimos mais, em modelagens mais variadas e em materiais diferentes. Como na teoria o macacão e as suas variações são “peça única”, eles podem parecer peças limitadoras… mas não! Sabendo que variações são essas, a gente sabe qual delas é a mais legal pra gente e que coordenações cada uma rende. Quer ver?!??

O macacão é a peça fechada até a parte de cima, que não precisa ser usada com blusa por baixo – pode ter mangas (curtas ou compridas) ou pode ter alças, mas sempre tem pernas compridas. E macacão pode ser usado com lenços, com casacos e cardigans, com broches, com botas ou sapatilhas ou sandálias. Dependendo do modelo – mais ou menos fechado, mais ou menos pesado, etc etc etc – o macacão alcança temperaturas diferentes, de acordo com os complementos que a gente escolhe usar. E se ele foi o mais fácil de ilustrar aqui (soooobram referências!), então é porque ele é o queridão da estação, mais que as suas variações!

A versão ‘pernas curtas’ do macacão é o macaquinho. Tudo igual ao macacão – pra ser chamado ão ou inho é preciso ser peça fechada em cima, sem necessidade de sobreposição! – só que com pernas curtinhas. Pode ser em forma de bermuda ou de short, e também pode ser usado com complementos – camisetas de manga longa por baixo (se quiser!), jaquetinhas jeans, xales enroladinhos no pescoço e faixinhas. E se o macaquinho é feito em tecido arrumadinho, sedinhas (como no verde da foto!) e tals, o macaquinho fica mais elegante e até refinado – junto com acessórios finos-delicados fica perfeito pra festinhas de verão, né?!??

Aí, quando o macacão tem cavas baixas e alças mais finas (na frente ou nas costas), de um jeito que não daria pra gente usar sem uma blusa por baixo (que peitinho de fora ainda não pode, gente!) a gente chama de jardineira. E jardineira pode ter pernas longas ou pernas curtas – equivalentes ao macacão ou ao macaquinho – mas sempre têm perninhas separadas. E aí tem variações de formalidade, de acordo com os tecidos com que cada jardineira é confeccionada: o modelo pode ser mais informal, em jeans, ou super bacanudo, em lãs finas e mesmo sedinhas. E a gente pode, com coordenações diferentes, mexer nesses “graus de formalidade”: fica ótemo combinar jardineira jeans com blusas em seda fina – lustrosa ou transparente, ou jardineiras arrumadex em tecidos de alfaiataria com camisetas e regatinhas.

A salopete é a versão-saia da jardineira. Tudo igual às jardineiras do texto daqui de cima, mas com parte de baixo em forma de saia. Imprescindível pra ser salopete (assim como pra jardineira!) é a necessidade de se usar alguma coisa por baixo. Então, muitas vezes um vestidinho pode servir como salopete, porque a gente usa com camistas e tricôs por baixo. Mas pra caracterizar a peça a cava (a abertura por onde o braço passa) precisa ser aberta de um jeito que não daria pra gente usar puro, sem nada. E o comprimento da saia da salopete pode variar: pode ser mini-saia, pode ser no joelho, pode até ser longa. Os materiais também variam, tanto quanto as coordenaçãoes. “Sacou”?!?? =)









Cristina respondeu:
19 fev 2010 às 16:01
Feio pra quem faz, né, Mariana!!! E no caso a pessoa até assina!!! Beeeeem feio…