1.
ago.
08.
tecidos naturais x tecidos sintéticos
Olha, quase tudo que a gente adquire – em peças de roupa – é feito de tecido. Então é bem eshperto de nossa parte conhecer tipos de tecidos e saber das propriedades (boas e ruins) de cada um, não é mesmo? Conhecendo a gente consegue avaliar o que vale mais e o que vale menos, quando usar cada tipo desse materiais e mais.
Todo tecido pode ser feito com fibras naturais ou artificiais/sintéticas. As fibras naturais são o algodão, o linho, a lã e a seda. Esses tecidos são bem confortáveis e flexíveis, duráveis, resistentes, de toque agradável, práticos de manter e todos “respiram” (não dão cheirinho ruim!); mas amassam com mais facilidade e super podem desbotar com o tempo. Os tecidos feitos com fibras artificiais (tipo viscose, raion, acetato, poliéster, acrílico e nylon) secam muito rápido, são super resistentes e quase não amassam (ótemos para viagens), mas não absorvem a transpiração, dão cheirinho (ixi!) e queimam com super facilidade na hora de passar.

Sabe aquela etiqueta que vem dentro da peça, grudadinha na costura do lado do corpo? É lá que a gente conhece a mistura de fios que compõe cada peça que a gente compra, até com porcentagens de cada fio na confecção da roupa – sabia?!?? Toda roupa tem obrigação de vir com essa etiqueta, tipo uma imposição do governo e tals. E aí, entendendo a etiqueta, a gente pode avaliar coisas tipo:
* uma peça com maior quantidade de tecido natural sempre é mais fresquinha: no calor, mesmo peças escuras – se feitas em algodão, seda e afins – dão menos sensação de mointo quente do que as sintéticas (que fazem parecer que a gente se enrolou no plástico – nada fresquinho, néam?); e quanto mais tecido natural na composição , mais o valor cobrado pode ser justificado
* uma peça com maior quantidade de tecido sintético é mais quente: então malhas feitas em fios artificiais, bem pro frião mesmo, super aquecem mais (e a gente sempre usa com camiseta de algodão por baixo!) e podem ser bem baratchinhas – o que não vale é pagar super caro por uma peça 100% sintética sabendo que não vai super durar, entende?
* materiais naturais transmitem instantaneamente uma imagem mais elegante e duram bem; materias sintéticos têm questões de manutenção recorrentes e enjoadas de cuidar, tipo bolinhas, enrrugados, cara de velhinhas logo depois das primeiras lavagens, costuras que entortam e tals.
* tudo que tem strech/elastano tem fio sintético na composição; tecido plano (que não estica) pode ser feito de tecido natural ou de tecido sintético; malha (tecido que estiiiiiica, tipo viscolycra, jérsei, suplex, etc etc etc) pode ter porcentagem de tecido natural, mas é quase sempre mointo sintético – e quem ensina a diferença entre tecido plano e malha é a Natália num comentário do blog Fora de Moda (não é ótema essa blogolândia, gente?).
E em cada guarda-roupa, pra cada tipo de personalidade e de estilo de vida, a gente encontra necessidades diferentes. Quem viaja muito precisa de uma coisa, quem vai andando pro trabalho precisa de outra coisa, quem tem criança precisa de outra, quem tem momentos diferentes pode precisar de uma coisa pra cada momento desses. Bom é conhecer e estudar pra todo mundo investir certo, em valores e em quantidades!
Mais:
Aula de manutenção da Oficina de Estilo
Artigo super legal dizendo da importância do material sintético pra “salvar o planeta” (ãnh?)









Essa da camiseta de algodão por baixo meu professor me disse mesmo um dia. Eu tava reclamando daquelas blusas da Skala, que vira e mexe pareciam que o desodo tinha vencido…mas era nada, só sensação de abafamento mesmo. hehehehe dica bem boua
^~
post super útil!
bjos
[Responder]