6.
ago.
08.
nossos top 5 desfiles da temporada (e mais)
Pelo menos até o verão chegar, a gente ainda vai estudar muito todas as fotos de todos os looks desfilados na última edição do SPFW. E essas coleções ainda nem chegaram às lojas, hein? Então, nessa semana de estudos/pesquisas/visitas à essas referências, a gente resolveu listar nossos top 5 desfiles da temporada (paulista). Aqui tem os desfiles que mais tocaram, que mais ensinaram, que fizeram a gente ter vontade de consumir pra lembrar da apresentação – e a lista não tá em ordem de preferência, o amor foi todo igual. Let’s:
MARIA BONITA: Se tem um jeito de ser muito confortável, muito não afetada, muito elegante e ao mesmo tempo carregar toneladas de informação boa de moda num look, esse é o jeito da Maria Bonita nessa coleção. Tinha macacão (do jeito menos previsível), tina vestido solto, tinha tecidos fresquinhos e casaquinhos super leves (perfeitos pro nosso verão!), tudo em coordenações de cores super brasileiras – azul do mar, bege da areia da praia, cinzas de asfalto e laranjas e turquesas da vida em volta. Alcino Leite Neto (da Folha de SP) escreveu um texto de chorar de tão lindo, tem que ler pra enteder o que todo mundo sentiu nesse desfile.
PRISCILLA DAROLT: Foi a primeira vez que a gente viu um desfile da estilista, e foi uma supresa ótema. A gente AMOU entender os desdobraentos super super leves de um elemento tão pesado – correntes de moto permearam toda a coleção sem pesar nem um pouquinho, pelo contrário: as modelas eram quase bailarinas! A cartela de cores é lhinda (quem imaginou juntar marrom/ferrugem com marinho/turquesa?) e as camisetas em seda com estampas de camafeu e de laços antigos (de Cartier, tsá?) são super objeto de desejo por aqui. Priscilla, seja nossa amiga.
ANDRÉ LIMA: Faz toda a diferença assistir desfile ao vivo, gente, dentro da sala de desfiles mesmo. E esse desfile de André Lima é de amar lá dentro, com as modelas entrando com essas formas absurdas, com o estilista felizérrimo no final, com o tableau vivant que todas elas formaram no finzinho. Foi um espetáculo de formas e um showcase de um super exercício de modelagem, foi um desfile de exuberância e de gente feliz (que quem usa esses vestidóns tem que estar bem feliz na melhor festa da vida, néam?). Foi um super aprendizado no quesito ‘desfile de moda e não só de roupa’, e fez a gente se emocionar.
ALEXANDRE HERCHCOVITCH: Olha, a gente explicou o encantamento que essa coleção teve – pra gente – nesse post aqui, com trilha sonora de Maria Bethânia e tudo. Clica pra ler que tá facinho facinho de entender, enxergar e de se encantar também. =)
GLÓRIA COELHO: Foi outro desfile de suspirar – e a gente pirava com cada entrada, com cada modelón desses. Tipo no desfile de Alexandre Herchcovitch, os looks de Glória tinham babados que rompiam peças duras e estruturadas com sua leveza, inundando a passarela com camadas e camadas de tecido. Incrível como essa é uma estilista que (quase) sempre trabalha temas masculinos e alcança resultados super mega femininos! A gente amou as versões e desdobramentos do smoking – com calça saruel, que foi a nossa preferida de to-da a temporada! – e o estudo de mangas que ela exercitou nos casaquinhos e coletes e vestidos dessa coleção.
BRINDE! 2nd FLOOR: A segunda marca da Ellus aparece aqui porque a gente também a-mou. A passarela da 2nd Floor era estampada com um mapa-mundi gigante, e as roupas pareciam pular de lá, de lugares diferentes: bolsinhas com cara de América Latina, vestidos com cara de México, coletes bordados com cara de África e mais. A gente também amou tudo, especialmente as propostas de sobreposições (com pecinhas eshpertas, tipo os coletinhos coloridos) e os lenços cheios de pingentes (vai vender? alguém sabe?).
Agora a gente quer saber das preferências do povo que faz blog junto com a gente, aqui nos comentários. Quais os preferidos? E porque? Vamos fazer mais lista aqui embaixo?!?? Topam?















Nossa, tô assim APAIXONAAADA pelo 5º look da Priscilla Dalrot e pelo primeiro da Glória Coelho! Não consigo parar de pensar “ai, se eu SÊSSE magra…”