A gente tá bem feliz com as colunas de moda de rua que a Época SP tem chamado a gente pra fazer. Na revista que tá na banca tem o nosso passeio pela feirinha da Benedito Calixto, com o resultado mais legal que a gente teve até agora: era dia de chuva (de verdade, chuvona!) e a gente exercitou o olhar pra achar soluções estilosas e sequinhas no povo! A página da coluna tem lay-out novo a partir dessa revista e – oooolha! – nossas carinhas aparecem ali no alto sorrindo, com menção à Oficina de Estilo e tudo! Não é pra ficar feliz mesmo?!??
A edição das fotos ficou essa daqui de cima. A gente fotografou mais uma estilosa e um estilooooooso (!!!), que tão aqui, com nossos textinhos na íntegra e aprendizado fashion pra todo mundo se proteger das próximas chuvas. Que nesse dia a gente aprendeu montes também, com esses “professores” ótemos aí. =)
Ontem teve, aqui em SP, a primeira festona do Prêmio Moda Brasil, evento que a gente espera ver todos-os-anos a partir de agora. Aconteceu no Teatro Municipal, bem chique, e (quase) todo o ‘mundo da moda’ tava reunido lá – era tipo tapete vemelho de celebridades fashion, muito muito legal. A gente tirou fotos de tiete, deu abraço e beijinho em Glorinha Kalil (musa-mor), conheceu mais gente legal do nosso meio e voltou pra casa sorrindo (as usual!).
A gente entende que esse prêmio quer valorizar os profissionais que ajudam a formatar o nosso meio de moda, quer incentivar gente nova e, por consequência, fazer com que o próprio meio cresça. Por conta dos indicados e dos finalistas nas 17 categorias da premiação (dezessete!), teve mointa crítica – crítica valiosa e fundamentada, vinda de gente que a gente respeita super (aqui, aqui e aqui). Bom que de repente as próximas edições do prêmio sejam aperfeiçoadas e ainda mais legais, porque a de ontem a gente já super curtiu. Foi o máximo estar lá no Municipal com todo o povo da moda fazendo o que tem de mais legal pra fazer em moda: usufruindo dos looks mais legais que se pode coordenar, tipo cinderelas-fashion. E tava todo mundo bem lindo mesmo! Ó QUE O CHIC TEM AS ROUPAS (E AS MARCAS DAS ROUPAS!) DE TODO MUNDO! =)
Desde que a gente viu a seleção de finalistas ficou a impressão de que esses primeiros “troféus” iam pras pessoas que tão há mais tempo nesse mercado, que ajudaram a fazer dele o que ele é hoje. E ontem teve um pouco de confirmação e um pouco de surpresa: Alexandre Herchcovitch foi eleito o top estilista de moda masculina, Reinaldo Lourenço foi eleito top estilista de moda feminina (e fez o segundo discurso mais fofo da noite, dedicando o prêmio à Gloria e ao filho deles, Pedro – foi foooofo). Maria Bonita ganhou como melhor desfile do ano e o Chic ganhou como melhor veículo de mídia eletrônica (Glorinha nossa musa fez o top discurso da noite, quando lembrou de dizer no palco o nome de to-do-mun-do que já trabalhou com ela no site, tipo Alexandra Farah, Victoria Ceridono e Jorge Wakabara – que nem tão mais lá! Chiquérrima de verdade, tem muito pra ensinar sobre delicadeza).
Parte surpresa: Paulo Martinez e Giovanni Frasson ficaram atrás de Felipe Veloso na categoria ‘melhor stylist’ – e vejam bem que a gente ama o trabalho do Felipe, mas os outros dois podiam ter levado essa. (Tem outra opinião aqui, muito válida também!). Também na categoria ‘melhor campanha’ o prêmio deixou de premiar (rá!) o Giovanni Bianco, mestre da imagem de moda aqui no BR, pra premiar Oskar Metsavah, da Osklen, que nem publicitário é (e que fez um discurso esquisito, que foi super comentado depois na festchinha). Desde sempre a gente sentia falta da Erika Palomino ser indicada/finalista em alguma coisa – qualquer coisa – porque né, gente, as pessoas podem não curtir mas ela é importante de verdade para esse meio (a gente ama sinceramente). Então na categoria revista a gente esperava que ela fosse homenageada e que a Key ganhasse como melhor veículo de mídia impressa, mas não.
Mais o prêmio (pra gente) foi bem mais alegria do que comentário ruim (xô energia negativa): Maria Bethânia diva absoluta cantou, Wagner Moura se apresentou com a banda dele e com o figurino mais fofo de toda a noite (do Thiago Ferraz, de quem a gente é fã instantânea), Regina Casé – que a gente adora e já listou num top 10 pessoas mais elegantes pra gente – fez a gente se divertir com sua apresentação e os looks do povo vão render conversas pra gente por muito muito muito tempo ainda. E a gente torce pra que nas próximas edições do prêmio eles incluam categorias menos tradicionais e mais frescas, tipo figurinistas de novela, blogs de moda (separados de mídia eletrônica que não são a mesma coisa!) e – porque não?!?? – personal stylists. =)
Vitor Ângelo, no blog Dus Infernus, levantou a questão dos critérios usados pra premiar como centro de todos os questionamentos de todo mundo – faz super sentido, vale a leitura pra gente afiar o olhar “contestador” (pro bem!).
Amigos, nosso primeiro curso na Escola SP foi um sucesso (obrigada, Deus! obrigada amigos que ajudaram a divulgar!) e a gente quer repetir super a dose. Nossa sala na semana passada tava lotada de meninas ótemas, bem interessadas e com perguntas bem pertinentes. A gente tinha programado fazer duas horas de conversa e uma de dúvidas/troca, mas a coisa toda durou quatro horas (!!!) e se deixassem a gente tava lá (quase) até agora. Que o assunto não acabava e o clima era super “lá em casa” meishmo. Foi uma deglícia e a gente quer que nesse próximo fim de semana a estória seja bem essa daí.
Que dessa vez vamos conversar sobre blogs de moda (eeeeee!). As marcas de moda mais legais providenciaram blogs pra elas mesmas. Editores ótemos têm blog, lá fora e aqui. A gente entende “moda de rua” hoje por causa de um blog (meio que). Susie Bubble viaja o mundo por conta do seu blog. A abordagem e a estrutura da mídia de moda tá em processo (super) de mudança por conta dos blog: se antes, com as revistas e jornais e gnt fashion a gente tinha monólogos, agora a gente tem diálogo, con-ver-sa. A informação vai e também volta. A gente discute em grupo e pensa tudo junto. E isso tá grande, gente. E tá gerando oportunidades bem bacanas – de crescimento, de destaque e de trabalho. A gente é prova disso! =)))
E nesse ‘curso’ a gente tem partes teórica, prática e uma troca óóótema: a gente vai ter conversas com gente que arrasa em blogs! Victoria Ceridono, linda cheirosa inteligente e mointo fina, vai contar pra gente da sua experiência de troca com as leitoras, nos mil comentários que cada post dela tem (todos super positivos, leitoras super queridas). E Adelaide Ivánova, (nossa) musa da auto-estima na internet, vai contar como está sendo fazer um blog corporativo com a cara dela, com toda liberdade do mundo. Informação boa e alto astral (sempre!). Vamos vamos vamos, gente?!??
Aqui na Oficina a gente é calminha mas adora uma estampa selvagem, nem que seja em pequeninas porções – que é mesmo como a gente acha mais legal usar. E a gente prefere estampas de animais selvagens mesmo (ou quase): tipo não vale vaquinha, mas vale onça, tigre, zebra, girafa e até pavão (chique!). Essas estampas já vêm com a mensagem sexy embutida, sabia? Por conta dessa mensagem elas ficam menos óbvias se a gente escolhe peças não-sexy pra “soltar as feras” (rá!): se for num vestido, que seja num vestido fofucho ou mais retinho, e não num decotado-super-justo; se for numa calça (oi?), que seja num modelo mais despojado tipo saruel, e não numa cigarrete; mesmo se for num sapato, que seja numa sapatilha ou num peep-toe, e não num escarpin altíssimo ou numa sandália com tiras super mega finas. Sacou? Quem tem medinho pode começar com acessórios (ótemos), tipo sapato, bolsa, lenço, bracelete, broche – um desses de cada vez não escandaliza ninguém, em nenhum ambiente.
E vejam bem, amigas, que a intenção não é mascarar a mensagem sexy da estampa de animal, mas acrescentar à essa outras leituras possíveis – pra gente ficar mais interessante e menos literal, no caso. Que na hora de coordenar o animal print (!!!) com outras cores, tudo é possível. Se a gente coordena com “cores de menina”, tipo vermelho, rosa, laranja ou salmão, a onça/zebra/cobra pode ficar super feminina. Se a coordenação é com preto, marronzão ou roxo, a mensagem sexy fica de bracinhos dados com uma mensagem mointo elegante (dependendo das peças, hein!) e aí a coisa toda fica sexy-chique. Se a gente coordena com cores coloridas, tipo verdão, amarelo e azul vivo, o look fica bem divertido, criativo mesmo. Sabe o que vale também? A estampa de animal em si estampada com outras cores: tipo zebra preta e rosa (Marc Jacobs já fez), onça verde e laranja (tem na Leeloo, cobra em várias cores (tem sapatilha na Paula Ferber) – que não é só a gente que tá pensando nessa “selvageria”, viu?!?? =)
E aí, na hora de coordenar com outras peças, a gente continua equilibrando mensagens. Pra começar, bicho + qualquer neutro – escuro ou claro – é acerto garantido: marinho, cinza, cáqui, e cor de pele arrasam. E as mesmas direções pra coordenar quaisquer estampas valem aqui: é bom procurar cores que se repitam numa estampa e na peça lisa, vale coordenar materiais diferentes, tipo a estampa de animal num top de algodão com uma bermuda em lã, e é possível coordenar a estampa selvagem com outras estampas. Fica bem legal com floral discreto, com listras, com gráficos e abstratos pequeninos, com padronagens masculinas (lhindo!) e mais. Só não fica tão legal com estampas étnicas, que reforçam a coisa selvagem e podem deixar a gente meio tribal demais (ãnh?). E tem que lembrar de deixar uma estampa dominar sobre a outra, elas não podem competir, sabe como? (Tem uma lista de fórmulas boas pra incentivar, aqui ó.)
Sabe mais o que? A gente acha que animal prints na praia são super mega elegantes, de rica. Arrasa no verão. =)
No verão passado a gente fez um post com esse título aí, amigos, “Dignidade no mega calor”. E o verão passado, pelo menos na nossa lembrança, tava fresco perto desse que tá vindo – beeeem mais quente! Junto com isso a gente pode juntar nossa experiência nesse último ano (nossa mesmo): nosso trabalho mega aumentou, nossos clientes se diversificaram (super pro bem!) e a gente tem guarda-roupas profissionais diferentes hoje, um pouquinho mais sofisticados- menos informais. Mas calorzão é imperativo, amigos, então a gente continua fofinhas e confortáveis, mas preparadas pra (não) suar e pra (não) perder um tiquinho de elegância sequer pro tempo quente. Sandalinhas à postos, pezinhos de fora, vamos dividir atualizações, então?!??
A moda tem sido amiga e moooointas vitrines têm mostrado casaquinhos com mangas curtas (em versão tipo camiseta, ou nos cotovelos, ou mesmo 3/4). Esses casaquinhos têm modelagem mais soltinha no torso e mesmo nas mangas (tem pouca coisa acinturada!) e são feitos em materiais leves e naturais, tipo sarja, brim fino, algodão e até renda (de bilro), crochê abertão e tricô vazado. Super leves, essas peças contam como a terceira peça do look e não adicionam calor – tem que ser ventilado, tem que ser soltinho (que tudo que gruda na pele fica melado no fim do dia, em contato com pele suada, neám?). Mais: comprimentos curtos em barras e mangas de casaquetos dão chance de coordenar proporções de maneiras mais criativas, lembra?!?? A gente imagina esses casaquetos com regatas bem levinhas/fininhas por baixo, tudo bem fresquinho, tudo em materiais naturais de qualidade. Também vale usar colete como terceira peça, né, gente, bem “bracinhos de fora ventilando o look”. E aí, nessa mesma motivação de peças fresquinhas em tecidos de qualidade, bermudas e saias podem substituir calças compridas e deixar as pernocas ao vento, não?!??
Mais de uma moda “ajudadora”: a gente tem visto muito linho em muitas coleções, com um caimento novo e bem fino (ventilaaado!) e também misturado com outros tecidos (tipo algodão e seda) – tem na Isabella Giobbi, na Zara, na Huis Clos e na Lilla Ka (alguém viu mais?!??). Bom de misturar linho e outros materiais (na composição do tecido) é que acaba amassando menos, sabia? Amarrar lenços também dá aquela sofisticada no look, e o segredo pro verão é amarrar longe do pescoço, mais sobre colo-ombros-seios. Fica super lindo com regatas, de bracinhos de fora (de novo!) e funciona como uma gola: daí além de sofisticar, já encaixa o look num outro “degrau” de dresscode. Extras: prender o cabelo no calorzão é um recurso incrível de estilo (e de praticidade), então vale já sair de casa com ele arrumadinho, preso com decência, pros fios não despencarem ao longo do dia. Parcimônia também no make, né gente, que nossas carinhas bonitas não precisam derreter por calor nenhum desse mundo. =)
E a gente vai, durante toda essa semana, fotografar amigas, clientas e gente bacana na rua (na chuva e na fazenda também) – todo mundo com looks bons de calorzão. Porque não tem inspiração melhor que a própria vida, que gente como a gente, não é?!?? Vai tudo pro Flickr, fica de olho. =)
Quando a barriga começa a ficar maior e definitivamente as nossas roupas amigas-de–guerra não podem mais fazer parte do nosso repertório na hora de escolher o que vestir, dá um mini-pânico!!! A falta de opção e a vontade de usar roupas “que não apertam” acabam levando a escolhas confortáveis, mas nada elegantes… tipo camisão com legging!!!
Gente, não, né!?! Eu lembro de ter lido num dos livros da super dupla Trinny e Susannah, que se uma mulher com o corpo perfeito já ia ficar horrível com legging e camisão, imagina uma “barriguda”!
existem calças tão confortáveis quanto legging e mais soltinhas – bem melhores pra quem tem quadril mais largo, coxa mais grossa ou bumbum mais saliente!!!
Acontece que a gravidez acentua as partes do corpo que a gente já acha mais cheinhas normalmente… Quem tem quadril largo, fica com ele ainda maior e nesse caso o camisão acaba não valorizando nem dando forma pra parte do corpo que está mais fininha – colo, ombros e braços – e a legging deixa as coxas (que provavelmente estão mais gordinhas) bem em evidência. E quem tem braços e seios maiores normalmente, fica bem melhor durante a gravidez com roupas que deixam o quadril, bumbum e cintura marcadinhos, o que não é o caso do camisão, certo!?!
A gente já foi super contra legging durante a gravidez, mas agora deu pra perceber a praticidade e versatilidade da pecinha-polêmica na pele. E solução que a gente achou foi usar legging com vestidos ou túnicas mais longuinhas (um pouco acima dos joelhos) e mais ajustados, principalmente na cintura – mas nunca no bumbum!!! Pescoço e colo a mostra são super “emagrecedores” porque alongam o tronco, deixando a barriga mais em evidência que os seios.
camisas ajustadas mostram as formas e são beeeeeeeem mais femininas
Já o camisão, não tem jeito, mesmo!!! Pra substituir a melhor opção é usar camisas mais ajustadas, com stretch, que ficam corfotáveis, quase não amassam e dão forma. Só tem que lembrar que os botões têm que fechar direitinho, sem repuxar, pra não ficar com cara de que vai estourar.
Sabe essa recorrência de inspiração nos anos setenta, de peças com cara de artesanais, tipo feitas à mão? Pode ser essa a razão da gente ver, por agora, tantas dessas estampas chamadas ‘artsy’. Tudo que lembra pinceladas, que lembra pinturas e obras de arte – seja em listras, em xadrez, em florais – pode ser encaixado nessa “categoria” nova e bem bonita de estampas. Vale também formas abstratas, desenhos que lembram trabalhos feitos em aquarela, manchas de tinta e mais. E a gente tá achando tudo bem chique – se em todo verão a gente tem vontade de usar vestidinhos florais, que dessa vez a gente escolha os mais atuais.
Que mesmo aparecendo em campanhas de marcas-bafo e em montes de desfiles nessa última temporada, as estampas artsy também tão aparecendo por perto da gente – tem na Zara, acredita?!?? Super legal pra quem quer acrescentar um toque super feminino ao look, sem ficar mocinha demais – essas estampas sugerem um feminino mais mulherzinha, mais inteligente, “conhecedora das artes”, sabe como? Que a coisa das pinceladas, do desenho não tão definido, faz com que essas estampas pareçam telas coloridas de longe: os desenhos (formas de flores, por exemplo) só aparecem direitinho quando vistos mais de perto. Sacou?!??
E mais: estampas com o climão artsy dão chance da gente acrescentar cores (e coordenações de cores) ótemas ao visú (rá!), porque esse é um fundamento dessa estampa: ser ousado, ser “artístico”. Muito bom pra combinar com peças em padronagens masculinas, com outras padronagens gráficas (quadriculado, listrado, xadrez, até bolinhas!) e pra criar cartelas de cores bacanas com cores neutras – neutros interessantes, né, gente – tipo cinzão, marinho, verdão, roxo, vinho, marronzão. Tipo “saídas da aula de história da moda,” bem cultas.
Olha, a gente tá super sabendo que tem mointo post nesse blog com cara de jabá, só falando da gente mesma. A vida offline tem andado tão cheia de coisas legais que não dá perder nenhuma oportunidade de encontrar o povo do blog na vida real. E ao mesmo tempo que a gente quer postar conteúdo de moda e de estilo e de consultoria e tals, também quer avisar onde todo mundo pode encontrar a gente (fora daqui!) – pra fazer mais amigos, pra conversar mais, e pra amigos e conversas renderem maaaaais conteúdo!
O Filme Fashion tem essa promoção, ó: quem escrever as duas melhores críticas do desfile da Maria Garcia (esse mesmo que a Maísa comenta no vídeo!) vai ganhar pares de convites VIP pra festa e brindes da própria Maria Garcia – demais, não?!?? Tem que escrever e mandar pra info@filmefashion.com.br e tem que ser logo, viu?!?? E quem não quiser concorrer pode imprimir o flyers aqui em cima e apresentar na porta, pra pagar só R$ 15. E vem dançar com a gente hoje à noite! =)
Bom de trabalhar no shopping Cidade Jardim é que a gente tá mega aprendendo a pensar rápido. Na vida real a gente tem (em média) 4 clientas por mês, e a gente fica um mês inteiro com cada uma. No shopping a gente tem tido 3 ou 4 clientas por dia- o que maximiza tanto o trabalho quanto o aprendizado! E se isso já é bom, melhor ainda que todo o nosso “novo reflexo” (tamos mointo rápidas!) venha aparecer aqui, em forma de post. Não é mesmo?!??
Pois nessa semana tivemos três clientas no shopping com perfis e problemas parecidos, pra quem a gente achou soluções irmãs: as três são super jovens (entre 22 e 29) e têm trabalhos nada formais – uma é publicitária, outra decoradora e a outra tá no caminho de ser… personal stylist! Acontece que as três reclamaram pra gente de ter guarda-roupas indefinidos tanto em formalidade quanto em maturidade. Tipo elas tão se vestindo mais informais do que precisam e tão parecendo mais menininhas do que querem – e tavam presas até encontrar com a gente! Todas disseram que queriam parecer mais “trabalhadoras”, tipo comprometidas com o trabalho, mas não queriam parecer caretas. E queriam amadurecer a imagem, mas sem ficar parecendo mais velhas do que são!
O que a gente encontrou – juntas! – como solução foi permanecer com os mesmos elementos, mas mudar, em cada elemento desse, modelagens e materiais. Tipo, se o uniforme dessas moças é calça jeans + blusinha + (malha se esfriar), a gente propôs que ele ficasse assim: calças em jeans/brim com cortes de alfaiataria (ou diferentões, tipo saruel e tals), blusinhas em tecidos planos como algodão fino e sedinha (zero malha pra sofisticar!) e complementos finos ou estruturados (no lugar das malhas, entram cardigans finos ou capinhas/casaquinhos leves em tecido plano também). E não é que funcionou?!?? Elas (todas) continuaram de jeans e blusinha, protegidas de um friozinho eventual, mas tavam tanto profissionais quanto não-menininhas.
Pra deixar cada uma com a sua própria cara – mesmo usando a mesma fórmula! – a gente usou cores e coordenações diferentes pra cada uma (uma mais colorida, uma mais neutra, uma com misturas dos dois), usou transparências veladas pra uma, babados e laços pra outra, coordenação de estampas pra uma terceira e mais. E aí, é só reforçar o estilão próprio com sapatos e bolsas e lenços e broches e brincos e pulseiras e pronto: todo mundo confortável, com cara de trabalhadeiras e bonitinhas. Prontas pra vida.
Gente, então amanhã já é dia do nosso primeiro “curso” na Escola SP. Curso é o nome que tradicionalmente se dá, mas a gente aqui tá chamando mais de conversa, de encontro, de oportunidade de falar sobre um assunto de interesse comum e ainda trocar info boa. E tamos esperando que essa turma esteja cheia de carinhas amigas, viu?!??
Amanhã a gente vai conversar, em duas horinhas só, sobre o nosso mercado e sobre a nossa profissão. Vai ser a conversa que a gente queria ter tido com outros profissionais no nosso começo, quando a gente não tinha idéia de como começar, o que estudar, do que a gente ia precisar (de estrutura) pra trabalhar com consultoria, como conseguir clientes, como atender, como proceder nas técnicas e nas sutilezas desse trabalho, como cobrar, mil coisas. E vamos bater papinho mesmo, pra tirar quaisquer dúvidas que todo mundo possa ter.
olha as oficinas em açããããããão! =)
Esse é um mercado muito novo, tem mointa gente interessada (de vários jeitos!) e tem mil perfis de clientes – portanto, tem trabalho pra todo mundo que se interessar e se dedicar. E olha, a gente pensou em promover esse encontro porque mil vezes a gente se pega respondendo a essas perguntas, conversando sobre o começo e a realidade do dia-a-dia de personal stylists. Vamos conversar com a gente, então?!?? Faz inscrição por aqui, ó! =)