13.
out.
08.
reaprendendo a se vestir (parte 2)
Logo no começo da minha gravidez eu fiz uma viagem de 20 dias em Portugal e a previsão do tempo era de calor tipo 40 e poucos graus. E logo no começo da gravidez (e depois eu aprendi que não é só na minha) eu perdi cintura e ganhei centímetros no quadril e bumbum!!! Sem nenhuma roupinha de verão que me servisse pra colocar na mala, fui obrigada (ai, que dó, né!?!) a fazer umas comprinhas. Aproveitei pra já investir em peças que fossem servir, se não em toda, em boa parte da gestação.
A gente tinha meio que acabado de atender uma cliente grávida já de 7 meses e estudado bastante sobre o assunto – que acabou até rendendo um post muito legal no blogview. Munida de toda essa teoria fui tentar na prática, comigo mesma, o que ia funcionar ou não pro meu novo corpitcho…
A primeira peça que tive vontade de provar (e que continua me salvando) foi o vestido mais soltinho. E não é qualquer vestido que dá certo! O vestido ideal pra gestante – ou pra quem quer parecer mais magra e se sentir confortável – precisa ter decote que deixe o colo a mostra, um pouco de manguinha, precisa não ter a cintura marcada, ser feito de malha ou de tecido natural e ter comprimento perto do joelho.

e o melhor vestido é aquele que variando os acessórios vai a qualquer evento e qualquer ambiente!!!
Calças confortáveis, de amarrar, em tecido mais molengo e leve também são super importantes da hora de montar o “mini-guarda-roupa” de gravidez. Essas calças ficam ótimas com camiseta e teninhos no fim de semana pra ir até a feira e ficam lindas com uma jaquetinha bacana ou top de tecido plano e rasteira pra programinhas mais lights.
Pra completar minha mala perfeita investi em um top bem evasê em tecido plano (liiiiiiiindo), dois tops de malha longos – pra caber o futuro barrigão – um tricô leve e soltinho, uma bermuda larguinha e dois tamanhos maiores do que costumo usar, um jeans masculino (jeans pra grávida merece um post, não é mesmo!?!) e um foulard/faixa de tecido bem fininho que funciona como cinto. E acreditem, NE-NHU-MA dessas peças foi comprada em lojas de grávida, tá!?!

buscar inspiração é um exercício super saudável pra fazer antes de sair comprando
Moral da história? Compras pensadas e planejadas rendem peças que coordenam com muitas outras peças do nosso guarda-roupa, trazem versatilidade e praticidade pro nosso dia-a-dia e evitam ressaca moral do tipo “onde eu tava com a cabeça quando comprei isso”, sabe!?! Todas essas peças que eu aproveitei pra comprar num determinado evento – e foi tudo em liquidação (!!!) – eu uso muito mesmo 4 meses e 4 quilos a mais depois!!! Não é ótimo?
Os acessórios deixei pra comprar na viagem, porque eu não sou boba nem nada!!! E é assunto pro próximo post, OK!?!









Post útil e interessante. Minha cidade é muuuuito quente, e algumas grávidas que conheço não acertaram nas roupas na gestação, nem do resguardo.
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