15.
Nov.
08.
links de fim de semana: pra pensar (e crescer)
Ontem a gente encontrou com alguém que trabalha muito perto da organização do Rio Summer, evento que aconteceu no Rio duas semanas na semana passada. Diz que eles consideram um super erro ter marcado um evento que quer vender pra essa época, quando os compradores mais importantes do mundo já finalizaram suas compras de verão. E diz que pro ano que vem – o evento já está fechado e todo pago pra próxima edição – tem novas datas/novas épocas sendo estudadas como possibilidade. Vitor Ângelo, que faz o (excelente) blog Dus Infernus, ensina a gente que criticar é uma forma de crescer, e que crítica fundamentada é essencial pra que tudo se desenvolva e melhore. É dele o melhor texto sobre o Rio Summer que a gente leu até agora, e dele também vêm os links desse post de fim de semana. Tem que ler, tem que pensar e ajudar a questionar, pra que – aí sim – todo mundo em volta ganhe com isso. =)
• Vitor diz no texto que “se moda é imagem, o mais lamentável do Claro Rio Summer não foi não apresentar moda, mas sim fazer um retrocesso da imagem do país pra inglês ver, confirmando a farseta para todos eles a ponto de todos estrangeiros declararem que era isso mesmo que esperavam do Brasil.” Tem que ler o texto todo, e tem que ver a galeria de imagens que o Style.com postou – que ilustra direitinho isso daí (vixe).
• Jorge Wakabara, do portal da Abril (e de tantos outros endereços na internê!) entrevistou os principais jornalistas convidados para o Rio Summer e no fim pensou (alto) que “o que dá para captar depois de todas as respostas: o lifestyle está sendo vendido, muito bem, obrigado. A moda… Samba sem teleco-teco não é samba, evento de moda sem moda… não é evento de moda.” O texto completo tá aqui. Vixe parte II.
• Alcino Leite Neto, nosso muso-mor do jornalismo de moda, escreveu textão para a Folha de SP questionando: “bem organizado (para uma edição inicial), o evento, no entanto, só pôde oferecer desta vez marcas imaturas, coleções precárias ou grifes que fizeram simples desdobramentos de suas exibições anteriores (…). Para ter um futuro relevante, o Rio Summer precisa lançar o desafio comercial e criativo do alto verão não só para grifes amigas da organização, mas também para os principais designers brasileiros.” O texto completo pode ser lido por quem assina UOL ou Folha, nesse link. Alcino faz, junto com a Vivian Whiteman, o blog Última Moda – tipo a parte mais educativa de to-da a blogolândia fashion do BR.
• Sobrou crítica até pro Sartorialist, que achou (até agora) muito pouca gente inspiradora nas suas postagens do Rio, e aproveitou pra encher espaço de blog com quiosque, com pombinhos, com Natalia Vodianova (a modela que pegou praia durante o evento no Rio) e mais. Quem falou melhor foi Katylene, no Katylene.com (ELA VOLTOU MINHA GENTE!).
• E Carol Vasone (outra musa!) completou as idéias de todo mundo que ressaltou a falta de moda e de imagem de moda no evento como principal foco ruim, em entrevistas com gente importante convidada para o evento: “para o jornalista inglês Godfrey Deeny, a estrutura (do evento) é impressionante, assim como o tratamento dado aos compradores e imprensa estrangeiros, hospedados no Fasano, com agenda de festas luxuosas todas as noites. “Mas não senti que o que vimos foi o melhor da moda brasileira”, afirma o jornalista”. Tá tudo no blog dela no UOL, alimentado durante o evento. E bola pra frente.









Li na Folha de ontem (sexta) uma entrevista do Alcino com o organizador (ai, nao sei o nome dele), e ele dizia que chamou o Herchcovitch e outra marca foda (to esquecendo tudo agora!), mas eles não puderam, aí disse que tava falando isso pq a folha tinha dado na matéria anterior q as marcas eram amigas da organização…
deu pra entender direito? to confusa agora
beijos
[responda]