18.
nov.
08.

pense moda: conversas sobre uma moda imaginária

publicado por: Fernanda

Tem muuuuito mais lojas/marcas fora das semanas de moda do que as poucas que desfilam. Pra quem não mora em SP ou no Rio – e pra quem não é tão ryca – essas marcas que desfilam (provavelmente) servem de referência para o que as pessoas vão procurar nas lojinhas dos seus bairros, ou para os “moldes” que vão levar pra suas costureiras. E desfiles (provavelmente) nem devem ser a primeira fonte de inspiração desse público (não) consumidor, que as novelas e celebridades têm apelo ainda maior e mais eficaz (até pra gente aqui, mointas vezes). Que (muito provavelmente) tem muito mais gente que não consome essas marcas-bafo, que desfilam e tals, do que gente que efetivamente compra.

vogues-america-e-brasil.jpg
igualzinho a gente adoraria ser vogue américa mas né, gente, na vida real é diferente

Diz que o Tufi Duek fala que sucesso de verdade é quando todo mundo na rua tá usando o seu produto nas ruas. Daqui a gente tá vendo muito mais gente usando as referências dessas marcas do que o produto em si – ainda assim conta como sucesso?!??

5 Comentários para pense moda: conversas sobre uma moda imaginária

  1. Frank diz:
    18 de nov 2008 às 10:54 pm

    Então…é piada interna?

  2. ana diz:
    19 de nov 2008 às 10:36 am

    olha, sei não… mas já li o Duek dizer que os preços de suas peças são altos exatamente para selecionar o público que vai usar.
    então, acho que há uma certa contradição nessa pessoa, hum?
    ou ele acha que vive na suécia?
    (eu, particularmente, acho que ele acha…)
    :)
    bjs

  3. Tyara Caroline Gaedtke diz:
    19 de nov 2008 às 1:07 pm

    Oi Cris e Fê.
    Acompanho o blog de vcs há muito tempo. Mas de longe, pois nunca comentei. Super uso as dicas de vocês na vida real, procuro sempre pensar antes de comprar, usar as combinações, organizar o guarda roupas e a vida.
    Foi vendo isso, a minha super preocupação com as minhas roupas, que um amigo me deu uma missão.
    Ele está indo para um cruzeiro com a namorada e os sogros agora no final de ano. Ele não tem o mesmo poder aquisitivo dos sogros, que são empresários, mas gostaria de passar uma imagem de homem bem vestido. Ele não tem condições de pagar por roupas de marca.
    Vocês poderia colocar umas dicas aqui no blog, como preparar uma mala de viagem para 10 dias num cruzeiro, né! O que levar, em que quantidade. TUDO!
    Acho que ia ajudar muita gente nesse fim de ano!

    Obrigada!

  4. Luiza diz:
    20 de nov 2008 às 1:26 pm

    Para Cris e Fê,
    Desculpe me meter no seu post para a oficina, mas sempre viajei em navios nas rotas do Caribe e algumas na Europa. Neste ano, resolvemos encarar um por aqui. mesmo numa cia. italiana tradicional e com preços nas alturas, percebi uma certa “tropicalização” dos serviços (péssimo!) e dos viajentes. Isso se traduziu em pessoas muito deselegantes (mau vestidas, mesmo!). O brasileiro, mesmo com um certo padrão, digamos assim, se comporta como se estivesse na sua casa, esparramado. Diga ao seu amigo para levar camisas de manga comprida, 1 blazer cinza/médio, calça social e jeans. Ir variando e se quiser levar um costume completo e gravata para a noite do comandante. Para circular na piscina e almoços a bordo, roupa esporte (se for almoçar no restaurante do salão), se não, camiseta, camisas para colocar em cima de bermudas retas e um tênis casual. É uma pena que por aqui as cias. relaxem. Precisamos de mais glamour e elegãncia, para ver se esse povo aprende a se vestir melhor. É isso!

  5. Ana diz:
    20 de nov 2008 às 1:29 pm

    Vale uma visita ao blog ùltima Moda da UOl.
    O post sobre a síndrome do homem placa cabe direitinho nesta e em outras questões, de divulgação, uso de marcas e tb de uma total falta de classe e educação atual, que é o “drop-branddig” indiscriminado. Um horror!

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A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.