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Oct.
09.

SCOTT SCHUMAN, EU NÃO CONCORDO!!!

publicado por: Cristina

O Scott Schuman disse no seu livro algo mais ou menos assim: “a gente costuma achar que pra se ter um super estilo pessoal a gente tem que saber muito bem quem a gente é e no que a gente acredita. Eu discordo. Acredito que ter um certo conflito sobre a própria personalidade acaba levando pra expressões ainda mais interessantes. É por isso que os jovens, mesmo os jovens de alma, são aqueles que mais inspiram e mais ousam na moda. Eles ainda estão buscando sua identidade: “eu sou roqueira?”, “eu sou esportiva?”, “ou um pouco de cada?”. Essas contadições acabam gerando os looks mais interessantes”.

scott

E eu discordo do Scott, sabia!?! Acho importantíssimo pra se vestir com personalidade a gente saber quem a gente é, saber do que a gente gosta, saber quais são as nossas escolhas. Isso dá segurança e quem é seguro se permite experimentar mais. Mas acredito também que o único jeito da gente descobrir quem a gente é e do que a gente gosta é tentando e errando e acertando. E é nessas tentativas que a gente se permite ousar e brincar e daí pode render, sim, ótimos looks.

Eu acredito – do fundo do meu coração – que se conhecer é base pra uma boa auto-estima. Já reparou que quando a gente passa por aquelas fases meio perdidas a gente fica super baixo astral e super de mal com o espelho? E só quem tem uma boa auto-estima arrisca. Quem se sente inseguro não quer experimentar, quer se misturar, quer estar adequado, quer estar camuflado no meio dos outros.

Não quer dizer que uma pessoa que tem um estilo definido, que já se encontrou, precisa se vestir sempre com o mesmo look. Uma pessoa super “encontrada” pode querer um dia estar mais roqueira e no outro dia mais esportiva e no outro um pouco de cada… mas sempre com a cara dela. É como se fossem versões personalizadas, sabe!?!

Gloria Kalil falou que pra gente poder quebrar uma regra a gente tem que conhecer bem essa regra. Eu acho que pra gente poder tentar vestir outros “figurinos” a gente tem que saber muito bem qual é o nosso “personagem”. Viajei?

22 Comentários para SCOTT SCHUMAN, EU NÃO CONCORDO!!!

  1. 08 de Oct 2009 às 0:38

    Se eu tivesse lido os dois textos separados, teria concordado com os dois.
    Acho que o estilo tem mais a ver com a busca. Quem está super baixo astral, quem se camufla, não é porque não se encontro, é porque não está buscando nada.
    Acho que tanto você como Schuman dizer a mesma coisa, porque a gente nunca se encontra realmente. As vezes você descobre o que te rege, mas isso pode mudar. Você tende a alguma coisa mas não descobriu milhares de coisas que você poderia estar experimentando porque simplesmente é uma só.

    Acho que sua crítica esclarece muito mais o que ele disse do que contradiz, adorei!

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  2. 08 de Oct 2009 às 1:37

    Eu concordo contigo, porque apesar de muita gente seguir até tendências, a verdade é que vamos mudando o nosso estilo durante toda a nossa a vida, e o contrastar estilos diferentes permite às vezes criar looks fantásticos!

    http://MaisonChaplin.blogspot.com

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  3. Luciana Arisono diz:
    08 de Oct 2009 às 7:26

    Nossa… Que filosofiaaaaa…………
    Acho que são dois pensamentos mesmo sabe…
    Talvez um esteja falando em criar moda, outro em usá-la com sabedoria. Mas não sei não… Me identifico muito mais – totalmente! – com o pensamento da Cris. Afinal, não sou uma artista louca explodindo criatividade, que usa moda como se estivesse pintando um quadro, compondo uma música ou coisa assim. Não uso moda como uma arte ao pé da letra, só quero usar roupas que combinem comigo, que sejam confortáveis e elegantes.
    Acho que roupa é uma extensão do que a gente é. Claro que é bom ter a tal da ‘informação de moda’, mas tem que ser adaptada ao nosso ‘eu’. Deve ser isso o tal do ‘estilo pessoal’.
    Eu penso assim, mas acho que falei um monte de besteiras, poque não entendo de moda tanto assim pra palpitar! Mas é gostoso palpitar sem entender nada mesmo! rsrsrs!!
    Beijão!

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  4. Andreza Felix diz:
    08 de Oct 2009 às 9:42

    Acho que a colega Natasha disse tudo que eu queria dizer.!!
    os dois coméntarios são complementares e não contraditórios. Ele diz – creio – que essa obcessão por encaixar-se em algum “personagem” pode engessar seu feeling na hora de se vestir, a divesão, a ousadia. E você completa porque pra brincar tem que se sentir à vontade pra tentar, se conhecer, “segurar”.
    Bom debate esse hein..

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  5. 08 de Oct 2009 às 10:24

    Adorei a colocação e ainda estou pensando sobre o assunto (vou pensar muito tempo sobre isso…). Mas acho que ambas as visões são interessantes e rendem bons frutos dependendo da forma de encarar a vida, as questões do estilo… Porque não há como finalizar a busca e se fechar num tipo de imagem que pode não ser mais adequado depois de um tempo, quando sua vida passa por inúmeras transformações e isso altera extremamente sua forma de encarar as coisas.

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  6. Maria Fernanda diz:
    08 de Oct 2009 às 10:27

    Eu sempre leio o blog de vocês e, eu adoro!
    Nesse post em particular tive vontade de comentar. Eu concordo com o que vocês disseram, porém acho que tem coerência no que o Scott Schuman falou.
    Eu trabalho numa marca conhecida, e nossas clientas têm o estilo muito definido, são, geralmente, bem seguras e tem muita informação de moda e design na maioria das vezes.
    Porém elas não se permitem muito experimentar outras possibilidades de roupas e acessórios por ter essa identidade muito marcada. E acaba, em alguns casos, ficando tão marcado o estilo da pessoa, que as vezes fica chato.
    Uma pessoa que se conhece e está em busca de aprimorar essa segurança toda, depois de um momento de desencontro (o que eu acho que é absolutamente normal porque as vezes a gente cansa, é natural do ser humano ir em busca de algo) as vezes ousa mais, se permite mais que uma outra que é tão segura no preto e, tem isso tão marcado, que por nada nesse mundo consegue sair do preto.
    Eu acho que as pessoas com mais personalidades e seguras tem um estilo bem encontrado que reflete mesmo a personalidade dessa, tipo a Regina Casé, que quem gosta, gosta e, quem odeia acha UÓ. Ela tem personalidade e segura as peças ousadas (opinião) mesmo indo contra algumas (várias) regrinhas da moda.
    Em outro casos vemos o contrário. Eu acho que depende muito da pessoa, há algumas pessoas com mega personalidade e que serão mutáveis e outras que nem tanto, terão aquele cabelão, ou usarão o mesmo óculos para o resto da vida, sem tirar a cor preferida.
    Como têm pessoas que não tem, ainda, a personalidade a identidade tão definida e tão marcada e que estão em busca de um estilo bacana e não parecem fantasiadas.

    É isso… o importante é se sentir bem e ser feliz, se apromirando sempre!

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  7. Leo Bastos diz:
    08 de Oct 2009 às 11:22

    Eu acho que a mistura maluca de quem não se conhece pode até ficar legal, surpreender e acabar num samba do crioulo doido muito legal! Mas a probabilidade disso acontecer, ao meu ver, é mínima! A chance de ser uma colagem de coisas não harmoniosas é enorme!
    Eu também acho muito importente o auto conhecimento nessas horas, até mesmo para saber o que funciona ou não funciona pra gente, né?

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  8. 08 de Oct 2009 às 11:28

    interessante o que ele disse, mas acho que os “perdidos” tendem mais a ser fashion victims do que estilosos. eu acho…

    bjs

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  9. 08 de Oct 2009 às 13:21

    não acho que os pensamentos do Sartorialist e da Oficina são complementares, mas sim o encaminhamento deles que fazem eles parecerem assim. Como a Cris parte do pensamento do Schumann, então fica parecendo que eles se complementam, mas eles apostam em campos opostos. O do Sarto é da ingenuidade, da inexperiência, da dúvida por isso a novidade e o da Cris na sabedoria do auto-conhecimento, isso significa a perda da ingenuidade, que se pode construir algo novo em moda. Estou no campo da Cris, porque o auto-conhecimento traz segurança e afirmação e foi assim que todas as tribos jovens que mudaram a juventude, dos zazous, aos punks aos rappers mudaram a moda e não foi pela ingenuidade ou a dúvida. Eles tinham confiança em seu estilo, eles sabiam quem eles eram e as ideias que tinham.
    Acho esse Sarto um ingênuo!

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  10. Luigi diz:
    08 de Oct 2009 às 14:25

    Eu concordo com a Cris, acho que a imagem fica mais fundamentada, mais consistente quando se tem a segurança do auto-conhecimento. Entendo o Scott Schuman quando ele diz que a insegurança e a dúvida podem gerar imagens interessantes, mas geralmente elas são muito mais passageiras e superficiais do que aqueles que se consegue experimentando a partir de uma base sólida e segura.

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  11. 08 de Oct 2009 às 14:47

    ACho que quanto mais a gente se conhece e conhece o nosso gosto e preferências, menos risco corre de ver uma foto antiga e pensar: “onde eu estava com a cabeça quando resolvi sair por aí vestindo isso?”

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  12. Li diz:
    08 de Oct 2009 às 17:15

    Interessante essa discussão… essa questão de identidade e da busca por identidade. Acho que ele vê as pessoas de relance e não tem muita base para falar se elas estão em conflito ou não. Acho que ele fala de conflito enquanto expressão visual, daquilo que é interessante em uma foto, sem necessariamente conhecer a personalidade daquela pessoa. Mesmo assim, achei instigante a visão dele, que coloca o conflito como um motor geratriz de arte e mudança.

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  13. Anne Raysa diz:
    09 de Oct 2009 às 17:12

    Eu concordo com os dois. Acho que quando a gente tá naquela fase de transição “ser ou não ser” a gente se arrisca mais, por outro lado, há pessoas que não, que é justamente ao contrário, que por se conhecer e saber o que quer, sabe qual é o limite e até onde se arriscar não foge da sua personalidade.
    Por essas e por outras eu eu digo que não dá pra julgar qual está certo ou errado. Pessoas são diferentes, pensam diferente, agem diferente e têm opiniões e personalidades diferentes.
    Eu sou do tipo de pessoa que só consigo ousar porque ainda não me encontrei. Mas isso hoje. Antigamente morria de medo de tentar usar algo ‘diferente’, mas hoje, eu tento, aos poucos eu tento, porque ainda não me encontrei sabe?

    Mas gostei do debate mesmo. Inclusive acho que poderia rolar mais disso aqui no Oficina. Leio sempre, tanto aqui, quanto outros blogs e sites, que muitas vezes possuem opiniões e visões diferentes, e isso, acredite, ao invés de me confundir, têm me ajudado muito.
    Bom trabalho de vocês!
    Adoro!

    Beijs

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  14. 09 de Oct 2009 às 17:13

    Eu não acho que necessariamente a pessoa precisa saber quem ela é pra se vestir. Até porque a maioria das pessoas, quando se vestem, não exatamente pensam sobre o que querem expressar por meio das roupas. Elas vestem o que gostam de forma bem intuitiva, de acordo com o que o subconsciente delas sabe sobre elas mesmas.

    Mas, de qualquer forma, acho que as 2 maneiras podem funcionar. Depende da própria personalidade de cada um.

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  15. Dudu diz:
    09 de Oct 2009 às 18:08

    Chris, quando ele fala que a gente tem que saber quem é para se ter um super estilo, ele está certíssimo! Porque saber quem se é não é sinônimo de ter um rótulo, ou de se enquadrar em um estilo.
    Saber que você é um pouco de várias coisas também é saber quem você é, e até mesmo saber que você ainda está se conhecendo cada vez mais e aceitar que não se conhece por completo também é saber quem você é!
    Quando ele fala essa questão de saber quem se é para se ter um super estilo está mais ligado a confiança, a você poder segurar bem aquilo que você está usando. Quantas vezes a gente vê pessoas usando roupas incríveis, mas com uma espécie de vergonha e medo de se expor? E às vezes vemos pessoas que estão com looks péssimos (né, Rihanna, Stephany Absoluta) mas estão tão confiantes e interessadas em seus próprios estilos, que o conjunto fica interessante!
    Concorda?

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  16. Nathália Roberto diz:
    09 de Oct 2009 às 19:57

    Nossa,viajou nada, simplesmente vc disse tudo!!
    Beijos.

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  17. Cristina diz:
    09 de Oct 2009 às 22:57

    Vitor!!! Você me entendeu!!! Não tem como a ideia do Scot Schumam e a minha serem complementares porque são opostas!!! Não acho que tem uma certa e uma errada, elas são diferentes… Mas não dá pra concordar com as duas, né!?!
    Acontece que o nosso trabalho é exatamente o de ajudar na identificação de uma identidade visual consistente com a personalidade e bem definida. E o que a gente percebe é que só a partir desse ponto as nossas clientes se sentem preparadas pra experimentar e brincar com a sua imagem, porque antes disso elas não sabiam muito bem nem por onde começar e por uma questão de auto-preservação acabavam ficando no feijão-com-arroz. Mais uma vez só ousa quem está confiante e ter um estilo definido não tem nada a ver com só usar um tipo de roupa, se vestir em uma loja ou só usar uma determinada cor. Ter estilo é se vestir de um jeito que tem a nossa cara, nossa vida, nossas escolhas!!!

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  18. Anna Paula diz:
    10 de Oct 2009 às 19:34

    Concordo com Schuman, adoro um certo desconcerto e sinceramente desconfio da coerência. Acho que se conhecer não é ter certeza de si, do que se gosta, do que se quer, e sim saber que o desejo é por definição ambíguo e por isso um exercício sem fim. Acho interessante adotar uma certa desconfiança diantes de nossas grandes “certezas”. Acho que isso serve para a vida e não só para a moda e escuto isso no texto dele: é preciso buscar e não necessariamente encontrar… É esse o grande barato, o grande prazer: o interesse pelo não óbvio. Nada permanece estátio, muito menos as pessoas e seus desejos. Bjs

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  19. 16 de Oct 2009 às 11:53

    na verdade eu acho que são ate opostas as ideias, mas não se separam… a gente passa a vida se encontrando e se perdendo, a constante busca é justamente porque o que achamos deixa de fazer sentido, temos uma necessidade de achar outras coisas, de descobrir mais, nosso estilo passa isso, nossa segurança quando estamos naquele momento em que tudo faz sentido, e nossas experiencias quando estamos buscando algum sentido. acho que um dia o scoot pode pensar o que você pensa, e você um dia talvez o que ele pensa, eu ja pensei os dois, então concordo com ambas as opiniões… btw eu amo os posts existencialistas do oficina hauaa :***

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  20. 18 de Oct 2009 às 10:47

    [...] complementar a leitura com um post ótimo da Oficina de Estilo, que mostra duas opiniões sobre essa questão de personalidade. Eu concordo com a Cris, e [...]

  21. virginia bartolone miranda diz:
    11 de Feb 2010 às 8:23

    A busca é eterna tanto no aprimoramento da identidade como na busca de acrescimo e crescimento da identidade . A roupa,ou estilo como reflexo da personalidade,tradução de linguagem e até mesmo como inclusão a uma tribo ,só vem a exteriorizar um momento,um pensamento uma forma de se incluir ao mundo e se sentir nele,até mesmo reflete um momento de busca….mas isso é dinamico …BUSCA -SE SEMPRE! O QUE NÃO MUDA É A ESSENCIA ,SOMENTE É LAPIDADA! bjoo.

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  22. Mayara Borges diz:
    25 de Feb 2010 às 23:35

    AAAH EU CONCORDO COM ELE! Eu tenho 16 anos, e nunca fui completamente decidida, nunca soube ao certo o que eu queria ou como eu era, a fase da adolescencia, é a que a gente mais muda, e mais se descobre, por isso é tão diverto inventar moda nessa época, pois por estar sempre nessa transação, as misturas são mais frequentes, e as vontades de arriscar e tentar mudar algo é muito intensa! E em relação a ser segura eu também acho que não é algo necessário ao se vestir! Eu sou MUITO insegura, muito mesmo! E me arriscar em relação as roupas, faz com que eu comece a criar uma segurança em algum aspecto! Sou insegura em milhares de coisas, e isso as vezes transparece em minhas roupas, porém as vezez eu quero ser segura, e arrisco no look, isso me faz sentir, como se eu tivesse ganho uma estrelinha dourada na minha vida! A roupa ajuda a nós nos conhecermos, e as vezes não se conhecer, ajuda na roupa :)

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