artigos da categoria ‘notinhas’

decifrando os casamentos de dia desse fim de ano

Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Chega o verão e o povo aproveita pra casar na praia, na fazenda, em ambientes abertos e na luz do dia, não é? A gente pode pensar que esses casamentos são informais porque acontecem fora de salões e buffet, mas eles continuam sendo ca-sa-men-tos, elegantes e formais sim (no conceito): tudo bem que o look escolhido por madrinhas e convidadas não precise ter cara de casamentão às nove da noite na igreja mais imponente, mas não pode ter cara de roupa de “todo dia”. Os tecidos ainda precisam ser sofisticados (ainda que mais leves) porque tem que ser fino-de-verdade pra segurar a onda de ir a um casamento, e os comprimentos podem ser mais curtos (barra que não arrasta no chão super colabora com dignidade até o fim da festa) e os acessórios precisam ainda ser refinados. E não é porque todo mundo diz que é a oportunidade de usar chapéu que todo mundo precisa se fantasiar: aqui no BR a gente não tem essa cultura, então fica mais fácil errar do que acertar (tem mais aqui, ó).

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E aí, se o casamento acontece de manhã ou no início da tarde, os tecidos e detalhes de cada look podem ser mais opacos - brilhinhos podem ficar reservados pra festas que começam no fim da tarde, que podem se estender até a noite (mas ainda com parcimônia). Sabe o que é legal? No lugar dos bordados que os vestidos de festona carregam, em festas de dia os modelóns podem ser recheados de detalhes inteligentes na modelagem: pode ter babados, dobraduras, recortes, alças diferentes, drapeados, plissados e pregueados, sabe como? A idéia é acrescentar interessância ao vestido sem precisar brilhar tanto porque né, gente é de dia! As cores podem ser mais claras - a Constance, que faz o Bem Casadas (top blog bacana pra noivas) defende que não tem essa de “competir com a noiva”: diz que nunca ninguém confunde a noiva com qualquer convidada de vestido clarinho (é verdade! noiva é noiva!) e que tem gente que escolhe competir mesmo usando outras cores super fortes ou escuras. E aí, de novo porque é de dia, estampas e texturas são super bem vindas: em tecidos sofisticados tipo seda (e musselines e georgettes, quanto mais cor, mais informal o look fica - bom é misturar cores próximas, em menor quantidade. Transparências e rendas são ótemas pedidas.

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E aí, vestidos de festa menos sisudos precisam ser acompanhados de elementos que comuniquem formalidade, pra complementar: pode ser tudo feito em tecido (se o chão for de verdade) ou em verniz refinado (não é qualquer um viu gente) ou couro metalizado - agora tem uns couros metalizados em tom nudeque são bem bem chiques. Os saltos podem ser um pouquinho mais baixos e um pouquinho mais grossos que os que a gente costuma escolher pra casamentões: tem que saber antes onde esses pezinhos vão andar - se na areia, na grama, na terra, no chão de verdade. Se os noivos pedirem ainda menos formalidade, valem até anabelas metalizadas bem elegantes (e com a frente bem fininha). As bolsinhas precisam ter tamanhinho micro, mas podem ser mais divertidas: nesse tipo de festa cabem bolsinhas sofisticadas feitas em materiais naturais, tipo palha, bambu e madeira - mas ó, não vale nada de semente, búzios e afins (vixe). Se tiver perigo de esfriar, cardigans em cashmere bem fininhos (vale até meio transparentes) e jaquetinhas em tafetá e shantung cobrem obros e bracinhos com um super charme, e ainda são mais originais que pashminas e echarpes. Jóias e bijus super finas com pedras coloridas e translúcidas são a cereja desse bolo e pronto: bora aproveitar as festas.

Mais:
Preparando o look pra festonas
Cocktail dresses: alternativas pros longos
Dicionário de dresscodes da Oficina

pense moda: o mundo (ótemo) de henry holland

Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Henry Holland, estilista britânico do círculo de Gareth Pugh, é super gente como a gente. Assim que desceu do palco após sua palestra/conversa, correu para se sentar ao lado de sua amiga/PR Mandi Lennard (que também falou no Pense Moda), suando, e perguntou (como eu estava logo atrás dos dois, ouvi tudo): “foi tudo bem? eu falei tudo direitinho? nossa, estou suando! está tão quente aqui! mas foi tudo bem mesmo?”. Bom saber que o melhor amigo de Agnyess Dean e Gareth Pugh, que desfila na London Fashion Week e que já recebeu uma ligação da toda-poderosa Vogue América interessada em suas criações, também fica inseguro em situações que, à primeira vista, nos parecem mais simples do que desfilar numa semana de moda como a de Londres.

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As coisas na vida de Holland aconteceram muito rápido. Após transferir sua faculdade de jornalismo para um curso de fashion designer, começou a trabalhar em revistas de moda ‘teen’ e de celebridades. Como estas, as celebridades, sempre usam camisetas com frases de efeito, de manifestação de amor ou protesto ou de piadinhas, Henry se inspirou e desenvolveu algumas camisetas com rimas usando o nome de estilistas britânicos. O ‘boom’ aconteceu quando seu amigo Gareth Pugh (estilista também britâncio que hoje desfila em Paris) apareceu usando uma camiseta de Holland escrita “UHU GARETH PUGH”. Depois disso tudo aconteceu. Henry recebeu uma ligação de Sarah Mower (da Vogue América e Style.com) interessada em suas camisetas. Mandi Lennard conseguiu que ele vendesse na Dover Street Market (loja de Rei Kawakubo em Londres). Viajou para NY com sua musa Agyness Dean e acabou conhecendo Anna Wintour em si e Julie Gilhart, compradora da Barneys New York. Foi fotografado por Steven Meisel (top fotógrafo internacional) para a Vogue Itália, voltou a Londres e foi convidado a desfilar na London Fashion Week como participante do projeto Fashion East (ufa!). Duas temporadas depois ele já estava se apresentando independentemente.

Henry Holland já participou de quatro temporadas de desfiles com sua marca House of Holland e vem amadurecendo a cada uma delas. Seu lado street, colorido e divertido ainda permanece (afinal, é sua marca registrada), mas criações mais sofisticadas vêm tomando espaço em sua passarela. Além disso, está mais focado nos processos de produção, estoque e distribuição - exigências naturais de uma marca em expansão.

Ao final, a sensação que podemos ter da palestra de Henry é a mesma que podemos sentir do Pense Moda de maneira geral - existe um frescor de jovialidade e inocência típicas de quem tem talento e começou no caminho certo, mas ainda tem muita estrada pra percorrer.

Tatiana Rodrigues, a gente é bem fã dos seus textos. Tati arrasante. =)

o futuro da internet já é agora (não é?)

Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

O stylist Nicola Formichetti, nesse vídeo aqui embaixo, explica que nem olha pros currículos que recebe (não deve ter pouca gente querendo trabalhar com ele, néam?). Diz que quando alguém se interessa, ele diz pra mandar os endereços de MySpace, de Facebook, de blogs e tals - e aí vai conhecer esse material, que ele diz ser muito mais informativo sobre alguém e suas habilidades/capacidades do que a folhinha com referências de onde se estudou. Ainda nessa mesma palestra, di-ver-sas vezes o stylist mencionou a internê como fonte de pesquisa, de referência, de direção e mais. Então, gente, qual é a dúvida em relação à morte ou não morte de formas de se expressar/comunicar na internet? Formato? Número de caracteres? Qual???

A gente aqui acha que tudo no universo evolui - não é à toa que a Alexandra Farah, nossa antena-vanguarda de tudo que é tecnologia (à serviço da moda) reformulou há pouco seu endereço online pra agregar ferramentas novas ao formato blog: no Filme Fashion tem blog mas também tem Flickr, Youtube Twitter, MySpace e mais coisas que a gente ainda nem sabe pra que servem. Se os blogs vão acabar ou não, pouco importa. O que a gente tá vendo é que não tem mais como não se comunicar, e como ignorar o jeito de fazer essa comunicação acontecer na internet. TODO MUNDO TEM ALGUMA COISA PRA DIZER,  de um jeito ou de outro. E é de co-mu-ni-ca-ção que a gente tá falando, de ida e de volta, de réplicas e tréplicas - e não da fala de mão única. Não tem volta, gente. Discutir o que vai acabar, quando vai acabar, o que é blog e o que não é (e tals) é enjoado mas é discussão - e toda discussão é válida se não pra informar, pra fazer pensar. Especialmente quando a discussão é realizada lindamente em blogs e entre blogs - espaços em que não se tem editores, amarras, melidres (muito sérios - rá!) ou qualquer impedimento pra se conversar sobre moda à vontade. Sem precisar se levar tão à sério, só por discutir e pela vontade se aperfeiçoar, de crescer. =)

pense moda: blogs de moda em debate

Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Para nós que a-m-a-m-o-s a internet, a palestra sobre a explosão dos blogs na imprensa contemporânea foi uma das mais aguardadas. E valeu a pena esperar (pode sentar que o debate - e este texto - renderam). Assuntos (e polêmicas) que interessam a todos nós foram levantados, discutidos e, por vezes, não resolvidos - pra gente levar pra casa, pensar e concluir por si. Participaram: Fernanda Resende (Oficina de Estilo), Laura Artigas (Moda Pra Ler), Maria Prata (Prataporter), Ricardo Oliveros (Fora de Moda) e Victoria Ceridono (Dia de Beauté). O mediador foi Paulo Borges.

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A GRANDE questão em pauta: os blogs vão acabar?

NÃO - em coro (acrescentado da platéia pela blogueira de peso Alexandra Farah, do Filme Fashion). Assim como o rádio não acabou depois que inventaram a TV e nem essa sumiu do mapa depois que conectaram todo mundo pela internet, o blog não vai morrer. Pode (e possivelmente vai) sofrer algumas modificações, mas não há twitter na face da Terra que substitua a consistência da opinião relevante de um blogueiro. Algumas mudanças, alías, já começam a surgir: os blogs se consagraram por serem manifestações autorais em 1ª pessoa e sempre mantiveram a liberdade de seus redatores, por não dependerem de nenhum tipo de editoria. Entretanto, já há algum tempo, blogs em 3ª pessoa (como os de empresas privadas, por exemplo) começam a aparecer. Daí nasce outra grande questão: eles continuam sendo blogs a partir do momento em que não refletem mais a postura e a opinião individuais de um autor? Bem, esta foi uma das colocações que a gente vai levar pra casa pra pensar e concluir por si mesmo… Na mesma linha de raciocínio, o que acontece com um blog quando ele é linkado dentro de um grande portal? É possível manter sua autonomia? Todos os blogueiros da mesa, unanimamente, acreditam que sim. Questionam, neste caso, os leitores conquistados por este espaço - são os mesmos leitores cativos e fiéis ou são leitores que chegam a estes blogs por acaso (somente porque foi divulgado no portal) - e por isso não estabelecem diálogo nenhum com a blogolândia? Mais uma vez a postura da mesa foi unânime em concordar que esse tipo de leitor não é o leitor-blogueiro. É somente casual e, enquanto casual, não se mostra relevante para o diálogo.

Parênteses da Tati: (Ok, muitos destes leitores podem ter chegado a estes blogs por acaso, mas, de algum jeito, TODOS os leitores de todos os blogs chegaram até eles por acaso. O maravilhoso da internet é justamente isso - você pode, sim, descobrir coisas sem intenção. Mas se acontecer a identificação, de leitor casual qualquer um pode se tornar leitor-fã-de-carteirinha. E a partir daí o diálogo se estabelece e se fortalece).

Vitor Ângelo, outro top blogueiro dus****infernus, também se manifestou da platéia, pontuando que a moda é a individualização imagética do ser humano frente à sociedade em que vive, ao passo que os blogs são a instância última de individualização do ser humano na internet. Por isso a união blog+moda deu (e dá) tão certo. Além disso, outra concordância geral foi a de que os blogs são uma vitrine e que todo trabalho bem feito neles publicado pode, sim, render boas oportunidades (a Fê-deste-blog colocou, fina: “O Oficina de Estilo é nossa assessoria de imprensa!”).

Por fim, pra arrematar e fazer vibrar a blogosfera, Oliveros colocou uma fala de Constança Pascolato em si sobre os blogs (e quem os escreve): “Pelos textos, eu consigo definir a personalidade de cada blogueiro e sei exatamente como determinada notíca vai repercutir em cada blog”. Viu só? É bom a gente escrever e atualizar tudo direitinho porque, né, nunca se sabe: vai que Constança nos está lendo! (Tomara)

Mais um textinho da Tati Rodrigues, musa-relatadora de palestras dessa Oficina. Tem videozitos (desse e dos outros eventos do Pense Moda) no canal da Oficina no YouTuba, quer ver? =)

aprendendo a ser diva com dina sfat

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Diz que um dia Bel falou pro seu amigo: “Marcelo, você sabia que a minha mãe precisa se maquiar até pra ir ao banco?”. E a mãe de Bel explicou pra ela e pro Marcelo: “Belzinha, minha filha, a sua mãe só existe dentro de casa. No momento em que eu entro no elevador, eu sou Dina Sfat. E o porteiro do prédio, o gerente do banco, todo mundo na rua quer ver Dina Sfat linda, o tempo todo.”

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Foi o Marcelo Sebá quem contou essa estória, durante a mesa de debates de agências de moda no BR, nesse último dia de Pense Moda. Marcelo é amigo de infância de Bel Kutner, filha de Dina Sfat, e falou disso daí pra dizer que esse foi o primeiro contato dele com o universo da imagem - e isso aconteceu na casa da própria diva, quando Marcelo e Bel tinham 15 anos.

Não precisa ser Dina Sfat pra se apresentar linda o tempo todo pro mundo, né? E não tem inspiração melhor que a diva em si. =)

pense moda: agências de moda no brasil

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

“Uma das maiores provas da profissionalização do mercado de moda no Brasil é a chegada e crescimento das agências de moda. Nos EUA e Europa o negócio existe há um bom tempo e praticamente todo grande fotógrafo e stylist é representado com alguma grande agência. Para entender um pouco melhor essa nova área de agenciamento que começa a aparecer em território nacional é que o Pense Moda convidou a agente Flora Velloso, o consultor e também agente Marcelo Sebá dono da São Sebastião, Gustavo Aguiar da Super Produções e Keka Menezes e André Faria da agência de publicidade F/Nazca.” O resto do texto, contando como foi a segunda palestra desse último dia de Pense Moda, tá no site oficial do evento - clica pra ler! Ou assiste ao vídeo que o Filme Fashion fez, ó:

O arquivo é loooongo, mas essa é uma boa oportunidade de ouvir gente bacana conversando sobre um mercado tão tão novo, e tão promissor ao mesmo tempo. Vale a pena. =)

sobre o privilégio de ouvir o outro

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

A palestra do stylist Nicola Formichetti chamava “como ser um consultor de imagem e um top stylist”, mas foi bem mais inspirativa que isso. Inspirou não só profissionalmente, mas pra vida - o que ele falou no Pense Moda serve pra tudo. Nicola trabalha (muito) numa revista que faz sonhar: a Dazed & Confused não é fácil como a Vogue América, traz imagens difíceis de se ler, muitas referências misturadas de um jeito complicado. Mas o olhar atento vai decifrando tudo, vai entendendo que a força criativa, a aura visionária do cara tá ali, visível nas imagens que cria. É tão honesto que a palestra não tinha mesmo como ser “educativa”, ou um compilado de dicas - o processo de criação de Nicola é super orgânico exatamente por ser tão autêntico! Foi um privilégio ouvir tudo aquilo (quer ver tudo? Tem no Filme Fashion!), especialmente com a seleção de imagens ilustrativas do trabalho dele passando no telão logo atrás, enfeitando a conversa. Top palestra boa do evento todo.

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we heart nicola formichetti =) we heart nicola formichetti =)

pense moda e o top stylist nicola formichetti

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Histórias só são histórias porque são contadas. E a mesma história pode ser narrada com diferentes entonações. Na moda não é diferente, exceto por um detalhe - em vez de palavras, existem imagens.

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Nicola Formichetti é um desses contadores de história por meio de imagens. Com mãe japonesa, pai italiano e residência londrina, seu universo imagético diversificado e autoral lhe abriu as portas da revista Dazed & Confused e de outros títulos e marcas por todo o mundo. Após aprender - errando - que seu trabalho não deve refletir somente o seu universo, entendeu que ser stylist é ser um facilitador, ou seja, um realizador dos desejos e intenções de um conjunto de pessoas. Ao trabalhar para revistas, tem mais liberdade para ousar e experimentar; já quando trabalha como consultor para marcas, deve se reportar a um outro mundo, não tão permissivo e mais direcionado (e, principalmente, infinitamente vinculado a resultados financeiros).

Nicola adora trabalhar, incentivar jovens talentos (seus assistentes - incríveis, por sinal - têm 19 anos e foram descobertos ‘na noite’) e tem constante preocupação em estar aberto à colaboração destas mentes criativas (diz que faz lembrá-lo de quando começou). Os assistentes, inclusive, ajudam Nicola a montar seus ‘mood boards’ - ambiências de referências com as imagens, demonstrando com o que ele deseja trabalhar. Estas pesquisas são feitas, principalmente, pela internet - google, sites e blogs (eeeee) - e sempre têm a atenção de mixar  diversas realidades, para que seus editoriais não fiquem muito conceituais e desconectados com os movimentos que fazem o mundo girar (tem que saber fazer sonhar sem tirar os dois pés do chão).

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Por fim, a coisa mais legal de tudo o que ele contou: (parafraseanado) “Ainda não considero nada disso um trabalho. Pra mim funciona como um hobby que faço sem esforço.”  Pra gente bem acreditar que fazer o que ama pode, sim, nos levar (bem) longe!

Gente, olha como a Tati Rodrigues é boa de contar como foram as palestras que a gente assistiu?!?? Não é? =)

complete a frase com a gente =)

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

A cobertura da internê é ótema mas tem coisas que a gente só vê/percebe aqui dentro, de pertinho. Olha as carinhas de ………………………. (complete aqui com a sua própria conclusão) dos editores e fotógrafos da mesa de discussão de ontem no Pense Moda, enquanto uma editora justifica a “colagem de referências” que revistas mensais fazem por falta de tempo. Mas hein?

pense moda ao vivo e a cores (tudo na internê)

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Gente, o Filme Fashion tá transmitindo to-das as palestras e mesas de debate do Pense Moda ao vivo, vocês sabiam?!?? Tipo é muito pra ver a programação no site, se programar e assistir tudo com a gente, pra ter opinião também. E mais: as palestras que já foram - até as mais “polêmicas”, também tão no ar na íntegra, em arquivos grandes e completinhos. Vale assistir. Vale também ler os textos-bafo do Ricardo Oliveros no Fora de Moda e da Ivi no Vodca Barata. Pra pensar mais sobre a gente mesmo e sobre o nosso “em volta”. E bora pra mais Pense Moda hoje.

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Mais: Vitor Ângelo, genial como sempre, nos avisa nesse post no blog Dus Infernus que a identidade brasileira tá sendo discutida há 500 anos em outras áreas, e que a discussão tá documentada numa extensa bibliografia - que ele disponibiliza e comenta, pra gente terminar de ler já correndo pra tirar o atraso de (falta de) conhecimento. E os textos-relatos de to-das as palestras do evento tão disponíveis no site, escritas pelo Luigi Torre do About Fashion - que tá na foto comigo e com a Tati Rodrigues.