“coincidências” de vogue
No Pense Moda os fotógrafos e os stylists participantes de mesas de debates tocaram num assunto-bafo: a coisa das referências literais na hora de se trabalhar imagens de moda aqui no BR, seja em revistas, seja em catálogos e afins. A coisa toda parece meio cíclica: eles (fotógrafos e stylists) reclamam que são sempre chamados pra repetir referências literalmente, dizem que os editores mostram editoriais/imagens feitos por profissionais incríveis fora do país e pedem pra reproduzir igualzinho. E falam ainda que não têm tanta liberdade pra propor coisas novas porque os editores dizem que os leitores “não estão preparados” ou que não vão entender.

Vogue Paris x Vogue Brasil: o editorial-matriz saiu primeiro na revista de lá de fora e foi republicado aqui nessa edição da Vogue BR - na mesma edição em que a versão brasileira saiu. Oooops.
Não tinham editores lá no Pense Moda na hora pra rebater ou pra debater, então a gente ouviu só um lado dessa história. Porque a gente imagina que eles poderiam reclamar que quem não traz nada novo são eles (fotógrafos e stylists!), ou que eles topam fazer o que é pedido sem reclamar ou sugerir outro caminho - não dá pra saber, né? Mas a gente imagina.

Vogue América x Vogue Brasil: relfetidas no espelho, com canudinho e tudo
O fotógrafo Bob Wolfenson chegou a dizer que é meio obrigação de editores e clientes em geral pedirem referências novas e frescas. Ele disse que é preciso que se produza imagens novas e inspiradoras até pra “educar” o leitor/consumidor, pra que cada vez mais todo mundo compreenda e saiba “ler” imagens de moda mais elaboradas, mais sofisticadas e moderninhas. A gente também acha, e também quer ser ‘educada’! Porque repetição faz com que o olho se acostume e se acomode, e a gente vai mesmo perdendo o jeito de decifrar códigos e elementos das imagens de moda que vemos - especialmente quando a Vogue repete tanto assim, ó:

Vogue América x Vogue Brasil - e aqui a gente tem um ‘plus a mais’: tem na revista dizendo que “o editor de moda Giovanni Frasson foi quem decidiu que um jardim tropical seria perfeito para destacar as cores do editorial”. A gente acha que quem decidiu isso foi o casal Inez e Vinoodh que fotografou o editorial-matriz na Vogue América, não foi não? E olha que a gente a-do-ra tudo do Giovanni!


18 de Novembro de 2007 às 2:51 pm
Noussa!!!! Susto mega! E susto idiota, ne? Pq ja deveria ter sacado isso antes.. acho q só não associei as imagens pq só vejo as outras vogues nas bancas da Paulista, e td mto rapido!
Infelizmente vivemos o copia e cola… MAs ate quando?
Meninas adoro o blog de vcs! adoro!!!
Esses dias estava fazendo um de.li.ci.ous pra mim e desisti.. qse tudo o que eu quero tá nos seus links.. dai eu olho o blog de vcs e dps vou clicando nos outros, hahaha!
Beijo enorme! Pat
18 de Novembro de 2007 às 2:54 pm
Ei meninas, td bom? É triste saber que o Brasil ainda tem muito o que desenvolver qdo se trata de identidade de moda. Mas, talvez, só assim teremos mais segurança de criar, e não copiar…
Queria que vocês falassem mais sobre: “jeito de decifrar códigos e elementos das imagens de moda”. Como fazemos isso na opinião de vocês?
bjinhos!!!
18 de Novembro de 2007 às 5:02 pm
Cópias!
Enquanto pensarmos assim, a cultura de moda no Brasil n existirá!
N me agrada nada!
18 de Novembro de 2007 às 5:26 pm
Eu acho uma pena, pois os brasileiros são famosos por sua criatividade no resto do mundo, e justo no quesito moda pecam pela cópia.
Bjo Bjo
18 de Novembro de 2007 às 6:05 pm
Gostaria de saber se vocês podem divulgar meu site aqui em troca de algum produto que for do seu agrado. ;)
http://www.carambolasbags.com.br
Grata desde já
18 de Novembro de 2007 às 6:30 pm
Como diria o Vitor, copiando vc, eu sou supermegafã!!! Precisamos urgente mudar esta história de matriz&filial
18 de Novembro de 2007 às 6:58 pm
novidade q a vogre brasil copia as outras vogues internacionais… só falta copiar dignamente então!! eu acho meio leesho ainda a vogue daqui, quem sabe um dia será legal?
18 de Novembro de 2007 às 9:53 pm
Amei o site carambolasbags: criativo e diferenciado! Torço pelo sucesso da Gabriela Dias, que busca seu próprio espaço para brilhar… Bj a vcs, Fê e Cris, boa semana na Paz do Senhor!
19 de Novembro de 2007 às 2:56 am
Olha meninas, se as grandes publicações estão no processo de cópia, chega o momento então das publicações alternativas, como é o caso da revista Catarina, ganharem mais força no mercado nacional. Quando convidei vcs para serem colaboradoras, assim como o Romeu, sempre deixo a pauta super aberta e gosto de saber a opinião de cada colaborador. Justamente para fazer algo diferente, realizado e construido por muitas mãos.
Lutamos em um mercado dominado por grandes editoras, onde o fator “anunciante” impera, por isso eles ficam na segurança da fórmula pronta internacional e não arriscam. É uma grande batalha ter uma editora independente e que luta pela Catarina, mas ao mesmo tempo nos dá a liberdade de fazer o que quisermos e na edição que quisermos. Se vai demorar mais a ganhar a uma parte da fatia no grande mercado publicitário? Vai sim, mas queremos construir uma publicação autêntica e com raizes e isso não tem dinheiro que compre. Já temos grandes anunciantes que apostam nas nossas idéias, desde telefonias como Claro até marcas como Reinaldo Lourenço e Osklen.
O que não pode acontecer é nos guiarmos por cópias, não precisamos disso, o que precisamos é destacar cada vez mais nossa autenticiade e dar espaço as idéias originais. E isso eu sei que tem de sobra, basta dar uma olhada nos blogs de moda nacionais, nas universidades… Concordam?
beijos e ótima semana para vcs
19 de Novembro de 2007 às 7:23 am
Quando morei nos EUA ficava impressionada de ver como os estrangeiros ficam alucinados com tudo que “bossa” Brasil! É uma pena que eles valorizem muito mais o nosso brazilian way… Mas vejo que o Pense Moda já deu o primeiro passo pra dar start numa mudança. Legal! Belo post.
bjo
19 de Novembro de 2007 às 11:29 am
Oi Meninas!
Mais uma vez estamos discutindo aqui o assunto das cópias. E fico pensando que com tantas cabeças pensantes e criativas que temos, como é possível isso acontecer?
Esse pensamento de que a cópia é feita pq o público não vai entender não tem o menor fundamento!! Quem tem a informação é que tem que passar para esse público para que ele fique cada vez mais bem informado e crítico.
A identidade nacional é tão discutida ultimamente e não vejo como chegar lá sem criar algo que tenha a nossa cara, o nosso espírito ( estou falando aqui daquela identidade que foi citada pelos designers lá no pense moda: algo que não seja literal, que tenha uma vibração brasileira ).
Copiando só queimamos o nosso filme para o mundo todo e ainda passamos uma imagem amadora, não profissional…
O Brasil tem tanta fama de ser criativo, olha que contradição!!
Mais uma vez parabéns por manter suas leitoras e leitores sempre bem
informados!
Bjs, Mari.
19 de Novembro de 2007 às 12:29 pm
[...] aparição mais glamurosa de Nicole Kidman Enquanto corre o bafo das coincidências da Vogue por aí, eu gostei mesmo foi da entrevista da Nicole Kidman para Krista Smith com fotos de Patrick [...]
19 de Novembro de 2007 às 12:32 pm
[...] aparição mais glamurosa de Nicole Kidman Enquanto corre o bafo das coincidências da Vogue por aí, eu gostei mesmo foi da entrevista da Nicole Kidman para Krista Smith com fotos de Patrick [...]
19 de Novembro de 2007 às 1:08 pm
não preciso repetir, copiando você, que sou super mega sua fã e que quem copia o rabo espicha… até o carnaval terei um de globeleza, a autêntica
19 de Novembro de 2007 às 1:35 pm
nossa… to chocada!
19 de Novembro de 2007 às 5:14 pm
Bom… Assunto pra muitos e muitos posts esse. Do lado de cá, fazendo a advogada do diabo (ou editora da diaba??!), posso dizer que a Vogue Brasil tem como referência as Vogues internacionais, óbvio (dã). Referência, aliás, é pouco. As Vogues gringas são nossas mães e é mais que natural que façamos por aqui coisas semelhantes às deles. Acharia ruim se o editorial da Vogue fosse igual ao da Bazaar, ao da ID, sei lá mais qual, como muitas vezes acontece com títulos nacionais. Sobre as duas modas da última edição (francesa e brasileira), o “ooops” acima é desnecessário, não meninas? Tá lá, no olho mesmo: “A moda dos trópicos SE APROPRIA DO DUO NAVY E COLLEGE e substitui calças por shorts mínis, acompanhados por lenços, cintos elásticos largos e acessórios dourados”. A referência é clara, citada e PUBLICADA na mesma edição. Sobre a reclamação dos stylists, vocês já entenderam bem o problema. É CLARO que algumas vezes a referência também vem deles, não preciso nem dizer, né?
Mais para ser discutido: infelizmente, o Brasil todo, em TODAS as áreas, ainda tem (e vai ter por muito tempo) uma eterna atitude de país colonizado. O problema é que na moda, como é uma arte VISUAL, isso fica VISÍVEL. Em outras áreas, copiam-se ideias, projetos, atitudes… mas isso não se vê e, ao que parece, o que não se vê, o brasileiro não sente.
19 de Novembro de 2007 às 5:26 pm
Ai que assunto sem fim….Bom, meu pitaco: Também acho desnecessária a cópia literal. Uma releitura ou referência é normal, todo mundo trabalha assim, inclusive os bambambans lá de fora, que buscam em livros, filmes arte e TAMBÉM em revistas a inspiração deles de cada dia. Claro que um xerox não é legal, mas sempre dá pra identificar a fonte na maioria das CRIAÇÕES mundo afora. Também acho uma pena que a Vogue brasileira ainda não tenha formado sua própria identidade, ao contrário da maioria das irmãs/mães, mas acho que, além de uma questão cultural/comercial, uma boa parcela de culpa é sim de quem faz o trabalho. Leia-se fotógrafos e stylists. Os fotógrafos adoram posar de incompreendidos vanguardistas mas são so primeiros a copiar a luz e a linguagem dos fotógrafos lá de fora. Preciso lembrar quantos Testinos tupiniquins tivemos quando o peruano começou a clicar com flash à luz do dia? Quanto à reclamação dos stylists, não é verdade que as revistas é que pedem pra fazer igual. Isso pode até acontecer quando se trata de campanhas e/ou catálogos, não em editoriais. Claro que uma das funções do stylist é adaptar seu trabalho ao veículo/marca que o chamou e isso inclui não fazer o que se bem entende na hora que se bem entende. Muitas vezes as referências quem traz é o stylist e o colonizado é ele, salvo poucas exceções. Fora que o que o leitor gosta de ver também tem que ser levado super em conta. Enfim, esse é um problema do mercado editorial brasileiro como um todo, não só da Vogue (alguém viu a Key com capa da “Bjork”?) e, digo mais, da sociedade inteira. Publicitário brasileiro, que se gaba de ser um dos mais criativos do mundo, adooooooora copiar referências….O buraco é bem mais embaixo, gente. Bjs.
19 de Novembro de 2007 às 9:03 pm
Ops…bafo piauí II, a missão?? Ah…até a Carine faz…preguiça!!
19 de Novembro de 2007 às 9:19 pm
chega de hipocrisia, to com o heleno.
CÓPIA? NÃO ME AGRADA NADA!
20 de Novembro de 2007 às 1:02 am
[...] Ainda da Vogue BR: a coluna da Costanza Pascolato na revista, que é leitura obrigatória pra quem quer aprender mais (ela sabe de tudo, e antes!), nesse mês fala de ‘um novo hi-lo’, visto pela master fashionista em Paris, durante a última temporada de desfiles. O “exercício mais sofisticado do hi-lo” de que Costanza fala foi percebido por ela nas ruas, em meninas da vida real, “verdadeiras trend-setters que estão mais discretas e que não querem parecer anúncio de marca de luxo” - a super referência da Costanza foi a editora de moda da Vogue Paris. O texto aponta pra um novo jeito de coordenar peças dentro da fórmula ‘Pradas e Balenciagas’ junto com ‘Zaras e H&Ms’. [...]
20 de Novembro de 2007 às 10:36 am
gente, tõ amando tudo isso!
polêmica boa e discutida de maneira elegante
alto nível
pense moda
20 de Novembro de 2007 às 11:55 am
Copia literal nao pode e como ja comentaram a Piaui retratou muito bem esse assunto.Saber olhar revistas , livros, filmes, clips, ruas, etc e depois voce construir suas imagens sem ter aquele ponto de partida te conduzindo e te amarrando (ate porque fotografia de moda tem inumeras variantes e acontecem mudancas o tempo todo ).Quando voce esta fazendo uma moda junto com o fotografo e tao bom poder experimentar e tentar novas formulas e propor suas estorias.Se a diretora ou editora te propoe algo com uma revista, e seu trabalho olhar aquilo ate para saber quais sao as expectativas dela mas seguir em frente e trazer outro resultado (obrigacao do styling).Olhar as revistas gringas todo mundo olha, agora fazer igualzinho e preguicinha…Vamos trabalhar. Quanto aos looks, as revistas tem que fotografar o que a industria propoe entao, deveriam tambem nas marcas nao ter tantos Balenciagas e Marc jacobs da vida.Mas no styling, voce pode personalizar o look com sua mao ( um laco, uma proposta de beauty, um jeito de escolher o sapato, como montar a coordenacao das pecas, etc,etc).Fazer igual a passarela te deu, so em Colecoes ( o assunto da pauta).Tem que trabalhar. Basicamente, se arriscar um pouco.Acredito nisso.Agora referencia :normal…quantas materias meio Helmut Newton ou Guy Bourdin ou outros momentinhos da moda ainda vao ir e voltar…O bacana e que cada um interpreta a sua maneira e acaba construindo uma nova coisa.Acredito no talento e criatividade das pessoas .Sou otimista . E acho a discussao interessante.
20 de Novembro de 2007 às 12:58 pm
graande flavia.
uma das stylists mais queridas (e assiduas) de vogue. Viiiiiu, pesoal?
20 de Novembro de 2007 às 2:33 pm
Aula da Flavia. O lado e a palavra dos stylists muito bem representados.
20 de Novembro de 2007 às 6:09 pm
Meninas, amei esse post. Que bafão,hein ? … Espero que meu post sobre a adoração da Costanza pela editora de Vogue Paris não tenha sido estopim para rusgas-fashion (rs). Bom, como vcs comentaram lá no meu blog antes de tudo isso que ta se falando agora, vou dar aqui minha opinião.
1 - a coluna da Costanza é essencial, sim.
2 - a Vogue BR precisa se inspirar em alguém mesmo (nada se cria…), assim como a Elle se “inpira” na mãe-francesa. É natural, e acho que a nossa Vogue está indo bem… Comecei a ler a Vogue em 90 e tenho edições de 20 anos atrás (que comprei em sebos,pois queria ver como era o trabalho da Guerreiro quando ela estava lá)…Nos anos 90, a revista caiu muito, com a saida dela. A moda enfraqueceu,os anunciantes sumiram e a revista (que é mensal) só saia às vezes na banca. Foi um momento triste da nossa Vogue. De meados dos anos 90 pra cá, começou a dar uma guinada das boas e essa fase sé consolidou de fato. Sinto falta da redatora-chefe que saiu ano passado (me disseram que ela ta na Veja-Rio), Silvia Rogar era mestra em moda-texto e a Maria Prata tem se destacado muito também.
Acho normal o fato da nossa Vogue ter como padrão outras edições…e os looks e editoriais acabam se repetindo muito mesmo…o Frasson foi melhorando com o passar dos anos…no começo seus editoriais era super uó. (ele era assistente da Guerreiro no fim dos 80).
Depois, já diz o sabio ditado : só se copia o que é bom,né ?
Mil beijos e vamos botar a boca no trombone mesmo que só assim a moda e a vida vão pra frente. Please, blogueiros: chega de resenha de desfile e, mil blogs, vamos deixar isso pra Guerreiro,Kalil,Erika e afins, né ? hellooooo.
20 de Novembro de 2007 às 11:09 pm
[...] o post bafo-debate da Oficina de Estilo sobre a Vogue Brasil e suas referências muito coladas nas outras vogues, um ponto o Sylvain [...]
21 de Novembro de 2007 às 12:02 am
a reflexão da vogue só foi possível porque o pense moda deixou essa essência mais crítica, porque senão ficaríamos cheio de melindres tipo o que a maria prata vai achar, o frasson vai ficar chatado… e não é nada disso
estamos todos no mesmo barco
e no fundo esses foram os assuntos centraris do pense moda
bjs
21 de Novembro de 2007 às 10:21 am
[...] que o Pense Moda tá fazendo pensar meishmo, até hoje! O post ‘coincidências de vogue’, em que a gente resolveu ilustrar as conversas dos fotógrafos e dos stylists no seminário, tá [...]
21 de Novembro de 2007 às 10:38 am
Pessoal, o que é isso? Fashionistas e jornalistas em pânico?
Me desculpem, não entendo muito de foto de editorial de moda, mas por favor voltem ao post original e vejam as fotos: pra mim isso não é nem mais cópia. Isso é plágio. Não tem essa de referência. Plágio é a palavra. Enquanto fica todo mundo choramingando que a moda brasileira não tem identidade, vem a publicação mais respeitada do mundo, por meio de sua edição brasileira, dizer que não é bem assim. Pausa pra vc checar de novo as fotos do post….(…)…Canudinho e tudo. Sei que existe a questão comercial, mercadológica, que é importante usar todo o prestígio e o know-how da matriz - matriz serve pra isso mesmo - mas fica parecendo que o pessoal não quer nem arriscar nem por o seu na reta. Assim, se a VOGUE, assim em caixa alta, acha que isso é normal, tudo bem, vamos precisar de mais um monte de pensemoda pro pessoal ficar lá, pensando como fazer uma moda brasileira se a sua maior vitrine, seu mais prestigiado veículo, não tá nem aí, tá plagiando coisa de fora.
É isso aí meninas. Tenho um histórico suspeito de admiração por esse blog, e acho que hj vcs deram mais um passo para que se consolide no BR a idéia de jornalismo, informação e acima de tudo reflexão de moda tratados com inteligência e independência.
Bjs AF
21 de Novembro de 2007 às 2:11 pm
Ai, que porre.
21 de Novembro de 2007 às 7:49 pm
Coisas de vogue!!! Coisas de Giovanni.
Meninas voces arrasam!!!!!!!!
21 de Novembro de 2007 às 10:31 pm
Tô com o André.
Esse blog é tudo!
xx
22 de Novembro de 2007 às 10:09 am
Quando comecei a ler sobre essa polêmica, começou a me dar uma preguiça… até que escreveu o André Felipe, que estou totalmente de acordo.E acho (achismos!Hahahah) que temos que esfriar a cabeça e sermos objetivos, primeiro , olhar as fotos, que sao claramente chupadas, e não tem nenhuma justificativa, foram pegos com a cueca na mão! E segundo pensar e definir o que podemos fazer para mudar essa realidade, SE É QUE QUEREMOS(querem) MUDAR. Falando um pouco dessa sindrome de colonizados que sofremos, enquanto não valorizarmos o q é nosso, e não falo somente do folclórico, não sairemos deste circulo vicioso que diz q o de “fora” é melhor. Eu não moro no Brasil , e aqui em Madri vejo o quanto valorizam a cultura e inclusive a moda Brasileira Marcas como Osklen, Colcci e Melissa(que está nas lojas mais legais da cidade) são marcas supervalorizadas.Somos sim criativos , pq temos q fazer muito com pouco, e (isso me ajuda muitíssimo no meu trabalho aqui!) E ai pegando especificamente o caso da Melissa, ela tem sua identidade, ela é Brasil sem deixar de ser cosmopolita…. Voltando pra Vogue, ela tinha que ser uma revista “do mundo” mas sem nunca deixar de ser Brasil…Pergunta q não quer calar:Pq aqui em Madri eu compro Vogue China, Japão, America, India, sem falar nas européias e não encontro a Brasil???? São achismos, divagações!
PS: Amei o post dusinfernus…
Meninas, vcs arrasam sempre.
beS.O.S
23 de Novembro de 2007 às 8:40 am
Adorei o post….
O problema é que cada vez mais estamos antecipando tendências…
Vai chegar uma hora que não teremos mais o que copiar lá de fora…
Ai acredito que finalmente teremos liberdade de criação….
O brasileiros precisam entender que somos um dos povos mais criativos do mundo….
E a moda devia ser copiada daqui e não ao contrário….
Precisamos desvincular das cores sóbrias europeias e aceitarmos que somos um pais tropical….
Onde o branco cai bem melhor que o pretinho básico…
23 de Novembro de 2007 às 1:12 pm
Achei este post o melhor ever!Vocês deveriam fazer mais coisas deste tipo…adorei
7 de Dezembro de 2007 às 3:44 pm
antes (beeeem) tarde do que nunca! Meninas, queria muito ter escrito antes e participado mais dessa conversa. Acho super válido que esses assuntos sejam discutidos de forma elegante e democrática, é pra fazer a coisa andar mesmo. Bjk.
11 de Dezembro de 2007 às 9:37 pm
Versões precárias das Vogues internacionais. Ai que humilhante.
Meninas! Vocês “ahazaram”!
8 de Fevereiro de 2008 às 4:02 pm
Realmente não tem o que falar, essa estória de absorver diferente também não!
é um plágio sim.
10 de Julho de 2008 às 3:16 pm
[...] gente, não é inspiração demais? Há um tempinho, o blog Oficina de Estilo já tinha publicado outras *cof* coincidências *cof* da [...]
27 de Novembro de 2008 às 10:10 am
[...] as revistas por aqui AMAM copiar editoriais de fora não é novidade. Bom, primeiro que o nome Angélica é a versão brasileira para Angelina. Agora, NAONDE que [...]