costanza aponta um novo hi-lo (e a gente adora!)
Ainda da Vogue BR: a coluna da Costanza Pascolato na revista, que é leitura obrigatória pra quem quer aprender mais (ela sabe de tudo, e antes!), nesse mês fala de ‘um novo hi-lo’, visto pela master fashionista em Paris, durante a última temporada de desfiles. O “exercício mais sofisticado do hi-lo” de que Costanza fala foi percebido por ela nas ruas, em meninas da vida real, “verdadeiras trend-setters que estão mais discretas e que não querem parecer anúncio de marca de luxo” - a super referência da Costanza foi a editora de moda da Vogue Paris. O texto aponta pra um novo jeito de coordenar peças dentro da fórmula ‘Pradas e Balenciagas’ junto com ‘Zaras e H&Ms’.

a cristiana mostra todo dia no blog dela o exercício que faz!
Acontece que “não são mais os grandes empórios de moda como H&M, Zara e TopShop que dão as cartas”. Costanza chama atenção para uma super quantidade de lojas pequenininhas em Paris, “originais, trendy, com preços razoáveis, que dirigem-se à mulheres jovens de todas as idades”. É dessas lojinhas que agora vêm as peças ‘lo’, são essas lojinhas que estão “revolucionando o mercado com novidades a cada semana e ocupando o espaço que fica entre as marcas de luxo e o mercadão fast-fashion”. Não é o máximo? Que trazendo pra vida real, o ‘lo’ de uns pode ser o ‘hi’ de outros, né? Tipo se a gente não usa Chanel e Marc Jacobs no dia-a-dia, o nosso ‘hi’ pode ser da Forum ou da Maria Bonita Extra ou de qualquer outra marca grande brasileira (ou não!) - que podem ser o ‘lo’ de quem usa super marcas de luxo. E nem por isso o ‘lo’ precisa vir vazio de informação: a gente também pode fazer o novo “hi-lo”!
Aqui em SP a gente tem a Galeria Ouro Fino, cheia de lojinhas comandadas por gente interessada em fazer moda autoral; tem a Vila Madalena com um monte de modas com personalidade super definida; tem gente que arruma jeitos legais de mostrar peças feitas com a cara das vontades de quem faz. Mesmo aqui nos Jardãns tem gente escondidinha, fora do tradicionalzão, que faz o que tem vontade e pronto. E em todo lugar tem lojinhas de bairro, pequetuchas e recheadas com peças diferentes do que a gente compra no shopping ou do que todo mundo já viu antes, em catálogos e publicidades. Costanza diz que essas lojinhas em Paris “encontram ressonância por não serem ‘usinas de cópia’ de marcas de luxo” e que nos oferecem “peças pensadas para serem personalizadas com os acessórios e com a atitude certa”. E ainda tem as costureiras, que fazem nossos ’sonhos de coordenação’ virarem realidade em um ou dois dias!
Que a gente também não quer ter cara de catálogo nem de outdoor de marca nenhuma, néam? E esse é um exercício deglícia pra se fazer na frente do espelho, todo dia: criar looks cada vez mais pessoais, misturar e combinar as coisas de jeitos cada vez mais ‘com a nossa cara’, coerentes com o nosso jeito de fazer o resto todo na vida. Quanto mais elementos e referências a gente agregar num look, mais informação esse look vai comunicar pro mundo em volta da gente. E essa não é a melhor parte de ‘viver a moda’ na vida real?!??

20 de Novembro de 2007 às 7:13 am
fê, tenho que comentar mais por aqui, né? adoro!
ano que vem tô abrindo uma loja ‘lo’ em bh!
vc vai ter que dar um pulo aqui pra conhecer! ;]
20 de Novembro de 2007 às 7:22 am
Amei esse post! Sempre fui hi-lo (Lojas Marisa na minha época, e feira de rua) e todo mundo aqui na minha cidade me achava “meio diferente”… Quem sabe agora o povo entende ! Bom, já virei fã total do blog de vocês, né? Dou uma passadinha todos os dias! bjo Dani
20 de Novembro de 2007 às 9:58 am
a emmanuelle alt é musa de todo mundo, né? o sartorialist venera ela.
e a cristiana é fofa.
20 de Novembro de 2007 às 10:23 am
e viva o hi-lo!!! :D
20 de Novembro de 2007 às 2:42 pm
Ei Fê! Só passei pra falar oi e dizer (de novo) que adoro vocês, que o jeito carinhoso que vcs escrevem me animam e inspiram a ficar por fora mais parecida com o que eu acho que sou por dentro.
muitos beijos
20 de Novembro de 2007 às 3:05 pm
Gente, que orgulho. Eu e Costanza no mesmo post! Quando eu crescer quero ser que nem ela.
Obrigada, amores. Beijos.
20 de Novembro de 2007 às 3:24 pm
meninas, o meu “lo” eu tiro das feirinhas da benedito e do center 3. sou rata de feirinha mesmo, adoro! dá uma preguiiiça de comprar em shopping…
beijos!!
20 de Novembro de 2007 às 5:04 pm
eu adoro o blog da cristiana!
20 de Novembro de 2007 às 7:46 pm
ler e ler algo inteligente é uma laimento politicamente correto e faz muito bem a saúde, e este post retrata extamente o q andas nas ruas!!!!
21 de Novembro de 2007 às 12:09 am
Oi meninas, mais uma vez parabéns pelo texto inteligente e prático! Eu adoro a idéia do hi-lo (e vasculhar araras de marisas e c&as da vida) e acho que o ‘hi’ realmente depende do referencial - adoraria ter um marc jacobs, mas por enquanto não dá, então a gente se vira como pode em termos de informação de moda - e acho que faz todo sentido. Adoro vasculhar lojas da vila madalena, que trazem essa referência mais autoral. Sem querer fazer propaganda, lojas de lá como a Antes de Paris e a Ateliê Filhas di Rose (vocês conhecem? vale a pena passar lá), preenchem essa lacuna entre shopping e os magazines, com peças mais autorais. Além de outras, como a Farm, a Maria Filó, a Apego, Theodora, CAS, tem muita coisa ‘in betweens’. Adoraria ver mais posts nessa linha, com endereços descolados de gente que está fazendo essa moda tão interessante. Um super beijo!! Sou fã do blog, entro nele todos os dias:)
21 de Novembro de 2007 às 1:34 pm
eu vivo a vida cantando…
26 de Novembro de 2007 às 3:14 pm
meninas, obrigada pelo link e parabéns pela matéria.
beijos
27 de Novembro de 2007 às 1:24 am
[…] E Juliana Jabour conta pro Erika Palomino que sua segunda marca, JJ, trata de peças em viscolycra e malhas mil e estamparias divertidas e jeans ‘diferenciados’. Diz que a peça mais cara custa R$ 140 e que já começa vendendo em mais de 80 multimarcas no país todo. Pra completar a onda ‘roupa de estilistas legais com preços camaradas’ tem a parceria da Isabela Capeto com a Taeq, marca do Pão de Açúcar: a estilista desenvolveu uma coleção legalzíssima que vai ser vendida no supermercado! Não é demais?!?? […]
29 de Novembro de 2007 às 3:04 pm
Meninas, Realmente como uma colega cita acima, na Vila Madalena é possivel encontrar-mos roupas que trazem informações de moda com personalidade própria. Realmente, não gosto de fazer comercial também, mas gosto de democratizar o que conheço de bom, O Atelier Filhas di Rose na Vila Madalena, é um achado com estilo próprio e qualidade impecável, elas produzem no local. A loja Antes de Paris e a Simultanea são também meus passeios obrigatórios de final de semana. Fora que os preços são para as mulheres de verdade. Beijos Parabéns pela matéria!
12 de Dezembro de 2007 às 12:16 pm
[…] Sem querer (querendo) a gente tá numa semana suuuuper sapatos, né? Acontece que ontem fomos ao lançamento da linha de sapatos Tag, da Marina e da Carol. As meninas são amigas desde sempre e sentiam falta de variedade de sapatos bacanas, com precinhos amigos. Sabe o que elas fizeram? Os próprios sapatos! E ficou tão legal que virou coleção, com oito modelos e pouquinhos pares de cada um. A Marina e a Carol procurarm trabalhar com misturas de materiais e cores: tem couro de cobra, tem camurça, tem metalizados, tem croco… e tem dourado, marrons muito chiques, turquesa, roxo - o que é incrível porque permite infinitas coordenações com o que a gente tem no armário, né? Super a ver com o novo hi-lo que a Costanza explicou! […]
2 de Abril de 2008 às 3:10 pm
É bom conhecer o termo certo usado
para quem repagina seu look com peças diferenciadas e claro,
faz o maior sucesso.
Adoro um brechó,
e naum sou muito de fazer papel de outdoor para grifes,
Sou do lema de, ter + por -,
e assim posso satisfazer meu desejo de expressas minha moda, meu estilo.
22 de Abril de 2008 às 9:23 am
[…] Bazzar ainda tem uma matéria com dicas ótemas pra fazer looks em hi&lo sem medo de errar - e pecinhas neutras, tipo camisetinhas brancas da Hering, são perfeitas pra […]
2 de Julho de 2008 às 4:41 pm
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