EMPATIA NA CONSULTORIA DE ESTILO

Ce sabe que a nossa metodologia junta técnicas de consultoria com o exercício da empatia, né? Essa fórmula permite que a gente consiga questionar, provocar debates (pr’além do eu apenas),  — que seguem sendo nossas maiores motivações em todas as nossas entregas profissionais: no compartilhamento de conteúdo, na nossa consultoria de estilo pessoal, nas aulas que a gente dá.

Assim, ó:

“Empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo”, na definição do filósofo Chuang-Tzu, e ele acredita que só a verdadeira empatia só rola quanto a gente “escuta com todo o ser”, quando a gente se descola das nossas referências pessoas e se abre pras referências do outro, e recebe, e acolhe — e então há possibilidade de crescimento pra todo mundo, de soma de idéias e de referências (no lugar da luta de sobreposição de opiniões que a gente vê acontecer nas caixas de comentários das redes sociais).

pra entender o que é, o que não é, e como a empatia ajuda a gente a ficar mais forte e inteligente. ;-)

Nos nossos trabalhos a gente também se mantém atentas ao que NÃO é empatia:

-aconselhar: “acho que você deveria…”, “por que é que você não fez assim?”
-competir pelo sofrimento: “isso não é nada, espere até ouvir o que aconteceu comigo”
-educar: “isso pode acabar sendo uma experiência muito positiva para você, se você apenas…”
-consolar: “não foi culpa sua, você fez o melhor que pôde”
-contar uma história: “isso me lembra uma ocasião…”
-encerrar o assunto: “anime-se, não se sinta tão mal…”
-solidarizar-se: “ó coitadinho…”
-interrogar: “quando foi que isso começou?”
-explicar-se: “eu teria telefonado, mas…”
-corrigir: “não foi assim que aconteceu…”

Esse tipo de empatia não é natural pra gente (nesse mundo doido de hoje) e é especialmente difícil de exercitar. É preciso manter atenção com a gente mesma, estar alerta e QUERER se manter no exercício. A lista aqui em cima é bem ampla e, se a gente não insere esses comportamentos nas nossas conversas, o que sobra?

Na nossa experiência tem sobrado espaço pra conexão real, pra cooperação, pra gente incrementar conversas significativas e livres de idéias pré-concebidas e de julgamentos, e tem sobrado um repertório mais abastecido e forte — pra que a gente cuide melhor das nossas próprias questões, sem precisar terceirizar esse cuidado pra quem quer que seja.

Desse jeito a gente tem experimentado, com nossas clientes, alunas e leitoras \o/ um novo senso de autonomia, empoderamento, auto-responsabilidade e — melhor de tudo — satisfação, confiança, autoestima.

Vale ler também o texto “Não quero mais mudar o mundo” do Daniel Larusso, que diz que “quando todo mundo está gritando, falar baixo e escutar o outro é um ato revolucionário”.

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(essas idéias de empatia — e também do que não é empatia — a gente aprendeu nesse livro aqui, ó)

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