MOSTRAR O TORNOZELO ENGORDA OU EMAGRECE?

Comprimentos entre o joelho e o tornozelo podem achatar visualmente a silhueta. Por outro lado, exibir as partes fininhas do corpo, como o bendito tornozelo, pode passar uma sensação de pessoa mais longilínea.

Essas ideias parecem se contradizer, certo? A pessoa que quer parecer mais magra pode ler as duas e ficar sem entender se, afinal, ela deve esconder ou mostrar o tornozelo. A verdade é que as dicas competem entre si na teoria da consultoria de estilo: criar linhas horizontais na silhueta expande visualmente, enaltecer o que é fino emagrece visualmente.

Sabe aquele legume que é cheio de vitaminas, só que é também cheio de gordura? Pois então, o tornozelo é a batata da moda. ;-)

Usar sapato de gáspea baixa -como sapatilha ou mocassim- e calça reta com a barra um pouco, um nada mesmo, levantada, mostrando só o ossinho do tornozelo, certamente tem efeito emagrecedor. Dessa forma, é como se a gente conseguisse unir as duas dicas: respeitando a “regra” de valorizar as partes finas e, ao mesmo tempo, alongar as pernas tanto quanto possível mesmo com o comprimento intermediário.

QUEBRANDO AS REGRAS
No entanto, a coisa mais legal que essa pequena questão do tornozelo traz é que essas manipulações de aparência são mesmo muito subjetivas e equivalentes.  É por isso que a gente acha que dá para usar tudo de forma legal, desde que quem usa tenha clareza de suas prioridades!

Dá para compensar uma blusa volumosa que não te favorece com uma combinação de tons monocromáticos. Dá para compensar um festival de cores contrastantes com acessórios que chamam atenção para o rosto.

Para parecer mais magra com o que escolhe vestir, a pessoa não precisa virar um recorte de todos os clichês e ‘regrinhas de como parecer magra’. Às vezes, quebrar um pouco as regras dá um efeito muito melhor. Um efeito de: “Olha, essa garota não é a gordinha caricata que usa preto, colar longo, listras verticais, sapato de gáspea baixa, tudo-ao-mesmo-tempo-agora”.

Usar elementos “inapropriados” para o seu tipo físico de maneira pensada passa uma ideia de que você tem muito controle da própria imagem, tanto que se permite escapar das regras. Quase como um artista que domina tanto a tradição que pode inovar.

*Juliana Cunha é jornalista e colaboradora do blog da Oficina de Estilo, que sorte a nossa :) ce pode ler outros textos dela pra Oficina aqui — e os textos autorais dela no Já Matei Por Menos, ó!

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