CONSULTORIA DE ESTILO x CONSULTORIA DE IMAGEM

A gente aqui na Oficina entende que estilo é algo sobre o qual a gente tem controle – e imagem não. Pensa só!

Imagem faz referência a muito mais que roupas e é um tanto subjetiva já que, em parte, é definida pela maneira como os outros vêem a gente (e inevitavelmente nos julgam). Um monte de dicionários cita “reputação” quando define imagem: não tem como manipular as opiniões que se formam sobre a gente porque elas são baseadas em experiências vividas por quem tá formando tais opiniões – o que se ouve, o que se sente, o que se faz… e também o que se vê -, e em referências super pessoais que podem gerar crenças (muitas vezes) independentes da realidade.

Então a gente tem muito pouco controle sobre a própria imagem, e esse pouco controle é super indireto.

Maaaas, em relação a estilo (pessoal) a história é bem outra!

Estilo é escolha – e é fácil manipular as variáveis que juntas compõem a aparência. Todo mundo que é alguém e que tem uma vida acontecendo, uma rotina, horários e compromissos… faz escolhas — e portanto tem estilo. Pode não estar mostrando com clareza, mas tem.

A gente tem liberdade de, conscientemente, escolher cores e peças de roupas e acessórios e combinações de tudo junto. E se parte da imagem que se faz da gente é formada pelo que se vê, então o “eu real” de cada uma de nós é (também) uma experiência visual para o outro. A gente se olha, se enxerga, quer entender, tenta decifrar, responde ao que vê, reage ao que vê – é assim que começa nossa experiência de interação com qualquer pessoa. É nessa experiência que a gente tem possibilidade de mostrar direitinho do que se trata esse “eu real”.

Por isso tudo a gente aqui trabalha com consultoria de estilo pessoal — individualmente e agora também com grupos (ô delícia!). Consultoria de imagem é mais do que a gente pode entregar — parece querer manipular o que todo mundo em volta pensa da gente. E a gente quer assumir responsabilidade pelo que entrega (e pelo que nossas clientes/alunas entregam) e não pelo que todo mundo em volta entende.

A gente raciocinou isso tudo enquanto lia livros da nossa área e preparava o material teórico das nossas primeiras turmas de formação em Consultoria de Estilo, em janeiro de 2013. A intenção era, aqui entre a gente mesmo, pensar no motivo de tanta gente se descrever como “consultora de imagem, consultora de estilo e personal stylist” assim tudo ao mesmo tempo agora — mas né gente não é tudo mais ou menos a mesma coisa? Porque nomenclatura (especialmente essa em inglês?) acrescentaria algum status extra pras mesmas funções? Faz algum sentido raciocinar e encontrar propósito, né?

P.S. De repente, gente, vale usar consultoria de imagem quando se trabalha com clientes-empresa, no ambiente corporativo — em que é esperada sim alguma reputação visível no vestir de quem trabalha pra determinada empresa, né?

 

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