ROUPA DE SOBREVIVER AO TRÂNSITO

A gente tem passado tanto tempo dentro do carro, no trânsito – e tem reclamado tanto! – que num engarrafamento tempos atrás surgiu a idéia desse post. A gente começou a pensar em jeitos de minimizar o estrago (na aparência e no humor!) que tanto tempo sentada/amarrada no cinto de segurança pode causar. Importante é estar confortável, e isso a gente consegue com tecidos desestruturados tipo sedinha, tricôs finos, malha, algodão fino (tipo de camiseta), até a viscolycra – lembrando que malhas não amarrotam nadinha e que tecidos naturais (seda e algodão, no caso) amassam mas não permanecem assim o resto do dia, assim que a gente se movimenta eles desamassam e retomam a forma lisinha logo. Modelagens mais larguinhas também ajudam: tudo que é mais justo “repuxa” quando a gente senta, né? Além de restringir movimentos, roupa justa amarrota bem mais (e com muito mais força).

Ainda na idéia de modelagens soltinhas, quando a gente sabe que vai ficar tempos dentro do carro é melhor escolher saias no lugar de shorts/bermudas/calças. Saias podem permanecer esticadinhas sobre as pernas durante toda a “viagem”, e shorts e afins sempre enrugam entre as pernas e inevitavelmente criam “bigodes” amarrotados bem no quadril – e marcas horizontais no quadril dão aquela alargada bááásica na silhueta. Mais: usar duas peças é mais negócio que ir de vestido, macacão ou macaquinho – blusa usada por fora da parte de baixo também pode ser esticada (pra viajar solta por cima da tira do cinto de segurança que fica na cintura, sabe como?) e assim amassar menos. Com peça única não tem como evitar o cinto ‘marcando’ a cintura da roupa! Nesse sentido também pode ser legal prestar atenção em golas e decotes que podem ficar “amassagados” embaixo da tira transversal/diagonal do cinto de segurança.

Terceira peça, pra quem vai passar teeempos no carro, vale mais ainda. Só de não precisar vestir no trajeto, a peça é poupada de amarrotar e pode salvar o look com aparência renovada assim que a gente chega ao destino, né? Vale levar no cabide, penduradinha no banco de trás. E quem dirige carro (não-automático) sabe bem como a embreagem pode estragar os saltinhos e calcanhares dos sapatos: é válido escolher sapatos com tirinhas atrás dos tornozelos, sem calcanhar fechado. A gente sempre recomenda que as nossas clientes tenham chinelinhos que prendem no pé  ou melissinhas pra usar só dentro do carro – tipo entra, tira o sapato, calça o chinelo/a melissa pra dirigir e destroca antes de descer (não é legal?).

Vale prestar atenção extra em cabelo e make: se não tem ar condicionado tudo meleca e murcha, daí vale levar produtos pra retocar antes de descer do carro e já sair de casa com o cabelo preso, bonitinho. E tudo tudo tudo que a gente vestir, nesse caso especialmente, pode ter super mega de qualidade! Que na pior das hipóteses, se tudo der errado e a gente sair do carro com aparência de paçoca – porque a vida real é assim mesmo, né?!?? – pelo menos vai todo mundo ser “paçoca do melhor naipe”. Parece banal pensar no que usar no trânsito, mas tem sido grande parte dos nossos dias aqui em SP. Escolher o que vestir pode sempre ser automático, né, mas se a gente conscientiza tem muito mais chance de dar certo!

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