Texto que passeia pela trajetória profissional de Alexander McQueen, traçando paralelo da sua moda com a sua personalidade – um super tributo e uma aula importante de moda contemporânea, no C’est Sissi Bon.
Blogs de estilo pessoal são sempre inspiração – senão pelos looks em si, pela motivação de gente como a gente, da busca do sentido no vestir do dia-a-dia (e do sorriso em frente ao espelho). Do grupo dos nossos favoritos daqui do Brasil é o Les Choses que J’aime, conhece?
Post sobre o trabalho da Lina Bo Bardi, arquiteta-musa do último desfile da Maria Bonita. As imagens viram um exercício de interpretação de referências em estilo – super possível da gente fazer todo dia, no próprio armário! No Moda Pra Ler.
Já sabe da estória da escola de sambra que tem enredo fashionista? Tem colaborações estreladas e croquis e tudo mais – num post super bom! – no The Clash.
Maquiagem carnavalesca não precisa ser de fantasia – pode ser aquela loucurinha a mais que a gente aproveita pra fazer só nos dias de folia, como bem ensina o post do Fashionismo.
Amo textos pessoais quando eles sao desculpa pra transbordar informação de moda! Esse é o caso do post que conta a estória da fantasia de colombina da Márcia do Bainha de Fita Crepe. Beijos, Fê!
Mais de carnaval: seleçao afiada e fofíssima de looks de carnaval pra quem vai pro bloco, pro clube, pro sambódromo e mais!!! No Santa Rendeira.
Mais um blog de moda masculina pra gente acrescentar aos favoritos: só eu não saibia que o Eduardo Viveiros, que trabalha no Chic da Gloria Kalil, também abastece o Neo Macho? Bjs, Fê.
É carnaval mas ninguém tá à toa não, Amaury. Tá aqui um ranking de marcas de luxo na internet – e ler essa pesquisa faz a gente pensar no que gosta e no que não gosta na presença virtual dessas marcas, né? No Último Grito.
Alexander McQueen enxergou o futuro antes – e dividiu sua visão com todo mundo. Entendeu antes que individualizar é o caminho da moda inteligente, e instalou arte na sua passarela pra ajudar a gente a entender. Também com seu trabalho fez a gente lembrar que amigos vêm antes de tendências e vestiu a camisa de Kate Moss quando ela precisou. Essa mesma amiga arrepiou toda uma platéia de desfile em forma de holograma (gênio), fantasmagórico e impactante. Alexander McQueen faz a gente lembrar que moda é mais que roupa, por mais que redes de fast-fashion (e todo o resto do mundo!) reproduzam suas criações pra que mais gente beba dessa fonte. E essa é uma contribuição muito digna pra todo um mercado profissional – porque antes de ser profissional a gente é gente. Com coração, com paixão, con encantamento, com olho pra brilhar.
Alexander McQueen, estilista inglês mais que incrível, morreu na manhã de hoje. A gente na Oficina sente gratidão por esses momentos e essas imagens de arrepiar, de encantar, de não esquecer nunca mais. :(
• Tem gente bacana do Brasil no tapete vermelho do festival de cinema de Cannes e o Celebrista mostrou os vestidos mais legais em versão celebridades-e-passarelas! Posts aqui, aqui e aqui!
• Imperdível: hoje tem curso de jornalismo de moda com ninguém mais ninguém menos que Jorge Wakabara, editor responsável por fazer – junto com uma equipe linda e inteligente – o Lilian Pacce ser top site bom de informação de moda hoje, o melhor. Clica pra saber de valor e de inscrições e vai estudar, que o Jorge tem um monte de coisa boa pra ensinar.
• A revista Capricho vai fazer um reality show pra contratar estagiários de produção de moda: tem tudo explicadinho no ótemo Just Lia e as inscrições podem ser feitas aqui.
• Blog-mais-legal-de-se-conhecer-da-semana (eu amei!): Coisa de Moça Fina. Já tá no blogroll aqui do lado, vale super a visita.
• Top blog maravilhoso de moda masculina aqui no Brasil é o Hypercool, a gente não cansa de elogiar e tietar. Além de ter textinhos fáceis, realistas e inspiradores pros meninos, os editoriais são um primor! Nas fotos mais novas quem veste os looks dos meninos é uma menina – todo mundo fica desejando, tudo é lindo, clica pra ver que é de brilhar o olho.
O Net-a-Porter é um power site de compras de lá de fora, em que a gente adora passear pra se atualizar e pra aprender – porque não?!?? De tempos em tempos eles preparam uns especiais que ensinam montes de coisas legais sobre moda, pra que suas clientas comprem melhor. A gente acha isso super inteligente.
Dessa vez tá no ar um especial de Alexander McQueen. Tem um desfile das peças (comerciais, ótemas) dele que estão à venda no site, tem making of do desfile e tem comentários do povo do próprio Net-a-Porter sobre cada look disponível por lá. A melhor parte é a retrospectiva (em vídeo) da carreira do Alexander McQueen, narrada por ninguém mais ninguém menos que Collin McDowell (superhistoriador de moda, bem importante), com pedacinhos dos desfiles mais icônicos do estilista: tem o desfile das flores, do hospício, das divas do cinema e o que o vestido era pintado na hora, na passarela. Super vale o passeio!
Esse é um post “eu queria que a H&M viesse pro Brasil ou que as nossas lojas-magazines fizesse parcerias assim” parte II. Tão aqui as primeiras provinhas da coleção de Rei Kawakubo/Comme des Garçons pra H&M, via blog Fashionista. E lá tem mais info: diz que é quase tudo preto, que tem mil paletozinhos desestruturados e desconstruídos, que tem calças curtas, shorts larguinhos tipo alfaiataria e toda sorte de saias em algodão com strech. Mas não acabou. Tem também tricôs (em lã merino, fina tipo cashmere) com bolinhas e camisetas super coloridas (algumas com bolas também) e a peça-bafo da mini-coleção, que é um vestido-casaco cheio de babados tipo vitorianos – tem mais fotos aqui. Não sei vocês, mas eu gastaria dinheirinho com essa coleção, juro.
Diz que vai ter perfume também (unissex, ó que legal) e que tem mais info dessa coleção na revista W de setembro. Tudo isso no mesmo dia em que deu no About Fashion que tem boatos de uma coleção do Alexander McQueen pra Target – também barateenha, tipo H&M. Ô invejinha de quem tá por perto.
A jornalista de moda do NY Times, Cathy Horyn, escreveu antes das nossas mini-férias (eeeeeee!) sobre a “escolha da cor do ano de 2008″ feita pela Pantone – o ‘azul-iris’ foi escolhido como a cor que melhor representa a direção para a moda, para os cosméticos e para coisas de casa, na opinião deles. Que é só opinião, né? A Pantone é a empresa que faz os cartõezinhos com cores padronizadas pra comparar e escolher direitinho (sabe?), mas não tem todo esse ‘poder de previsão’. Por isso a Cathy Horyn escreveu toda uma coluna dizendo que essa “escolha” serve mais como publicidade pra empresa, mas que a gente não pode deixar de lembrar dos azuis que apareceram como promessa em vários desfiles internacionais (teve em Balenciaga, Jil Sander, Alexander McQueen e mais!) – e que, por conta disso, têm tudo pra aparecer mesmo em vitrines all over.
coincidência? a campanha nova de ysl tem kate moss de… azul-iris!
No texto ela lembra que estilistas incríveis já se apropriaram de cores de um jeito que a gente recohece essas cores como “deles”, tipo o vermelho do Velentino e o pink da Schiaparelli (também o lilás do Tom Ford e o marrom-feioso da Miucia Prada). Ela entrevistou o estilista da maison Lanvin, Alber Elbaz, pra matéria e ele disse que isso serve mais pra direcionar o mercado de massa do que o trabalho de estilistas que trabalham muito mais com as próprias vontades (ãhn?!??). De qualquer jeito a gente apóia escolhas de cores coloridas pro ano novo, pra alegrar e encher os nossos looks de bom humor, néam?!??
Na semana passada a Diesel apresentou uma prévia da coleção de verão numa feira de tendências e moda, em Milão, e o desfile foi transmitido ao vivo pra todo mundo pelo site da marca. Mas a ‘mudernidade’ não parou aí, e o Luigi escreveu no Filme Fashion sobre o que tem no vídeo (clica pra assistir grande! é demais mesmo!):
“Misturando realidade com tecnologia e ficção, a apresentação é toda inspirada no vasto espaço das profundezas do oceano e coloca modelos reais ao lado de seres submarinos e imagens holográficas ao longo de toda a passarela. O ponto alto do desfile é quando criaturas marinhas, criadas a partir de relógios da Diesel, se transformam em modelos vestindo a coleção, que depois se transformam novamente em milhões de peixes brilhantes, fazendo com que um simples desfile de moda assuma proporções de um evento de entretenimento multimídia tecnologicamente avançado.”