Saiu o trailer pro filme/documentário “The September Issue”, que acompanhou a Anna Wintour e toda a sua equipe na confecção da Vogue de setembro do ano passado. Setembro é sempre o mês de revistas mais grossas, com maior quantidade de páginas – em algum momento do trailer algué diz que “setembro é o janeiro da moda”. Vai ser legal ver bastidores da redação mais rentável do mundo, com o comando da editora mais popular (rá!) do planeta. Quem já tá doida pra ver levanta a mão! \o/
• Tem gente bacana do Brasil no tapete vermelho do festival de cinema de Cannes e o Celebrista mostrou os vestidos mais legais em versão celebridades-e-passarelas! Posts aqui, aqui e aqui!
• Imperdível: hoje tem curso de jornalismo de moda com ninguém mais ninguém menos que Jorge Wakabara, editor responsável por fazer – junto com uma equipe linda e inteligente – o Lilian Pacce ser top site bom de informação de moda hoje, o melhor. Clica pra saber de valor e de inscrições e vai estudar, que o Jorge tem um monte de coisa boa pra ensinar.
• A revista Capricho vai fazer um reality show pra contratar estagiários de produção de moda: tem tudo explicadinho no ótemo Just Lia e as inscrições podem ser feitas aqui.
• Blog-mais-legal-de-se-conhecer-da-semana (eu amei!): Coisa de Moça Fina. Já tá no blogroll aqui do lado, vale super a visita.
• Top blog maravilhoso de moda masculina aqui no Brasil é o Hypercool, a gente não cansa de elogiar e tietar. Além de ter textinhos fáceis, realistas e inspiradores pros meninos, os editoriais são um primor! Nas fotos mais novas quem veste os looks dos meninos é uma menina – todo mundo fica desejando, tudo é lindo, clica pra ver que é de brilhar o olho.
E post que segura um fim de semana inteirinho aqui no blog! Já já tem post sobre a Fashion TV no Brasil, assim que a Maria Prata – vizinha de blog e novíssima editora de conteúdo do canal (é isso, Maria?) – contar tudo pra gente. Por hora a gente sabe que o canal, além de mostrar entrevistas com modelos, matérias de bastidores de desfiles e editoriais, explicações de tendências e perfis de gente bacana de destaque no meio (rá!), tem mais mil outros planos pra colocar em prática. Enquanto não tem toda info organizadinha aqui pra postar, tem esse mini-documentário com Carine Roitfeld, editora da Vogue Paris e super master musa de meio mundo fashion. É bem do tipo que passaria no Fashion TV, não é?!?? E é bem legal, tem ela em desfiles, ela com Anna Wintour, ela em foto com Patrick Demarchelier, ela em família… clica pra assistir, clica. A primeira parte é essa daqui, mas tem também parte 2 e parte 3 lá no site do vídeo.
P.S. Carine, além de linda e engraçada e chiquérrima e super descolada, também é top pessoa lúcida do nosso meio. Maravilhosa a parte do vídeo em que ela diz que vinte anos atrás as pessoas já amavam moda, já sabiam tudo sobre moda – mas que agora as pessoas querem saber de TUDO MESMO, tipo bastidores e como usar e o que fazer e tals. E ainda tem depoimentinhos de Mario Testino, Tom Ford (ui!), Hedi Slimane… Bom fim de semana pra todo mundo, com muito veludo devoré, bem tipo Carine! ;-)
É tempo de crise nos Estados Unidos, amigos. E Anna Wintour já tinha dito pro povo não usar “nada muito Dubai”. Cristina leu que esse seria o Oscar da recessão, que ia ser cafona carregar mointa jóia e tals… e assim foi – mas não por isso o tapete vermelho foi menos legal! Os brilhos apareceram mais nos vestidos e do que nos acessórios (beeeeem menos caro!), e teve mointo tule: se a gente pensar que tule é um material barateenho e que faz um super efeito com quase nada, a idéia é “crise-friendly”, não?!??
Junto com brilhos na própria roupa e mointo tule, teve bastante vestido-princesa, com corpete, cintura marcada e saiona: em Miley Cyrus, em Penelope Cruz, em Sarah Jessica Parker, em Marion Cotillard. A idéia de romantismo também carrega a coisa escapista, tipo vamos fantasiar e deixar a realidade de lado, vamos não prestar atenção na crise. Então, esse foi o tapete vermelho da recessão MESMO, pelo menos na nossa interpretação de idéias (fashion). Mas “o olhar atento encontra significado”, e não é que tem mointa inspiração bacana no que a mulherada escolheu pra usar no Oscar desse ano?!?? Que 2009 tem tudo pra ser o ano da roupa-de-festa-boa-pra-quem-malha: teve montes de vestidos-sereia, que gente (sério!), só fica bem em quem tá com tudo tudo tudo em cima – vide os corpitchos de quem usou, tipo Anne Hathaway, Vanessa Hudgens, Marisa Tomei e mais.
A gente aprendeu essa teoria de que tapete vermelho tem que fazer sonhar. Madrinha e formanda todo mundo é, mas estrela de cinema poucas (íssimas) são – look de tapete vermelho, pra gente, tem que ser inalcançável, tem que ser extraordinário, gente. Por conta disso o vestido de Penelope Cruz é top favorito da noite, com uma estória parecidíssima com uma de Reese Witherspoon anos atras: o vestido é de 1949, ela comprou há tempos e guardou pra usar numa ocasião especial. RÁ! E ganhou um Oscar com ele! Não é demais?!?? Miley Cyrus, quem diria, também tava ma-ra-vi-lho-sa de menina-mulher leve feminina e super atual. Anne Hathaway tava vestida de diva, pronta pra ganhar prêmio, com vestido inteiro bordado com paétes em tamanhos diferentes – que formavam uma cauda super sereia, de Armani Privé direto da passarela para o evento! E Kate Winslet lembrou que look-de-estrela-de-cinema inclui cabelo-de-estrela-de-cinema: o cabelo dela tava tão incrível que ajudou a levantar o vestido – quem nem é maravilhoso à primeira vista, mas é vestido de diva que se arrisca, que ousa, que nao é acomodada (e tem mérito por isso!).
Gente e o que era o vestido claro, com um ombro só, em tecido luxo, saia gigantesca e um bilhão de mini-pregas plissadas em dobradura de marisa Tomei?!?? DI-VA! Tem fotos no Faded Youth, no FabSugar e no site do Oscar (já já na internet inteeeira!).
Teve também vestidóns brancos e claros (Jessica Biel, Anne Hathaway); vestidos com mil camadas (texturas com Taraji P. Henson, movimento com Miley, dobraduras INCRÍVEIS com Marisa Tomei); brilhinhos salpicados na estrutura do vestido (localizados em Kate Winslet, no corpete de Natalie Portman, salpicados em Freida Pinto); um ombro só – clássico, não? (em Kate Winslet, em Freida Pinto, em Marisa Tomei); dobraduras e super construções no próprio tecido (em Jessica Biel, em Amanda Seyfried, em Heidi Klum) e cores-coloridas (vermelho pra Amy Adams, rosa pra Natalie Portman, azulzão pra Freida Pinto). E transparências, e mointas pulseiras (vai render post!), e dourado com preateado, e mais.
Tem esse texto maravilhoso em inglês sobre stylists e looks de premiação, dica do Guga – alguém quer traduzir pra gente postar aqui no blog?!?? Que o que tá escrito lá faz super sentido e tem super a ver com análises de looks e interpretações. E essa foi uma primeira organização de pensamento sobre os looks da noite, sem conversar muito e sem ver (quase) nada na internê. Vamos desenvolver mais nos comentários, todo mundo junto?!?? ;-)
Então é semana de moda em NY, amigos. E Anna Wintour, que a gente curte BEM aqui na Oficina, deu uma entrevista ao Wall Street Journal pra falar dos reflexos da crise na moda. E aí que ela diz que, na opinião dela, a crise vai fazer o povo se conscientizar pra sempre de que consumo em excesso não é legal. E que a partir da “crise” todo mundo vai procurar consumir menos, mas direito – procurando peças que durem (tempo suficiente pra, pelo menos, a crise passar), focando super em qualidade e tals. Mas a melhor parte é quando dona Wintour diz que tá meio cafona usar look-ostentação por agora, e que ela acha mesmo que ninguém vai querer usar nada chamativo demais, ou muito brilhoso, ou “muito Dubai”. Não é MARAVILHOSO?!?? Hebe tá em baixa (rááá!).
“hummmm… ai, não sei… isso não tá muito dubai?!??”
Fora a brincadeira, a entrevista é legal mesmo. A Anna Wintour ainda conta que os preços das peças fotografadas pra Vogue América tão sendo reavaliados (ela se recusou a incluir num editorial um bolerinho de paétes que custava 25 mil doletas – e falou isso bem no sério, maravilhoooosa!), que a Michelle Obama inspira mulheres de verdade com seus looks high-low, do trabalho do CFDA incentivando novos talentos e de parcerias entre estilistas e grandes redes de lojas (pra fazer essas coleções baratinhas). Tá tudo em inglês, mas vale. ;-)
Sobre essa entrevista ainda tem quatro textos no blog Última Moda, escritos pela Vivian Whiteman. Olha, a Vivian tá bem brava com tudo que a Anna Wintour falou e faz/fez até hoje na moda, mas o que ela diz lá é bem coerente (na minha opinião pessoal). Podia ter um pouquinho mais de humor pra não parecer rabugento, mas é super super válido. Tá em quatro partes, começando aqui.
Pode ser só na foto, mas a Jennifer Hudson tá parecendo bem mais magra, não tá? A gente achou que as cores foram super bem posicionadas, com a parte clara cobrindo a parte menor do corpitcho e a parte escura cobrindo a maior – claro geralmente expande e escuro geralmente retrai, então o look equilibrou a silhueta, sabe como?!?? Mais: o look deixa em evidência partes magrinhas do corpo: braços, pernocas e pescoço. E o vestido super define a cintura… tipo, tudo nesse vestido é bem bom pra ela. E que comprimento chiquérrimo, não?
E Gwyneth, super musa da Oficina, tá mais musa que nunca. Tá uma musa glamourosa, poderosa, jovial, super moderna: o cardigan complementa o vestido e quebra a coisa “festona”, deixa o look mais descolado e mais leve – sabe que na vida real a gente vive trocando as echarpes e pashminas das clientas por cardigans finos, na hora de complementar vestidóns de festa? E super funciona, de verdade. Gwyneth ainda escolheu usar uma meia-calça fina meio prateada, com uma sandália também em prata: o look ficou inteiro meio metalizado, elegante mas muito muito moderninho também. Tipo “fora do padrão” de um jeito bom, né?
E essa moça LeAnn Rimes, hein? É cantora? A gente não conhece mas já e fã, que ela ‘tá super “apropriada para sua idade” com esse look (na nossa opinião). As cores são super não-previsíveis e formam uma coordenação liiiinda. Os detalhes de metal na cintura deixam o look super mega atual (tempo de tachas!) e fazem com que a gente pense que LeAnn é super “do rock” (rá!). E se o sapato fosse fechadinho, forrado em tecido e tals, o look podia ficar ‘princesa’ demais (ou apropriadíssimo pra um tapete vermelho mais formal, mais tradicional!); mas a sandália pesada foi a escolha certa: ficou super super jovem.
Pra terminar, Zooey Deschanel de fada! O vestido junta dois decotes ótemos – tomara que caia e um ombro só, tudo ao mesmo tempo – e é leve no tecido e na cor. Aí Zooey, muito mudérna, escolheu uma meia-calça clarinha/transparente, no tom do vestido pra acompanhar – ela pode com essas pernocas, né? E o sapato preto, na teoria (de novo a teoria!) nunca rolaria… mas rolou. Por ter sola baixa (sem a meia-pata) e por ser aberto, o preto não pesou – mas sim quebrou, com delicadeza, a “fadice” da atriz/cantora e deu uma incrementada boa no look lilás. Tipo um tiquinho de rebeldia num look fofíssimo-demais. A gente conversou sobre meia-calça clara no Encontrinho e ela logo apareceu! – não vai demorar pra aparecer em post aqui no Oficina também. ;-)
Pra mais diversão, tem aqui uma pesquisa com os piores looks do Grammy – tão competindo Paris Hilton, Paula Abdul (medonha no look amarelo) e Kate Perry, entre outras. Risadas garantidas ou seu dinheiro de volta.
Durante uma mesa de debates no Pense Moda, Glorinha Kalil contou que Anna Wintour encontrou meninas que trabalham na Daslu – chamadas carinhosamente de “dasluzetes” – em Paris, certa vez (!!!). E que disse pra uma delas: “I love the way you put things together”, querendo dizer “adorei a maneira como você coordenou seu look”. Glorinha completou dizendo que tem gente que pode até não curtir a imagem dessas meninas, mas que essa é uma aparência reconhecidamente brasileira (entre outras), especialmente pra quem não é daqui – clica pra assistir em vídeo. O que a gente acha, amigos?
Faz super sentido se a gente pensar em Gisele, em cabelo queimado de praia, em leveza, em despretensão. A gente concorda com Glorinha que pode ter gente que não gosta, mas tem coisas pra todo mundo aprender com o look das meninas da Daslu: elas sobrepõem peças leves, elas misturam cores claras super bem (em vários tons!), elas juntam mil acessórios dourados com maestria, e sério, gente, elas tão sempre lindas. Tem cara de calor, mas podia estar em qualquer lugar do mundo. Depois de Anna Wintour e Glorinha, a gente reconhece que curte bem o estilão. E vocês?!??
A gente ama as Vogues francesa e americana aqui na Oficina, são as duas leituras que não faltam em mês nenhum. As duas servem de guia pro nosso trabalho, as duas inspiram, as duas são super consideradas pelos fashionistas – mas as duas são super diferentes, porque têm editoras super diferentes: a Anna Wintour e a Carine Roitfeld. Bom é que as duas meio que são complementares, e a gente resolveu pensar porque a gente curte cada uma delas. E a gente pensou em grupo, junto com os amigos stylists Fabio Ishimoto e Heleno Jr., porque amigos fashionistas sempre acrescentam. =)
olha umas capas da vogue américa
e umas da vogue paris
A Carine Roitfeld é mais jovem, mais moderna, mais ousada e mais sexy – a Vogue Paris também é tudo isso porque é mointo a cara da sua editora. A Anna Wintour é mais tradicional, mais clássica, se arrisca menos e é mais classuda, mais elegante – e a revista que ela comanda, a Vogue América, também tem essa cara certinha, mas chique. A Vogue Paris é inovadora, é provocadora, tem um projeto gráfico todo não linear, quase maluco. A Vogue América é politicamente correta, não dá chance pra ser criticada, é mais conservadora. Carine põe nas capas da VParis modelas magérrimas, peles e cigarros. Dona Wintour põe atrizes de Hollywood (ninguém mointo magra pra não reclamarem das questões de distúrbios alimentares e tals), com mointa jóia que a mulher-vogue-américa é rica.
Fabio Ishimoto lembrou que a VAmérica pode até ser caretinha, mas que mostra a roupa como ela deve ser usada – sempre do jeito mais glamouroso, da forma mais elegante e ao mesmo tempo mais atual. Inspira e faz sonhar, mas o que se vê é um sonho alcançável: a gente pode ser daquele jeito. O Heleno defendeu a VParis e disse que tem que fazer sonhar mais alto, tem que sacudir quem lê a revista com mais que o possível – ele entende que imagens de moda precisam ser inusitadas, precisam causar algum estranhamento, pra que a gente estude mais, tente decifrar códigos, leia elementos e assim, cresça em inteligência-fashion. O Fabio contou que Anna Wintour uma vez explicou porque a VAmérica ama tanto a Carol Trentini: diz que a Carol é (na opinião da editora) supermodela linda magra e tals, mas que tem cara de gente de verdade e gera identificação com a leitora da revista. E aí o Heleno disse que as modelas de VParis não são tão “vida real”, mas vendem desejo, mexem com a imaginação.
Os dois amigos disseram pra gente ficar bem de olho nas próximas edições das duas revistas, por conta de uma troca de profissionais de uma e de outra: o diretor criativo da Paris foi trabalhar numa outra revista (a Interview) e uma editora de moda, também da Paris, foi trabalhar na Vogue América! A gente vai prestar atenção sim e vai continuar lendo as duas, que a VAmérica é mais vida real, é mais comercial e é mais a nossa cara meishmo, mas a vida real se abastece de sonho e a VParis cuida disso aqui pra gente. Alguém mais tá empatado em preferência? Ou acha que vale mais o $$$ de uma ou de outra (que elas são caaaaras, né, minha gente?)?!??
A gente adora conhecer coisas novas e inspirativas. E a gente adora conhecer trabalhos inteligentes (em moda!), tipo de gente que consegue estender o que apresenta na passarela até a loja – lembra que a gente já falou um tanto disso aqui? Que é uma delícia ver imagens de um desfile, se apaixonar pelas imagens criadas pelo estilista, entender as idéias dele e depois ver tudo na arrara, de um jeito desejável – e usável! A gente ‘adora muito tudo isso’, só não adora quando acontece uma paixonite por um trabalho desses mas que tá lá longe. Tipo o do Phillip Lim. =)
nossas imagens favoritas dessa coleção são essas aqui em cima, e o desfile novo do estilista em ‘questã’ também vale bem o clique! =)
O Phillip Lim é super jovem, lançou sua marca em 2004 e logo depois já ganheu um mega prêmio, do CFDA (o prêmio é oferecido por essa associação de designers super importantes, apoiados pela Vogue da Anna Wintour – meio “Oscar da moda”). Chama 3.1 Phillip Lim porque ele tinha essa idade quando começou! E no desfile tinha formas legais e novas, mais ajustadas e ainda confortáveis, super mulherzinhas. Tinha acessórios grandes e importantes, tinha coordenações de cores super lindas e mais. A gente ama o jeito como ele ensina a coordenar camisetas e paletós com as peças mais mocinhas do mundo. No desfile, tudo tinha a cara dele: menino chique e descolado que é, ele fez imagem de meninas assim também – autenticidade é tudo, gente.
E aí que a gente foi “estudar” o site dele e… surpresa! Tá tudo lá, em versão deseeeeeeejo: tem as coordenações de cores do desfile e mais tantas outras, inteligentes e originais, tem formas loucas super adaptadas pra funcionar na vida real e tem formas de paletós e saias e vestidos que a gente quer ter djá. Tudo muito chique mas com cara de conforto, de menina eshperta, feminina e nada nada bobinha. A gente tá bem apaixonada por essa imagem, de princesa do nosso tempo, e o Phillip Lim consegue vestir uma dessas sem esforço. Não é mesmo?!??
Momento fofucho: passa pra ver as mini-princesas da coleção infantil do Phillip Lim e SE SEGURA PRA NÃO MORDER O MONITOR! =)