• porque a power editora Diana Vreeland é a mãe de todas as diabas, no BlogView por Ricardo Oliveros
• lista amazing de brechós aqui em SP, por Vivian Whiteman na Folha de SP (ou aqui!)
• mini-biografia da Coco Chanel no ‘Fashionistas, Graças a Deus!’, resumidinha e super fácil de ler – amazing também
• por causa do filme da Edith Piaf (é intenso, amigos, eu fui ver) o site do SPFW fez um especial “makes incríveis no cinema”, bem legal
• a Erika Palomino respondeu mil perguntas dos internautas no site, tem um monte sobre o BRNTM. adooooooooooooooooooooooooooooooooooro!
• lista de fantasias fáceis de fazer na vida real: todo mundo vestido de celebridade! (mais aqui)

• it’s Britney, bitch: o cd já tá inteiro na internerd e essa é minha música super favorita nesse momento (mal posso esperar por um clipe)
Olha que delícia de coincidência: na semana que esse blog falou dos vintages e da dificuldade de comprar (ainda mais na internet!), o blog-vizinho mais legal dos últimos tempos, o Fora de Moda, postou hoje nota contando do blog do brechó Juisi by Licquor! O blog tem um milhão de fotos de peças, todas super legais, com precinhos mais que convidativos. Dá pra pedir por e-mail e dá vontade de ter tudo!

tem blusas lindas, bolsinhas mega fofitas, shorts e moletons estilosos e casaquinhos leves pra nossa falta de frio. Super vale o clique!
Na semana passada o catwalk queen começou a fazer a lista dos 10 sites de moda-vintage mais legais da internet (só tem o post parte 1 até agora). A gente aqui no BR não usa tanto vintage quanto elas usam lá fora (especialmente europa e oriente), e o primeiro a chamar atenção pra isso, em voz alta, foi o Yvan-Face-Hunter, durante o SPFW. O termo vintage define tudo que é antigo e que representa claramente uma época, mas tem que ser original: o João Braga já falou que “existem coleções que revisitaram certas décadas, se inspiraram em certas peças vintage. Mas se foi produzido agora, é uma releitura, não é vintage”.

O mais legal de inserir peças antigas no guarda-roupa atual é o resultado de individualização, de diferenciação: quanto mais antigo, mais chance de não ter mais outros tantos iguais. Não tem como a global da vez aparecer na novela usando aquele vestidinho que foi da bisavó de alguém e que você achou, sozinha, no brechó do bairro (!!!). Mas daí a gente dá de cara com outra “questã”: é uma luta ter brechós legais, com precitos bacanas e alguma organização, que nos encoragem a garimpar. Não é?
Que um monte de vezes os brechós têm coisas demais, amontoadas demais e quase sempre não tão legais – ou por conservação, ou por numeração, ou por estilo mesmo. E tem sempre os Trash Chic e Estúdio Vintage da vida, que selecionam coisas incríveis mas carésimas também. E eu não sei em todo lugar do BR, mas se aqui em SP já é difícil, eu posso dizer que em VV (minha outra casa) a coisa piora bastante.

Mas pra voltar no tema do post do CQ, a gente não tem quase nada de comércio de moda online aqui no BR, né? Ia ser a coisa mais legal do mundo ter Net-a-Porter, E-Luxury e Yoox aqui, com marcas locais que a gente ama e precinhos incríveis pra entregar em casa. Ia ser tudo de bom pra comprar E pra estudar/falar sobre, porque a gente não tem fotos de peças de coleções disponíveis na internet, como esses sites disponibilizam. E se não tem coleção nova pra vender na internet, imagina “coleção” antigona?
Pois o assunto rendeu na minha cabeça de um jeito que eu vou fazer força pra ter mais coisas vintage no meu armário, e vou começar seguindo o exemplo da Brenda, que compra tecidos vintage (!!!!) e leva pra costureira fazer modelitos sob medida. Acho legal também ter uma bolsa, um broche, um anel… Que, de novo, o João Braga ensina: “as pessoas buscam cada vez mais a individualidade, pois vivemos num período sem definição. Por isso também o resgate do antigo, de uma época mais definida”. Eu quero carregar referências no meu look!

Aqui tem lista de contatos de brechós em SP, RJ, BH e POA, aqui outra lista só com contatos de SP e aqui tem listinha de dicas pra comprar em brechós. E eu vou colocar a câmera na bolsa pra postar aqui qualquer visita e “descoberta”, pra gente poder incrementar essa conversa de vintages, tá?!