Sabe qual é o acessório mais legal pra balada? Brincos grandes! Porque têm movimento, porque balançam enquanto a gente dança ou simplesmente dá uma gargalhada, porque deixam a gente mais feminina, porque chamam atenção pro nosso rosto!!!

E igual a tudo na vida, sempre tem o brinco grande certo pra gente. Primeira coisa é que o que é grande pra uma não é necessariamente o grande da outra. Tem gente que só de usar um brinco com uma pedrinha pendurada, que balance um pouquinho, já considera aquilo um brincão. Isso tem a ver com a nossa estatura (brincos maiores pra mulheres maiores, brincos menores pra mulheres menores), com o nossos traços (brincos maiores pra quem tem traços mais marcantes, brincos menores pra quem tem traços mais delicado) e com o estilo (brincos maiores pra quem é mais mudérna, brincos menores pra quem é mais romantiquinha). Read more
No ano passado a gente conheceu a Luiza, quando trabalhamos juntas pra descobrir, a partir de quem ela é (de personalidade e mesmo de estilo), como seriam as clientes da “futura marca” dela. Na ocasião a gente já pensou que a coisa mais legal do mundo era essa vontade de estudar, de estruturar o negócio e de pensar super com carinho na sua consumidora – e a marca da Luiza nasceu! Hoje ela inaugurou a sua Lool, com proposta incrível, com idéia moderninha e com umas coisas de deixar a gente enlouquecida de vontade: a Lool é uma multimarcas de acessórios (!!!) mas não é uma loja qualquer. Olha que demais!

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A Lool funciona num trailer super lindo e não tem endereço fixo: vai ficar um mês aqui nos Jardins, em SP, mas vai passear também por outras cidades – até outros estados. A Luiza contou que pode ir pra Ribeirão Preto, Brasília, mais lugares… mas que sempre volta pra SP (em agosto estaciona aqui de novo). E o trailer é meio mágico, por fora é todo prateado-estampado de Lool, e por dentro é um mundo de colares anéis bolsas brincos sapatilhas cintos pulseiras lenços tiaras broches fivelas chapéus necessaires mimos de todo jeito, de marcas que fazem peças lindas e que desenvolveram algumas lindezas só pra Luiza. Tem Daniela Zylberzstajn, Triya, Isabela Capeto, Walério Araújo, Glorinha Paranaguá, Erre, Tarântula e mais. Tudo lindo, tudo criativo, tudo diferente do que a gente vê nas vitrines de agora, de verdade. Torce pro trailer ir pra perto de você que é muito muito legal.

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Hoje, por conta da inauguração, o trailer tava superlotado de gente sorrindo em frente aos espelhos (mesmo!). Super vale a visita, e eu vou aproveitar a desculpa de ir-junto-com-a-Cristi pra voltar. Hoje um colar maravilhoso da marca própria da Lool voltou comigo pra casa e eu tenho certeza que a Cris vai surtar quando for lá. Quem for pode separar um tempinho bom porque dá vontade de experimentar tudo, de verdade! Uma alegria ver/conhecer um lugar em que tudo é pensado com tanta atenção, tão cheio de encantamento e sacadas bacanas. Muito muito muito sucesso pra Lool – que quem mais aproveita é a gente, né?!??
No mês de maio a Lool vai estar na rua da Consolação, entre a Lorena e a Oscar Freire, aqui nos Jardins. Tem mais do conceito e horários de funcionamento aqui. ;-)
Apesar do verão ser a estação da roupa colorida e estampada, a gente tem percebido – de observar meninas na rua, de conversar com clientes e amigas, de ver vitrines – uma vontade de ficar mais “calma”, de usar coordenações de cores mais neutras, peças com mais texturas que estampas, como se todo mundo quisesse ficar um pouquinho mais refinada, sabe!?!
Acontece que quando a gente diminui cores coloridas e estampas do guarda-roupa a chance de ficar um pouco mais careta aumenta!!! E a solução instantânea é acrescentar acessórios: colares, anéis, pulseiras, brincos, lenços, tiaras, fivelas, cintos, broches…

E pra nossa sorte cada vez mais a gente tem visto em lojas e editoriais acessórios bacanas e cheios de informação. A gente tem reparado como muitas marcas bem importantes (nacionais e internacionais) têm investido em bijus grandes, com formas interessantes, coloridas.
É mais que natural que em tempos de crise mundial investir em uma jóia seja inapropriado e que materiais alternativos – tipo resina, fita de tecido, acrílico, cristal, madeira, sementes – ganhem status de acessório através de formas e combinações diferentes.
Uma biju bem bacana, que se destaca, pode ser o ponto de partida de uma coordenação e pode falar muito sobre a gente também! Por isso o ideal é a gente prestar atenção nas nossas formas e estatura e coloração na hora de escolher a peça certa pra gente. Quem tem quadril, bumbum e coxas maiorzinhos e quer disfarçar, fica melhor com colares e brincos grandes e quem tem braços mais cheinhos, muito seio e costas mais largas e prefere desviar a atenção dessa região, é mais legal usar pulseiras e anéis chamativos. E a gente já falou que a forma dos acessórios pode acompanhar os nossos traços pra criar harmonia na coordenação, lembra!?!
A gente fala o tempo todo de roupa e quase sempre deixa de falar de acessórios. Não dá, né? Especialmente em tempos de lenços e panos palestinos e tals. So let’s: a gente acha o mais importante de tudo escolher acessórios que estejam em harmonia com características pessoas de quem usa. Tem que levar em consideração estatura, coloração e traços na hora de escolher! E nada aqui é lei, é tudo sugestão, ok?!??

Tipo tamanhos menores pra quem é menor e tem traços delicadinhos, tamanhos maiores pra quem é grande e tem traços mais fortes. Formas arredondadas ou angulares e retas pra quem tem características de um jeito ou de outro: brinquinhos redondos pra quem tem olhos redondos, colares e pingentes mais retos e pontudos pra quem tem sobrancelhas retas e nariz reto, tipo isso. Cores fortes pra quem tem cores fortes na pele, nos olhos e nos cabelos e mais claras e opacas pra quem é mais clarinho, com menos contraste.
Colares podem acompanhar o decote pra ficar ainda mais legais: se o decote é arredondado, o colar também pode ser; se o decote é em V, o colar pode ser em V também (ou pode ter um pingente maior, que pese e crie esse formato); com decotes mais abertos o colar pode ser longo até a linha dos seios; blusas com decotes assimétricos dispensam colares – melhor coordenar com brincões e anéis e pulseiras.
Pulseiras também estão bem aparecendo em todo lugar, tipo braceletes e em verniz, bem tipo as que nossas mães usavam na época da viúva Porcina. A Cris adora e tem um monte, de todos os jeitos: de tecido, com madrepérola, com metais e ossos… incríveis de achar nos brechós da vida. E pulseira divide espaço com anéis e relógios, tudo nas mãos – o que facilita super a coordenação:
Pulseiras mais grossas podem ser usadas sozinhas no pulso ou acompanhadas de anéis, desde que sem relógios ou pulseiras no outro pulso. Pulseiras mais finas podem ser usadas no mesmo pulso do relógio, e a outra mão ainda pode ter anéis. Muitas pulseiras finas ficam mais legais com blusas e casacos de mangas curtas ou 3/4. Anéis maiorzinhos viram destaque com mangas compridas. A gente só não curte usar relógio, pulseiras e anéis na mesma mão, tipo tudo ao mesmo tempo agora.
Broches e pins são excelentes opções pra criar diferenciais no look e pra chamar atenção pra spots que se quer destacar. Tipo nas alças ou no decote, chamando atenção pro rosto. Ou na cintura (dá até pra drapear a peça!), ou na gola da jaqueta, ou mesmo com utilidade: tem uma cliente nossa que prende faixinhas (de acinturar) com broches em vez de dar nó, fica uma graça.
E pra coordenar cores e tons de metal é só pensar em distribuição: um tom ou uma cor deve ser dominante na coordenação, e o resto deve acompanhar (com harmonia e equilíbrio!) esse ‘dominante’. Tipo coordenar dourados e prateados dá certo se as quantidades de um e de outro não são exatamente iguais, se tem bem mais d eum do que de outro – o dourado dominando, no maior acessório (ou no que chama amis atenção), e outros prateados, menores, acompanhando. Ou um colar colorido super dominante, coordenado com brincos e anéis e pulseiras menores e mais delicadas, em cores que combinem com essa cor dominante.
Lenços no pescoço pedem brincos menores e nada a mais (no pescoço). Dá pra arrasar com anéis e pulseiras e braceletes nos braços e mãos. Os lenços de agora, usados em volta do pescoço, devem acompanhar o ‘peso’ das roupas com que são coordenados: tipo lenços mais finos e em tecidos mais leves (ou tramas mais abertas) com looks fresquinhos de verão; e versões mais pesadas e em tramas mais fechadas com looks de frio e malhas e casaquinhos e tals. Pra não ficar maluco, tipo “tá com frio ou com calor”, sabe?