Coisa mais fofa esse broche-alfinete: quem fez foi Anne Marie Herckes, que juntou num alfinetão (tipo esse!) as pecinhas ícone que lembram o Michael Jackson. Tem versões brilhosas e douradas e prateadas, mas esse é o que eu compraria – dá pra ver todos e também outras composições fofíssimas no site da designer. Vende na Colette, pras ricas aproveitarem! ;-)

A gente resolveu botar a mão na massa, gente. E esse é o primeiro de um monte de guias que a gente tá com vontade de fazer. Vejam bem que não é um ‘guia de tudo’: é um guia do que a gente gosta, de onde a gente vai e de quem a gente indica pras nossas clientes. Por isso não é nada completíssimo, contemplando todo o estado de SP e tals – a gente quer mostrar as nossas preferências e conhecer outras indicadas por quem comentar aqui. Quão legal vai ser montar esse guias, hein?!??

Pra começar a gente foi atrás de broches, que são investimento pequeño se a gente comparar com a diferença que eles fazem num look. Também são um mimo que se pode ter de marcas mais caras, né? Read more
Um dia a gente achou que a onda de enrolar os lenços “palestinos” no pescoço tava em decadência, mas que nada! Eles continuam firmes e fortes em volta da gente, seja em discussão (tipo debate com resposta e tudo), seja nos looks do povo nesse tempo friozinho. E olha, tamos começando a achar que esse ‘tempo de decadência’ não vai vir logo, dadas as partes legais desse tipo de lenço. Quase sempre os palestinos são feitos de algodão, e por isso alcançam temperaturas elásticas: no verão são fresquinhos e no frio são mais quentinhos que a seda, ao mesmo tempo não chegam a ser super térmicos como pashminas e cachecóis – bons pra esse friozinho intermediário que quase sempre é o que faz.

E se já tem tanto tempo que os lenços palestinos tão à nossa volta, quem quer continuar usando pode pensar em combinações novas e originais, né? A variedade de cores disponíveis já ajuda: antes os palestinos apareceram em preto e branco e em vermelho e branco, mas agora tem modelos multicoloridos em qualquer camelô. Então pensar em coordenações legais de cores é um começo – pensar em coordenações de estampas com essas cores é mais legal ainda. Read more
A gente já tinha visto esse truque de styling em ninguém mais ninguém menos que Michelle Obama – rendeu post e tudo, lembra? E a gente já tinha feito a nossa versão-tentativa com uma cliente que deixou a gente registrar tudo em vídeo (clica pra assistir/lembrar). E hoje esse jeito de fechar o cardigan com broches apareceu na vida real: no friozinho o transpassado acabou por aquecer ainda mais e as “abas” do casaquinho foram presas com três broches ao mesmo tempo. Dá pra gente fazer coordenação de tamanhos e temas e cores só com os acessórios, né? E ainda chama atenção pro meio, acintura e enche de graça. FIKADIK hahahaha! ;-)

Tá todo mundo de olho na primeira dama fashionista dos EU, néam? Michelle Obama chamou atenção de todo mundo durante a campanha do maridón e agora a gente mal pode esperar pro mandato começar – e o desfile também, que essas aparições prometem ser super animadas (pra gente). Se até agora a gente já viu um ou dois modelitos de passarela, diretamente pro armário de Michelle, imagina quando o armário se mudar pra Casa Branca?!?? Dia 20 de janeiro próximo é a posse, e bem antes disso a gente já sacou truques de styling que a primeira dama mais poderosa do planeta pode ensinar pra gente. (Rá!)

Michelle arrasa nos acessórios – e diz que ela mistura muito caros com muito baratos, bem high/low. E de tudo que ela usa o que fica mais legal é o broche – e vejam bem, amigas, quantas possibilidades para um só pequeno acessório, não?A primeira dama usou, durante a campanha, broches emoldurando muitos decotes de tudo: teve no cantinho, teve sobre o seio (nunca fica em cima do peitinho, sempre em cima tipo no colo!), teve na alça, fechando o cardigan (a gente adorou esse jeito!) e mais. E dá até pr usar mais de um broche ao mesmo tempo, coordenando materiais, cores e formas, que fica ótemo também (lembra?). Mas pára tudo para os dois melhores jeitos de usar broche de to-dos-os-tem-pos:

Nossa estrela-política-fashionista amarrou a faixinha da blusa e arrematou o nó com um brochão (ou com o que a gnete finge que é um broche)! E ficou tudo tudo de bom! A gente aproveitou um trabalho com uma clienta queridíssima pra fazer um vídeo da nossa experimentação, inspirada em Michelle Obama – CLICA PRA VER A GENTE. E mais: Michelle, em outra ocasião, juntou seu cardigan de um jeitinho assimétrico e, em vez de abotoar, prendeu com broches (mointos!): ponto de novo pra dona Michelle! A gente se empolgou e também testou esse truque de styling com a clienta – super deu certo, CLICA PRA VER ESSE OUTRO VÍDEO. Agora só falta você tentar também. De olho no noticiário de política. ;-)
Na vida real, no dia-a-dia, tá fácil de usar acessórios de cabelo – por conta da onda de tiaras, de broches como tiaras, de gossip girl e mais. Mas o desfile do Walério Araújo no primeiro dia de Casa de Criadores fez a gente pensar nesses acessórios pra festonas, porque a gente viu aquele monte de vestidóns elegantes usados com cabeças absurdas!

A gente ainda não tinha pensado que em festonas a gente pode deixar de lado (um pouco) a idéia de vestido super poderoso pra dar destaque ao acessório, e que o acessório em si (rá!) pode ser um acontecimento! A gente sabe que na Acessorize tem pentinhos, pluminhas, tiaras com brilho e fivelas legais, e que essas pecinhas levantam qualquer vestido pretinho mais básico. Em brechós também tem fivelas antigas increibles e pentes chiquérrimos. E sempre tem a Camilla D’Anunziata pela internet, né, amigas. Eu sei que entrega pro Brasil todo. =)
Camilla, inclusive, foi quem fez os acessórios que a Athria Gomes desfilou ontem, no segundo dia de Casa de Criadores. A gente não foi mas é fã meishmo de longe, ela sabe. E hoje a gente vai pra depois contar tudo aqui. =)
Saiu a campanha nova da Chanel, em que as modelas usam cabelón inspirado na Amy Winehouse como a gente viu nesse último desfile – quando o Karl Lagerfeld contou que além dela ser inspiração meishmo, ela é (pra ele) o “negativo da Brigitte Bardot”. Acontece que junto com o cabelón a marca montou as modelas cheias de broches, na roupa e até no cabelo! E se a Chanel enche uma foto de campanha com todo tipo de broche a gente entende como um sinal de que esses acessórios importam e fazem diferença! A gente é super a favor de broches como complemento de qualquer look: que além de acrescentar personalidade, também pode dar aquela carinha de festa pra roupa de todo dia. Não é mesmo?!?? =)

idéia pronta: dá pra usar o bloche como tiara, preso à uma fita de cetim amarrada no cabelo!
Pensando que broche sempre cria um “ponto focal” no look, a gente pode usar em lugares estratégicos pra cahamar atenção pra onde a gente acha mais legal e pra desviar atenção dos sopts que a gente menos quer que sejam notados. Tipo quem tem quadril maior usa na parte de cima do corpo e quem tem peito/ombros/braços maiores usa na parte de baixo – mais no meio, né? Dá pra usar os broches que a gente ama na gola da camisa ou da jaqueta, na lapela do paletozinho, no decote da blusa (e no decote careca dá pra dar uma puxadinha pro lado e criar um novo decote – eu fiz aqui, olha!), na cintura (drapeando/acinturando um vestido soltinho ou em cima da costura da cintura mesmo), no cachecol nos dias de frio, prendendo lenços, arrematando o laço que a gente dá nas faixinhas embaixo do peito (no decote império) ou na cintura e mais – quer dar sugestões nos comentários?!??

Broches e pins são “afirmadores instantâneos” de estilo pessoal e são super democráticos: tem tanto em jóias, com metais e pedras preciosas (!!!), como em acrílico, tecido e os vintages-incríveis em feirinhas e brechós – todo mundo pode ter. E esses antiguinhos são um jeito lindo de dar o toque vintage no look sem ficar super brecholenta demais, né? Também tem como quebrar a seriedade dos terninhos e looks mais austeros com broches lúdicos e coloridos (na medida!), e tem como a gente deixar qualquer look mais feminino com os que têm pérolas e formas de flores e tals. E os que têm materiais nobres e lustrosos e brilhinhos e são mais elegantes levantam qualquer vestidón liso, ou transformam mesmo uma peça básica – nessa mesma foto o broche fez o look que eu usei no casamento da Cris: eu tava de super saia, camiseta da Hering e o brilhinho no decote. Quer fazer também?
A gente fala o tempo todo de roupa e quase sempre deixa de falar de acessórios. Não dá, né? Especialmente em tempos de lenços e panos palestinos e tals. So let’s: a gente acha o mais importante de tudo escolher acessórios que estejam em harmonia com características pessoas de quem usa. Tem que levar em consideração estatura, coloração e traços na hora de escolher! E nada aqui é lei, é tudo sugestão, ok?!??

Tipo tamanhos menores pra quem é menor e tem traços delicadinhos, tamanhos maiores pra quem é grande e tem traços mais fortes. Formas arredondadas ou angulares e retas pra quem tem características de um jeito ou de outro: brinquinhos redondos pra quem tem olhos redondos, colares e pingentes mais retos e pontudos pra quem tem sobrancelhas retas e nariz reto, tipo isso. Cores fortes pra quem tem cores fortes na pele, nos olhos e nos cabelos e mais claras e opacas pra quem é mais clarinho, com menos contraste.
Colares podem acompanhar o decote pra ficar ainda mais legais: se o decote é arredondado, o colar também pode ser; se o decote é em V, o colar pode ser em V também (ou pode ter um pingente maior, que pese e crie esse formato); com decotes mais abertos o colar pode ser longo até a linha dos seios; blusas com decotes assimétricos dispensam colares – melhor coordenar com brincões e anéis e pulseiras.
Pulseiras também estão bem aparecendo em todo lugar, tipo braceletes e em verniz, bem tipo as que nossas mães usavam na época da viúva Porcina. A Cris adora e tem um monte, de todos os jeitos: de tecido, com madrepérola, com metais e ossos… incríveis de achar nos brechós da vida. E pulseira divide espaço com anéis e relógios, tudo nas mãos – o que facilita super a coordenação:
Pulseiras mais grossas podem ser usadas sozinhas no pulso ou acompanhadas de anéis, desde que sem relógios ou pulseiras no outro pulso. Pulseiras mais finas podem ser usadas no mesmo pulso do relógio, e a outra mão ainda pode ter anéis. Muitas pulseiras finas ficam mais legais com blusas e casacos de mangas curtas ou 3/4. Anéis maiorzinhos viram destaque com mangas compridas. A gente só não curte usar relógio, pulseiras e anéis na mesma mão, tipo tudo ao mesmo tempo agora.
Broches e pins são excelentes opções pra criar diferenciais no look e pra chamar atenção pra spots que se quer destacar. Tipo nas alças ou no decote, chamando atenção pro rosto. Ou na cintura (dá até pra drapear a peça!), ou na gola da jaqueta, ou mesmo com utilidade: tem uma cliente nossa que prende faixinhas (de acinturar) com broches em vez de dar nó, fica uma graça.
E pra coordenar cores e tons de metal é só pensar em distribuição: um tom ou uma cor deve ser dominante na coordenação, e o resto deve acompanhar (com harmonia e equilíbrio!) esse ‘dominante’. Tipo coordenar dourados e prateados dá certo se as quantidades de um e de outro não são exatamente iguais, se tem bem mais d eum do que de outro – o dourado dominando, no maior acessório (ou no que chama amis atenção), e outros prateados, menores, acompanhando. Ou um colar colorido super dominante, coordenado com brincos e anéis e pulseiras menores e mais delicadas, em cores que combinem com essa cor dominante.
Lenços no pescoço pedem brincos menores e nada a mais (no pescoço). Dá pra arrasar com anéis e pulseiras e braceletes nos braços e mãos. Os lenços de agora, usados em volta do pescoço, devem acompanhar o ‘peso’ das roupas com que são coordenados: tipo lenços mais finos e em tecidos mais leves (ou tramas mais abertas) com looks fresquinhos de verão; e versões mais pesadas e em tramas mais fechadas com looks de frio e malhas e casaquinhos e tals. Pra não ficar maluco, tipo “tá com frio ou com calor”, sabe?