17.
dez.
08.

fazendo a cabeça

publicado por: Cristina

Quando a gente vê num grupo de pessoas algum elemento que se repete consideravelmente, é bom prestar atenção!!! Ainda mais se esse grupo é de meninas que curtem se atualizar em moda e make, e que se reunem pra falar sobre isso e outras coisinhas mais, tipo no Encontrão!

Quem reparou que tiaras e acessórios de cabelo “estavam na cabeça” das meninas do Encontrinho de Dezembro foi a Flávia Lhacer – que estava usando uma tiara vermelho de lacinho – e atribuiu a “tendência” à Blair Waldorf de Gossip Girl.

cabeloencontrinho
Se as encontrinhas usam então é tendênciaaaaaaa!!!

Acessórios de cabelo são o máximo porque tiram a gente do lugar-comum, agregam interessância e ainda salvam o dia quando não dá tempo de arrumar o cabelo!!! Tiaras, grampinhos, faixas e fivelas sempre dão um toque feminino e até um pouco menininha. E pra quem acha que não combina com esse mood boneca é só compensar o look com elementos mais sofisticados e até mais masculinos: tecidos planos, de qualidade, peças de alfaiataria (calça, bermuda, paletozinho ou colete), couro, brilho e transparência, etc

Gossip Girl
Quem não quer ficar com cara de Blair, né!?!

E existem acessórios de cabelo pra todo tipo de gosto, sabia!?! Pra quem não quer nada muito fofucho tem as tiaras de metal da Elisa Stecca, pra quem gosta de misturar cor e textura tem as tiaras tipo a  que a Cecília Prado fez pro evento, pra quem curte um brilho tem os modelitos com pedras da Camilla D’Anunziata. Quem mais faz acessórios de cabelos lindos?

27.
nov.
08.

pés nos chãos

publicado por: Cristina

Já deu pra perceber que a gente é muito fã de sapatilhas – não só a gente usa muuuuuito como acaba dando de sugestão pra usar com quase tudo, né!?! É que pra quem anda pra lá e pra cá o dia todo e ainda quer ficar com uma cara arrumadinha elas acabam sendo a solução ideal!!! E tem o modelo certo pra todo mundo (que quiser usar, é claro), pra todas as ocasiões e o melhor jeito de usar pra cada modelo.

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Elas também são fãs: pezinhos de Cecília Prado, Carina Duek e Andrea Marques no “palco” do Pense Moda – a foto é da Ivi ; – )

* quando a frente é alongada (pode ser pontudinha, mesmo, ou mais ovalada) acaba que alonga a perna e é a melhor opção pra coordenar com saias, bermudas ou vestidos que tenham comprimento próximo ao joelho.  As sapatilhas com a frente bem redonda (que parece de boneca) ou mais quadrada já não têm essa vantagem, então ficam melhores com calças.

* gáspea é a frente do sapato, a parte que cobre nossos dedinhos, e quanto mais baixa (ou seja quanto mais pé ficar de fora) ela for, mais alongada parece a nossa pernoca. Quando a gáspea for mais alta o ideal é usar com vestidos mais curtos, saias ou bermudas mídi – acima do joelho – pra não ficar “baixinha”.

* modelos com tiras que prendem em volta do tornozelo ou que ficam no meio peito do pé (tipo mary jane’s) também encurtam, principalmente se forem em cores que contrastam muito com o tom da nossa pele!!!

* tem sapatilhas que são totalmente abertas nas laterais dos pés – são chamadas de “gáspea e talão” – que deixam o pezinho super sexy.

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Looks mais-que-elegantes com sapatilhas em editorial na Vogue America, tá!?!

* sapatilhas boas pra usar no fim de semana (ou em looks beeeeem informais) podem ter solinha de borracha, que ficam ainda mais confortáveis e combinam super com bermudas de plush, vestidos de malha, calças de jeans bem molinho… E sempre tem as sapatilhas de plástico da Melissa, né!?!

* já os modelos bons pra usar em ambiente profissional são os feitos em materiais de qualidade, tipo couro (que pode ser liso, prensado, texturizado, metalizado, tressê), verniz ou camurça. A sola pode ser de couro e mais fininha e a frente mais alongada pra deixar a sapatilha com uma cara bem chique!!!

* e o sapatinho vai até na balada ou eventos mais elegantes, sabia!?! Sapatilhas metalizadas, feitas de tecido (cetim ou veludo), bordadas ou com aplicações de pedras ficam lindas com vestidos de festa mais curtinhos ou com jeans mais sequinho e tops sofisticados.

Não dá pra não usar, dá!?!

19.
nov.
08.

pense moda: meninas em cena, fora das passarelas

publicado por: Fernanda

A última mesa do dia de ontem no Pense Moda discutiu, com feminilidade, a inserção de uma marca no mercado de moda sem a realização de desfiles para o lançamento de suas idéias e propostas de coleções num grande evento de divulgação e exposição de mídia. As estilistas Andrea Marques (ex-Maria Bonita Extra), Cecilia Prado, Carina Duek e Carol Gannon (D’Arouche), mediadas por Lilian Pacce, expuseram suas experiências e conclusões.

Carol pontuou que o foco e a energia que se põe num desfile, em uma marca pequena, muitas vezes contrasta com sua capacidade produtiva e de venda. Carina acrescentou que sem desfilar consegue redirecionar seus gastos em investimentos e Andrea ressaltou que não desfilando sobra mais tempo (e cabeça, e dinheiro!) para se preocupar com os produtos que realmente irão vender. Como ela disse, a produção e a agilidade na distribuição são fatores de fundamental importância para o fortalecimento de uma marca pequena, muito mais que um desfile. Mailing, assessoria de imprensa, movimentação do cliente dentro da loja (como lançamentos e acessibilidade ao próprio estilista) e um consistente espaço dentro da internet são algumas das medidas utilizadas pelas estilistas para suprirem a falta de exposição gerada pela ausência de uma apresentação em passarela. O desfile é um sonho de qualquer recém-formado, lembrou Carina, mas nem sempre é sua melhor opção.

Sim, a questão da inserção de uma marca numa semana de moda é de extrema relevância, pois são elas, as semanas de moda, as maiores responsáveis pela projeção de mídia e de mercado de uma marca. Entretanto, antes de se discutir um desfile, deve-se primeiro discutir as reais condições de colocação de uma pequena marca dentro das relações comerciais. Quando se é pequeno não existem fornecedores dispostos a trabalhar com produções reduzidas – e quando existem, o valor cobrado por esta quantidade inferior é significativamente mais alto. Como sempre, os que podem menos pagam mais. Dessa forma, se produzir já é muito mais difícil, parece lógico e de bom senso que o desfile não seja, pelo menos por hora, uma alternativa. Como bem disse Carina, “sucesso é quando está todo mundo (te) usando”. Ou seja, o sucesso de uma marca não está em cima de uma passarela – está no volume de sua caixa-registradora.

Quem tá curtindo os textos-relato da Tati Rodrigues levanta a mão! =)

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.