1.
jun.
09.

começando a semana com links ótimos

publicado por: Fernanda

• A gente não foi assistir aos desfiles dessa edição de Casa de Criadores – ai que pena e QUE VONTADE! Mas amigos de blogolândia participaram de uma ação com a Nívea e já já tem textos ótimos sobre tudo que se viu lá nesse site aqui. Só gente bacana participando, só opinião boa. Tamos no refresh direto pra conhecer o conteúdo!

• Post super ótimo e esclarecedor sobre o que é alfaiataria e quando é correto usar como adjetivo pra peças específicas: clica no blog da Ana Paula Pedras pra ler que super vale.

• Delícia de conhecer: o Pequi fez um super perfil do Marcelo Sommer! Quem queria paquerar o Marcelo Sommer levanta a mão! \o/

• E esse novo programa de moda do GNT, o Tamanho Único, alguém assistiu? Quem apresenta é Chiara Gadaleta, diz que tem foco… em moda pra vida real (rá!). Clica no Novidadeiras pra saber mais – e conta no comentário se assistiu, se tem notícia, se é legal de verdade (tem tudo pra ser, né?!??).

• Conhece a revista Lula? Top referência boa de imagens de moda, indicação do da editora de moda da revista Quem Acontece – tá bom pra vc? Tipo imperdível. (Arrasa, Mari!)

lula_kirsten

• Pra colocar na agenda desde já: o Pense Moda, top evento bom de discussão de tudo pertinente ao nosso mercado, já tem data pra acontecer – e tem um twitter sendo atualizado desde agora!

Mais do Twitter (agora do nosso!): vem de lá a indicação desse blog só de sapatos, o Pronto Calcei – a procura por blogs de acessórios tá rendendo, né?!??

• Top link bom esse do Filme Fashion, que tá de layout novo e suuuper lindo! A Alexandra Farah fez uma listona dos nossos possíveis desejos-fashion pro próximo verão – antes mesmo da temporada de desfiles começar!

17.
fev.
09.

tarântula e bob esponja

publicado por: Fernanda

Gente, tem uma hora do nosso trabalho em que a gente precisa pesquisar referências – e em semanas de moda a maior deglícia do mundo é ficar hooooras passando as fotos de todos os desfiles! Mas tem uma hora que a gente começa a pirar, e aí… a gente enxerga a Chiara Gadaleta no desfile do Marc Jacobs, na semana de moda de NY! Rá!

chiara_mj

Ooooooooooooooooooooooooooooooooooi!?!! Foi cachê em permuta?!?? ;-)

18.
nov.
08.

pense moda: bate-papo animado entre editoras e fotógrafos

publicado por: Fernanda

Hoje o Pense Moda teve mesa estrelada discutindo como conciliar liberdade com necessidades comerciais nos veículos de moda no Brasil. Dá só uma olhada no time: os editores Alcino Leite Neto (Folha de S.Paulo), Erika Palomino (Key), Daniela Falcão (Carta Editorial), Paulo Martinez (Mag!) e Susana Barbosa (Elle); os fotógrafos André Passos, Bob Wolfenson e Daniel Klajmic e as stylists Chiara Gadaleta e Letícia Toniazzo.

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alcino leite neto (da folha, daniel klajmic (fotógrafo), daniela falcão (do vogue brasil) e chiara gadaleta (stylist/estilista)

Um debate envolvendo gente tão gabaritada como os nomes acima sempre fomenta fortes discussões – e algumas concordâncias. Por exemplo: Vogue e Elle, por estarem mais diretamente vinculadas ao mercado (anunciantes e exposição das roupas que são fotografadas nos editoriais), possuem mais amarras que a Key e a Mag. E estas tais amarras são diretamente remetidas aos profissionais que prestam serviço aos dois veículos, quer sejam fotógrafos ou stylists. Como, então, imprimir identidade nestes títulos? Paulo Martinez responde: através da interpretação pessoal das exigências colocadas em pauta pelos stylists e fotógrafos. E Chiara Gadaleta completa: as referências são o reflexo do universo pessoal de cada profissional e é exatamente isto o que fará a diferença no exercício de seu trabalho, independentemente de qualquer amarra imposta. Se antigamente as referências (geralmente extraídas dos editoriais das revistas internacionais) eram o ponto de chegada, hoje elas são o ponto de partida, (bem) colocou Bob Wolfenson.

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daniela de novo, chiara de novo, susana barbosa (elle) e andré passos (fotógrafo)


A discussão é sim, muito importante, mas por enquanto não acarretará em mudanças muito significativas. A Vogue tem que vender, a Elle tem que colocar produtos acessíveis, a Mag praticamente não se utiliza de roupas de grifes internacionais em seus editoriais… não importa – sempre haverá algum mas, algum porém. A questão não pode recair somente sobre estas limitações. Existe um outro fator extremamente relevante em todo este processo, como pontuou, mais uma vez, Martinez: está faltando título de moda no mercado brasileiro. Se outras revistas com diferentes perfis daqueles que já existem no mercado surgirem, diferentes histórias poderão ser contadas e a experimentação será mais viável.

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erika palomino (a gente é BEM fã), letícia toniazzo (stylist), paulo martinez (MUSO), joyce pascowitch e bob wolfenson

E qual a solução para este conflito enquanto estes novos tíitulos não vem? Gadaleta dá a resposta citando Paulo Borges em palestra no Pense Moda anterior: paciência. A moda brasileira ainda é muito recente e há pouco deixou de engatinhar para dar seus primeiros passos. E como todo bom filhote que acabou de aprender a andar com suas próprias pernas, tombos e desequilíbrios são inevitáveis e naturais.

E esse é mais um texto ótemo da nossa ilustre assistente de Pense Moda, Tati Rodrigues. Os textos-relatos de todas as palestras tão disponíveis no site do Pense Moda

16.
jan.
08.

o trabalho dos stylists

publicado por: Fernanda

Pessoa importante nas semanas de moda é o stylist. Esse profissional trabalha nos bastidores, junto com o estilista, cuidando do estilo e da aparência da roupa apresentada. Do mesmo jeito que a gente como personal stylist presta atenção em tudo que envolve a aparência da cliente – não é só comprar roupa! tem cabelo, tem a coordenação das peças, tem os acessórios, tem o make… – o stylist cuida de tudo que envolve a aparência da coleção. Ele imagina quem é a mulher que vai usar aquela roupa, de que jeito ela coordena as peças, que cabelo e que maquiagem usa, que música ouve, qual é a atitude dela, como ela anda… e monta esse “teatrinho” pra mostrar pra gente, de um jeito mais “alcançável”, qual é a sensação que aquela coleção quer passar.

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timão: jackson araújo, thiago ferraz, daniel ueda, davi pollack, chiara gadaleta, flávia lafer, mauriício ianês e paulo martinez

O legal desse trabalho é que a gente consegue entender as inspirações e motivações de quem criou a coleção, mas sem deixar de entender isso dentro do contexto de identidade do estilista, sem separar a vontade da coleção do ‘dna da marca’ (stylist trabalha também em editorial de moda, em catálogos de marca… não ’so em desfile!). Mais legal ainda é prestar atenção nesse trabalho pra adaptar insights e truques desses profissionais na vida real: eles são mega bons em sobreposições, em acessórios, em coisas legais no cabelo, jeitos de usar lenço, etc etc etc! Que todo mundo pode ter as mesmas coisas, mesmas peças, mas como a gente coordena e que acessórios usa junto faz toda a diferença, néam?

A gente já tinha falado do trabalho dos stylists aqui nesse post e a Thaís Losso entrevistou a Lelê Toniazzo, stylist queridíssima de todo mundo do mundjinho, pra explicar o que é, como faz e o que tem que estudar pra ser um stylist bacana (é incrível, passa pra ler!). No Pense Moda teve um debate com vários stylists e a conversa tá toda aqui (saudade desses dias!), e o Romeu já fez um “dossiê” com mini-perfil dos stylists mais legais que a gente tem no BR – e essa lista só cresce, tem muita gente fazendo trabalhos legais nessa área, tanta que a lista podia ser atualizada quase a cada temporada. A gente aprende um tanto com eles e vai ficar de olho durante todo o SPFW.

10.
dez.
07.

vogue acessórios: pecados fashion nos pés

publicado por: Fernanda

Junto com a Vogue desse mês a gente recebe uma ‘Vogue Especial Acessórios’, que é uma outra revistinha cheia de matérias super bem humoradas sobre tendências, estilos, o que usar e o que não usar, marcas e estilistas – tudo SÓ de bolsas e sapatos. Incrível pra gente conhecer a história e as motivações de quem faz acessórios há muito tempo aqui no BR e de quem faz mega sucesso com isso agora: tem textinhos com as moças-sapateiras mais legais daqui (tipo Paula Ferber e Sarah Chofakian), tem dicionário de modelos (pra todo mundo saber o que é peep toe, meia pata e afins), tem matéria com os “sapateiros de sonho” tipo Manolo Blahnik e Jimmy Choo… e mil fotos e dicas e mais. Tipo de guardar pra sempre (e da Vogue fazer mais vezes).

A gente amou mil partes da revistinha e ainda vai falar mais dela, mas a gente quis começar com a matéria em que a Vogue “pergunta para cinco experts qual é a mair gafe dos pés” – porque “o sapato errado ou o jeito pouco apropriado de usá-lo derruba até o mais elegante dos mortais”. A gente meeega concorda, até porque sapato influencia na postura. Começamos com a jornalista Lílian Pacce (eeeee!), que acha que não pode “ir a uma festa social usando plataforma (porque) ninguém consegue ser chique com esse tipo de sapato”. E a gente até acha que pode haver uns modelos elegantes de anabelas, no caso de uma senhorinha ou alguém com dificuldade motora precisar, mas plataforma dessas pesadonas não dá mesmo. A gente acha que não dá nem em ‘festa social’ nem em lugar nenhum, porque sempre é grosseiro e desproporcional com quase todas as perninhas do mundo.

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aqui tem a lílian pacce, o dudu bertholini, a lara gerin (bem linda!), a chiara gadaleta e o andré lima: os experts!

O estilista André Lima e a stylist Chiara Gadaleta falaram de comportamento. Ele acha uó “mulher tirar o sapato em festa” e diz que “é preferível ir com um modelo mais confortável, com que possa dançar a noite toda”. Ela diz “usar salto sem saber andar nele é algo que desmonta totalmente o look”. A gente sempre sugere pras clientes que usem bastante os sapatos de festa em casa, pra moldar no pezinho e deixar mais confortável mesmo, pra não existir chance de chegar na festa com incômodo e ter vontade de ir embora logo. Porque é isso, né, gente? Se não dá pra ficar calçada arruma as coisinhas e bora pra casa, que ficar descalça na festa não dá. E não custa treinar o andar com o salto que vai usar, néam? Porque salto tem que a judar a gente a se sentir mais poderosa, e não tirar a nossa atenção da diversão.

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tem coisas que só funcionam se você dança no grupo ‘tchan’. mi-se-ri-cór-dia!

A stylist Lara Gerin lembrou das “botas de búfalo de rave, as moon boots” e disse que tem “vergonha alheia de quem usa (…) e que esse sapato não deveria existir”. A gente acha que entram nesse grupo as patas de bode, as plataformas de madeira com o furo no meio e até as crocs – não só porque são sapatos feiosos, mas porque criam formas diferentes das dos pés, inventam a desproporção. A gente não curte. E por fim o estilista da Neon, Dudu Bertholini, diz que “calcanhar mal cuidado é um horror!” e que “para usar rasteirinha, peça-chave do verão, essa parte dos pés deve estar impecável”. Tá super certo, que aparência/imagem não é feita só de roupa, mas de cuidados com tu-do! Em outra parte da revista tem um acréscimo incrível à essa dica: pra usar sandalinhas tem que ter as unhas bonitinhas, com esmalte em dia. Senão não. =|

E aí que a gente resolveu pensar no que a gente considera o maior pecado fashion nos pés, tipo o pior de todos. Que a gente concorda com todo mundo da matéria e também citaria como pecados usar plataforma e skinny jeans ou legging (uóóó!) e usar o jeans por dentro da bota montaria (que já deu, né, gente? há muito). Mas pra gente essas sandalinhas de salto que não prendem no tornozelo ou no calcanhar e que fazem “clec clec clec” anunciando a chegada de uem usa é a pior gafe – fora que elas podem sair do pé a qualquer momento! Ninguém precisa ser embalado por barulhinho de deslocamento de ninguém, ainda mais quando o barulhinho é tão deselegante. Não é, amigos?

9.
nov.
07.

pense moda: último dia (aaaahhhhhhh)

publicado por: Fernanda

Não tem como dizer que hoje foi o melhor dia porque o evento inteiro foi bem rico de informações e insights, além de uma deglícia de fazer. De verdade. Todo dia a gente saía das palestras e ia almoçar com amigos mais que inteligentes, e os debates continuavam e a cabeça até agora não para de ferver. Que o propósito do Pense Moda era esse mesmo, né? Juntar um grupo de gente interessada pra pensar em como as coisas podem ficar ainda mais legais. E o dia começou com uma palestra super inspirativa e otimista e engraçada, mas bem densa de conteúdo importante e coerente – o primeiro a fazer a gente sorrir hoje foi o super stylist inglês Judy Blame (a palestra dele tá aqui).

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Camila muito linda de Neon e o super mega power Judy Blame

E ele é tão super, tão incrível, que vai render um post inteiro aqui na terça que vem (pode marcar na agenda!). O stylist chegou chegando com um look de fazer cair o queixo efalou pra gente de pé, sem sofá ou cadeira ou apoio – bem “palquinho” mesmo. Ele falou da paixão por moda e de como quando a gente tem paixão por alguma coisa é IMPOSSÍVEL essa coisa não dar certo. Ele falou disso muitas vezes, amigos, e a gente super acredita. Falou da importância do trabalho em equipe, de se ter um grupo bacana de pessoas interessantes junto da gente no trabalho e falou de novo (a gente repetiria isso mais mil vezes!): quando a gente ama alguma coisa (no caso a moda), quando a gente tem coração aberto pra isso, quando a gente tem força criativa e deixa acontecer (depende da gente deixar acontecer!!!), não tem como não acontecer – as pessoas mais legais vão vir até a gente, as coisas vão caminhar na nossa direção, vão acontecer. Todo mundo pode tudo, mas tem que abrir o coração, deixar acontecer e trabalhar muito muito muito, e muito duro.

Pode ser Poliana, pode ser mais otimista do que a gente precisa ser, mas a gente curte e acredita. E com a gente as coisas têm acontecido assim mesmo, na linha desse pensamento. =)

A mesa de debate hoje teve top stylists brasileiros: Paulo Martinez, Flavia Lafer e Chiara Gadaleta (chiiiiques!), Daniel Ueda, David Pollack (virei mega fã) e Thiago Ferraz conversaram sobre a profissão, sobre as dificuldades, sobre as revistas e editoras e sobre suas referências. Contaram que se acham “contadores de histórias” porque interpretam a roupa através da imagem que criam – disseram, inclusive, que nas histórias que contam a roupa é (quase) o que menos importa! Importa mais o fotógrafo, o cabelo e a maquiagem, a luz, a locação… a imagem é que vai comunicar alguma coisa e não a roupa! Nessa hora a Chiara Gadaleta acrescentou que quanto mais fantasia a imagem tiver, melhor – que imagem de vida real já existe na vida real, então não tem graça fazer sonhar com uma imagem “fácil”- achei tudo de-mais nesse debate (e a conversa inteira tá aqui). Eles também vão render todo um novo post, ainda sem data definida pra aparecer aqui (deu vontade de fazer uma mega pesquisa de imagens pra ilustrar, daí a gente precisa de mais tempo, né?!??).

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aqui tem o mediador jackson Araújo e aí os stylists Thiago Ferraz, Daniel Ueda, David Pollack, Chiara Gadaleta, Flávia Lafer, Maurício Ianês e Paulo Martinez (tchurminha incrível!)

E já já a gente enche isso aqui de fotinhos e vídeos e mais carinhas rindo, que é assim mesmo que a gente tá agora (mesmo mega correndo pra dar conta do trabalho na vida offline!). Já já também os textos completos aparecem no site do Pense Moda e aí a gente volta aqui e enche de links também – diz que o Oliveros fez mesmo a entrevista com a moça da bota pata de bode, sabia? E no domingo sai um post-resumão do Pense Moda, pra gente fechar essa semana inteligente com chave de ouro! =)

26.
out.
06.

o correio feminino de clarice

publicado por: Fernanda

Chegou ontem do Submarino o livro ‘Correio Feminino’, que reúne textinhos que a Clarice Lispector escreveu (usando pseudônimos, sem se identificar) sobre o universo feminino da época – anos 50 e 60 – e que super servem pra gente, agora. A Laura do Moda pra Ler já tinha falado do livro antes, e colocou um monte de citações bacanérrimas no post. A que a gente mais gostou foi: “A mulher inteligente não é escrava dos caprichos dos costureiros, dos cabeleireiros e dos fabricantes de cosméticos. Antes de adotar a última palavra da moda, ela estuda o efeito da mesma sobre seu tipo. A mulher inteligente sabe que mais importante que parecer “chique” é parecer bonita. (…) Raciocinem, estudem a si próprias, em detalhes, lembrem-se de o que fica bem a uma Elizabeth Taylor, miúda e frágil, ficaria ridículo em Sophia Loren. No entanto, ambas são lindíssimas.” A Laura ainda postou uma mini-biografia e um resumão da trajetória da Clarice Lispector.

Daí no início da semana a Chiara Gadaleta, na sua coluna (que a gente adooora) no site EGO, fez um textão sobre o livro e separou essa: “aprender não ocupa lugar, e mulher sem caprichos fica triste”. Ela ainda escreveu que a escritora “aproveitava-se das entrelinhas e dos detalhes. Tratava de assuntos essencialmente femininos que, de tão reveladores do nosso universo, chegam a nos tocar emocionalmente. E os conselhos generosamente escondidos nos textos diários são absolutamente pertinentes, divertidos e reais: como nunca perder o charme ou a graça, se vestir de maneira adequada, manter-se sempre bonita para você mesma….”. A gente concorda com tudo!

E antes mesmo de ler tudo, só de folhear o livro já dá pra escolher um textinho-hit que tem tudo a ver com o nosso trabalho na Oficina e com o que a gente tenta dividir o tempo todo aqui no blog. Here it is:

Cultive sua boa aparência
A boa aparência faz com que a pessoa se sinta mais feliz e com um sentimento de segurança que muito a ajudará na vida. A boa opinião que fazem de nós é na realidade muito mais importante do que admitimos a nós mesmos. (…) Com todos os recursos que temos nos dias de hoje, a mulher não pode ser feia, e só será se o quiser, deliberadamente. (…) A maior parte dos problemas de personalidade desaparecem com a melhora da aparência geral. Pelo fato de estar mais bonita, a muher se sentirá feliz e terá mais possibilidades de viver uma vida produtiva, cercada de amigos e pessoas a quem deseja ajudar. Sim, porque a beleza da mulher pode e deve ser cultivada, não somente para a vaidade e satisfação própria, mas para seu respeito e para a satisfação de sua família e seus amigos.”

A gente acredita no potencial de todo mundo e todo dia a gente repete (o tempo todo) que todo mundo tem como se conhecer melhor, se entender melhor, adaptar personalidades e mudanças ao guarda-roupa e assim todo mundo tem como se apresentar melhor, sempre. E parece que não estamos sozinhas, né?

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a capa é super ‘oficina de estilo’ com essa bolinhas, né?

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.