8.
dez.
09.

História do trench coat

publicado por: Cacau

Sempre dá uma pontinha de curiosidade pra saber de onde vieram peças-ícone da moda. Tipo as bolsas da Hermés, ou da Chanel, e o trench coat da Burberry, né? E sabe que quando a gente vai atrás dessas histórias, muitas vezes, elas acabam sendo super mais interessantes do que a gente pensa. No caso do trench coat da Burberry, é possível perceber uma evolução fashion muito louca – e útil!, afinal ele nasceu como uniforme de guerra. Sabia?

Na I Guerra Mundial, as batalhas eram de contato – o soldado tinha que se arrastar e se esconder nas trincheiras pra assim chegar perto do adversário. Não era tipo a II Guerra, em que as brigas podiam acontecer à distância, com tanques e aviões e etc. Então o Thomas Burberry – fundador da marca – criou esse casaco pro exército inglês usar na I Guerra. Servia pra proteger de chuva, do frio e tudo o mais, tudo sem perder mobilidade, sendo confortável. Originalmente, o casaco se chamava ‘raincoat’, mas como os soldados lutavam nas trincheiras – as “trenches” – e daí virou trench coat.

burberry

O casaco funcionou tão bem pra sua finalidade que continuou no uniforme dos soldados ingleses na II Guerra – e o pessoal americano também aderiu. Read more

17.
set.
09.

APRENDENDO COM O LUXO

publicado por: Cacau

O Atualuxo é tipo um congresso sobre mercado luxo. Artigos de luxo de verdade. É a segunda edição do evento (a gente falou da primeira aqui), que procura estudar e entender o que é esse mercado, o que fazer pra crescer na área, se tem espaço pra algo tão restrito assim nos tempos de crise. E o que tem a gente com isso? Bom, a graça de tudo é tentar tirar aprendizado pra nossa vida real, seja no meio da vinte-e-cinco, seja nos lugares mais luxuosos.

Foram 3 dias de palestras, na semana passada, e as mais legais foram as da consultora e editora Yaffa Assouline, de Frederic Pinel, dono da Pinel et Pinel e do pessoal da Perrier Jöuet.

A Yaffa Assouline é jornalista, dona da Assouline Mídia – que dá consultoria pra um monte de gente do mercado de luxo – e dona também da editora Aussoline, que edita livros e revistas bafos (tipo a revista da Cartier). Na palestra dela, o que mais chamou atenção foi ela contando como os sapatos-desejos do Christian Louboutin são parecidos com os sapatos usados por Luis XIV lá entre os séculos XVII e XVIII. Não é só o fato de ter salto alto não, diz que os sapatos do rei também tinham a inconfundível sola vermelha de Louboutin. Mas ó, diz a palestrante que a sola foi coincidência, será?

que Read more

27.
ago.
09.

DE VOLTA AO CLÁSSICO (SERÁ?)

publicado por: Fernanda

Na hora de fazer um balanção do que a gente viu nessa última edição de SPFW, o Vitor ângelo chamou atenção pra uma “mudança”. Ele fez a gente pensar que uma nova postura em relação a dinheiro e consumo foi mostrada nas passarelas, muito por conta dessa coisa da crise. A gente não viu ostentação, decorativismo supérfluo, não teve riqueza explícita nem nada exagerado. Teve sim muita aparência de qualidade nos materiais, acabamentos cheios de cuidado, inteligência na escolha das cores – o Vitor chamou de “luxo calmo”, nas entrelinhas, sem ostentar (assiste o vídeo pra lembrar).

pradabolsaslisas

Daí nas campanhas de acessórios das revistas mais novas (as que a gente tá folheando!!!) as bolsas – acessórios dos mais importantes na hora da gente observar vontades e tendências – apareceram super simples. Mas uma simplicidade assim, com cara de riqueza, de sobriedade, com cores fortes e intensas e materiais preciosos. Read more

10.
ago.
09.

INSPIRAÇÃO CLASSIQUINHA COM DEMI MOORE

publicado por: Fernanda

Porque né, gente, tamos pra sempre vivendo no “supermercado de estilo”, com um bilhão de tendências à disposição da construção do nosso estilo pessoal. Pode tudo, e todo dia tem uma coisa nova pra gente querer usar e tals. E aí, aparece a Demi Moore usando duas pecinhas tendências de um jeito clássico, lindo! Tá de boyfriend jeans e de boyfriend blazer (nem tanto, mas valendo!), aproveitou pra juntar sapatilhas (clássicas sempre né), e cores neutras (branco e preto) com o toque de vermelho no cardigan – usado como colete, por dentro, lindinho. Look que dá vontade de voltar pra casa e trocar o que a gente tá usando pra ficar parecida com ela né? Pra ver se a gente também conquista um Ashton, haha!

demi

14.
jun.
09.

vontade de que?

publicado por: Cristina

Com semanas de moda acontecendo a gente fica com os olhinhos bem abertos pra conseguir enxergar quais vão ser a nossas próximas vontades – porque melhor do que falar que são tendências é falar que são vontades (muitas vezes passageiras), não é mesmo!?!

Essas novas vontades acabam virando os “atualizadores de looks” que tanto falamos esses dias – peças que coordenadas com os nossos clássicos, vão deixar a gente com um certo frescor! É muito legal de analisar como essas vontades acabam virando desejos nas nossas cabeças em tão pouco tempo… Uma jaqueta de couro, por exemplo, é uma peça tão batida que todo mundo deve ter pelo menos uma esquecida por anos no fundo do guarda-roupa. E durante esse tempo todo a gente olha pra ela ali pendurada no cabide e não tem a menor vontade de vestir e quando resolve dar uma chance pra coitada acaba se achando horrível, caretérrima e devolvendo pro armário (ou até se livrando em algum Sacolão da vida).

vontadesgde

Um belo dia a gente vê em uma revista aquela atriz/cantora/modelo/celebritie favorita usando uma jaqueta de couro de um jeito tão legal, que a gente nunca tinha imaginado. Num outro dia a gente ouve dizer que no desfile daquele estilista que a gente super admira teve jaqueta de couro e que o styling estava incrível. No dia seguinte a gente lê num blog ma-ra-vi-lho-so que jaqueta de couro é pra vida real e que tem vários jeitos legais de usar. De noite a gente sai pra encontrar umas amigas e a mais descoladinha da turma está de jaqueta de couro… Pronto! Read more

15.
dez.
08.

dedinho de fora

publicado por: Cristina

Peep toes são aqueles sapatos abertos na frente, que deixam aparecer só as pontas dos dedinhos, sabe!?! Esse tipo de sapato era super popular no comecinho da década de 50 e faz um tempinho que voltou definitivamente pros nossos guarda-roupas!!! Não é a toa que quando todo mundo quer ficar mais mulherzinha, um acessório que fez sucesso na mesma época que o new-look da Dior re-viva com força, né!?!

Acontece que o peep-toe é um modelo bem, bem prático, porque ele é abertinho, mas não deixa o pé muito de fora – perfeito pra qualquer ambiente profissional  (até os mais formais) em dias de calor. Ou não, porque a vantagem desse sapato é que como ele é só um pouquinho aberto, no frio dá pra usar com meia-calça opaca!!!

peeptoe.jpg
Vale pra qualquer dresscode profissional ou de festchinha – só depende do material que é feito!

Tem uma infinidade de tipos de saltos e talões: saltos mais grossinhos (perfeitos pra usar com meia), saltos anabela ou plataforma, sem salto (tipo sapatilhas, suuuuuuper confortáveis), fechados atrás ou tipo chanel, só com uma tirinha… A gente até já elegeu o peep toe como um dos sapatos essenciais na vida!

A feminilidade vem do fato dele mostrar um pouco mais do pé do que um escarpin (ou sapatilha) normal!!! Sabe o que é muito legal? Pintar a unha do pé de uma cor bem colorida e bem contrastante com a cor do sapato, tipo unha vermelha com sapato preto, unha laranja com sapato dourado, unha pink com sapato marrom, unha café com sapato bege, unha vinho com sapato rosa-pele. Tem mais?

8.
dez.
08.

desde sempre e para sempre

publicado por: Cristina

Quer ficar com cara de chique até de short e camiseta? É só colocar um colar de pérolas e sair de casa!!! Pérolas têm esse poder de transmitir refinamento e sofisticação desde que a gente se conhece por gente, né!?! Foram tantos ícones-fashion que já usaram e abusaram dos mega-colares, brincos, colarzinhos, pulseiras feitos com pérolas que não tem como não associar a “pedrinha” a uma imagem clássica de elegância.

perolas2.jpg
Toda mulher que a gente já sonhou ser um dia, usou pérolas: Coco se apropriou, Grace tornou delicado, Marylin deixou sexy, Audrey fez todo mundo querer usar, Liz acrescentou luxo…

E porque é tão clássico, hoje em dia a gente tem que tomar cuidado pra não ficar com cara de antiquada quando for desfilar o colarzinho que herdamos das nossas avós. Por isso o ideal é usar pérolas em looks bem moderninhos ou mais despretensiosos pra equilibrar a imagem: jeans mais destruidos, vestidos bem leves de dia a dia, camisetas transparentinhas, jaquetas de couro, coletes masculinos… Fica legal sempre criar um contraste entre masculino/feminino ou chique/desencanado ou delicado/pesado!!! Tá de vestido pretinho e colarzão de pérola? Coordena com uma rasteirinha pra quebrar a formalidade, entendeu!?!

perolas3.jpg
… Jackie fez ficar simples, Diana fez ficar “popular”, Carrie fez a gente querer usar (de novo) e Michelle não é boba nem nada!!!

Outro jeito de usar pérolas sem correr o risco de ficar careta é usar pérolas em cores ou fomas diferentes, tipo pérolas acinzentadas, cobre, rosa, pérola-arroz, pérola-de-rio… ainda é pérola, mas é um pouco diferente. Pérolas misturadas com outras pedras mais coloridas, como coral ou turquesa, também são super bacanas!!!

perolas1.jpg
Dá pra usar pérolas e não ficar com cara de vovó!!!

E pra quem tem uma alma dramáaaaaaaaatica é só exagerar (tipo Carrie Bradshaw na figura lá de cima)!!! Um pescocinho com 20 voltas de pérolas não tem como não ser notado, não é mesmo!?!

Esse post é em homenagem ao Jorge que ontem estava bacanérrimo!!!

12.
nov.
08.

um pouquinho da história de louis vuitton

publicado por: Fernanda

(Senta que lá vem história!) Diz que em 1854, bem na época de revolução industrial e progresso e viagens de navio, tinha esse rapaz que trabalhava como embalador. Um dia ele teve vontade de embalar as coisas de quem viajava de um jeito mais inteligente, e inventou uma tela impermeável e forrou baús com ela, com acabamentos de metal e tudo. Os clientes surtaram, acharam aquilo tudo de bom, começaram a encomendar loucamente e o negócio surgiu. O nome desse embalador era Louis Vuitton e foi assim que tudo começou, veja só! Essa tela não era essa estampada com monograma que a gente conhece hoje, e nem foi a primeira a ser criada, sabia?

todos_os_gostos.jpg
tem pra todos os gostos! sonho de consumo total!

Trinta anos depois, em 1888, Louis Vuitton (em si) decidiu que ia dificultar a vida de quem copiava os baús dele – já tinha cópia nesse tempo! – e pensou num padrão único, que diferenciasse seus produtos e que os deixasse mais bacanas ainda. Daí foi criada a tela Damier, essa de quadrinhos escuros e mais claros, tipo um xadrez. Aqui dá pra ver que o xadrez é formado por microtracinhos que, colocados lado a lado, formam os quadrinhos – não é demais? As primeiras cores foram o preto e o marrom, que depois evoluíram pra preto e chumbo e preto e creme. A tela com monogramas só foi feita em 1896 (quase quarenta anos depois do começo!) e os desenhinhos que acompanham as letras LV até hoje são um mistério: nem a empresa sabe em que foram inspirados, mas todo mundo acha que foi influência do japonismo, das florzinhas de cerejeira e tals. Louis Vuitton já era moderno no tempo de antigamente, não é mesmo?

telas_lv.jpg

Daí que, nesse meio tempo, o antigo-embalador que virou fazedor de malas pensou num jeito de fabricar essa tela mais maleável, com movimento. Até então somente baús rígidos eram produzidos, e o sucesso era tanto que valia a pena expandir o catálogo de produtos – pra fazer bolsas, pastas e mais. No começo, cada bolsa tinha uma função específica, tipo a bolsa-saco (a terceira da foto lá em cima) servia pra carregar garrafas de champagne para pequeniques (que tudo!). Hoje a LV tem um catálogo super mega extenso de produtos, com roupa, acessório, jóia, calçados, lenços, relógios e óculos – tem até porta-post-it, coleira pra Wendy e guarda-chuva – e ainda é possível encomendar qual-quer coisa feita por eles. Tipo podem encomendar cama, baús com divisões específicas, barraca de camping (vai saber), qualquer coisa mesmo. Quem cuida desses pedidos especiais (chamados “special orders”) é um cara da quinta geração da família, na casa que foi do próprio Louis Vuitton e que hoje hospeda um museu (junto com o atelier em que as peças são feitas). Pode fazer visita e tudo à essa casa/museu, que fica em Asnières na França. Passeio chiquérrimo, néam? =)

celebs_lv.jpg
celebs de hoje com bolsas centenárias!

Por conta do envolvimento da família, mesmo pertencendo a um grande grupo de gestão de marcas (LVMH) a Louis Vuitton é considerada uma empresa familiar. Mesmo sendo uma marca mais que centenária, as sacadas pra se manter moderna foram geniais – e deram certo. Logo depois de comemorar o centenário da tela monogramada, em 1996, a LV chamou o estilista Marc Jacobs pra perto: além de renovar a cara da marca, ele ainda criou linhas de roupas e de sapatos – depois de jóias e acessórios também. A primeira novidade que MJ trouxe foi a tela de monograma feita em verniz colorido (isso era 1998), que era pra ser uma tiragem especial e virou linha permantente, pra você imaginar o tamanho do sucesso. Depois dessa vieram todas as parcerias com gente nova, ligada à arte e ao mundo pop: as bolsas grafitadas feitas por Stephen Sprouse, os patchworks de Julie Verhoeven (mointo fofos!), o monograma colorido do Takashi Murakami (e as cerejinhas, e agora também a camuflagem) e a arte do Richard Prince. Tudo super tradicional e ao mesmo tempo suuuuuper moderno.parceriaslv.jpg
sprouse, verhoeven, murakami e prince: tudo increíble

A Louis Vuitton dá garantia de 10 anos pras bolsas que faz, e se for preciso troca alças e forros sem custo nenhum pra seus clientes – elegantes, não? E de tempos em tempos materiais novos são inseridos nas coleções, tipo couros novos (e exóticos), jeans, teflon e mais. E é tudo cuidado pra não destruir o planeta, tudo sustentável, tudo feito com qualidade incomparável (diz que ninguém tem o know-how que eles têm!), muita coisa feita à mão (até hoje) e tudo cuidado nos mínimos detalhes. Esse encantamento vem daí, dessa atenção. A gente se encantou mesmo com essa história, que a gente ouviu essa semana no trabalho no shopping Cidade Jardim. E tudo mais que a gente aprender vai ser dividido aqui – tanta marca legal, tantas lojas super bonitas, tantos materiais e acabamentos novos… todo dia a gente cresce um pouquinho mais por lá. E tudo que tiver de mais legal a gente traz pra cá – continua aqui com a gente pra ver!

Mais:
Pra investir numa primera power bolsa
Tudo sobre bolsas (na silhueta e na imagem)

5.
nov.
08.

cada um com seu clássico

publicado por: Cristina

Na Vogue francesa do mês passado teve um editorial – com a Christy Turlington chiiiiiique – reapresentando a nova cara dos clássicos. Segundo a revista (e Carine, que fala e a gente obedece) as peças que não têm validade-fashion, e por isso deveriam estar no guarda-roupa de todas nós, são: camisa branca, twin-set, trench-coat, jaqueta de couro, escarpin… O mais legal do editorial é a maneira como esses clássicos são vestidos no corpo da modela – não que a gente vá sair por aí com a camisa amarrada no corpo (ou por que não?), mas a proposta é repensar o que já existe e já está estabelecido!!!

classicospqn.jpg
sabe o que é um clássico? essa pele linda, não é mesmo!?!

A gente tem um pouco de birra quando pedem pra gente listas de peças que “todo mundo tem que ter” e não acredtita que os clássicos – peças de roupas e acessórios que a gente pode inserir no guarda-roupa sempre e que vamos usar por uma vida – sejam os mesmos pra todo mundo. Tá certo que tem algumas peças que transmitem mensagens de elegância desde a época de nossas avós, que vão transmitir isso pra sempre, e que valem em qualquer lugar do mundo. Mas pra gente descobrir nossos próprios clássicos o ideal é a gente estudar nosso dia a dia e olhar bem de “pertinho” pro nosso guarda-roupa.

Funciona assim: pra quem trabalha em um ambiente super informal e ama conforto, calça jeans e camiseta podem ser dois super clássicos, vale a pena investir sempre e ter uma pequena variedade dessas peças. Já a Fê não tem no guarda-roupa dela nenhuma calça jeans, nenhum sapato preto, nenhuma camisa branca… clássico pra Fê é saia na altura do joelho, cardigan mais fininho e sapatilha. Eu uso saia muito pouco, mas amo uma boa calça alfaiataria, colares e bolsas grandes – esses são os meus clássicos!!! Deu pra entender?

2.
set.
08.

um jeito novo de pensar o luxo

publicado por: Fernanda

Se o conceito de luxo tivesse ligado a dinheiro, não tinha porque a gente achar cafona a quantidade de Louis Vuitton e Mercedes e jóias da Cartier (tudo ao mesmo tempo) que se vê em clipes de rappers americanos, não é? Dinheiro, amigos, todo mundo que junta tem, por isso o jeito de pensar ‘luxo’ nos nossos dias tá super ligado ao imaterial: tem mais a ver com experiências, vontades autênticas, criação-educação, refinamento no agir (e no pensar!), emoções e mais. Mas ok, quem movimenta isso tudo daí é o dinheiro – por isso, tá tendo aqui em SP ontem, hoje e amanhã um congresso pra que empresários desse setor (luxuosos!) conversem sobre o seu mercado, conheçam mais profundamente o seu consumidor e pensem juntos, como grupo, em novas possibilidades de negócio. O evento chama Atualuxo e quer ser anual – tomare, que a gente tá aprendendo mointo com as palestras.

deluxe.jpg

O que mais se fala, nas palestras de empresários, econimistas e intelectuais (rá!) é que a gente precisa prestar atenção nos países emergentes (China, Rússia, Índia e na gente mesmo, aqui no BR). Diz que eles super vão dominar o mundo (do dinheiro) e que o que se espera, por conta disso, é que todo mundo comece a orientalizar gostos, hábitos de consumo, comportamentos e tals (gente!). Isso pode acontecer com marcas originais de lá crescendo tanto que cheguem até aqui, e que sejam nossas preferências na hora de comprar! O ‘mercado do luxo’ aqui no BR é super jovem, e existe meishmo (olha!) desde 2002, tipo isso – o que significa pouca especialização, pouca gente treinada pra trabalhar bem com isso, mas mointas possibilidades de crescimento. Diz que os empresários precisam focar no interior do BR, gente que tem super poder de consumo mas que tá longe de SP e perto do agronegócio, sabe como?

E sabe o que? Diz que 70% do que é movimentado de dinheiros no mercado de luxo do BR tem a ver com… moda! Roupas e acessórios são item favorito da mulherada (que é maioria nesse grupo de consumidores), antes de carros, relógios, cosméticos e outros itens ‘deluxe’ (rááá!).

Parte mais legal: uma das pesquisas apresentadas (ontem) no Atualuxo diz que os empresários do luxo justificam suas vendas primeiro por conta do glamour das suas marcas, em segundo lugar por conta da exclusividade dos produtos e por último por causa do atendimento personalizado que suas lojas oferecem. Daí, na mesma pesquisa perguntam, pra quem compra, quais as suas motivações. As justificativas são (1º) qualidade do produto, (2º) exclusividade e (3º) atendimento personalizado. O aspecto emocional que envolve o produto de luxo desperta o desejo da compra, mas o consumidor justifica a compra pelo aspecto racional!!! É tipo uma guerra, sentimento x razão: a gente é movida por vontade, por glamour meishmo, mas diz que é porque “vai durar” ou “não vai estragar nunca” – e é bem verdade, não é?!??

1.2.»

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.