28.
jan.
10.

COMPRAR NÃO É SE INVENTAR, É INCREMENTAR!

publicado por: Fernanda

Quem compra um bilhão de roupas novas a cada estação não tem estilo, tem “a cara da estação”. Menos roupa nova e mais constância constroem identidade visual, e o estilo vem daí. Imagina que pra atualizar o guarda-roupa pro inverno a gente pode adquirir 6 peças novas. E que a gente pode ir adquirindo uma por mês (dessas 6), até chegar o frio. Pensa em duas partes de cima, um casaco, duas partes de baixo e um vestido – por exemplo. Se tudo desse conjunto for coordenável entre si – cores em tons coerentes, caimentos similares, proporções que funcionam bem juntas – essa compra sozinha já rende um mini-guarda roupa, ou uma mala pronta. E se esse conjunto, além de ser coordenável entre si também for coordenável com o que a gente já tem em casa, então essas seis peças rendem um zilhão de outras combinações!

compras_inteligentes

Com uma compra de seis peças a gente pode usar roupa nova todo dia, uma peça nova por dia! E se sobrar dindin a gente pode ir fazendo mais compras assim, em grupos de peças – ou programar mais de um grupo desses por estação, tipo: pra esse inverno vale comprar seis Read more

7.
out.
09.

BRINQUINHOS DE PARAFUSO DO SHOPBOP

publicado por: Fernanda

Pra gente que tem uns a menos (haha!). Do site de compras ShopBop, que uma cliente nossa indicou tempos atrás e que tem tanta mas TANTA coisa linda que vale um passeio de uma tarde inteira. E, se for o caso de ter algum dinheirinho sobrando, entrega no Brasil, viu? Tem roupa, tem bijús incríveis (top parte favorita), tem bolsa, sapato… clica e se prepara pra desejar tudo. Esse brinquinho é o que de mais humilde se pode desejar de lá. ;-)

parafusinhos

16.
set.
09.

ADQUIRINDO QUALIDADE

publicado por: Cristina

Mamãe já dizia que qualidade é mais importante que quantidade, certo!?! E isso faz um super sentido na hora de planejar nosso guarda-roupa. A gente sempre acreditou nisso, mas depois que Tim Gunn falou que vale mais a pena gastar mais dinheiros e menos peças, a gente tem refletido um pouquinho mais sobre o assunto.

qualidade

Então a gente resolveu dividir por aqui tudo o que a gente procura em uma peça quando vai fazer compras com nossas clientas. Confere só! Read more

9.
set.
09.

Um vestido, muitas idéias

publicado por: Cacau

Olha que fofita essa marca francesa chamada Comptoir des Cotonniers. Bem francesinha mesmo. Com vestidos soltinhos que podem ser fresquinhos pros dias de calor, ou combinados com outras coisas mais quentes, tipo legging ou meia calça e casaco para quando bate o frio.

O mais legal é que no blog da própria marca eles dão dicas espertas pra gente se inspirar. Não só com as roupas deles, mas com desfiles (de outras grifes!), fotos fofas de lugares com arquitetura bacana até flores delicadas em feirinhas pequenas. Mas a inspiração que chamou atenção mesmo foi que eles ensinaram como o mesmo vestido pode dar origem a vários looks.

coisina Read more

1.
set.
09.

RECEITA DE COMPRAS

publicado por: Fernanda

Um pedacinho de um post no Style File diz que “a mulherada tá mais disposta a investir qualquer valor em peças eternas/clássicas que sejam super incríveis, de enlouquecer de amor. Quem não quer gastar muito e quer só um mimo tá escolhendo itens especiais, básicos-mas-não-tão-básicos e menos caros. A diferença entre a temporada passada e esse nosso tempo é que ninguém tá nem aí pros básicos caros. Clientes tão mais afim de ter coisas super usáveis (e mais caras) mas que sejam inspiradoras o suficiente pra justificar a extravagância.”

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Essa é uma constatação de um dos reflexos da crise no nosso jeito de comprar, mas vale como receita a ser seguida – hoje e sempre. O Tim Gunn, nosso atual favorito na programação de moda na tv, ensina a fórmula: mais dinheiro = menos quantidade. É tempo de ter tanta qualidade quanto o nosso dinheirinho puder pagar (qualidade “proporcional” é um super aprendizado!) – e exercitar a sabedoria fashion pra fazer compras inteligentes.

3.
ago.
09.

INTELIGÊNCIA EM CORES

publicado por: Fernanda

Um monte de gente é assim – e quem não é conhece alguém que é: sabe a pessoa que ama uma blusa, daí compra todas as cores em que a blusa foi feita? Achando que tá variando e diversificando o guarda-roupa, né? Que nada. Sempre acontece de uma dessas cores ser mais usada que outras. E essas outras, as que não rolam, são as representantes do dinheiro mal gasto. Viram símbolo da não-inteligência em cores. Não adianta comprar tudo que foi feito/disponibilizado pela loja. Adianta comprar tudo que tem a ver com a gente.

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Então vale sair de casa (pra comprar) com três “auto-perguntas pra si mesma” em mente! Na hora de escolher que cores levar a gente pode se perguntar: Read more

3.
ago.
09.

PREGUIÇA FASHION = MENOS POSSIBILIDADES

publicado por: Fernanda

As peças novas que a gente compra nunca deveriam ir direto pro cabide quando a gente chega em casa. Um exercício super eficiente pra versatilizar peças (gente essa palavra existe?) é experimentar o que a gente compra logo, tipo na hora. Comprar uma peça incrível e deixar pra imaginar/provar looks com ela em cima da hora de sair faz com que a gente tenha menos chance de sucesso: na pressa nem a mente e nem as coordenações funcionam direito. Melhor coisa é chegar em casa, abrir as sacolas e tirar um tempinho pra experimentar, com o que a gente já tem no guarda-roupa, possibilidades de uso com o que acabou de comprar. Pra na hora de sair já ter em mente o que rola e o que não rola!

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Exercício de coordenação sem a pressão de “ter que dar certo pra já sair pronta” têm mais chance de render – e nenhum look se faz sozinho, a gente TEM QUE experimentar, tem que exercitar – bom que a gente faça isso com antecedência, num tempo livre qualquer. Pra depois não reclamar que comprou e que a peça ficou estagnada no armário. Né? Nada de preguiça fashion então, bora todo mundo provar assim que a compra chega em casa!

*Esse post veio direto desse daqui, quase que inteiro traduzido!

26.
mar.
09.

nosso roteiro no passeio pelo bom retiro

publicado por: Fernanda

As moças pediram nos comentários e aqui está: a Cáren Nakashima, organizadora do nosso passeio pelo Bom Retiro, além de apresentar as melhores oportunidades do bairro pra gente, também preparou um mini-guia pra dividir com todo mundo que quiser re-fazer o nosso roteiro por lá! Tá tudo aí, ó! E ainda tem fotos no Flickr e videozito no Youtuba! ;-)

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“As ruas por onde a gente andou são duas paralelas da José Paulino, a Aimorés e a Professor Cesare Lombroso. Dá pra acessar facinho pela rua Ribeiro de Lima, uma travessa da Zepa. Essas duas ruas realmente só vendem pra quem tem loja e CNPJ e são conhecidas pelas lojas bacanudas, com roupas de melhor acabamento do que as de “baciada” que fizeram a fama do bairro.

Desse quadrilátero, a gente visitou a Esquire – jovem com um monte de xadrezes, capinhas, trenchs de algodão, jeans e mais; a Il Shin – com estampas coloridérrimas e muitas capinhas e perfectos de nylon; a Collins – faz a linha mais básica e chic e tinha um monte de paletós, saias retas e casacos; a Seiki – com seus básicos e outras coisas mais trendy, tipo jaquetinha de plush com estampa zebrada; a Simple Life, que vende mais pra “jovem senhora” (estilo muito difundido no Bom Retiro, hahahaha!) perua; a Malagueta – que faz bastante malharia (de preferência estampada e com cores bem fortes) e a Cotton Colors, com suas camisetas e blusas em algodão gostoso.

Saindo desses domínios “finos” pro povão da José Paulino, a gente entrou na Oxo Paxo, na Limelight e na Arte em Pés – que vende sapatos da Arezzo e da Schutz. A rua toda libera venda no varejo às sextas-feiras e sábados (mas nesse dia o comércio só fica aberto até a hora do almoço). Algumas lojas bacanas das ruas de trás têm filiais na José Paulino e os preços nas etiquetas mostram o valor no atacado e no varejo – o que pode ser motivo de decepção total pra quem vai atrás de master-pechinchas. E lembro mais uma vez: a qualidade das roupas da José Paulino não é tão incrível. Por isso a gente encontra vestido de 20 conto, blusa de 15 e assim por diante!

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Outras lojas das redondezas que são bem legais: Guelt, P.A. (pra quem trabalha formal e precisa de terninhos mil pra todo dia), Gazzy (moda bem jovem, pra abastecer o armário de coisa que saem de cena rapidinho), Vida Bela e acho que devem ter muitas outras, mas como poucas pessoas guardam o nome das lojas, o legal é fazer um mutirão com todo mundo que costuma baixar por lá pra ajudar.”

A idéia do mutirão é maravilhosa, né gente!!! Quem topa contribuir pro guia?!?? Vamos dividir mais dicas de lojas legais do Bom Retiro nos comentários? O que acham?!?? ;-)

23.
mar.
09.

nosso passeio (incrível!) pelo bom retiro

publicado por: Fernanda

Na sexta passada um grupo ótemo de leitoras desse blog se encontrou pra passear pelo Bom Retiro – “o Soho brasileiro”, como um lojista de lá nomeou pra gente logo no início da tarde de sexta. O encontro rolou na própria rua José Paulino – principal do bairro, com maior concetração de lojas (muitas muitas muitas mesmo), mas também onde é mais difícil encontrar peças bacanas de verdade, que valham a pena. Por essa quantidade de oferta, a José Paulino no varejo, enquanto as ruas adjacentes, atrás e dos lados dessa principal, têm um outro esquema… bem mais “exclusivo”, elegante, mais arrumadinho e também menos barato (mas ainda assim BARATO!).

A gente teve uma guia-coreana super estrelada, a Yoo Na. Ela é jornalista e lançou tempos atrás um almanaque da colônia coreana aqui em SP, por isso conhece tudo e todos por lá. Diz que o bairro era bem mais lixão antes da organização dessa colônia por lá, que agora não só revitaliza e recupera os prédios e instalações do Bom Retiro, mas também se organiza como polo poderoso de confecções, com eventos de desfiles e tudo. As ruas atrás da José Paulino mostram bem essa diferença: as lojas têm pé direito super alto, os prédios são reformadinhos, as vitrines são um escândalo (diz que se paga mointo dindin pra vitrinistas lá) e as roupas… são ótemas! Essas outras lojas, normalmente, não vendem nada nada nada no varejo, fazem só atacado – diz que algumas fornecem produto pra lojas que a gente conhece bem de perto, em shoppings ricos e aqui nos Jardãns! Por conta da companhia da Yoo Na e do empenho da Cáren (nossa querida organizadora), a gente pode fazer comprinhas incríveis nessas lojonas: todo mundo aproveitou!

As lojas tinham peças super super super up-to-date, tipo com capinhas mil (tem tido TANTAS na Teen Vogue, não?), vestidinhos bem bons, camisetinhas e cardigans nas estampas da hora (listras e onças e gráficos e tipo cashmere), coletinhos e calças super atuais e mais. Pra surpresa geral do nosso grupo, os materiais eram bem legais, com misturas boas de algodão (na medida pro inverno) e com acabamentos impecáveis – surpresa boa, não? A gente comprovou lá o que disseram pra gente antes: às vezes não pode provar, e muitas vezes pode mas não tem provador. Então vale ir passear de saia e de camiseta justinha, porque as lojas deixam todo mundo provar por cima (tem no vídeo a mulherada toda sobreposta!). Dá pra ver todo mundo assim preparado e como foi tudo super legal no álbum do Flickr que o passeio rendeu, clica lá pra conferir! ;-)

20.
mar.
09.

pré-lições pra uma tarde (boa!) de pechinchas

publicado por: Fernanda

Por mais que o nosso passeio de hoje – aberto pra todo mundo! – tenha tudo pra ser o máximo dos máximos, não custa a gente fazer o nosso deverde casa direitinho pra contribuir com o sucesso dessa tarde de pechinchas, néam? No fim do post tem lista de links com dicas boas pra todo mundo conhecer e usar, e aqui tem o nosso checklist habitual, pra por em prática em cada provador do Bom Retiro… e do mundo (rá!). Que não é porque “o tempo é de crise” que todo mundo vai deixar de consumir: na verdade, quanto mais inteligentemente (!!!) a gente consumir, mais a crise fica pra trás. A gente tem que se conhecer (caminho certeiro pra ser feliz com moda!), tem que estar com o nosso guarda-roupa na ponta da língua, tem que observar materiais e acabamentos e caimentos e TEM QUE PROVAR! Olha sóam:

comprash

• Trabalho de uma vida: ler revistas, passear pela interent e visitar lojas de estilistas que a gente ama (e nem sempre pode comprar!) abastecem a gente de referências boas na hora de escolher o que vai pro provador;

• Aquela última “estudada” no próprio armário pode ser valiosa na hora de decidir entre uma peça e outra: é bom saber que cores podem fazer a diferença junto com o que a gente já tem, que comprimentos melhor complementam as nossas peças, que partes do corpitcho a gente quer valorizar e tals. Saber  o que a gente quer comprar ANTES de comprar facilita horrores;

Hoje eu vou procurar camisetinhas soltas com mangas mais longas, em cores vivas e intensas ou bem estampadinhas (tipo geométricas!), já me preparando pro friozinho que teima em demorar. e posso achar a capinha com que to sonhando também, quem sabe?!??

• Ainda sobre o guarda-roupa: vale saber no que a gente pode investir mais dindin ou menos dindin: é tempo de muita balada? De muito trabalho? O que tá faltando mais no armário? Do que a gente precisa mais nesse momento?!??

• Mais de investimento: as etiquetas de dentro da roupa são super importantes de se olhar, especialmente quando a gente tá atrás de pechinchas! Tecidos naturais valem mais do que tecidos sintéticos (não é regra), e os dois têm prós e contras. Tem que investigar, pesar esses prós e contras e saber quanto aquilo vale, pra nào ter choro depois!

• Pechincha é a melhor amiga das coisas “da moda”. Vale super comprar o item da hora por um precito proporcional ao tempo que aquilo vai durar no hype, néam? Também é a melhor hora pra ousar, pra dar aquele passinho à frente com o próprio estilo, sem arriscar muito $$$. Tem listinha de tendências pro inverno aqui, pra revisitar antes das compras!

• Por fim, todo mundo de lingerie boa – que não marque! – e de roupa confortável e bem bonitinha, que provar coisas ótemas e depois ter que re-vestir alguma coisa meia-boca pra ir embora super dá impulso de comprar a mais, não dá?!?? E tem que provar tudo, nada-nada-nada pode ser descartado antes de se provar!

Mais inteligência em compritchas:
Pra comprar menos e melhor
Investimento certo, retorno (em elogios!) garantido
Tecidos naturais x tecidos sintéticos
Mais informação, menos preguiça e pechinchas!

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.