Idéias FOFAS de como usar pernocas de fora no calorzão e ainda conseguir – pelo menos na chegada e na saída – incrementar/sofisticar o look com uma terceira peça levinha. Assim: as moças das fotos tão de shortinho e camiseta (tipo), mas não deixaram de coordenar uma sobreposição. Daí a gente pensa… se é só pra chegar e pra sair dos lugares, o que tem embaixo – que é o que salva a gente do calor da terceira peça! – tem que ser tão legal quanto o resto todo. não tem essa de pensar que “fica por baixo então não precisa ser incrível”, ou de guardar o que é mais bafônico pra usar sem nada por cima, como protagonista. A graça de se fazer sobreposição é pode ter duas aparências incríveis, com e sem a jaqueta (ou qualquer outra peça extra). Fica a dica. ;-)

Por que a gente tem tantas dúvidas na hora de se vestir pra ir numa festona (casamentos, formaturas, bodas…)? Por que nessa hora pinta tanta insegurança? Talvez porque essas são oportunidades da gente usar vestidos glamurosos. Talvez porque pra esses tipos de eventos tem uma série de regrinhas do que é “certo” e “errado”. Talvez porque a gente queira estar se sentindo bem e segura e adequada, mas ainda assim com a nossa cara!!!
Nada como um bom red carpet pra gente se inspirar e ter boas ideias pra repetir nas nossas festas, né!?! E teve Emmy Awards e sabe o que a gente reparou? Que teve bastante look bem lindo curto!!! A gente é super a favor de vestidos curtos pra festonas: é mais jovial, funciona melhor pras mais baixinhas e tem uma despretensão cool. Não que vestidos longos não sejam bacanas… Longos são mais imponentes, mais românticos, mais sofisticados.

Tanto vestidos longos quanto vestidos curtos podem ser usados em festas elegantes (lembra do dicionário de dresscodes?), o que faz com que sejam vestidos de festa não é o comprimento, mas sim o tecido nobre e de qualidade, o corte e caimento impecáveis, os acessórios que acompanham. A única situação em que o longo prevalece é quando a gente é madrinha de um casamento mais tradicional – mesmo assim é o caso de conversar com a noiva e ver se ela faz questão de que todo mundo use longo no altar!
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Nessa temporada a gente viu novos comprimentos e proporções nas passarelas daqui do SPFW, e até comentou na ocasião do desfile da Osklen. Agora a gente tá vendo esses comprimentos se repetirem na semana de moda de NY e também na vida real, nas lojas em que a gente tem ido com clientas (fim de liquidação é tudo, Brasil). Acontece que os comprimentos de bermudas e saias subiram (às vezes bem pouquinho!) e as barras de blusas e camisetas desceram, pra compensar. É assim: quando a barra da parte de baixo sobe, a barra da parte de cima pode descer – e o contrário também vale, com barra da parte de baixo descendo e barra da parte de cima subindo. A gente usa as linhas da virilha e do ossinho do quadril como referência (mas não é regra, é direção só).

E a gente parou pra pensar que essas proporções podem estar acontecendo assim por conta dos “novos sapatos” que a moda quer que a gente use. De temporadas pra cá os sapatos têm gáspea mais alta e quase sempre cobrem (mointo) o peito dos pés, tipo botinhas ou super assndalhados, não é mesmo? Pois quanto mais os pés são cobertos, mais curtas e grossas as pernas ficam – barras mais curtas deixam mais pele à mostra e ajuda a alongar. Não faz sentido?!?? E por conta dessas alturas diferentes a gente pode brincar com sobreposições e cores e texturas: vale coordenar jaquetas e cardigans em comprimentos diferentes pra criar mais pontos de atenção no look – clica pra lembrar desse post sobre porporções em que a gente mostrou um monte de referências! O mais importante de tudo é não deixar o look com dois blocos iguazinhos, em tamanhos equivalentes. Sempre uma parte do look (a de cima ou a de baixo) precisa aparecer mais, ocupar mais espaço na silhueta. E pronto!
A gente fez um videozito-tudo pro blog Combina com Você, pra mostrar na prática – e no provador! – como essas alturas “novas” funcionam. Clica pra ver que tá super explicadinho, de verdade. E a Cristi tá gravidíssima na tela, precisa ver. ;-)
Os comprimentos encurtaram, os decotes aumentaram e as mangas quase sumiram (dando lugar a alças finas, muitas vezes de corrente), mas as formas, caimentos, tecidos sofisticados e todos os elementos que fazem da Huis Clos uma Huis Clos estavam lá!!! Sem dúvida é a coleção mais sexy da marca e é um sexy bem, bem sofisticado e nada, nada óbvio.
as fotos incríveis são do charles naseh! ;-)
Os volumes da(s) coleção(ões) passada(s) apareceram, mas em peças bem mais limpas e a fórmula da marca pra gente aprender a coordenar volume é assim: calças largas (com a boca mais fechada, de novo, gente!!!) coordenadas com blusas mais secas e com cavas laterais que deixam um pouco mais de pele aparecendo e vestidos bem decotados com caimento mais solto, que não mostram a silhueta. E tinha volume de manga também!!! Quando o volume não era da própria manga – tipo manga presunto – era criado pela luva bem justinha que ia até o cotovelo (essa idéia já tinha aparecido no desfile do Herchcovitch, vamos prestar atenção!!!). Então fica assim quem prefere usar volume nas mangas, tem que ajustar a parte de baixo e quem prefere usar volume nas calças tem que ajustar a parte de cima, combinado!?!

Como fã da marca, confesso que de primeira assustei um pouco com o que vi e quase não consegui me identificar, mas numa conversinha pós-desfile com clientes fiéis da Huis Clos e com mais alguns segundos de reflexão deu pra entender que a marca rejuveneceu, mas não perdeu sua essência – que é o mais importante!!!
Meninas, um jeito mointo fácil de criar interessância no look – qualquer look! – é coordenar proporções diferentes. Tem vários comprimentos de mangas, tem várias alturas de barras de partes de cima, e tem várias alturas de barras das partes de baixo também – tudo isso, em cores e tecidos diferentes, pode dar resultados bem legais com pouquíssimo esforço fashion. Pra começar, a gente pode pensar que é sempre mais legal ter “blocos” de tamanhos diferentes no look. Esses blocos podem valer pro look todo – tipo blusa mais longuinha e short mais curto – ou pra pedaços do look – tipo manga longa por baixo de manga curtinha. Sabe como?!??

Na prática, isso significa coordenar tamanhos diferentes em peças de todo jeito: vale tamanhos diferentes de mangas, comprimentos diferentes de blusas, peças sobrepostas curtas e longas, tamanhos deferentes de barrasde shorts, bermudas e calças, sapatos, capinhas, casacos, cardigans. Tipo camiseta de manga longa e casaquinho com mangas 3/4 por cima; tipo regatas sobrepostas, uma com barra mais longa que a outra; tipo bolerinhos e coletes curtos sobre camisetas mais longas; tipo vestido curto sobre jeans; tipo shortinho e cardigan mais longo; vestido curtinho com bermuda na altura dos joelhos e mais. Talvez por isso a Katie Holmes tenha dobrado a barra da calça tantas vezes – pra mexer nas proporções da calça e na relação da barra com os sapatos (vai saber!). De re pente tem o mesmo sentido de quando a gente puxa as mangas do tricô ou da camisa pra enrugar e deixar mais curtinha, na altura dos cotovelos, néam?!??

as referências são todas da semana de moda de ny, acontecendo agora! clica pra ver tudo grandão! =)
A gente não conseguiu (ainda) organizar regrinhas, então vale mais o bom senso em frente ao espelho. Para barras, vale a regra do “pouquinho acima ou pouquinho abaixo”: não fica legal usar micro-saia e maxi-cardigan, com barra lá embaixo no joelho. Quando é tudo mais longo, a mesma altura também funciona – tipo vestido acima do joelho e capinha na mesma altura. Mas isso de ” barra um pouquinho mais embaixo que a outra” ou “uma um pouquinho mais em cima que a outra” quase sempre funciona. Alguém tem alguma regra organizada pra sugerir e pra ensinar pra gente?!??
Tá todo mundo percebendo que os cardigans “novos”, que começam a aparecer agora, nas coleções de verão, tão mais longos que antes e beeeeeeem mais fininhos?!?? A gente tem percebido bem de perto, especialmente porque na medida que eles aparecem a gente (magicamente!) tem vontade de usar. Os casaquinhos de agora têm composições quase sempre bem naturais, tipo de algodão levíssimo ou de misturas de algodão e seda (ótemos), ou têm fios sintéticos na mistura – mas em tramas tão abertas que o cardigan fica transparente!

a cris tá de cardigan finíssimo da a teen e eu to de cardigan fresquinho da zara. eu ainda tenho outros dois da maria bonita extra e da osklen, e a cris tem também do alexandre herchcovitch e um dessa marca espanhola adolfo dominguez – tudo fininho e transparente!
Muito bons pro verão, pra que a gente consiga usar mointos looks de três peças sem morrer de calor: cardigans finos funcionam como complemento elegante, cobrem bracinhos mais cheios (tipo o meu!), permitem coordenações legais de cores e alongam a silhueta – super dá pra perceber, já no espelho mesmo, a diferença que linhas verticais ao longo do tronco fazem, não dá?!?? Esses cardigans podem finalizar looks com vestidinhos, com shorts e com saias curtas – que o mais legal de usar uma peça de comprimento mais longo é pensar em coordenações bacanas com outros comprimentos, bem mais curtos ou bem mais longos!

o cardigan da cristi é de modal, esse tecido natural derivado de celulose da madeira. o meu é da zara (a cris comprou primeiro e me contou!), de seda com algodão, super fresquinho.
Se tiver difícil de achar, a gente acha super válido procurar na seção dos meninos – que um tamanho pequeno deles funciona super bem pra gente, com manguinhas puxadas mais pra cima (um charminho). E gente, é claro que se a gente fizer sobreposições com mangas longas e tecidos pesados, a terceira peça vai acrescentar uma quentura que ninguém merece. A sacada (rá!) é sobrepor (lenços e cardigans finos) com regatas, com vestidinhos de alças finas, com shortinhos e saias fresquinhas, sabe como? Pra gente tá super funcionando!
A gente considera botas como calçados de temperatura intermediária: não precisa usar só no frio, mas também não há necessidade de usar no calorzão (mointo pesadas visualmente!). As botas preferidas da Oficina de Estilo são as tipo montaria: com cano longo, frente arredondada e mais alongada, sem salto ou com saltinho bem pequeno (tipo solado de sapatos masculinos). A gente ama todos esses elementos juntos porque é o conjunto que mais alonga a silhueta, pára pra pensar: a bota já “enche” uma parte magrinha do corpo, então vale tudo pra minimizar o “achatamento visual”, néam? Modelos em preto ou marrom são os mais fáceis de coordenar com mil e um looks, e são os melhores pra começar. Botas claras ou coloridas são tipo “nível avançado”, pra quem já domina a coordenação de looks com essas básicas!

algumas meninas que já saíram de casa bem bonitinhas, com suas próprias botas
E aí que as botas funcionam super bem com ou sem meias opacas – e tem que ser opaca, meia fina não dá certo com sapato pesado! E botas, sendo sapatos pesados, devem ser coordenadas com todo o resto levando em consideração o peso visual de cada peça do look: é super importante não usar tudo super leve junto com a bota. Pode uma peça leve e outras pesadas pra equilibrar, entende? As de cano longo ficam ótemas com bermudas, com shorts (com ou sem meias!), com saias na altura dos joelhos e com vestidos. As mais curtinhas são perfeitas pra usar por dentro de calças, até com barras mais curtas (mudérnas!), tipo bermudão.

outras que a gente calçou por conta própria, bem loucas, com botinhas de photoshop! =)
Quanto mais longo o cano da bota for, mais alongada ela deixa a silhueta. Se o cano da bota é mais curtinho, tem mais chance da perna parcer achatada e encurtada – o que engorda a silhueta visualmente, efeito que nem quem é mais bobo quer, né? Por isso meias opacas são boas companheiras de botas, porque em tons semelhantes, criando looks monocromáticos, não cortam a silhueta e ajudam a manter o efeito alongador. A gente não curte saltos finíssimos nem frente muito pontuda em botas: o que acompanha as botas geralmente é mais pesado visualmente, tipo tecidos espessos e acessórios grandões (pe-sa-dos); e saltos finos e frentes de matar a barata no cantinho da sala são elementos de peso visual leve – na nossa visão, esses elementos são incompatíveis e não conversam direito entre si, já que as botas são em si (!!!) peças pesadas. Mas é a nossa opinião, não é lei – e a gente pode conversar e trocar mais idéias nos comentários, não é meishmo?!?? =)
E mais!
Nosso jeito de usar galochas
Nosso jeito de usar ankle boots (ainda usa?)
Nosso jeito de usar botas tipo cowboy
Nossa opinião sobre essa bota ‘pata-de-bode’
Nosso manifesto anti bota-sobre-calça-jeans
Desde a edição de verão 2009 do Fashion Rio a gente tá vendo montes de vestidos em comprimento longuete nos desfiles. Aí veio o SPFW e os longuetes apareceram de novo. A gente torce o nariz pra essa altura de barra e acha complicado fazer funcionar na vida real – pra gente de vida real. Porque né, gente, na última Vogue tem Marcele Bittar – a modela – dizendo que ama longuete e acha chique e tals. Quem é alta e magra tipo Marcele vai super se dar bem com esse comprimento. Pra quem não tá assim tão modela a coisa complica, que longuete cobre quase toda a perna e o toquinho que aparece faz a gente parecer anã – e engorda a canela, que é a parte mais magrinha da perna!

Por conta da nossa implicância, ainda na Bienal a gente perguntou pras amigas (tudo gente fashion) o que elas acham dos longuetes e que dicas elas têm pra dividir com a gente. E no fim a gente acabou pensando numa soluçãozinha boa também. Segue a gente e bora tentar, amigas:
A Carol Vasone, do UOLModa, acha que longuete engorda a pernoca e que quanto mais soltinha for a modelagem do vestido, melhor (que longuete justo não dá, néam?). Ela acha mais legal tentar coordenar com sandalinhas-nada ou com sapatos com gáspea bem baixa, pra deixar o pezinho à mostra, pra alongar a perna, sabe como? Milene Chaves, editora do Chic, acha esse comprimento elegante e diz que usava super numa época (era anos 90, Milene!), mas que a gente desacostumou de ver. Ela vai usar – tá até reformando um vestido longo pra deixar longuete! – e vai ser de sapatilha mesmo, mas tudo numa cor só, incluindo meia-calça. A Patrícia Pontalti, do site As Patrícias (e do Gugu, lembra?) é do sul e tá super acostumada com frio e tals – por isso sugeriu usar longuete sobre botas de cano alto, com meia ou sem meia mesmo, que a perna nem aparece!

E, tudo bem…, a gente acha o longuete um comprimento difícil, mas não impossível. É mais elegante quando a modelagem do vestido ou da saia é retinha e não enviesada, e se o tom da roupa é parecido com o tom da pele. Se a gente coordena com sandálias/sapatos metalizados, também próximos do tom da pele, a perna parece um pouquinho mais alongada. Quanto menos contraste com a perna a gente criar, menos “linhas que cortam a sihueta” vão ser formadas. E usar longuete com salto faz to-da diferença, né, gente?!?? No fim, a melhor dica veio da Lelê Toniazzo, stylist super querida por essa Oficina: quando a gente perguntou do longuete ela respondeu que “tem que se olhar no espelho, se estudar, experimentar bem observando tudo… que as coisas funcionam melhor em quem se conhece”!
A peça que a gente mais viu em desfiles nessa edição do SPFW foi o macacão. E quando a gente foi pensar no post, foi fácil fácil lembrar que macacão não é novidade em SPFW: as imagens daqui de baixo são to-das de outras temporadas, de desfiles desde o verão do ano passado até agora. Então se a gente tá vendo uma-peça-só como proposta há tempos, de repente tá na hora da gente experimentar na vida real, néam?

isso tudo veio de temporadas passadas, sabia? antiguinho-atual! =)
Na teoria todo macacão alonga a silhueta, porque é uma peça só. Exceção para modelos com gancho baixo ou super baixo, tipo saruel, que encurtam a perna e podem achatar todo o resto. Na hora de escolher é bom prestar atenção nas modelagens, que macacão se for mointo largo parece de palhaço, e se for justo demais fica bem popozuda (se for preto, então, fica bem fantasia de mulher gato). As modelagens soltinhas, seguindo a silhueta, super ficam bacanas com cintos e com faixas em tecido ou couro mesmo. E sabe o quê? Dá pra drapear de ladinho o macacão e prender com broche pra ter efeito dois em um: macacão ajustado e enfeitado! E a proposta é pro próximo verão, as quem quiser se adiantar pode usar agora no frio com meia-calça opaca!

esses daqui são todos dessa edição de spfw, tudo freshquinho!
E pode usar também com maaaais coisas. Dependendo das alças ou mangas dá pra usar macacão com camisas, regatas e suéteres de tricô fininhos por baixo. Também fica ótemo com lenços e cardigans por cima. Os comprimentos de barra funcionam nas mesmas direções dos comprimentos que de saia e de bermuda e de calça: os melhores são os curtchinhos (macaquinhos!), na altura dos joelhos ou lá embaixo, sobre os sapatos. Assim não tem erro, que comprimentos intermediários é que são perigosos – tem a nossa aulinha de comprimentos em vídeo, quer ver?
Durante o SPFW a gente perguntou pra fashionistas que a gente curte como ia rolar o macacão no verão, e o textinho virou um manual super bom, cheio de dicas bacanérrimas. Clica pra se inspirar, experimenta e conta pra gente dos elogios!
A gente ama bermudas e usa mointo, mointo mesmo por aqui. Porque é super versátil (pode ser formal e informal!), porque é mega confortável (não limita movimentos!) e porque dá ilusão de mais magrinha: se a gente tá acima do peso mas tá com as pernocas em dia – tornozelos finos e tals – então a bermuda só mostra a parte mais fininha da perna, pra valorizar! E por mais que a bermuda acabe no meio da perna, se a barra fica bem no meio dos joelhos ou um pouquinho acima, a sensação de perna alongada tá garantida. Quando a bermuda tem barra mais longa, cobrindo o joelho, mas é feita em cor bege ou cáqui – parecida com a cor da pele – a gente tem percebido na prática que o comprimento ruim não achata tanto a silhueta!

bermudas no fashion rio (verão 08-09): tudo bem levinho e colorido, com possibilidade de incrementar com coletes e boleros bacanas
Do mesmo jeito que em calças o caimento mais elegante é o que segue a silhueta sem grudar, é super importante também pra bermudas que haja essa folguinha de tecido na voltinha do bumbum pra evitar um visual muito marcado e chamativo (até desconfortável, néam?). Vale alongar ainda mais com coordenações monocromáticas e em tom-sobre-tom, e vale coordenar bermuda e camisa com as mesmas tonalidades, ou bermuda e sapato na mesmo idéia – tudo claro ou tudo escuro já ajuda super! Como a bermuda é peça mais informal do que formal, a gente acha mais bacana usar sem salto ou com anabelas e plataformas delicadas, no máximo. Que bermuda e escarpin ficou muito ‘anos 90′ e a gente não quer ser demodé (rá!).

bermudas no prada (resort 09): dá um desconto pra essa justeza que a miuccia prada mostrou, abstrai pra ver que pode usar com capinha, com tricô, com camisa, com tomare-que caia e mais!
E aí, conhecendo efeitos legais da bermuda na nossa silhueta, é só coordenar, né? Pensa que bermuda meio equivale a uma saia, pra ficar mais fácil! Se a bermuda é tipo alfaiataria, em tecido plano e bacana, ela vai pro trabalho combinada com camisas, tricôs finos, paletozinhos (sem fazer conjuntinho, tipo terninho de bermuda!). Pra completar, sapatilhas finas, peep toes com micro saltinhos ou anabelas elegantes. Usada junto com camiseta pólo, com batinhas de malha e sandália rasteira, a bermuda é a melhor pedida pra fins de semana. E com tops de brilhos, transparências, decotón e sandálias finas com saltos médios, a bermuda vai linda pra balada. A gente super curte.