Sapatinhos tipo oxford e mocassins não precisam mais se sentir sozinhos: é tempo de dar boas vindas aos docksides – pra engrosssar o grupo dos elementos masculinos que enchem de graça o guarda-roupa das meninas! De couro macio, pespontado (à mão!), fechado com cadarços que envolvem o cabedal, e com solado flexível de borracha, o sapatinho teve seu momento nos anos 80 e agora aparece nas vitrines e coleções mais legais, aqui em volta da gente (oba!).

A gente já procura equilibrar mensagens e coordenar “jeans do namorado” com blusas super femininas, coletes com vestidos, paletós com sainhas. Se tem um toque masculino, a gente compensa com frufrus e cor-de-rosa e leveza e sedução (porque Read more
A gente tem passado tanto tempo dentro do carro, no trânsito – e tem reclamado tanto! – que num desses engarrafamentos surgiu a idéia desse post. A gente começou a pensar em jeitos de minimizar o estrago (na aparência e no humor!) que tanto tempo sentada/amarrada no cinto de segurança pode causar. Importante é estar confortável, e isso a gente consegue com tecidos desestruturados tipo sedinha, tricôs finos, malha, algodão fininho (tipo de camiseta), até a viscolycra – lembrando que malhas não amarrotam nadinha e que tecidos naturais (seda e algodão, no caso) amassam mas não permanecem assim o resto do dia, desamassam e retomam a forma lisinha logo. Modelagens mais larguinhas também ajudam: tudo que é mais justo “repuxa” quando a gente senta, né? Além de restringir movimentos, roupa justa amarrota bem mais (e com muito mais força!).

Ainda na idéia de modelagens soltinhas, quando a gente sabe que vai ficar tempos dentro do carro é melhor escolher saias do que shorts/bermudas/calças. Saias podem permanecer esticadinhas sobre as pernas durante toda a “viagem”, e shorts e afins sempre enrugam entre as pernas e inevitavelmente criam “bigodes” amarrotados bem no quadril – e marcas horizontais no quadril dão aquela alargada bááásica na silhueta. Mais: usar duas peças é mais negócio que ir de vestido, macacão ou macaquinho – blusa usada por fora da parte de baixo também pode ser esticada (pra viajar solta por cima da Read more
Todo mundo já passou ou ainda vai passar por essa – e se é parte da vida, pode ser mais legal se a gente se prepara. Não porque o que a gente veste é a parte mais importante de se “conhecer os pais” de quem a gente curte e tals, mas porque o que a gente veste influi diretamente na segurança/confiança que a gente sente. Conhecer a família do namorado precisa ser uma delícia, super natural, mas pode ser quase-quase como uma entrevista de trabalho – sendo que você vai ser “avaliada” por um ‘emprego’ que já é seu (haha!). Tem expectativa em mão dupla: o que vão achar da gente e o que a gente quer que achem. São aqueles primeiros (e cruciais) cinco minutos, né, em que a gente vai deixar claro como a gente é NA VIDA – daquele momento em diante!

Pensa que não é ocasião pra usar roupa de trabalhar, mas também não é balada ’sozinha com o namorado’ (tu-do menos usar roupa escandalosa nessa hora, hein gente) – nem ‘fim de semana desarrumada’. É alguma coisa entre todas essas outras que não tem dresscode definido, mas tem um elemento que comunica além da roupa: o conforto. Na hora de conhecer a família o conforto que a roupa proporciona pode querer dizer, também, que Read more
Quem tem filhos, sobrinhos, netos, enteados, afilhados, filhos dos amigos, sabe o quanto é divertido passear com os pequenos em pracinhas e parques da vida. É uma alegria, uma energia, é muito bom! Eles correm, balançam, se penduram, sentam no chão, fazem castelinhos de areia… e a gente tem que acompanhar. E a nossa roupa tem que acompanhar também.

Tudo tem que ser bem confortável, dar mobilidade, ser soltinho e – nesse calor! – fresquinho. É verdade que passear com nossas crianças é uma “ginástica”, mas isso não quer dizer que a gente tem que se vestir como se fosse pra academia, né!?! Ainda mais se depois do passeio a gente ainda vai emendar um almocinho com os amigos, uma visita à sogra ou um cineminha. Read more
A Jana (um dos nossos “braços-direitos”!) foi ao Rio um fim de semana desses e, numa baladinha bem chique, percerbeu a quantidade de cariocas que estavam usando macaquinho! E era de um jeito arrumadinho: umas com saltinho, outras com rasteiras mais sofisticadas… mas todas como cara de baladinha!
Cariocas são as rainhas do chique-despojado e têm um jeito todo especial de tornar o look sempre despretensioso. E olha só como o macaquinho corresponde como uma luva a todas essas características! Macaquinho está pro vestidinho assim como o short está pra mini-saia, ou seja, mantem a pernoca de fora, mas é muito mais confortável, porque permite maior liberdade dos movimentos. E exatamente por transmitir essa mensagem de conforto é que ele sempre vai ser mais casual, mais “tô nem aí”. Sabe!?!

E o que pode deixar o macaquinho com uma cara mais elegante é o material de que ele é feito e os acessórios, cabelo e make que acompanham. Quando a gente quiser ser bacana que nem a menina carioca, com esse ar meio de chique sem esforço, a gente veste o macaquinho, calça um peep toe com saltinho (ou uma rasteirinha com pedras, pras adeptas do pé no chão), prende o cabelo de um jeito bem especial (acessórios de cabelo são super bem vindos), faz um olho mais marcado e carrega a bolsa-carteira na mão. A gente vai estar sexy na medida e confortável de montão!
Até parece!!! Ficar chique exige esforço, sim! Mas dá pra fingir que não deu nenhum trabalho, sabe!?! É super bacana sair com aquela cara de sou-naturalmente-bem-vestida-assim-e-nem-demorei-quase-uma-hora-pra-me-arrumar, não é!?!

Olha só onde está o chique: nos materiais (sempre eles!) de super qualidade, e que transparecem isso; na coordenação de cinza + branco + preto que é mais que clássica; no paletó tipo jaquetão com abotoamento duplo (pura alfaiataria); no uso inteligente da “terceira peça”; nos óculos grandes que sempre vão nos lembrar ícones tipo Jackie Kennedy ou Holly Golightly; nos cabelos super brilhantes e com cara de bem cuidados.
E o “sem-esforço” está no caimento folgado, com cara de super confortável; na modelagem saruel da calça oversized; no tênis mais que básico; no cabelo preso de um jeito displicente; na camiseta de malha; no sorriso mais que gostoso e atitude de quem curte a vida; na fórmula tão simples, mas tão esperta de coordenar o refinado com o esportivo.
Chique, não!?! E quase sem esforço!!!
… na hora de ecolher uma roupa? O conforto, a adequação, a beleza ou estar na moda? Essa é uma das perguntas que a gente faz às nossas clientes quando estamos investigando sua personalida, estilo, estilo de vida, gostos pessoais, etc.

Qual dessas qualidades a gente prioriza fala muito sobre a nossa relação com as roupas e com a nossa própria imagem. Veja bem, não existe uma resposta certa, e é lógico que tem mais um monte de coisas que a gente precisa entender pra conseguir definir uma indentidade visual, mas dá pra tirar algumas boas conclusões. Quer ver? Read more
Quando a gente procura no dicionário o significado de “ínitimo” os resultados são: muito de dentro, profundo; da alma, do coração; doméstico, familiar; vestido diretamente sobre a pele, sob outra roupa: roupa íntima. Ou seja nem o Aurélio consegue desligar a intimidade da roupa que a gente veste!!!
Acontece que estamos vivendo um momento de muita intimidade com as outras pessoas! Por conta de blogs pessoais, reality shows e twitters da vida virou normal a gente saber quando alguém está passeando com o cahorro, ver alguém tomar banho, saber o que esse alguém pensa sobre a manchete do jornal do dia. Embora a gente cada vez se relacione menos com as pessoas no “plano material” – embora a gente sinta que está acontecendo um contra-movimento – a gente está cada vez mais íntimo no “plano digital”. Não é!?!

E se moda é refelexo de comportamento, é materialização de como a gente está pensando/sentindo/agindo num determinado momento, não tem como não percebermos a “intimização” das roupas!!! Read more
Essa é a Sofia Coppola no trabalho, gente. Nessa hora ela tá nos bastidores da filmagem do comercial que fez pro perfume Miss Dior Cherie. Sofia tá no topo do mundo (profissional dela) e ainda assim tá bem firme no chão. Em volta de vestidos de sonhos, cores coloridas, litros de tecidos ricos e volumes e extravagâncias – mas de jeans, camisa confortável, teninhos. Sem afetação, sem nada que não precisa ter. Imagem de quem já tem tudo. Boa pra gente pensar no que realmente importa na hora de se vestir. E de viver a vida, né? ;-)

Depois de tanta montação, de tanta preparação pra se acabar na balada – ou num fim de semana inteiro de programinhas – invariavelmente tem o dia seguinte. Às vezes de cansaço, às vezes de desânimo de voltar pro trabalho, às vezes de ressaquinha! A gente não deixa de ser quem a gente é porque o nosso ânimo tá diferente: na balada e no dia seguinte, então, todo mundo tem que estar coerente e bonitinha. E não é tão difícil – não se a gente tem um cantinho de ‘roupas de ficar em casa’ tão legais que essas peças possam passear fora de casa também, combinadas com outras peças menos informais pra equilibrar.

A primeira coisa em que a gente pensa no dia da ressaca é em não sair da cama, né? Muito por causa do quentinho, muito por causa do conforto. Então materiais macios são chave pra esse look funcionar também fora da cama. Pra começar, a gente pode escolher tudo em formas soltinhas, em algodão, moletom, plush e malhas finas. Read more