23.
mar.
09.

ombros marcados, mas de mulherzinhas ;-)

publicado por: Fernanda

Tendência boa é tendência fácil de aparecer na rua – e da gente fazer em casa, certo? Melhor ainda quando a tendência é a melhor amiga dos nossos corpitchos: é o caso dos ombros marcados (de verdade!) dessa temporada. Tá aparecendo em desfiles há tempos, nessa temporada ainda mais (as fotos daqui são todas desses últimos desfiles), Carine Roitfeld e Costanza Pascolato já tão usando na vida real (clica pra ver as duas!)… significa que a gente já pode usar também!

ombrinhosh1

A Cathy Horyn, power jornalista de moda do NY Times, acha que os ombros marcados têm a ver com a crise, porque remetem às modelagens que a mulherada usou na década de 40, tempo também de crise e de muito trabalho. Lembra que a gente contou nesse post (clica!) que a Lílian Pacce explicou a relação entre ombros marcados e força de trabalho (feminina)?!?? Faz super sentido, não?

ombrinhosh2

Tendo ou não a ver – até porque esses ombros também podem ser bem “oitentinha”! – ombro marcado é atual pra se usar e é sempre elegante. E toda vez que a gente chama atenção pra parte de cima da silhueta, a cintura afina (visualmente) e o quadril fica beeeem em segundo plano, o que pra maioria da mulherada aqui no BR é ótemo. Na vida real, a tendência tá fácil de usar porque não há necessidade de se encher de ombreiras ou estruturas mirabolantes pra alcançar o look – e nem é essa a idéia da idéia (rá!). Os ombros marcados de agora são sutis, delicados, têm formas moldadas quase sempre apenas nas costuras das peças e no caimento do próprio tecido. Vale franzidos, vale super golonas, vale transparências e mais: com o calor, vale deixar os ombros de fora pra re-fazer a tendência, com decotes assimétricos, tiras largas de frente0única, tomara que caia e super colares.

E pode rolar em casacos, em camisas de botão, em camisetas levinhas e nas alças de vestidos  salopetes. E dá pra usar com peças bem femininas, como calças que afunilam e saias retas (ou não!) e shortinhos e bermudas soltinhas, que se os ombros marcados dão sensação de força a gente ameniza com outros elementos pra continuar bem mulherziha, né?!?? Nessa direção também vale equilibrar a mensagem com materiais e cores: ombros marcados em tecidos leves e fluidos, com cores suaves e mais calrinhas, são super sofisticados! Quer fazer?!??

23.
jan.
09.

spfw inverno 2009: nossas musas-de-estilo!

publicado por: Fernanda

Uma das nossas pautas favoritas pra essa 26ª edição de SPFW foi a corrida atrás ne nossas “musas-de-estilo”. Foi assim: antes de começar a vida na Bienal a nossa equipe escolheu, cada uma, sua “musa-fashion”, pra que a gente acompanhasse dia a dia os looks que elas usassem. A pauta rendeu corridas, conversas ótemas, risadas e agora, algum ensinamento fashion – que cada uma delas sabe das coisas (sabe beeem!), quando se trata de moda. Ó só:

renata

A musa da Cris é a Renata Piza, que escreve sobre moda na revista Elle – e é nossa vizinha de blog com o seu Moda Sob Medida. A Cristi acha que a Renata “consegue ser romântica e moderna na medida exata”. E mais: “Tem sempre algum detalhe ultra-feminino (mulherzinha, mesmo), mas coordenado de um jeito que não fica delicada demais”. A Cristi amou (tipo preferido!) o look de vestido-pull com colarzão de metal e dois anéis de pedrona na mão: “acho despretensioso e sofisticado”. Renata é mointo linda mesmo.

bechara

A minha musa fashion é, de algumas temporadas pra cá, a Adriana Bechara, coordenadora de estilo (é isso, gente?) da revista Vogue. Adriana sabe super bem, “trabalhar” sua silhueta, tá sempre com aparência super confortável e é muito, muito sofisticada. E essa não é a mágica que todo mundo queria ter?!?? Ainda por cima, Adriana tem uma capacidade incrível de usar acessórios grandes/impactantes como se eles fossem pequenos detalhes – queria tanto aprender! Meu look preferido é o do macaquinho com abotoamento duplo e lapela transpassada, com sapatilha e power óculos. Vejam bem que tem super colar e super bracelete complementando, tipo fazendo to-da a diferença. Minha musa. ;-)

costanza

A Tati escolheu Costanza como musa (bafo!) e escreveu sobre: “Costanza Pascolato é musa fashion hour concours, confesso. Sempre fina, sempre elegante, sempre delicada e gentil, ficou ainda mais musa quando eu, lhe agradecendo a simpatia e o não-carão em aceitar o título vindo de uma assitente do Oficina de Estilo, me respondeu: imagina, eu sei bem como é, pois já estive dos dois lados do balcão! Costanza, minha musa eterna, obrigada por ser tão ícone quanto gente da vida real! E foi incrível sair à sua procura todos os dias desta SPFW, entre passarelas e corredores, para fotografar seu look. E dentre todos (já que tenho que escolher), o que mais amei foi o da calça sarouel, cintinho, jaqueta jeans, lenço por cima, sapatilha a bolsa Chanel. Maravilhosa!” – e a gente também ficou quase-quase amiguinha de Costanza, no desfile da Triton, sabia?!?? ;-)

jana

A Jéssica, nossa estagiária (top pessoa importante na nossa redação!!!), escolheu a Jana da casa da narcisa como musa pra temporada. Janessa trabalhou loucamente aqui na Bienal nesses dias mas também se divertiu horrores – e ainda parou pra fazer as fotos da Jéssica, bem bonitinha, todos os dias. Ó a opinião da admiradora: “A Jana é a pessoa mais engraçada ever! Eu gosto dos seus vestidinhos e das coisinhas meio vintage que ela usa – e que sempre coordena muito bem”. A Jéssica escolheu como look preferido o que a Jana usou ontem (!!!), com coordenação de estampas no vestidinho e no casaquinho – “o cabelo de lado também tá ótimo”. Jana é musa aqui na Oficina, viu?!??

16.
abr.
08.

super jornalistas de moda (versão nacional)

publicado por: Fernanda

O post das top jornalistas de moda internacionais rendeu aula até nos comentários, todo mundo viu? Pois nesse post aqui a gente vai listar os profissionais daqui do BR que mais valem a leitura: nossos colaboradores estrelados Ricardo Oliveros, Maria Prata, Vitor Ângelo, Sylvain Justum e Luigi Torre contam quem eles lêem e porque.E as colaborações continuam nos comentários daqui, né? =)

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Nossa preferida é a Regina Guerreiro, que hoje escreve na Caras e que duas vezes por ano edita o especial Caras Moda (que a gente coleciona aqui, juro!). Porque conta como ninguém, em cinco linhas, o que a gente precisa saber de uma coleção – e ainda faz a gente rir. Ela passa a idéia mais importante, localiza a gente na história e no trabalho do estilista e edita fotos que completam a informação. Oliveros escreveu que “ela é precursora do texto ágil, bem humorado e ácido dentro da moda” e ainda contou que ela ensinou pra ele a importância de ir ao backstage de um desfile pra conhecer de perto, na vida real, a roupa apresentada pelo estilista. Oliveros deu uma aula sobre ela e o Vitor Ângelo completou, tudo aqui.

A Lílian Pacce é a que a gente considera a mais didática e o jeito como o GNT Fashion é feito é super mega acessível, todo mundo aprende (e se encanta, que ela faz caaaada matéria!). Ela é um poço de informação fashion e de bom senso em relação à moda e ao meio. O Sylvain trabalha com ela e conta: “ela apura a informação minuciosamente, estuda e lê constantemente de tudo; já viveu experiências incríveis, aqui e lá fora, o que muitas vezes é até mais importante do que a parte técnica da coisa”. Vitor Ângelo, que trabalhou mointo com ela tempos atrás, acrescenta que o livro ‘Pelo mundo da moda’ é imperdível. Tem aqui tudo mais que eles disseram sobre a Lílian Pacce – que logo logo vai ter endereço na internet, sabia? Tamos ansiosas.

E a Erika Palomino tem papel importante no jornalismo de moda brasileiro por ter sido pioneira em textos de moda na internet no BR e a primeira responsável pela coluna de moda da Folha de SP. Mas Alcino Leite Neto, que hoje responde por essa coluna, tá mais no nosso top favoritos que ela (mil vezes mais!). Vitor Ângelo, que colabora com ele na revista Moda (trimestral e imperdível, do mesmo jornal, que tem Camila Yahn também de editora), tem a palavra: “intelectual, culto, bem humorado, zeloso e respeitoso em relação ao passado de moda do país, Alcino é sem dúvida leitura obrigatória todas as sextas na Ilustrada, caderno da Folha de São Paulo”. Tem mais do Alcino aqui.

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A gente também ama a Alexandra Farah: ela é rápida, jovem, tecnológica e divertida. Consegue contextualizar tudo da moda com o mundo pop que ela ama, tem uma visão incrível de consumidora e o Luigi conta mais aqui. Desde a semana passada ela não faz mais a coluna semanal no Glamurama (a gente era viciada!) e diz que passa a escrever bem mais no Filme Fashion (ainda bem!).

Outra top preferida da Oficina, e mais ou menos da mesma geração que a Alexandra, é a Maria Prata. A gente ama a visão otimista e pra frente da Maria. As matérias dela na Vogue, onde ela é editora, são super inteligentes e completinhas, de referências e de contexto, e o blog dela tá na lista dos primeiros que a gente lê toda manhã. O Sylvain completa: “sem afetações exageradas, ela não tem vergonha de admitir fraquezas e ansiedades de uma pessoa da idade dela em tão importante cargo, ao mesmo tempo que demonstra cada dia mais conhecimento da causa e uma análise crítica que pouca gente tem.

Na internet ninguém é mais rápida e completa e atenta que a Carol Vazone, um amoooor de menina (a gente é fã declarada) que comanda a página de moda do UOL. Oliveros conta que ela resolveu sozinha ir pra Paris pra cobrir a semana de moda, várias vezes e por conta própria, e que pelo esforço e pelo trabalho hoje tem acesso a vários desfiles. E o Vitor continua: “texto independente, explicativo, cheio de idéias, com rapidez e concisão, fazem dela uma das principais jornalistas online do país”.

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O Vitor escreveu super bem sobre o contexto em que esses jornalistas trabalham – e os considera “desbravadores”: “o pensamento crítico de moda no Brasil é muito recente e a formação de uma corrente crítica de moda passa por diversos problemas: o papel de periferia de idéias em que o país ainda se reconhece, o colonialismo cultural, a produção muito recente de semanas de moda etc etc etc”. E os profissionais de que a gente falou no post, junto com o Lula Rodrigues, a Denise Dahdah, a Renata Piza, a Iesa Rodrigues, a Costanza (que não é jornalista mas escreve na Vogue os textos mais incríveis do mundo), são referência pra toda uma geração que a gente também lê: o Luigi, o Glauco, o Jorge e a Laura estão num caminho super bom (a gente acha).

Pra completar, tem cursos de jornalismo de moda com Alexandra Farah e com Maria Prata, os dois na Escola SP. A Maria tá fazendo promoção no blog dela (ganha 50% de desconto, tá bom?) e dá aqui, de graça, uma dica valiosa pra gente aprender ainda mais com esses textos: “eu gosto muito, também, de ler a crítica de um jornalista, depois a de outro, sobre um mesmo desfile, e ficar comparando o olhar de cada um. Outra aula para aprender que não existe, mesmo, “certo e errado” na moda. É tudo uma questão de pontos de vista. Ainda bem.”

30.
jan.
08.

bolsas pequenas, grandes e tudo ao mesmo tempo

publicado por: Fernanda

Tempos atrás dona Costanza avisou que era pra gente “aposentar aquela bolsona que só atrapalha” porque a carteira-bolsinha tava pra estourar. E agora, numa enquete feita pelo querido Glauco durante o SPFW, ela disse que tem feito “um exercício de minimalismo”- e essa é a parte mais legal da história das (novas) mini-bolsas. O que a gente tá percebendo é que as bolsinhas da hora não são micro, tipo sem espaço pra nada: são bolsas que parecem pequenininhas mas têm tamanho quase médio, em que cabe pouca coisa, mas o essencial (pelo menos!). A da Costanza carrega “dois celulares, agenda, dois batons, lápis de olho, dinheiro e outras coisinhas para retoque de maquiagem”. Alguém precisa de mais?!??

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costanza e sua bolsinha prada (me vê uma igual, por favor?)

Que quem precisa ter mais coisas por perto pode se adaptar à solução das duas bolsas, sabe? A power personal stylist Manu Carvalho ensina pra gente a lição: dá pra levar uma bolsinha média, em que o ‘kit de primeiros socorros’ fica mais perto da gente, e dá pra levar (também!) uma sacola bem estilosa com os extras, tipo bloco, agenda, necessaire, guarda-chuva, pashimina ou mantinha, cardigan, livro e revistas, whatever. A gente ganha em acessórios (um “enfeite” a mais!) e ganha na saúde – a Manu em si foi quem lembrou à gente que os médicos recomendam que a gente divida o peso que carrega em mais de uma bolsa! Nos dias de SPFW ela trocava todo dia não só a bolsinha “de gente normal”, mas também a sacola – era uma mais legal que a outra!

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manu carvalho e suas duas bolsas no SPFW: a gente acha o máximo

Pras nossas clientes a gente também aconselha a coisa das duas bolsas, e nem precisa trocar tudo com tanta frequência: dá pra trocar mais vezes a bolsa pequena e ter uma ou duas sacolas neutras (mas incríveis!), feitas em material resistente, elegante, com alças firmes e confortáveis pra segurar, mesmo com peso. E aí essa grandona a gente troca menos, mas não deixa nada pra trás – e ainda pode deixar no carro, na mesa ou num cantinho do escritório quando precisa desfilar livre leve e solta só com a bolsinha pequena. Não é mesmo?!??

19.
jan.
08.

oficina de estilo nos corredores da bienal

publicado por: Fernanda

A gente ama ver desfiles e sair conversando sobre as coleções e trocar impressões com os amigos – então, junto com ‘ver os desfiles’, as conversinhas de corredor são a parte mais legal de participar do SPFW! A gente tá grudada no Romeuuu, no Glauco e no Michell (que tá registrando tudo tudo tudo do jeito mais lindo, fotos incríveis!), e no meio do caminho mais gente vai incorporando o grupo!

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laura de vestidinho vermelho numa filmagem com a lílian pacce bem no corredor, eu em momento tiete com a daiane conterato (ó, pedroca!), glauco e “glorinha” e o povo todo na bienal

Nossos amigos de blog estão a mil com seus trabalhos de vida real: a gente tá perto o tempo todo de coisas tipo o Luigi entrevistando a Costanza e a Vivienne Westwood em si, o Glauco entrevistando a Gloria Kalil, a Laura trabalhando mointo pro GNT Fashion junto com a Lílian Pacce… e ficamos amiguinhas do Jorge Wakabara do Chic (que tá bem passando por aqui e estampando sorrisos nas nossas carinhas!), da Ale Garattoni do Vogue RG e da Gabi do Fervo na Moda. Deglícia de conversinhas e risadas!

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vitor e sua camiseta “eu dito moda”, luigi e dona costanza, a gente e a kelly-fã-do-blog (!!!) e a thais mega querida me fazendo rir mointo

O Vitor Ângelo também tá pertinho da gente (mais perto ainda do coração) e o Oliveros a gente só vê correndo – ele tá trabalhando pra tipo uns 15 veículos diferentes, dando conta de todos lindamente (a gente tá vendo tuuuudo!). Sabe mais? A gente tá amiga de fé irmãs camaradas da Thais Losso, e todo dia a gente gosta mais dela. “Fueeeeefa!”

20.
nov.
07.

costanza aponta um novo hi-lo (e a gente adora!)

publicado por: Fernanda

Ainda da Vogue BR: a coluna da Costanza Pascolato na revista, que é leitura obrigatória pra quem quer aprender mais (ela sabe de tudo, e antes!), nesse mês fala de ‘um novo hi-lo’, visto pela master fashionista em Paris, durante a última temporada de desfiles. O “exercício mais sofisticado do hi-lo” de que Costanza fala foi percebido por ela nas ruas, em meninas da vida real, “verdadeiras trend-setters que estão mais discretas e que não querem parecer anúncio de marca de luxo” – a super referência da Costanza foi a editora de moda da Vogue Paris. O texto aponta pra um novo jeito de coordenar peças dentro da fórmula ‘Pradas e Balenciagas’ junto com ‘Zaras e H&Ms’.

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a cristiana mostra todo dia no blog dela o exercício que faz!

Acontece que “não são mais os grandes empórios de moda como H&M, Zara e TopShop que dão as cartas”. Costanza chama atenção para uma super quantidade de lojas pequenininhas em Paris, “originais, trendy, com preços razoáveis, que dirigem-se à mulheres jovens de todas as idades”. É dessas lojinhas que agora vêm as peças ‘lo’, são essas lojinhas que estão “revolucionando o mercado com novidades a cada semana e ocupando o espaço que fica entre as marcas de luxo e o mercadão fast-fashion”. Não é o máximo? Que trazendo pra vida real, o ‘lo’ de uns pode ser o ‘hi’ de outros, né? Tipo se a gente não usa Chanel e Marc Jacobs no dia-a-dia, o nosso ‘hi’ pode ser da Forum ou da Maria Bonita Extra ou de qualquer outra marca grande brasileira (ou não!) – que podem ser o ‘lo’ de quem usa super marcas de luxo. E nem por isso o ‘lo’ precisa vir vazio de informação: a gente também pode fazer o novo “hi-lo”!

Aqui em SP a gente tem a Galeria Ouro Fino, cheia de lojinhas comandadas por gente interessada em fazer moda autoral; tem a Vila Madalena com um monte de modas com personalidade super definida; tem gente que arruma jeitos legais de mostrar peças feitas com a cara das vontades de quem faz. Mesmo aqui nos Jardãns tem gente escondidinha, fora do tradicionalzão, que faz o que tem vontade e pronto. E em todo lugar tem lojinhas de bairro, pequetuchas e recheadas com peças diferentes do que a gente compra no shopping ou do que todo mundo já viu antes, em catálogos e publicidades. Costanza diz que essas lojinhas em Paris “encontram ressonância por não serem ‘usinas de cópia’ de marcas de luxo” e que nos oferecem “peças pensadas para serem personalizadas com os acessórios e com a atitude certa”. E ainda tem as costureiras, que fazem nossos ’sonhos de coordenação’ virarem realidade em um ou dois dias!

Que a gente também não quer ter cara de catálogo nem de outdoor de marca nenhuma, néam? E esse é um exercício deglícia pra se fazer na frente do espelho, todo dia: criar looks cada vez mais pessoais, misturar e combinar as coisas de jeitos cada vez mais ‘com a nossa cara’, coerentes com o nosso jeito de fazer o resto todo na vida. Quanto mais elementos e referências a gente agregar num look, mais informação esse look vai comunicar pro mundo em volta da gente. E essa não é a melhor parte de ‘viver a moda’ na vida real?!??

29.
jul.
07.

a volta das bolsas pequenas (?!??)

publicado por: Fernanda

Na mesma Vejinha que saiu a matéria das dicas de liquidações, a Costanza Pascolato falou que “a carteira-bolsinha vai estourar em breve”, e que a gente pode aposentar as “bolsonas que só atrapalham”. Especialmente em tempo de frio e chuva a gente acha que não é tanto assim: todo mundo tem que levar guarda-chuva, mantinha ou cachecol… e menina sempre tem escova de cabelo, bolsinha com make pra retocar… e a gente que, por causa do blog, vive com câmera, caderinhos, etc etc etc?!??

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campanha nova e carteira da prada

Mas ainda assim a gente acha mesmo que as bolsas menores têm lugar garantido no guarda-roupa. A Cris já tinha falado disso quando assistiu uma aula com a Lílian Pacce, que também falou que as bolsas iam diminuir. Diz que marcas que têm seus “modelos assinatura” estão fazendo versões mini deles, tipo Fendi e Dior. A Prada sinalizou no último desfile, quando mostrou umas carteiras que não são micro, mas são carteiras. E se Miuccia fala, tá falado. Here we go, então.

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bolsinhas fofíssimas da sarah chofakian. bem fofas meeeesmo.

Bolsa pequena sempre passa imagem de mulher poderosa, de quem consegue concentrar tudo que precisa na vida naquele espacinho – bolsa grande quase sempre deixa a gente atrapalhada com um tanto de coisa perdida num buraco negro, né? Nossas clientes advogadas e tals sempre são aconselhadas a ter carteiras imponentes pra impressionar em reuniões e afins. Mulher que carrega bolsa pequena transmite imagem de que não precisa de muita coisa pra ser tão linda, bem sucedida e segura como é!

minhas-bolsinhas.jpg
essas são as minhas pequenas que sobraram, que eu mandei um monte de outras pro Sacolão!

Mas tem uma bolsa pequena pra cada estatura e pra cada estilo. A minha bolsa pequena é provavelmente menor do que a bolsa pequena da Cláudia Raia, que é super alta, e provavelmente maior do que a da Sandy, que é super pequenininha. Também tem diferenças de estilo: as bolsas ou carteiras mais arredondadas, com formato mais fofucho (!!!), têm mais a ver com mocinhas mais românticas. As mais retas, angulares, têm mais a ver com personalidades mais diretas, mais assertivas, mais modernas. E assim a gente pode também prestar atenção nas formas das nossas roupas pra harmonizar tudo, né?

23.
jul.
07.

mais dicas pra aproveitar liquidações

publicado por: Fernanda

Na Vejinha SP desse fim de semana tem matéria com a Costanza Pascolato, a Emanuela Carvalho e com Tatiana Putti dando dicas de como aproveitar melhor a temporada de liquidações. Tem as dicas de sempre – sempre valiosas! – e tem umas que a gente super não usa e ensina ao contrário. Que todo mundo tem mesmo que pensar que às vezes as lojas não aceitam trocas em liquidações e que a modelagem tem que ficar incrível, que não vale levar só proque tá bem baratinho. Foco também é sempre bom: sair de casa com “necessidades e vontades” em mente adianta um tanto na hora de rejeitar impulsos!

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Mas a gente não concorda com a sugestão de se aproveitar liquidações pra investir no básico, no que já é “peça campeã de uso” nos nossos guarda-roupas. A gente acha que o que é de uso mais constante, o que serve de base pro estilo, vale o investimento: a gente tem que procurar a melhor qualidade que se pode ter pra essas peças que a gente usa mais. Uma super calça alfaiataria, uma camisa branca incrível, um cashmere que vai durar uma vida, um vestido mega versátil… assim.

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E o contrário super vale: a gente acha o máximo aproveitar as liquidações pra inserir no guarda-roupa peças que a gente normalmente não arriscaria ter, mas que podem fazer a diferença no look; tipo peças em cores que a gente não costuma comprar, modelagens mais ousadas, acessórios diferentes… A Carol Vasone do UOLmoda concorda com a gente (fiiiinas!): “o segredo é saber quão longo será o “prazo de validade fashion” de cada item em promoção, e aproveitar a liquidação não para se transformar numa “mulher atemporal”, mas para, com as peças certas, incrementar seu guarda-roupa e deixar suas produções mais fashion e charmosas.” E aí?!??

13.
jul.
07.

memórias fashion de dona gabriella

publicado por: Fernanda

Vai ter livro-biografia da dona Gabriella Pascolato, mãe da Costanza, em setembro. A senhorinha mais fofa das primeiras filas de desfiles tem história de vida que passeia pelo começo e pelo desenvolvimento da moda brasileira: dona de tecelagem desde sempre, ea viu tudo tudo tudo acontecer bem de perto. Tipo leitura indispensável, né?

“Que belo exemplo. E sem perder o humor ou descer do salto. Mesmo nas situações mais complicadas ela se divertia. Dona Gabriella relata com leveza de como se inventou como dona de tecelagem sem jamais ter visto um tear, foi a primeira representante dos sapatos de seu amigo Salvatore Ferragamo, inspirou Emilio Pucci e frequentou o efervescente círculo dos Matarazzo e da alta sociedade paulistana. Acompanhar as travessuras da pequena Costanza, e depois seu desabrochar na moda, tem gosto todo especial para os fãs e fashionistas (…).” (vi no EP)

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top hits na minha wish list de próximos lançamentos: esse e o da legendária regina guerreiro – que vai chamar ‘o diabo sou eu’. tá?

13.
abr.
07.

as bolsas do futuro

publicado por: Fernanda

A Cris teve uma aula ontem com a Lílian Pacce e me deu a aula hoje, pra eu aprender também. A gente é bem fã da Lilian Pacce e ela falou um monte de coisas incríveis, que ainda vão render outros posts. Esse aqui é pra dividir o que ela falou sobre bolsas e o nosso futuro com elas.

Diz que as bolsas continuam grandes, mas não tão grandes quanto as últimas gigantescas que a gente viu (duas temporadas atrás). E que as carteiras super são as nossas bolsas-bacanas-do-futuro, e elas também aparecem maiores, pra acompanhar o nosso ritmo – que a gente é bem prática e bem corrida sempre, mas ainda assim queremos estar tão charmosas quanto possível.

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As mulheres de antes da Chanel também usavam carteiras e também tiveram seu momento praticidade: foi quando a Mademoiselle inventou as alças de correntes, pra ajudar as moças a não se atrapalharem ao carregar suas bolsas-charminho. Que carteiras sempre são lindas, mas são mesmo incômodas pra carregar – pior ainda se não forem pequenininhas!

Então quem aparece pra mexer na estrutura das carteiras agora é Miuccia Prada, que a Lilian Pacce considera a criadora de moda que mais inova nesses nossos tempos (a gente diz amém!). No último desfile da Prada as modelas carregavam carteiras bem grandes (quase bolsas mesmo!0 com “alças de vestir”, que são a solução do problema da mobilidade e ainda são bem estilosas! (A gente a-pos-ta que vão ser as mais copiadas…)

carteria-prada-2007-1.jpg

Quer ver mais bolsas incríveis? Os blogs Bag Snob e The Bag Lady são favoritos da Costanza Pascolato, a gente viu num das últimas colunas dela na Vogue. As meninas que fazem esses blogs revisam lançamentos e top hits de vendas das marcas mais legais e recheiam seus posts com muitas muitas fotos das bolsas mais desejadas. E na onda de especialização de blogs sugerida pelo Alcino Leite Neto, alguém podia fazer uam versão nacional desses blogs, né? Não ia ser legal?

1.2.»

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.