Novinhos pra gente, que não conhecia ainda! Essa semana no Twitter a gente teve um momento “mandem seus links pra gente conhecer” e esses três blogs aqui valem super a visita diária – a gente tá visitando e curtindo. Olha só:

TUDO TRABALHADO NO BLACK
A descrição de quem faz o blog é sensacional. Cheio de looks pretos pra inspirar o povo a usar a cor-não-cor de jeitos interessantes, com texturas e volumes e acessórios de imapcto e tals.
TRAJE PARA
Quer sugerir trajes pra todo tipo de situação e vontade que a gente possa ter nessa vida. Super cheio de humor e referências ótemas, pra ninguém “passar horas com o armário escancarado, sem saber o que fazer”. ;-)
MODA PARA HOMENS
Blog feito por um grupo de gente interessada em moda legal – e de verdade! – só pra meninos. Com um monte de novidades e ‘jeitos de usar’ essas coisas novas. Muito muito legal.
Extra!
Essa semana tem evento de conversa sobre blogs e internê aqui em SP, de graça e imperdível! A gente vai participar de uma mesa de discussão com Glauco Sabino, Denise Dahdah e Camila Yahn sobre as razões pelas quais esses blogs aqui em cima, por exemplo, fazem o nosso olho brilhar e mais. O tema é COMO FAZER PESQUISA DE MODA NA INTERNÊ mas é certo que a conversa vai rolar solta! Tem que ir!!!
Esse blog dá dicas o tempo todo pra inovar looks, pra acrescentar interessância e pra sair do comum com o que a gente veste. Mas quando a gente não pode errar, quando a hora é séria (de verdade) e a gente precisa de tudo em volta a nossa favor – inclusive roupa! – é pra elementos certeiros que a gente deve recorrer. Tipo essas moças que foram malvadas (ou tiveram problemas sérios) e tiveram que prestar contas na justiça. Porque né, nunca se sabe – vai que a gente arruma uma confusão qualquer gente. Nunca se sabe mesmo (haha).

As lições que elas dão nas fotos tão ótimas. Cores neutras neutríssimas – preto, além de neutro, é também austero, sério, correto. Formas mais estruturadas, que marcam bem menos a silhueta e dão sensação de alinho (tecido plano “se mexe” bem menos que malha e panos mais moles). Acessórios super super hiper ultra discretos, quase invisíveis: repara que mesmo quando tem algum “acrescentador de personalidade” nesses looks eles ainda são super contidos. Pra completar, make e cabelo super naturais, pra não aprecer que esse momento sério é um evento, sabe como?
To esperando estórias verídicas nos comentários pra gente ilustrar essas idéias aí. Alguém já pensou nisso antes de ir fazer uma audiência ou sei lá, de resolver um problemão? ((Gente que tema não?!?? Haha!))
Hoje em dia é bem mais difícil encontrar ambientes profissionais em que o terno/tailleur seja o uniforme do dia-a-dia. Mesmo escritórios de advocacia ou consultorias de mercado financeiro já estão afrouxando um pouco a rigidez do seu dresscode. É a informalização da moda, lembra!?! A gente chegou até a pensar em algumas sugestões bem bacanas pra quem deveria usar terno ou tailleur todo dia.
Como a gente é muito fã de guarda-roupa conciso e variado, que permita um milhão de coordenações diferentes com um pequeno número de peças, o nosso “terno” preferido é a combinação de calça (ou saia) + paletozinho (e suas variações) – sem ser conjunto: não precisa nem ser comprado junto!

Com essa fórmula dá pra gente ser bem mais criativa e usar nossa ‘inteligência modal’ na hora de montar o “uniforme”. Pra manter a elegância e a formalidade do conjunto as peças devem Read more
A gente sempre fala da importância da primeira impressão que alguém tem da gente, do julgamento de valores que as pessoas fazem quando nos vêem pela primeira vez – mesmo sem querer - e de como as roupas e acessórios e tudo que é relacionado a aparência tem participação nisso tudo. Agora imagina uma situação em que a pessoa que está nos conhecendo pela primeira vez é a que vai decidir sobre o futuro da nossa carreira e a gente tem apenas alguns minutos pra explicar – em palavras – todas as nossas qualidades e competências!!! E se nossa imagem vale mais do que mil das nossas palavras, o que vestir numa entrevista de emprego pode ser uma ferramenta a mais à favor.

No ambiente de trabalho o que tem que se destacar é nossa capacidade profissional e não os nossos dotes físicos. O que a gente mais quer é que nossos colegas de trabalho pensem “como ela é boa no que faz” e não “como ela é bonitinha”, certo!?! Read more
E a desobediência modal que a gente percebeu em relação a sapatos, tempos atrás, agora a gente percebeu também nas cinturas de vestidóns. No SPFW André Lima e Samuel Cirnansck desfilaram vestidos poderosos de festa com cintinhos – de couro! – arrematando e marcando as cinturas das modelos. Na teoria, observando regrinhas de dresscode, os cintinhos são tão informais quanto sandálias/sapatos superpesados e não deveriam ser usados em situações formais-elegantes. Tipo ‘leve e refinado’ deveria ser coordenado com… ‘leve e refinado’. A gente acha que essa onda de misturas de dresscodes é resultado de toda uma “informalização da moda” (clica pra lembrar!) e que é pro bem, que dá mais liberdade e que deixa a gente brincar com looks mais criativos.

E se a gente pensar bem, um cintinho num look de festa é um acessório a mais – uma possibilidade extra de imprimir personalidade ao visú (rá!). Especialmente porque é um acessório não-comum aos looks de festona, dá sensação de ousadia. Read more
A nossa página de moda de rua na revista Época SP foi fotografada no Grande Prêmio do Jóckei Club – ocasião super elegante em que, uma vez por ano, todo mundo se faz de europeu e aluga chapéus pra arrasar no dresscode rígido da comemoração formalzona. E é formal mesmo! É de dia, tava calor e ainda assim tinha muita muita gente com looks ótemos. Pra fazer essa ‘coluna’ a gente sai, obseeeeeerva (observa muito mesmo!), pensa nas coisas mais legais de cada look – imaginando o que é mais útil pra quem vai ler o que a gente observou! – e fotografa muita muita gente. Clica pra ler a nossa página do jeitinho como ela foi impressa na revista desse mês, uma graça. Clica também pra ver o super álbum de bastidores/making of que esse trabalho rendeu!

Quase sempre a gente vê um truque de estilo em cada look. Dessa vez todo mundo que a gente fotografou ensinava a mesma coisa: que quanto mais a gente conhece materiais, caimentos, formas, acessórios e tudo de mais adequados e menos adequados pra cada dresscode, mais a gente consegue usar o dresscode a nosso favor. O que serve (pra muita gente!) pra restringir, pra quem é esperto serve pra libertar, pra ampliar horizontes e pra se permitir brincar de boneca, sem desconforto ou inadequação! Repara que todas as moças das fotos tão super corretinhas, formais e elegantes, mas cada uma do seu jeito: com chapéu diferente, com tiara no lugar do chapéu, com terninho de formas super não-convencionais, com monocromático em opaco e lustroso, com a boina do pai (de verdade!), com bolsas em materiais alternativos e mais. Prova de que conhecer é o caminho pr aser feliz (com moda). E que a esperteza/rebeldia de umas pode ser a inspiração de outras, tudo em frente ao espelho.
Mais ensinamento-fashion da rua pra Época SP:
Na praça Benedito Calixto
No centrão de SP
Em Higienópolis
Na rua 25 de Março
A essa altura todo mundo já viu todos os looks desfilados por celebridades-fashion no baile de gala do Metropolitan Museum of Art, ontem em NY. Todo ano a Vogue América apóia uma exposição importante de moda no Costume Institute (pedaço-fashion do museu) e patrocina essa super festa pra “inaugurar” as visitas à expo. Esse ano o tema da mostra é “Modelo como musa” e aí, a Vogue faz curadoria de looks de estilistas que têm modelos como musas inspiradoras, ou looks que foram usados por modelos e “entraram pra história”, coisas assim. Funciona tipo como o Oscar da moda, apesar de não ser uma premiação. Nessa ocasião os estilistas mais bacanas aproveitam pra vestir mil celebridades com suas criações porque o tapete vermelho do baile do MET rende muito falatório pra eles, de graça – olha a gente aqui de longe, po exemplo, fazendo o assunto render.

as tradicionais, comportadas no dresscode…
Vendo as fotos hoje a gente percebeu como o dresscode de festas, hoje em dia, é “elástico”. Antes a regra era clara e ninguém podia se rebelar. Agora, com bom senso e informação de moda, todo mundo manipula elementos dos dresscodes formal e informal como quer – e consegue montar looks equilibrados e moderninhos, sem deixar de estar adequada. A gente prestou atenção especial aos sapatos que o povo usou. Antes, sapato de festona assim, de gala, tnha obrigatoriamente que ter salto fino, tiras fininhas, tinha que ser feito em tecido, tinha que ter o solado bem baixinho na parte da frente e não podia cobrir muito os pés. Hoje pode tudo – olha nas fotos!, desde botinhas, saltos super grossos, tiras espessas até plataformas e tachas.

…e as rebeldes, que “burlaram” a lei e continuaram bem elegantes!
O segredo pra gente também se rebelar contra o dresscode rígido das festas elegantes é a coordenação do sapato com o resto todo. Se o sapato tem esses elementos considerados mais informais, então vestido, jóias, cabelo e make podem estar mais “dentro das regras”. Vejam nas fotos, amigas, que as moças que mais piraram nos sapatos carregam jóias que têm cara de finas/refinadas, fizeram cabelos de festa (mesmo que esquisitos em alguns casos), usaram vestidos feitos com tecidos sofisticados e mais. E uma coisa compensa a outra!
E, de brinde, tem comentários dos makes e cabelos do povo no bailinho-fashion no Dia de Beauté. Com fotos gigantescas pra ver tudo de pertinho. ;-)
Na semana passada o blog Dus Infernus, do Vitor Ângelo, postou um texto analisando a imagem e a informalidade no vestir da nossa primeira dama favorita, Michelle Obama. No texto o Vitor cita historiadores pra relacionar a onda informal do comportamento (e das roupas) da primeira dama com a gente aqui no Brasil, com o nosso clima e mais. O texto é muito bom de verdade e esse nosso pensamento só fez sentido porque a gente leu – clica pra ler você também que super vale a pena.

A observação de uma “onda de informalização” da moda não podia ser mais pertinente quando a gente observa o que tá acontecendo em volta. Aqui no BR, por conta do nosso clima (a gente sente calor na maior parte do tempo, né?) essa “descida do salto” faz ainda mais sentido – não só pelo clima, mas também pelas tradições e pelo nosso estilo de vida. Não foi a gente que inventou o dresscode profissional estabelecido aqui, e a gente não tem comemorações grandiosas como o Oscar. Nossas maiores comemorações são em estádios de futebol e em volta de trios elétricos – e a gente trabalha de terninho em temperaturas inimagináveis! Pra gente, é muito mais inteligente conhecer os códigos de vestir inventados/trazidos pelos europeus como convenção pra, então, adaptar tudo ao nosso jeitinho. E já tá acontecendo, e tem dado certo!
Por isso faz super sentido embarcar nessa onda de camisetas e camisas de algodão combinadas com peças elegantes, de festchinhas e festonas. Por isso é bom trocar camisas engomadinhas por blusas em algodãozinho fino, cortado elegantemente, pra usar com calças e saias “sociais”. Por isso também a jaquetinha de couro das celebridades de lá de fora é um par tão legal para vestidinhos de seda e pernocas de fora. Por isso tricôs finos acompanham terninhos (descombinados!) e roupas formais de trabalho – aliás, por isso bermudas frequentam hoje, tranquilamente, escritórios e afins! Mais: foi-se o tempo em que meias opacas e sandálias com tiras espessas e solados altos não podiam acompanhar vestidóns em casamentos e tals. Né? Conhecer os códigos tradicionais do vestir serve pra gente se sentir segura seguindo todos eles – ainda vale, ainda rende looks “certinhos” – mas serve também pra gente ter certeza de que pode inserir uma ou outra rebeldia-mais-informal em cada look, equilibrando elementos pra permanecer adequada em qualquer ocasião. Não é mesmo?!??
Foi uma noite bem importante pro povo da moda aqui, a de ontem. O Marc Jacobs, top estilista talentoso e admirado, esteve numa festa em sua homenagem – ele tá no Brasil por conta da inauguração da sua primeira loja por aqui, trazida pela NK Store. A festchinha aconteceu numa boate gay-meio-trash do centrão de SP, comandada pela Natalie Klein, dona da NK, com todo tipo de convidado-fashion – muitos códigos de vestir mistrurados numa noite só, não?!?? Passado o frisson por conta dos convites, o povo se preocupou mesmo foi com o que usar (eu me preocupei!). Liguei pro Vitor Ângelo – que me convidou!!! – antes de sair de casa e tudo.

o povo da moda ama uma dancinha
Era uma noite de festa, mas era tipo “festa da firma”: todo mundo conhecia todo mundo. Não tinha ninguém pirado, ninguém super extravagante – tem essa lenda de que quanto mais fashion a pessoa é, menos ela arrisca. Mas tava todo mundo vestido pra se divertir. A Maria Prata contou como foi o seu “processo”, e meio que todo mundo parece ter passado pelas mesmas questões (roupa é coisa séria pra gente!). Diz que num primeiro momento ela pensou: “nossa, Marc Jacobs, festa da NK, o povo vai montado então eu vou também”. E se montou. E se olhou no espelho e pensou: “gente, é festa em boate, pra dançar, no centrão, hardcore…” e se desmontou! Tava uma graça com jeans escuro (era jeans mesmo?) e camiseta de algodão finíssimo com um detalhe de tipo-lenço-tipo-foulard-fininho, numa coordenação chiquérrima de preto e marinho. Sabe das coisas.

marc jacobs dando tchauzinho pra câmera da oficina, enquanto a denise dahdah berrava pra ele olhar pra gente – trabalho em equipe!
A idéia ficou clara em mil outros looks das moças de lá da boate! Tava todo mundo no meio de um caminho, mesclando elementos de um dresscode e de outro – todo mundo tinha detalhezinhos fashion, porque né gente, O MARC JACOBS TAVA NO NOSSO MEIO; todo mundo tava confortável e tava “facilmente identificável” no grupo de amigos (a gente nunca deixa de ser adolescente), todo mundo confortável pra dançar e, se preciso fosse, dar uma corridinha atrás do estilista (rá!). Ao mesmo tempo tava todo mundo arrumadinho, mas com cara de balada-light. Muita gente misturou saia curtinha de brilhos com camiseta de malha, muita gente fez o look vestidinho com braços de fora e decote com meia opaca, tinha muito mini-vestido de paéte (brilhando pra MJ – eram todos soltinhos e quase sempre com mangas) e muita gente lançou mão de tecidos lustrosos e transparência combinados com materiais naturais e menos “engomadinhos”, tipo regatas e camisetas em algodão. De noite, gente, não tem tanta sutileza: o que se destaca na pista e no escuro é o que há! E dá-lhe jaquetinhas pra chegar e pra ir embora, já que ontem à noite o calorzão deu uma trégua boa aqui em SP.

A tchurma do preto não fez pretinhos básicos (eba!): a Victoria foi de vestidinho de veludão (da coleção de verão 98 da Dáslu, ele fez questão de contar!), a estilista Bianca Ranucci acrescentou meia-calça de bolinhas, a Renata Bastos tava toooooda brilhosa e a Antonia do Chic tava com uma meia r0xa de lurex!

E teve o grupo das neutras, que misturaram pretos com outros tons neutros e que acrescentaram horrores de texturas e superfícies diferentes aos looks – olha quanta coisa legal! A Ana Pinho foi de camiseta longuinha, mini-saia lustrosa e meia opaca (tava linda), a Vitorinha do Chic tava de calça de couro e é ídola aqui na Oficina por usar sempre – e bem! A Maria fez a coordenação de cores mais elegante com peças informais e a Fê Grão tava de sainha com faixas de lurex e transparência na parte de cima!

E aqui os grupo das coloridas! A Jana tava de saia de tafetá e camiseta de banda – fórmula mais elgal da noite toda, que nela fica ainda mais incrível. A Denise Dahdah (de verde) e a Simone Esmanhotto (de vermelho) tavam super glamourosas de vestidos soltos e confortáveis. A Alexandra Farah tava super bacana de vestidinho e sapatilhas – com jaqueta e colarzão incríveis (ela sempre tá ótema).
E foi assim. A Estelinha, que nasceu essa semana (aeeeeeee!), vai ter mais essa estória-fashion pra ouvir daqui a um tempo dessa tia aqui. As fotos tão malucas e tem muita cabeça e pés cortados porque tirar foto em boate é missão quase impossível, mas bem divertida também – então tá valendo, né? Dá pra ver os looks em tamanho maior (clica!) e tem um álbum com quase 50 outras fotos no Flickr da Oficina – com fotinho de tiete e tudo! ;-)
De conversar e ajudar as clientes, a gente tem sentido que está acontecendo uma “desinformalização” do guarda-roupa profissional. Muitos ambientes profissionais formais, tipo escritório de advocacia, consultorias, instituições financeiras, estão adotando um dresscode um pouco mais informal. Vocês têm notado isso também? Acontece que hoje em dia poucas mulheres ainda tem que trabalhar de terninho ou tailleur todos os dias, acabam usando só quando têm reuniões ou em algumas ocasiões eventuais.
Esse “movimento” faz um pouco de sentido em um país quente e onde informalidade é uma característica cultural, como o nosso, né!?! O que ao mesmo tempo é uma pena, porque ternos são tãaaaaaao elegantes… Mas a gente sabe também que pra quem ainda tem que trabalhar de terno todos (ou quase todos) os dias, acaba ficando super cansativo escolher o look de manhã e a criatividade acaba, mesmo!!!
Olhando as fotos das semanas de moda internacionais, que ainda estão acontecendo, a gente encontrou algumas soluções bem bacanas pra deixar o look terninho/tailleur um pouquinho mais interessante:
* brincar com comprimentos em sobreposições, tipo manga do paleto mais curta (manga 3/4 é tão feminino) com top de manga mais longa por baixo ou blusa mais longuinha por baixo de paletozinho mais curto.
* acrescentar mais uma peça no look (em dias mais frios, é lógico), como se fosse o colete do terno masculino, sabe!?! Pode ser um colete, mesmo, ou um cardigan, um xale, uma pashmina… É um jeito bem bacana de colocar texturas ou cores no visual.

* usar peças em materiais interessantes, como couro ou tecidos (um pouco) lustrosos. Isso é bem “perigoso” e o ideal é usar com parcimônia. A gente acha que funciona melhor se for só em uma das peças (ou a saia, ou a calça, ou o paletó) do que no conjunto todo – aí fica um exagero, né, gente!!!
* fugir das cores tão sisudas (e batidas) como preto, marinho e cinza e experimentar outras cores neutras e chiques tipo pele, camelo, gelo, vinho, petróleo…
* criar contraste entre a cor do terno – ou tailleur – com a cor da blusa de baixo: terno gelo com top vinho ou tailleur bege com camisa petróleo.
* acrescentar estampas nos tops que vão por baixo do conjunto. É um super jeito de dar personalidade, porque estampa é muito paticular.

* desconjuntar os terninhos que já estão no guarda-roupa pra inovar nas coordenações. O ideal é não criar muito contraste entre as cores da calça (ou saia) e do paletó: cinza claro com cinza escuro, tons diferentes de bege ou marrom, vinho com rosê, marinho com petróleo.
* atualizar a modelagem (mas sempre respeitando o próprio corpo e estilo). Um bom exemplo é o paletó de abotoamento duplo, que tava meio esquecidinho, mas que, repetindo uma tendência forte dos desfiles masculinos, muitas marcas femininas acabaram desfilando. É o modelo que os meninos chamam de jaquetão, sabe!?! Acontece que na maioria das vezes esse modelo de paleto é mais quadradão e não define tanto a cintura, por isso quem já não tem a cintura super deifinida precisa tomar cuidado!!!
* acrescentar acessórios que deixem o look mais interessante, tipo um colarzão, um broche preso na lapela, um cinto fininho acinturando o paletó mais soltinho – só fugir de pulseiras ou correntes ou qualquer outro tipo de acessório que faz barulho e acaba atrapalhando os colegas.
Mais sobre dresscodes profissionais:
Pra quem ainda está estudando
Escalas de formalidade no ambiente profissional
Pra quem trabalha em ambientes super informais
Pra quem trabalha de branco
Sobre estilo no ambiente de trabalho
Mais sobre estilo no trabalho
Estilo x adequação
Pra quem trabalha em ambiente muito masculino
Gente, pra complementar esse post tem uma materiazinha ótema da Mariana Rocha no UOL!!! Corre lá!!!