Amigos, a gente vai se mudar pra Bienal a partir de hoje e só volta de lá na próxima segunda-feira. Essa é a maior edição do São Paulo Fashion Week, com 49 desfiles, e tem Kenzo, Gisele, marcas novas (Colcci, Blue Man, Reserva, Maria Garcia e Rosa Chá masculino) e a gente participando de uma cobertura oficial, pra veículos mesmo! Por isso a gente se muda duas vezes, pra Bienal e pros sites da editora Globo (é nóis). Que a gente vai cobrir desfiles junto com as editoras de moda das revistas Quem Acontece, Marie Claire, Criativa e Época SP.
A gente teve mil idéias legais pra postar aqui e lá nos outros sites também. Mas o que tem em um não tem no outro, então vale colocar esses links nos favoritos por esses dias e acompanhar a gente em todo lugar! No meio do caminho a gente vai twittando tudo, em tempo real! O primeiro desfile do SPFW é o da Osklen e adivinha quem vai falar dele na editora Globo?!?? Corre que já já, depois das 15h, a gente já aparece por lá! =)
A gente vai se mudar pra Bienal a partir da próxima terça pra cobrir, junto com gente mointo boa da revista Quem Acontece, da Marie Claire, da Criativa e da Época SP, a edição de verão 2008-2009 do São Paulo Fashion Week. Os estilistas e marcas mais legais de que a gente ouve falar vão mostrar suas idéias e vontades pra próxima estação, e a gente vai prestar atenção antes em tudo que vai estar nas lojas depois. Pra esquentar, tem mointo ensinamento valioso sobre o funcionamento dessa ‘engenharia’ toda, sobre o que é importante, sobre o que faz parte e mais. Quer ver?
A Iesa Rodrigues, super jornalista de moda, escreveu no blog dela (clique importaaaaante) pensamentos sobre a vontade de ser conceitual e a necessidade de ser comercial em desfiles aqui no BR. Que todo mundo quer ver criatividade, mas o povo tem que vender, né? O equilíbrio é o segredo, mas é a parte difícil (aparentemente). Ó só:
“Um evento tem que mostrar coleções comerciais, como faz Milão, ou deve incluir o lado conceitual, a roupa fantasiosa e artística, tipo Londres e Paris? Valem as duas coisas, porque o que ainda ninguém imagina que vai vestir, que vai dar idéias para o Futuro, são as roupas de laboratório. Às vezes, são apenas looks, como acontece na Dior, onde John Galliano reinventa peças simples em jogos de misturas, maquilagens e ambientação performática. Quando se vê na vitrine, são quase básicos, de tão usáveis. E não é só porque acostumamos com a proposta.”Clica lá pra ver que a Iesa ainda explica a diferença entre apoio e patrocínio.