blog

  • Simples mas essencial: calça tem que servir no quadril ANTES de fechar na cintura!

    Assim ó: quando a gente veste calça, short ou bermuda, faz um esforção pra peça passar pelo quadril, prende a respiração, põe a barriga pra dentro e UFA!, fecha na cintura. —> É ou não é assim?

    como escolher calças já pensando em ajustes de cintura pra sentir conforto no quadril+bumbum http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/tem-que-servir-primeiro-no-quadril/ no blog da Oficina!

    Acontece que se a calça fecha numa cintura 40 mesmo com todo o esforço feito pra caber num quadril 42 ou 44… rola todo um desconforto (físico e visual), menos elegância, prováveis problemas de circulação no futuro e sensação de tamanho maior do que o real. De verdade: tudo que é justo demais dá impressão de que o que está por dentro é tão grande que cria essa necessidade de ‘tecido esticado ao máximo’ pra caber. O contrário vale também, pensa só: se o que a gente veste cai sem grudar na pele, soltinho, então o que tá lá dentro parece ser menor, não?

    Então, brasileiras que somos — orgulhosas das nossas cinturinhas e dos nossos quadrilzões, violões-lindeza — let’s experimentar calças que vistam bem o quadril e pedir ajustes na cintura, ó:

    _ geralmente as costuras laterais da peça dão chance de se tirar tecido somente até a altura em que o quadril começa de verdade, só na cinturinha;

    _ às vezes também é possível “entrar” um pouquinho pela costura central da parte de trás da peça (atenção pra não juntar demais os bolsos, que se aproximam quando a gente pede esse ajuste!);

    _ em algumas raras ocasiões as costureiras criam pences na parte da frente da roupa pra conseguir cinturinha afunilada e caimento certinho.

    Independente do número escritinho na etiqueta, vale ir provando tamanhos que garantam que a peça caia retinha sem enrrugar na lateral do quadril, que a voltinha do bumbum esteja livre de tecido super agarrado — alô sobrinha da elegância e do conforto — e então, pedir à costureira da loja pra tirar esse pouquinho de tecido que sobra na cintura.

    Pode até rolar uma necessidade de ajustar também as pernas da calça — dá pra afunilar ou diminuir amplitude de tecido (que naturalmente acompanha a numeração maior) sem intereferir no design da peça, sem fazer com que o ajuste se transforme numa reforma! ((Alô colegas de profissão, tem que estudar perguntar observar pra saber orientar clientes e profissionais da costura em todo tipo de ajuste, hein!))

    Tamanho bom de roupa não é número, é o que acompanha a sihueta sem grudar, o que envolve as nossas formas pra que a gente se enxergue com mais amor em frente ao espelho — e viva a melhor vida que a gente pode viver. Garantir esse ‘colchãozinho de ar’ entre a pele do quadril/bumbum e o tecido tem retorno, pode acreditar. Em conforto e em estilo!

    Diferença entre ajuste e reforma
    Como ajustar a cintura dos jeans
    É só número, não é tamanho real!
    Tudo no tamanho “certinho”
    Ninguém precisa ter medo de experimentar nada!

    NOSSA NEWSLETTER SEMANAL chega aí no seu email com mais questionamentos, facilitadores de vida e idéias práticas sobre estilo pessoal e consumo consciente. ASSINA PRA RECEBER!


  • Jeito bom de usar muitos elementos num mesmo look é escolher tonalidades-irmãs pra tudo: imagina pregas estampas texturas recortes lapelas broches drapeados e mais… sempre nas mesmas cores, ou num mesmo conjunto harmonioso delas. Além de minimizar o impacto de tanta coisa (legal!) junta, ainda acrescenta elegância e dá aquela alongada na silhueta. Exatamente o contrário de (por exemplo) usar uma sapatilha incrível coloridíssima brilhosa chamativa… com calça preta e blusa preta. Ou de usar um power colarzão incrível enorme com pedras em neon… com camiseta branca e jeans. Sabe como? Legal é usar muitas interessâncias juntas — e um jeito bom de juntar tudo sem que uma só coisa “grite”, mas sim trabalhe coordenadamente com todos os outros elementos bacanas do look, é unir tudo com cores coesas.

    E não precisa ser só em look arrumadinho: a idéia vale com jeans e camiseta, vale com vestidinhos de dia-a-dia e cardigã, vale com shortinhos e coplementos e mais. Pra gente prestar atenção na vida e ser esperta – com cara de passarela – todo dia, em qualquer tempo!


  • Da maravilinda revista Lola:

    “Os jeans justinhos podem enfatizar o bumbum que a natureza lhe deu (ou que foi adquirido). Ou, atenção, periguetes, provocar um rol de problemas. ‘Roupa muito apertada, em qualquer parte do corpo, compromete a circulação. Isso leva a inflamação das células de gordura subcutâneas, que ficam irregulares. Resultado: celulite.’, diz Mateus Kawasaki, sa Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Aperto na cintura é pior: atrapalha o fluxo de sangue, que sobe das pernas para o coração com dificuldade e pode gerar varizes. ‘E calça apertada pode lesar a uretra, facilitando a proliferação de bactérias e aumentando chances de infecão urinária.’, diz Marcello Valle, ginecologista da Clínica Origem no RJ. A solução: limitar o aperto a algumas horas por dia ou intercalar um dia de roupa skinny com outro oversized, aconselha ele.”

    A gente tem percebido ao longo dos anos no trabalho de consultoria que, de um modo geral, roupa super apertada não faz parecer mais magrinha, nem mais elegante, nem confortável. Mais das nossas idéias relacionadas, ó:

    É só número, não é tamanho real!
    Por mais sobrinhas de tecido no bumbum
    Tudo no tamanho certinho


  • “Que uma coisa fique clara: roupas não fazem um cara ser um gentleman ou uma mulher ser uma lady, e, do mesmo jeito, um gentleman de verdade ou uma verdadeira lady são sempre o que são, independente do que vestem. As roupas que a gente usa magnificam ou encobrem personalidades (as nossas!) e ‘o que’ a gente usa é, de vários jeitos, menos importante que ‘como’ a gente usa.”

    Esse é um trechinho traduzido (super livremente) desse texto aqui, sobre a percepção de um empresário sobre o dresscode da empresa dele – e sobre como ele liberou todo mundo desse dresscode pra ver a criatividade dos seus funcionários aflorarem! Vale clicar e até acionar a tradução do Google se for o caso, viu? Dica dada tempos atrás pela Nath. :)


  • Pensa em quantas vezes você já viu essa cena: a moça andando toda bonitinha na sua frente e a barra da calça dela (lááá embaixo, tão compridinha) vai sendo engolida pelo sapato aberto na parte de trás, a do calcanhar. Dá vontade de cutucar no ombro, avisar e ajudar a arrumar, né? Barra longa demais tira toda a elegância de um look, além de achatar (visualmente) a silhueta. Isso da barra ser engolida pelo sapato acontece porque o comprimento da barra da calça precisa ser um pouquinho mais curto pra coordenar direitinho com sapatos abertos atrás (presos por tirinhas ou fivelas).

    Vê só que a barra comprida, como quase sempre a gente marca antes mesmo de sair da loja, funciona meio que cobrindo o salto do sapato – enquanto se está paradinha, “posando”. Na primeira mini-caminhada o movimento do andar faz com que o sapato se afaste da sola do pé (por conta da folguinha da tira atrás do tornozelo) e nham: a barra da calça é engolida – não tem jeito! Quem ama esse modelo de sapato pode, então, ter uma ou outra calça com a barra feita mais curtinha especialmente pra esse uso. Ou pode aproveitar a onda de barras dobradinhas e ainda atualizar o look, viu!


  • Uma vez a gente leu um texto da Costanza Pascolato que dizia que aqui no BR a gente tem “vocação espontânea para o casual”. Pra gente, na prática, faz super sentido pensar assim — a gente trabalha na consultoria com clientes que tem vida super ativa, independente do nosso calor tropicaliente. ;-)

    Acontece que ser super ativa nesse calor demanda litros de conforto, pra conseguir manter dignidade e alguma elegância. Calças largonas, então, tem toda a nossa simpatia: pensa numa peça que carrega em si um conforto fresquíssimo, uma aura sofisticada (mesmo no look informal!), um balanço feminíssimo. Pra animar geral a provar, a gente pensou em sugestões de uso pra várias silhuetas, alturas, personalidades e ocasiões, ó!

    Tipicamente, essa mesma dúvida aparece quando a gente fala em calças tipo pijama, pantalonas e modelos com pernas largas: “mas essas calças não engordam? não aumentam o quadril? não achatam a silhueta?” — e a gente sempre vai responder que não. Ó: uma coisa é usar uma modelagem próxima do corpo, que por conta de curvas e linhas fazem o quadril/bumbum/corpo parecerem mais cheios. Outra coisa é usar uma peça larga de verdade, com modelagem ampla e com fartura de tecido — que não ilude em relação à silhueta, mas que acrescenta uma forma nova ao corpo de quem usa. Não tendo ilusão, não tem dúvida: o volume não é de corpo mas sim de tecido! Tá tudo na conta da moda!

    + CONSULTORIA DE ESTILO PRA COLOCAR ESSAS IDÉIAS EM PRÁTICA
    + MAIS DESSES FACILITADORES DE VIDA TODA SEMANA VIA EMAIL
    + MAIS SOLUÇÕES DE SILHUETA AQUI NO BLOG
    + FORMAÇÃO PRA QUEM QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST

    Por isso pode ser legal aproveitar esse excesso de tecido na parte de baixo pra deixar a parte de cima mais peladinha (alôr calorão!). As calças podem funcionar com tomara que caia, com um ombro só, com golas assimétricas e com quaisquer decotes que deixem ombros, costas, colo e pescoço de fora. Lembra que partes magrinhas do corpo dão uma sensação de magreza geral? Então. A idéia não é usar partes de cima agarradas, justésimas demais da conta — mas sim peças que sejam menos amplas que as calças, em tecidos fluidos, que caem pesados.

    Calças com boca larga vão muito bem com sapatos de salto, viu, especialmente com saltos mais grossinhos, tipo anabelas, meia-patas e assandalhados mais pesados. Com esses, é melhor que a barra da calça termine numa altura que deixe no mínimo metade do salto aparecendo. Quanto mais longuinhas, mais legais! —– Mas ó: barras super longas que cobrem 100% do pé e do sapato podem até dar certo no styling de um desfile, catálogo ou editorial; mas na vida real a calça arrastando fica suja e desgasta super rápido (além do risco da gente pisar na própria barra e cair no meio da rua, misericórdia).

    Também dá pra usar pantalona com sapatos sem saltos, mas é preciso fazer uma escolha: não dá pra versatilizar essa barra, ou é pra usar com salto ou é pra sem-salto! As calças feitas em tecido mais desestruturado caem melhor nesse comprimento, porque acabam não engruvinhando tanto na frente. Esse engruvinhado que a calça faz quando encontra o pé e está um pouco longa demais dá uma sensação (nada boa) de perna mais curta. A barra da calça tem que cair sobre o pé e quase cobrir o sapato todo, como se a parte de trás quase fosse encostar no chão, mas sem encostar! Tipo faltando um ou dois dedinhos na parte de trás da barra (pra chegar no chão).

    E se for o caso de ter barra mais curta, que seja numa altura de bermudão ou de calça curta: rende coordenações com sapatos altos tanto quanto com modelos sem salto e né, a moda tá num momento carinhoso com essa modelagem pantacourt. ;-)

    E aí o que a gente já mantém em mente pra todo look vale também pras calças amplas:

    -vale coordenar partes de cima e partes de baixo sem tanta quebra de cor na cintura (quanto mais monocromático o visual, mais alongada e afinada a gente se sente);

    -vale lembrar que cor viva/clara expande e cor neutra/escura retrai, então cobrir partes maiores e menores da silhueta com esses tons em comparação pode ser uma ótima idéia;

    -escolher sapatos que acompanhem a cor da calça pra dar aquela sequência alongadora nas pernas também é eficaz;

    -e manter em mente que a gente é mais importante do que o que a gente veste, a vida que a gente vive é mais importante do que o que a gente veste – e que se o look não rolar tudo continua lindo! :) 

    + (quase) tudo que já foi conversado nesse nosso amado blog sobre calças, de todos os tipos e modelagens e modas, ó!


  • Situação em que a gente mais aprende e expande horizontes profissionais é trabalhando. O dia-a-dia com as clientes de consultoria de estilo enche a gente de inspiração e de repertório, e o que a gente vai exercitando com uma cliente serve pra outra também e assim o trabalho só melhora, só cresce (em qualidade!) — uma delícia sem fim.

    Foi desse exercício que a gente tirou o post de hoje, vindo 100% da prática: a idéia de que a terceira peça do look pode funcionar como “equilibradora de mensagem”, como um acessório gigante e muito comunicador, e não só acrescentando um pouquinho de formalidade e possibilidades extra de se coordenar mais cor, mais textura, mais forma, etc.

    Na hora de selecionar sugestões de coordenação pra cada cliente, a gente percebe que a terceira peça arremata a intenção de cada aparência — em especial quando a gente trabalha com jaquetinhas e paletós.

    Tipo: num look bem informal, com pernocas de fora e materiais despojados, um paletozinho acrescenta o que faltava pra que esse look alcance outras circunstâncias — e pra que seja usado mais vezes, em mais ocasiões, com outras pessoas acompanhando a gente. Como se ele não ficasse restrito ao ‘universo informal’, mas sim expandisse sua ‘área de atuação’ por conta desse complemento. Look de trabalho, por exemplo, que tiver com cara desencanada demais pra transmitir o compromisso que a gente tem com o que faz, também é prato cheio pra ser finalizado com paletó. Essa terceira peça tem o poder de formalizar e amadurecer instantaneamente pra equilibrar mensagens, sabe como?

    + pra receber mais informação eficaz como essa no seu email <3

    Por outro lado, quando um look de trabalho (por exemplo) acaba ficando mais caretinha do que a gente queria, mais clássico do que precisava, quando as peças escolhidas ficam lindas juntas mas um pouco tradicionais demais… a terceira peça que acrescenta leveza, descontração e jovialidade é a jaqueta! Vale jeans, de camurça, de nylon, de brim (até colorido!) e de couro. O que importa nessa nossa idéia é que o corte e o caimento desse complemento sejam atuais — o que opera a mágica do equilíbrio de mensagens que a gente carrega na aparência e assim abre todo um novo mundo de possibilidades pro look. Se o paletozinho funciona como “amadurecedor e formalizador” de look, a jaqueta pode muito funcionar como “rejuvenescedor e informalizador”! Lembra a Helen Mirren de vestidón longo, bem black-tie mesmo, com jaquetinha de couro por cima? Tipo isso!

    E aí, se a gente leva em consideração essa função extra da terceira peça — a de “acrescentadora de informação de estilo e intenção” no visual — a chance da gente aproveitar mais a possibilidade de criar camadas no vestir (e de se divertir com criatividade em frente ao espelho) é ainda maior.

    Todo mundo tem um paletozinho ou uma jaquetinha no guarda-roupa, agora é só montar nossos quebra-cabeças visuais com esperteza. Que empoderamento é isso daqui, ó: administrar bem o que a gente tem pra entregar o nosso melhor em frente ao espelho. :)

    + COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE
    + COMO SE TORNAR UMA PERSONAL STYLIST


  • A gente sabe que pode não ser aqueeela diversão (rs), mas dá uma satisfação enorme completar o ciclo de boa manutenção das nossas roupas –depois de lavar, centrifugar, pendurar, esperar secar– com carinho através do ferro de passar. Roupa bem passadinha dá uma sensação de impecável, de elegância, não dá? :)

    Tempos atrás a gente deu aulas de manutenção pra clientes e pras ajudantes de algumas clientes — e as sacadas mais legais que a gente dividiu com elas (com tábua montada e ferro de passar já quente!) e que elas dividiram com a gente tão aqui — com direito a colaborações estreladas via Twitter, ó!

    DICAS FÁCEIS PRA PASSAR ROUPAS :: um passo-a-passo pra precisar passar menos, mas passar melhor!

    CABIDES NO VARAL
    Deixar a roupa secar (depois de lavada) penduradinha num cabide — e não dobrada ou pregada no varal — facilita um tanto o trabalho de passar, exige menos esforço/quentura e por isso desgasta menos a peça (obrigada @adaniela pela lembrança!).

    TEMPERATURAS DIFERENTES PRA MATERIAIS DIFERENTES
    Pra começar a tarefa, vale separar o que vai ser passado em grupos, de acordo com as temperaturas — tecido sintético fica lisinho com temperaturas mais baixas e tecidos naturais aguentam temperaturas mais altas (tem sempre indicação na etiqueta interna da peça). Mas ó, o ferro nunca precisa estar quente-quentíssimo, já que o que faz o serviço alisatório é o combo peso + movimento (a quentura só auxilia).

    QUENTURA POR DENTRO
    A gente recomenda passar tudo, tudo mesmo, do lado avesso. Especialmente roupa escura, que pode ficar brilhando com o contato do ferro. E a gente só passa a peça quando ela está “vestida” na tábua, pra não marcar detalhes em relevo: sabe quando as costas da camiseta ficam com a marca da gola, na altura da nuca? Pois é. E quando tem relevão na roupa, tipo em rendas e brocados, a gente pode “vestir” uma toalha dobrada por dentro da peça e passar assim, com o volume dando suporte pro ferro passear. Esse ‘volume vestido’ vale também pra mangas, que não precisam ter vinco (não mesmo!): quem não tem aquela mini-tábua pra passar mangas pode dobrar aquela mesma toalha, segurar o volume lá dentro com uma das mãos e passar a manga com a outra.

    ONDE COMEÇA E ONDE TERMINA
    É bom começar a passar a peça pelas partes menos aparentes e amassáveis, indo pras partes que ficam mais à mostra. Olha a camisa como exemplo: a gente começa a passar pelos punhos, vai pras mangas, passa os ombros e o colarinho, e só no fim passa as costas, pra terminar na frente. Dica quentíssima da @cintilla. A gente usa também passar um pano úmido sobre a roupa, depois de passar, pra tirar quaisquer pelinhos ou resíduos que tenham ficado ficado grudados. O Sartorialist em si deu uma dica uma vez: diz ele que depois de passar é bom dar uma lufada de ar frio na peça pra fazer com que o efeito lisinho dure mais (vale tentar com o secador no modo frio!).

    PANINHO PROTETOR + STEAMER
    Tecidos super finos e delicados podem ser passados debaixo de panos de prato, fraldas, toalhas ou quaisquer pedaços de tecido liso, pro calor do ferro não tocar diretamente a peça delicada e já chegar ‘amenizado’ onde vai desamassar. E ó: se o tecido é muito delicado meeesmo, super vale experimentar vapor no lugar do ferro, viu. Lembra do steamer, que pode ser o melhor amigo de quem não tem habilidade com o ferro de passar!

    EXTRAS: PRA PRECISAR PASSAR MENOS
    (OU NEM PRECISAR PASSAR)
    -diz que acrescentar um copo pequeno de vinagre à água que vai enxaguar as roupas lavadas faz com que todos os amassadinhos fiquem bem mais relaxados na hora de secar — e que o cheiro não pega na roupa.

    -não superlotar a máquina de lavar faz com que as roupas fiquem menos comprimidas lá dentro e, por consequência, menos amassagadas.

    -essa é pra quem usa máquina de secar: experimenta pendurar/dobrar as roupas assim que elas saem do quentinho da máquina — deixar tudo empilhado ou embolado lá dentro até esfriar só marca ainda mas o que tiver amarrotado.

    -por fim, mais sobre a máquina de secar: peças que tão dobradas ou que já foram usadas podem pegar carona no ciclo das toalhas úmidas e rodar na secura por mais 10 minutinhos — pra sair lisa lisa. ;-)


  • Estar elegante é diferente de ser elegante.

    Todo mundo pode usar um look um dia e ouvir das pessoas em volta: “nossa, como você está elegante!” — tipo “como você está chique/arrumada/softiticada”. Já a pessoa que é elegante (visualmente mesmo, sem ter a ver com postura e comportamento — que também são coisas diferentes!), pode estar vestida com calça jeans e camiseta… mas carrega como se fosse um tailleur finíssimo, sabe como? Tem a ver com impecabilidade, com “cara de coisa boa”, com uma espécie de superioridade — como se a mulher elegante-por-natureza não fosse como o resto dos humanos.

    Essa ‘elegância natural’ de algumas mulheres não é algo que se fabrica, mas é possível tirar algumas lições delas pra conseguir transmitir uma aparência mais “elevada” quando a gente estiver com vontade/necessidade. E as principais lições são essas:

    coordenações monocromáticas
    Tudo que é entendido como elegante (no nosso subconsciente) tem a figura esguia, longilínea; então tudo que alonga visualmente a silhueta pode também transmitir essa aparência de elegância. Daí que entra a coordenação de cores monocromáticas, ou seja, a coordenação de cores entre partes de cima e partes de baixo do look que não tenham uma quebra no meio da silhueta. Funciona com coordenação de uma mesma cor em tons diferentes (tom sobre tom) ou com cores diferentes num mesmo tom (tudo escuro ou tudo claro) — a gente particularmente curte mais a segunda opção, que deixa o visual um pouco menos careta!

    materiais de qualidade
    O segredo pra ter “cara de coisa boa” é: que a coisa seja boa. Isso não quer dizer comprar coisas caríssimas — mas sim prestar atenção no material, no caimento e no acabamento com que essas coisas são construídas. A gente por aqui bate insistentemente na tecla do tecido natural porque faz muita diferença no resultado do look, minha gente! Vale prestar atenção no toque dos tecidos, nos detalhes dos acessórios… pra comprar o melhor que o nosso dinheirinho permite comprar — essa é a mentalidade da mulher elegante.

    amor pelos clássicos
    A mulher elegante é um pouquinho tradicional, sem ser totalmente careta: por isso ela ama os “clássicos da moda”. A gente pode se apropriar de alguns deles pra adquirir um pouquinho desse refinamento no nosso dia-a-dia: pérolas, trench-coat, escarpins, lenços de seda, bolsas de mão, camisa branca, cardigans, cores neutras… Uma boa sacada é: usar esses itens clássicos com moderação, um de cada vez e coordenados com peças mais informais — pra não correr o risco de ficar um pouco com cara de velha. ;-)


  • Quando a gente pensa em shorts (ou bermudas mais curtas) a gente rapidamente associa a fim de semana, escapadas na praia ou passeios no parque. Mas já faz um tempinho que essas peças invadiram as nossas semanas “produtivas” e viraram peças de dia a dia e até de baladinhas. O que faz a diferença entre um look com short super casual e um look com short arrumadinho está no desafio de deixá-lo mais elegante.

    Não existe a menor dúvida de que short e bermuda são muito confortáveis, permitem que a gente se movimente com mais liberdade do que saias e ainda deixam as pernocas de fora. Além disso são frescos e joviais. E exatamente por isso, um cuidado muito importante é que as pernas de quem usa essas peças precisa estar à altura desse frescor todo – quem não está com a pernoca tão boa assim pode recorrer à bermudinha, sem problemas! Não depende da idade, mas muito mais do estilo e da figura jovial.

    Pra acrescentar sofisticação aos shorts e bermudinhas o segredo é coordenar com blusas em tecidos super refinados como seda (agora é a hora!), veludo, renda, cobertos com paetês, etc. Outras solução é acrescentar a terceira peça ao look: jaquetas de couro, paletozinhos, cardigans e coletes são excelentes opções. Qualquer elemento com referência do guarda-roupa formal também ajuda na tarefa, como camisas ou se a própria bermuda tiver corte de alfaiataria. Dica de ouro: se a perna já está de fora o ideal é cobrir o resto com corpo! Mangas mais compridas (3/4 são perfeitas), decotes mais discretos e caimento mais folgado são bem vindos. Ah! O caimento da bermuda também conta, o ideal é que seja mais soltinha, com sobra de tecido pra não ficar colada no bumbum ou na coxa.

    Os acessórios também colaboram! Pezinhos mais cobertos tiram a cara de relax do short, então no lugar de rasteira a gente pode usar sapatilha, no lugar de sandália a gente pode usar um escarpin, e se for um dia muito quente peep toes ou assandalhados com tiras mais grossas são melhores que chinelinhos ou tiras muito finas. Bolsas podem ser menos molengas e não ter cara de “sacola”. Quando a alça da bolsa for longuinha fica melhor usar a tiracolo do que transpassada, sabe!?! Colares, anéis, brincos, pulseiras, relógios, broches… Ter um acessório desses sempre agrega sofisticação, não é mesmo!?!


curtimos

ideias complementares às da Oficina