blog

  • É com o rosto que todas as nossas clientes interagem com o mundo — não com o peito ou com o quadril ou mesmo com a roupa que escolhem vestir. Então a gente ensina pra cada uma delas que a nossa entrega na consultoria de estilo não tá completa sem esse toque, sem esse acabamento: o da melhora de semblante que a maquiagem pode proporcionar.

    maquiagem básica personalizável oficina de estilo consumo consciente consultoria de estilo

    E ninguém precisa ser expert em maquiagem pra estar “tomada conta”: a gente tem uma fórmula boa aqui pra que, com pouca coisa e com pouco tempo, quem quiser consiga experimentar, exercitar e buscar (se for o caso) aprofundamento da própria relação com o universo da beleza. Se fosse pra ser difícil não era Oficina de Estilo, né! ;-) Sem precisar comprar 120 versões de paletas de sombra marrom pra parecer que não tá usando nada! Que maquiagem tem data de validade né, e não faz sentido nenhum ter toneladas de excesso, comprar pra descartar.

    O que a gente considera como fundamento pra garantir aparência fresca e cara de “pronta pra vida” é também super customizável, ó:

    _pele uniforme
    _olheiras disfarçadas
    _olhos destacados
    _bochechas coradas “de saúde”
    _lábios hidratados

    Sacou? Esses cuidados aqui podem rolar na prática com produtos variados, de jeitos diferentes, com a habilidade, a destreza e o tempo que cada uma de nós tem disponível pra isso, nos nossos estilos pessoais singulares. Na medida em que se quer, com o dindin que se tem, começando do começo e fazendo o melhor possível — pra, com o exercício constante, melhorar todo dia um pouquinho mais.


  • Leandra Medine, do blog The Man Repeller, tem um post maravilhoso sobre o porquê de ela não usar maquiagem. A gente adora a abordagem dela sobre a moda, que diz que devemos nos vestir para nós mesmas, não para os outros (daí o nome do blog, que significa Espanta Homem). Clica que vale ler o post inteirão — aqui a gente traduz e cita esse pedaço super significativo do texto, ó:

    “(…) o motivo pelo qual eu não uso maquiagem é que eu sou preguiçosa. E não me entenda mal: eu estou tão vidrada no mais novo creme milagroso antiidade quanto qualquer outra garota. O fato de eu não usar maquiagem não significa que eu não ligue para ter uma pele boa. Eu só não quero passar por essa pressão de que se eu não lavar o rosto, vou manchar todo o travesseiro. De que as bases de sustentação do rosto que eu tinha ontem à noite podem ficar presas na toalha do banheiro. Li em algum lugar que dormir de rímel aumenta a queda dos cílios em até 70%, então eu prefiro focar em ter algum cílio no meu olho, ainda que eles não sejam tão curvados quanto se eu usasse curvex e maquiagem.

    O mais importante, no entanto, é que eu me sinto confortável na minha própria pele. Eu não detesto o que vejo no espelho. Ainda que legiões de outras pessoas não concordem comigo. Aceito o reflexo que pisca de volta pra mim com todas as suas falhas e pontos positivos. Entendo perfeitamente que tenho olheiras intensas debaixo dos olhos. Aprendi a apreciá-las. Notei que meu nariz vem fincando mais anduco a cada mês que passa. E tudo bem. Sei que as rugas que começam a invadir minha testa uma hora vão se instalar lá como moradoras permanentes. Meu pai tem rugas assim e elas me enchem de ternura.

    Meus olhos nunca serão azuis, minha estrutura óssea jamais permitirá que você me confunda com uma modelo escandinava. Eu sou que eu sou e mesmo que isso implique ser “feia pra *******” eu acho isso, sei lá, bonito.”

    *Juliana Cunha é jornalista e colaboradora do blog da Oficina de Estilo, que sorte a nossa :) ce pode ler outros textos dela pra Oficina aqui — e os textos autorais dela no Já Matei Por Menos, ó!


  • A imagem que a gente carrega até o ambiente profissional é mais uma ferramenta que pode ser usada pra mostrar o comprometimento com o trabalho que executa. Pensa que o que a gente escolhe vestir, os acessórios que escolher usar, o cabelo, a maquiagem, tudo isso faz parte do cartão de visita mais poderoso que existe: a gente mesmo! Então quando a gente cuida direitinho dessa imagem, a impressão que todos em volta têm é de que a gente também cuida direitinho do trabalho que tem pra fazer.

    Maquiagem profissional transmite um cuidado extra, sabe!?! A mensagem é de que a gente gastou alguns minutinhos a mais, que não fez apenas o mínimo necessário (que seria cobrir o corpo com qualquer roupa), que se dedica à profissão. Então vale a pena acordar um pouquinho  – pouquíssimo – mais cedo pra dar tempo de cobrir as olheiras com um corretivo leve, abrir o olhar com algumas camadinhas de rímel, hidratar os lábios com um batom cor de boca, deixar a cor mais saudável com uma pitada de blush… sem exageros!

    O ideal é usar uma maquiagem bem leve que apenas ressalte o que a gente tem de melhor e não esconda, que dê um aspecto saudável e de bem cuidada. Por isso a gente pode fugir de olhos pretos, sombras coloridas, produtos com muito brilho ou gliter ou boca super forte. A gente não quer ir trabalhar com cara de que vai na balada, né!?! E a gente também pode prestar atenção pra usar produtos que tenham mais a ver com o clima da onde a gente mora: parece ser quase impossível usar maquiagem em cidades muito quentes, mas produtos mais secos (em pó ou pastosos) já são bem melhores que os líquidos ou os mais melados. Vale perguntar pra um maquiador conhecido que com certeza ele vai te indicar boas opções!


  • Eu fiquei doente, gente. E nunca fico, sério, sou super boa de saúde e de resistência e tals. Mas fiquei doente mesmo, de cama, e fiquei uns 3 dias de molho em casa, bem quietinha (e toda trabalhada nos remédios!) pra ficar boa logo. E me peguei procurando no Dia de Beauté um post antiguinho sobre maquiagem pra dias de gripe (que foi o que eu tive, somada à uma dor de cabeça no corpo inteiro). Imagina, preocupada com maquiagem no meio de uma baixa dessas? Mas eu tava, e não pela maquiagem em si, mas pra que a maquiagem trabalhasse junto com os remédios pra me levantar o astral.

    remedinhos

    E quando eu parei pra pensar na doideira que era ter vontade de me maquiar na gripe mais ferrada do mundo, eu me vi (em frente ao espelho) fazendo as coordenações de cores mais alegres do meu armário – mesmo de moletom e tricô quentinho e meia/patufa. (mais…)


curtimos

ideias complementares às da Oficina