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  • Quase todo paletó é forrado, não é? E não só paletó, mas também casaquinhos e algumas saias e bermudas e calças e vestidos também. Esses forros têm função de ajudar a estruturar as modelagens das peças ou de proteger tecidos ou pele, dependendo do que tá sendo forrado – geralmente os forros têm superfícies lisas e escorregadias, pra ter sensação boa em contato com a pele ou pra não desgastar os tecidos usados em sobreposições, se esse for o caso (tipo em paletós). Os tecidos de forro quase sempre são sintéticos porque são super mega mais baratos, e por isso acabam tendo função térmica também (tecido sintético esquenta bem mais).

    E daí que a gente aprendeu tempos atrás durante um trabalho que os materiais mais comuns pra se forrar (paletós, especialmente) são poliéster e acetato. Mas o legal vem agora: sabendo que tudo é sintético e sabendo dos prós-e-contras, a gente pode saber também que o acetato foi desenvolvido pra parecer com a seda e com a viscose, e por isso tem toque melhor. Ensinaram pra gente também que a entretela, essa parte entre o tecido e o forro que deixa golas e lapelas bem durinhas, pode deformar/enrugar com o tempo quando em contato com o poliéster – e com o acetato não! Mais a favor do acetato: diz que esse material aceita mais lavagens e mais passadas, e que o poliéster ‘pede arrego’ bem antes.

    Então, amigos, se antes a gente aconselhava todo mundo a checar a etiqueta de dentro da peça pra conhecer de que material a roupa é feita, agora a gente vai passar a checar também qual a composição do forro! Que informação boa nunca é demais e quanto mais a gente sabe, melhor a gente faz compras (e economia também!). E o vídeo de Inside and Out de Feist, aqui em cima, não é uma boa ilustração?!?? ;-)


  • Toda vez que a gente ajuda uma cliente a organizar e planejar o guarda-roupa a gente explica a importância de separar um pedacinho dele só pras roupas de usar em casa. Porque em casa a gente quer praticidade, que ficar bem confortável, mas isso não quer dizer que a gente tem que ficar com cara de desarrumada, certo? Mais: se o nosso “homewear” é bem cuidado a gente não precisa ficar constrangida de ter saído de casa “desse jeito” quando encontra alguém na ida de 5 minutos até a padaria (quem nunca?).

    Esse “homewear”, então, não é roupa velha, desgastada, rasgadinha ou furadinha. Também não é aquela peça que a gente nunca faz com que a gente se sinta bonita ao vestir, também não é roupa de trabalho que a gente já usou demais. ‘Roupa de ficar em casa’ é roupa em tecido gostoso e molinho, que não aperta, que fica soltinho, que permite movimentos, que deixa a gente bem quentinha (no frio) ou que não deixa a gente passar o maior calor. Pode ser calça de moletom ou de plush, pode ser camiseta ou top de malha, pode ser vestidinho de viscose, pode ser casaco tipo canguru, pode ser shortinho jeans, pode ser cáftan, pode ser sapatilha, tênis ou melissa… Mas o ideal é que essa parte do guarda-roupa seja/esteja bem conservada, tenha cores que deixam a gente bonita, peças em modelagem que favorece o nosso corpitcho. E o principal é que tudo que a gente escolha usar em casa configure modelitos que, se surgir um convite pra almoçar ou se alguém fizer visita surpresa, garantam conforto (físico e mental!), segurança e sensação de adequação.

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    roupa de ficar em casa não pode ter cara de roupa de trabalho, né!?!

    Uma das coisas mais bacanas que a gente já ouviu de uma cliente foi que, depois de passar pelo trabalho de consultoria de estilo, ela aprendeu a se arrumar PRA ELA MESMA – é esse o espírito! De quebra, quando a gente se arruma pra gente — especialmente assim, só pra ficar em casa — a gente cuida também de quem tá em volta: maridos e roomates constumam elogiar super esse cuidado com o ‘homewear’. E a gente já percebe que tem um tanto de gente se preocupando com isso também, várias marcas se preocupam em oferecer algumas araras só de roupas muito confortáveis pra ficar em casa – ou pra ir na padaria, pra casa de campo, pro brunch de domingo, pra farmácia – tipo a Huis Clos, a Alcaçuz, a Fit, a Gilda Midani. Mas ó: é super super possível montar nosso “kit homewear” na Zara, na Hering, na Marisa… às vezes até buscando uma ou outra peça em lojas de roupas pra ginástica.

    Quer tentar? Essa é uma listinha de peças que super funciona (pra gente e pras clientes): 1 calça de moletom ou de plush, 2 camisetas de manga curta, 2 camisetas de manga longa, 2 regatinhas de algodão, 1 vestidinho de malha, 1 calça bem fresquinha – de amarrar ou de elástico na cintura, 1 canguru, 1 short ou bermuda jeans ou de amarrar, 1 cardigan quentinho. Depois conta pra gente aqui se deu certo!


  • Há algum tempo a gente atendeu duas clientas que AMAM a fórmula ‘jeans + camiseta’ e que vivem a vida super confortáveis assim. As duas são super ativas (de jeitos diferentes!) e a praticidade, o conforto e a descomplicação desse conuntão são perfeitos pra elas. Acontece que elas, com a repetição da fórmula, sentiram que parecem ter a mesma cara sempre, todo dia. O look parece combinado sempre com o mesmo jeans e com a mesma camiseta. A gente pensou que elas duas não precisavam abandonar sua fórmula do coração, mas que podiam modificar elementos dentro desse mesmo universo pra incrementar o visual.

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    Partindo daí, a gente foi procurar pra essas clientes novos jeans e novas camisetas – e novo não significa só ser original, ou muito doido ou algo do tipo — significa ser novo pro guarda-roupa delas! Então, a que usava jeans bem lavados e muito sequinhos, agora tá experimentando jeans mais lisos e escuros (sem tantas lavagens) e com pernas mais soltinhas, quase com corte de alfaiataria. E a outra, que usava o mesmo modelo de camiseta só variando cores, agora tá experimentando camisetas com decotes diferentes, mangas cheias de detalhes, recortes e pences estratégicas e mais. Sacou como? Novo dentro do universo de sempre, “igual mas diferente”.

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    Os elementos dessas duas peças podem ser alterados (pro bem) pra todo mundo sair da mesmice sem deixar de usar jenas e camiseta, mesmo se for o caso de usar todo dia. Os jeans podem variar em tecido (mais espesso ou mais molenga), em caimento (mais ajustado, mais solto, a gente tem visto uns modelos saruel bem legais), em lavagens (mais escuras, mais claras, em cores quase coloridas tipo cinza e marinho, com lavagens localizadas) e em detalhes (bolsos, cós diferentes, barras, pregas, etc etc etc). Tudo isso muda a cara da peça-de-sempre. Camisetas podem também variar em materiais (malhas diferentes, com texturas, aldogões e sedinhas finas), em caimentos, em modelagens, e aí podem ter transparências leves, decotes ótemos, mangas e cores e estampas bacanas. O mais legal é observar o que a gente mais tem no armário e fugir dessa zona de conforto, experimentar, se permitir ousar – nem que seja um pouquinho. Pro look ‘jeans e camiseta’ parcer um look novo todo dia – pras nossas clientes tá dando certo, certíssimo. Tão lindas.


  • Nos posts aqui da Oficina a gente costuma dizer que tecido natural sempre é melhor que tecido sintético. Via de regra, essa afirmação realmente é verdadeira: os naturais costumam ter mais durabilidade, melhor toque e caimento. O sintético, no entanto, é mais barato, mais comum nas nossas lojas de departamento e também tem seu valor desde que a gente tenha mais atenção na hora de escolher e mais cuidado na hora de manter, afinal, pagar menos também tem seu lado trabalhoso.

    Daniel Raad, uma das pessoas mais importantes da equipe de Alexandre Herchcovitch, uma vez disse para a Fê que é mais esperto comprar o melhor sintético do que a pior seda. Isso significa que embora seja verdade que geralmente as fibras naturais têm mais qualidade em comparação com as sintéticas, isso varia bastante na vida real. Não existe um único tipo de seda nem um único tipo de sintético.

    A lã, por exemplo, tem uma classificação bastante complexa e sua qualidade depende, entre outros fatores, da região do corpo do animal de onde ela foi coletada. Uma lã que vem das patas não pode ser comparada a outra que vem da parte de cima da ovelha. Claro que na hora de comprar não tem como perguntar para a coitada da vendedora se a lã veio do pé, do rabo ou da cachola, mas saber isso explica porque a gente tem várias peças de lã no armário e nem todas esquentam o mesmo tanto nem duram o mesmo tanto.

    Para Tais Remunhão, professora de tecnologia têxtil da Faculdade Santa Marcelina, não existe fibra ruim, o que existe é fibra mais correta para cada uso. “A verdade é que os tecidos sintéticos, por serem mais baratos, muitas vezes não recebem o devido cuidado”, diz a professora. Uma camisa de viscose que custa R$ 100 precisa do mesmo cuidado de uma de seda que custou R$ 500, afinal, a viscose é a versão sintética da seda, ela imita a seda.

    Acontece que – justamente pela diferença de preço – a gente costuma lavar a de seda com carinho e jogar a irmã mais pobre na máquina. Depois pensamos que ela detonou mais rápido apenas porque era barata e sintética!

    Para saber se um tecido sintético tem qualidade, é preciso reparar na trama (as mais fechadas costumam ser melhores), no toque (quanto mais sedoso, melhor) e no brilho (plástico brilha, então, quanto mais opaco, melhor).

    Outro mito comum no assunto tecidos é que as chamadas bolinhas (o nome oficial delas é pling) são um defeito, um sintoma de má qualidade. Tais explica que a formação de bolinhas é uma característica das fibras curtas, como a lã usada nos tricôs. Já os chamados fios penteados, que passam por um processo mecânico de alongamento chamado penteadeira, têm menos tendência para formar bolinha. Esse é o caso da lã fria, por exemplo.

    Aqui no Brasil, é raro uma roupa ser fabricada com 100% da mesma fibra. Fora quando se trata do algodão, a tendência da nossa indústria é misturar diferentes materiais. As misturas de sintético com natural são uma opção bem legal para quem não quer investir tão pesado em uma peça 100% cashmere, por exemplo, mas quer ter um pouquinho de glamour natural na roupa.

    Como professora de tecnologia têxtil, claro que Tais só visita as lojas virando as etiquetas para checar a composição das peças. Avaliando apenas a questão do tecido – sem entrar no mérito estético – as lojas daqui que ela acha mais legais são Daslu, Saad e Carlos Miele. A Fê e a Cris também têm endereços certeiros para encontrar tecidos bons: Cris Barros, Erre, Flavia AranhaGiuliana Romano, Paula RaiaLita Mortari, Richards, Alcaçuz e Leeloo.

    *Juliana Cunha é jornalista e colaboradora do blog da Oficina de Estilo, que sorte a nossa :) ce pode ler outros textos dela pra Oficina aqui — e os textos autorais dela no Já Matei Por Menos, ó!


  • Sabe quando tá muito frio e a gente quer sobrepôr tricô com tricô e o look não dá certo? Ou quando um colete de malha não fica muito bom quando a gente usa por cima de camiseta também de malha? Provavelmente isso acontece porque misturar materiais e superfícies diferentes sempre funciona mais, presta atenção! Blusa de algodão com cardigan de tricô, camisa de seda com paletó de veludo, bermuda de brim com camiseta de malha, vestidinho de laise com casaqueto de linho… Texturas diferentes, usadas juntas, fazem sucesso especialmente em looks monocromáticos – e a receita pra coordenar mais de uma textura é sempre ter uma textura claramente dominante na coordenação, com as outras aparecendo menos, de coadjuvantes. Tipo quando a gente coordena estampas com outras estampas (tem aqui umas fórmulas pra coordenar sem erro – e sem medo!). Mas a direção mais valiosa é não repetir as mesmas texturas em peças muito próximas, nem uma igual sobre outra. Tem que variar!


    A gente já tava pensando nisso e quando era a hora de fazer o post, a gente olhou uma pra outra e os exemplos tavam na gente mesmo! A gente tava em reunião e a Cris tava de jeans, camiseta de algodão e laise e tricô com textura quadriculada – e ainda tinha um lenço-tudo-de-bom. Eu tava de saia de algodão espesso, camiseta de malha e tricô fino. Pra completar, a Cris tava de sandália com textura de couro de animal e eu tava de sapatilha de verniz, textura super lisa e brilhoooooosa. Era tudo super simples, mas tava bem legal por conta desses elementos – que contam pontos importantes em qualquer produção, mesmo nas informais! Vale se divertir com qualquer look, todo dia, né?!??

    (((E esse é um post original de2008 :) reeditado pra não ficar esquecido lááá atrás nos nossos arquivos — essa é uma das idéias que a gente mais exercita no dia-a-dia de trabalho com clientes de consultoria — vale repostar e relembrar geral de como a gente pode se divertir com roupa sem fazer esforço ou gastar rios de dindin.)))


  • A gente sabe o quanto um bom shortinho jeans é básico e facilita a nossa vida na hora de escolher o que vestir. Decidir o que vai acompanhar a peça não é uma missão muito difícil, afinal, quase tudo cai bem com o bom e velho jeans! Mas e se esses papéis se invertessem e o short virasse a peça principal do look? E se a gente trocasse o jeans – como tecido dessa peça tão versátil – por rendas, paetês, babados, estampas, couro, etc?

    Quando um shortinho é super incrível, com formas, texturas e materiais bem elaborados, a parte de cima pode ganhar, dependendo da nossa escolha, todo um status de coadjuvante de luxo. O ponto de partida é  pensar numa inversão de valores, onde a gente pode aproveitar toda a imponência da parte de baixo da roupa para, em contraponto, desfilar partes de cima mais lisas, simples ou básicas.

    Mais legal ainda é se dar conta que, enquanto o short jeans é básico demais pra encarar certos tipos de ocasiões, uma versão mais sofisticada dele vai a quase todos os lugares e a qualquer horário, né?


  • Monocromático bom é assim, cheeeio de texturas! E mais: pensa só que, no caso dessas texturas – longas, com movimento, com volume pra além da silhueta e tals – as melhores cores pra coordenar talvez sejam mesmo as neutras. Ou pelo menos pra quem é menos ‘iniciante’! Em cores fortes (ou mesmo em coordenações contrastantes, sem a coisa do tom-sobre-tom) essas texturas poderiam chegar-chegando, mas assim, ó, elas são só alegria. As cores-coloridas e mais intensas, por si só , já criam monocromáticos e coordenações interessantes por si só, sem precisar de elementos “compensatórios” ou “equilibrantes”. Fica a dica pra desencalhar aquela peça mais tchans do guarda-roupa ou pra experimentar uma peça nova já assim, com essa idéia!

    (post e imagens sugeridas pela mais que incrível Yasmin Araújo!)


  • Dois fatos: bolsa diz super da personalidade de quem usa e eventões elegantes não precisam de looks caretas (ou super-tradicionais-demais). Sabendo disso a gente não precisa, de jeito nenhum, deixar de ser original na hora de escolher de bolsinha de festa – é exatamente com esse pequenino detalhe que a gente pode acrescentar graça ao vestidón! Pra começar a conversa, ninguém precisa combinar a bolsinha com o vestido ou com o sapato que vai usar – nem na cor, nem no material, nem nos detalhes.

    A moda tem ajudado a gente a deixar pra trás essa vontade de fazer conjuntinhos que, no fundo no fundo, todo mundo tem (ou já teve). A quantidade de materiais novos e super descolados com que as bolsinhas tem sido feitas é incrível: tem bolsinha de metal, osso (!!!), madrepérola, tartaruga, cortiça, bambu e outras madeiras, couro de cobra, malha de metal, tecido bordado e paetizado, canutinhos e muito mais. Se a forma, a cor e a textura da bolsa acompanham bem o vestido e o sapato, pode mandar ver: o que comunica formalidade em qualquer bolsa (feita de qualquer material!) é o tamanho pequenino, o acabamento de qualidade e um fecho sofisticado. Se tem tudo isso, a bolsinha vai à festa – e se der dúvida, tem uma tabela de coordenação de materiais diferentes nesse post aqui!

    A joalheira Camila Sarpi já fez bolsinha de madeira, a Glorinha Paranaguá fez de bambu, todos os brechós tem bolsinhas de tartaruga e malha de metal (e um milhão de outras, com preços bem dignos!), a Accessorize e a Arezzo tem bolsinhas diferentonas agora nas suas lojas e essas daqui do post tão disponíveis pra comprar pela internet na OZ Store, da nossa amiga Juliana (que a gente conheceu num Encontrinho, sabia?).

    E o mais legal desse post é que essa foi uma dúvida de verdade, que surgiu na última sessão de personal shopper online que a gente fez no canal de tuíter do Shopping Cidade Jardim – dá pra acompanhar a pergunta e a resposta (tipo novela, haha!) aqui, aqui, aqui e aqui. Se alguém mais tem dúvida – de qualquer coisa relacionada a moda e estilo! – vale seguir/acompanhar o canal do shopping toda terça, das 11h às 12h, quando a gente tá online conversando com todo mundo! :)


  • No ultimo post que a gente fez falando sobre como se vestir durante a gravidez o assunto (que rendeu!!!) foi calça jeans e os vários modelos pra grávidas que existem hoje em dia. E apesar de não parecer, o jeans pra gestante acaba sendo um bom investimento!!!

    A gente acha que as roupas que compramos (ou herdamos) durante a gestação vão servir só por aqueles nove meses… Acontece que durante o período de amamentação nosso corpo ainda não voltou a ser como antes – a barriga ainda existe, infelizmente – a rotina é bem cansativa e a gente quase não sai de casa. Uma calça jeans molinha, com stretch e que não aperta na barriga vira um sonho, não é mesmo!?!

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    o primeiro modelo é o jeans que comprei e tem a pala um pouco mais curta, o segundo é o jeans com stretch que eu já tinha e que a costureira substituiu o cós pela pala. ficou ótemo e é mais longo, dá pra usar com saltinho!!!

    Outra solução (principalmente pros primeiros meses) é o “truque do elástico”!!! Olha só!!!

    Uma boa calça jeans rende um zilhão de looks – mudando a parte de cima, o sapato, a bolsa e o acessório nem parece que a gente tá usando a mesma calça!!!  Com chinelinho + top de malha + sacola + colar fica um look confortável pro fim de semana; com sapatilha + top de tricoline bem fininha + bolsa de couro + lenço fica arrumadinho pro trabalho; com rasteirinha com pedras + top de sedinha + bolsa carteira + brincão fica super feminino pra baladinha. E se a gente leva em conta o custo x benefício da peça, no final dos 12 meses valeu muito a pena!!!

     BTW acessórios são ótimos investimentos durante a gravidez. Fica pro próximo post, OK!?!


  • Como a renda rende assunto, não? Se querer fazer trocadilhos, lembra das rendas da Prada? Ou do post sobre rendas, transparências, lingeries e esse climinha mostra-esconde que aparece muito por aí? Mas muita gente pensa em renda e vai direto em dois conceitos: romântica e sexy. Aí, às vezes por causa desses clichês, tem gente desiste, ou nem considera usar uma roupa, um sapato, um material.

    E na moda é engraçado, um dia a gente acha feio e diz que nunca vai usar, no outro já é peça favorita. E jogue o primeiro cabide quem nunca se desfez de uma roupa e se arrependeu (e muito!) depois. E com a renda pode ser assim, mas não é bacana saber da versatilidade dela, mesmo que tenha gente que não use (e não queira usar)?

    renda1 (mais…)


curtimos

ideias complementares às da Oficina