28.
mai.
09.

diferenças entre stylists e personal stylists

publicado por: Fernanda

Quem é stylist e quem é personal stylist trabalha com a imagem que a roupa comunica sobre quem veste. A roupa é a linguagem que os dois profissionais utilizam pra narrar suas “estórias visuais” – o que cada um conta, e como conta, é que faz diferença. Stylists contam estórias “de mentirinha”, com personagens (modelos) e ambientações idealizadas (cenário/locação, maquiagem, luz, design, música). Na estória que o stylist conta, a roupa pode estar presa por alfinetes, pode estar colada com fita-crepe, pode não facilitar mobilidade e mais. Stylists contam estórias de moda, fazendo a gente enteder direitinho temas e inspirações e tendências e idéias vindas das pasarelas (quase sempre) – dando inspiração pra gente usar essa moda.

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Personal stylists têm que contar estórias de verdade: quem contrata esse serviço já tem uma história pra ser contada (de vida!), com ambientação também de verdade – casa, local de trabalho, rotina, hobby, deslocamentos, filhos, profissão e mais. A roupa tem que funcionar pra valer, de todo jeito. Em qualquer luz, em todo ambiente – muitas vezes durante o dia inteeeiro! Personal stylists fazem a inspiração fornecida pelo stylist se materializar, acontecer no armário e na vida de clientes – e aí a gente entende que o stylist trabalha pra moda e o personal stylist trabalha pra gente (é isso mesmo?). Personal stylists amam mais o pé do que o sapato – e essa lição a gente aprendeu quando entendeu essas diferenças!

Esse texto tem colaboração da Tati Rodrigues, que transcreveu uma aula que a gente deu na Escola SP tratando do mercado e da profissão de personal stylists. Ontem a gente fez essa mesma aula pras turmas calouras de moda daqui do Senac/SP e pensou que nunca tinha postado essas diferenças aqui no blog! Na próxima aula a gente aproveita pra fazer vídeo! ;-)

Mais de stylists e personal stylists:
O super trabalho dos stylists
Personal stylists na tv e na vida real
Biblioteca de personal stylists
Muitos links sobre stylists daqui do BR

5.
mai.
09.

oficina de estilo na paula ferber!

publicado por: Fernanda

Outra rodada de trabalho e de encontrar-amigos-de-blog na vida real! Mais uma vez a gente vai receber todo mundo na loja da Paula Ferber, aquela na Vila Olímpia que parece um pedaço de Trancoso dentro de SP. Vai ser amanhã, dia 08/05, das 13h às 18h – a Estelinha também vai, bebê trabalhadora. E sabe o que a gente nunca contou aqui? Como essa parceria começou!

colecao_paula_ferber

No ano em que a gente começou a trabalhar juntas (quando, Cristi?), a gente descobriu os sapatos da Paula. Era um ateliê pequenino (em frente de onde hoje é a loja), tinha que telefonar e marcar hora pra ir. O universo dessa criadora-de-objetos-de-desejo era tão cheio de referências autênticas, tão confortável, com tantas estórias em cada elemento – e tããão de qualidade, tão cheio de materiais nobres (e de misturas ótimas!), tão tudo… que a gente, um dia, aproveitou uma liquidação e avisou pra todas as nossas clientas que elas tinham que ir lá conhecer também. Assim, sem nem avisar à loja ou à criadora. A gente mandou email pro “mailing” (rá!), disse que estaria lá disponível pra ajudar a escolher e tals, e todo mundo foi mesmo – e nunca mais deixou de ir. A gente passou a fazer essas tardes lá em lançamentos e em liquidações por conta própria porque, desde sempre, acreditou que esses sapatos valem a pena. E sempre é uma tarde de suspiros, de lindezas e de muita conversinha boa.

PFERBER_Oficina Estilo CHILON final

E até hoje, quando a gente precisa de um sapato-bafo pra uma clienta, quando o armário sente falta de uma peça de impacto pros pezinhos, é pra lá que a gente vai. Ninguém é tão autoral, nem tão verdadeiro em relação aos temas que trabalha, nem tão fiel às proprias vontades como a Paula com os seus sapatos. E cada um deles é uma preciosidade – todo mundo repara e pergunta! Faz diferença, gente, pode acreditar. A gente admira e é feliz por trabalhar junto! Vale conhecer: vai lá amanhã conhecer também?!??

Oficina de Estilo na Paula Ferber
dia 06/05, das 13h às 18h
Rua Chilom, 276, Vila Olímpia
o telefone lá é 11 3044 0321

1.
mai.
09.

muitos colarzinhos no lugar de um colarzão

publicado por: Fernanda

Usar mais de um colar ao mesmo tempo não é novidade nenhuma, mas sempre é legal. Em tempos de maxi-colar, quem não quer seguir a tendência ao pé da letra pode prestar atenção ao que essa tendência significa e se arrumar do jeito que preferir – o principal elemento da onda dos colares grandões é a atenção ao colo, com o acessório “principal” da produção bem pertinho do rosto. Então, dois ou mais colares fininhos e delicados cumprem esse papel (o de preencher o colo e chamar atenção pro rosto). Vários pingentes juntos numa mesma correntinha também. Colares fininhos e bem diferentes também. Correntinhas coordenadas em comprimenos diferentes também. Sabe como?!??

fininhos_e_curtos

Vale coordenar formas e formatos. Corretinhas mais retas com outras de aros redondos; colares arredondados com outros em que o pingente pesa e forma um V; contas angulares com outras bem redondinhas. Mistura de materiais também dá super certo: pode combinar pérolas com continhas de turquesa, pode coordenar metais com materiais naturais, pode juntar cristais com plaquinhas de acrílico. O equilíbrio a gente alcança na “quantidade” de material que se vê: se o metal super chama mais atenção, então as pérolas podem ser pequeninas. Se a combinação é feita com dois colares diferentes de pérola, então um de cristais coloridos, menorzinho, pode ser acrescentado pra balancear o look. Vale ainda misturar temas: se a produção fica muito fofucha, um pingente mais rocker, tipo uma caveirinha (!!!), pode ser um bom par pros outros colares – o contrário também vale: se o colar tem formas de tachinha, com continhas pontudas e mais pesadas, vale acrescentar uns coraçõezinhos e laços. Tudo depende da personalidade de quem usa!

maiorzinhos

A maior sacada na hora de coordenar dois ou mais colares é a coordenação dos comprimentos. Pra usar tudo curtinho, pertinho do pescoço, é bom que as correntes sejam diferentes e que os pingentes tenham volumes que não se sobreponham demais, sabe? Se os comprimentos forem diferentes, os colares podem até ser iguaizinhos – comprimentos diferentes dão um ‘movimento’ ao look que já carrega uma interessância em si, talvez por isso todo mundo goste tanto de voltas e voltas de pérolas! Com comprimentos iguais ou diferentes, a gente pode prestar atenção nos decotes que usa: os colarzinhos coordenados podem preencher o colo (direto na pele mesmo!) ou podem emoldurar a roupa que a gente escolhe; podem fazer às vezes da gola ou podem emoldurar o decote da peça. E com tamanhos diferentes o foco pode ficar mais pra cima ou mais pra baixo – mais perto do pescoço ou mais sobre os seios. A gente é quem escolhe pr aonde que chamar mais atenção. E aí é só contar uns dois dedinhos de distância de um pingente pro outro e usar (não é regra, é sugestão!). Um bom jeito de começar é coordenando os colares sempre em quantidade ímpar: tendo mais de dois, não tem como não equilibrar materiais, comprimentos, formas e temas, entende? Sempre vai ter alguém em menor quantidade, nunca dá empate.

fininhos_e_longos

Vale também usar a quantidade ímpar pra coordenar as características dos colares com os outros acessórios – se os colares são dourados, o brinquinho pode ser prateado. Se dois colares são dourados, um outro é prateado e o brinco também é prateado, vale acrescentar um anel dourado ou prateado (pra desempatar!). Um elemento tem que se destacar claramente em relação aos outros! E quanto mais materiais formas temas comprimentos a gente acrescentar, mais interessante a combinação fica – mais “elementos de leitura fashion” a gente fornece pra serem lidos por quem vê a gente. Essa é a parte mais legal. E todo mundo pode: quem quer desviar atenção da parte de baixo (quadril maior), coordena um monte de colarzões coloridos. Quem tem a parte de cima do corpo mais larga (ombrão, peitinhos, braços cheios) pode deixar mais pele à mostra, combinar correntinhas finas juntas, encher os colares de ingentinhos (que puxem o olhar pro centro do corpo!) e sair feliz também.

28.
abr.
09.

tudo no tamanho certinho!

publicado por: Fernanda

Quando a gente quer parecer mais magrinha (ou com tudo no lugar!) a maior dica de todas, a mais valiosa, é a de comprar peças no tamanho certo. O que a gente veste tem que cair suave sobre as formas do corpo, sem marcar – o ideal é que o tecido siga a silhueta sem grudar na pele. O que a gente compra em loja não é feito pra gente, no nosso corpo e com as nossas medidas: tudo é feito com medidas-padrão, por isso é preciso personalizar (quase) tudo que a gente compra FAZENDO AJUSTES. Não tem jeito, não tem pra onde fugir. Existe chance de determinada peça cair perfeitamente, mas não é o mais comum. E quando a gente tem tempo, sai com paciência e com disposição de achar o que o mercado oferece de melhor, é fácil prestar atenção em repuxados, preguinhas, ajustes que podem ser feitos e mais. Mas como todo mundo tem aquele momento de pressa e ansiedade – em que um monte de coisas podem passar batidas dentro de um provador afobado! – vale repassar a listinha aqui embaixo pra manter esses “ítens” fresquinhos na mente. E aí, é só ajustar, ou provar em outro tamanho (e ajustar de novo), ou escolher um outro modelo (e ajustar mais uma vez!) e sair feliz, com o caimento mais impecável que se pode ter – que além de emagrecedor é também muito elegante. Olha só:

jessica_simpson

A PEÇA TÁ MUITO GRANDE QUANDO…
…os punhos ultrapassam super a linha dos pulsos
…a costura dos ombros fica caída, na frente ou atrás
…fica um sacão de tecido na parte da frente, na altura da virilha (um pouquinho sobrando não tem problema!)
…a costura lateral da peça, na altura do quadril, fica arredondada e muito longe do corpo
…faixinhas e cintos fazem engruvinhar tecido de sobra na altura da cintura
…a alça do sutião fica à mostra no decotón (a não ser que a peça tenha sido feita pra deixar ombros à mostra)
…o decote mostra mais do que devia, ou se abre (tipo pra frente) quando você se senta
…a linha da cintura fica muito abaixo da cintura de verdade
…você se olha no espelho e não sabe onde tão os seios, onde tá a cintura, onde tá a virilha, onde tá nada
…tem tanto tecido na parte das coxas que uma calça reta fica parecndo uma “cenoura” (rá!)
…as alcinhas ficam caindo dos ombros o tempo todo
…a saia vai rodando na medida em que você anda/se move
…a peça forma uma pregona nas costas, logo abaixo da gola, com a sobra de tecido (sinal de que a parte de baixo tá super longa ou que a gola tá super alta)
…você consegue sair da peça sem abrir nenhum zíper botão ou fecho

A PEÇA TÁ MUITO PEQUENA QUANDO…
…marca a virilha com voltinhas e reentrâncias (uó)
…marca atrás a ponto de se ver nitidamente a forma da calcinha ou do sutiã (uóóó)
…o tecido acompanha a voltinha do bumbum e segue grudado na parte de trás da coxa (não pode!)
…a cintura fica espremida dentro da peça e a barriga “explode” com volume a mais dos lados, logo em cima – tipo um muffin
…os braços não se movem direitinho (muitas vezes não precisa “se abraçar” com folga – sabe como?, mas tem que se mexer com conforto)
…as mangas longas ficam curtas
…as costuras dos ombros ficam mais perto do pescoço do que do braço
…as cavas ficam desconfortavelmente próximas das axilas de quem veste (isso até machuca, né?)
…os botõezinhos da frente, quando fechados, formam buraquinhos entre eles sobre os seios ou sobre a barriga – querendo explodir!
…o busto fica achatado pra conseguir caber dentro da modelagem
…a blusa/camisa pula pra fora da calça/short/bermuda com um mínimo movimento – ou quando você simula um abraço e a camisa/blusa deixa a barriga à mostra
…a saia ou o vestido sobre incrivelmente quando você se senta
…quando na hora de vestir, uma peça com citura no lugar parece milagrosamente ter mudado pra ‘cintura alta’
…os bolsos nunca parecem fechados, “assentados”
…as costuras repuxam ou parecem forçar
…o zíper fecha com dificuldade, precisando de força pra subir (ou descer)
..você não consegue respirar direito

24.
abr.
09.

acessórios: o que combina com o que

publicado por: Fernanda

Isso daqui não é uma regra universal, gente. É uma direção que a gente entrega pras nossas clientas e que pode ajudar na hora de escolher coordenações possíveis entre bolsas e sapatos. É assim: sabe que há tempos que usar conjuntinho, tipo sapato igualzinho à bolsa, tá meio “em baixa”, né? Menos por causa de moda e tendências, e mais porque a gente vive nesse tempo em que exercitar criatividade e originalidade é super importante pra ter estilo próprio, único, pessoal. Então, se o mercado de moda oferece mil materiais e superfícies e texturas pras bolsas e sapatos que a gente adora ter, porque não fazer as combinações mais legais de todas, né? Olha só:

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COURO LISO COMBINA COM
couro liso em outras cores, couros com outras texturas, com nylon, com superfícies de pêlos, com tecidos espessos (algodão grosso, lona, tecidos de decoração, tipo isso), com camurça, com verniz e com couros metalizados

TRESSÊ COMBINA COM
couro liso, camurça, com pelinhos (tipo de animais), com tecidos espessos e de peso médio (só não vale tecido leve demais!), palha e alguns metalizados – medindo os “graus de formalidade” de cada um!

CAMURÇA COMBINA COM
couro liso – com aparência mais leve! – e com couro com texturas, com pelinhos (onça, zebra, girafa, whatever!) e com tecidos

TECIDO COMBINA COM
camurça, couro liso (de aparência leve!), palha, tressê, nylon, verniz, plástico e alguns couros com textura (com cara de não-pesados, sabe como?)

VERNIZ COMBINA COM
couro liso, couro com texturas, nylon, tecidos e alguns plásticos (cuidado pra não ficar tudo “emborrachado demais”!)

METALIZADOS COMBINAM COM
couro liso, alguns couros com textura (de novo, cuidado pra não exagerar), tressês mais elegantes, tecidos finos e bem levinhos

METAIS E TACHAS COMBINAM COM
couro liso, couro com texturas, metalizados, verniz e algumas camurças (mais escuras e pesadas, talvez?)

PLÁSTICO COMBINA COM
couro liso, tecidos (todos: leves, médios e mais pesados), camurça e alguns tipo s de verniz

COUROS TIPO DE ANIMAIS
são todos esses mencionados nos outros itens como “couros com texturas”: vale cobra, onça, crocodilo, avestruz, girafa, zebra e mais – tem variações com pelos ou não, com relevos ou não, etc etc etc!
COMBINAM COM
couro liso, metalizados, tecidos, alguns tipo de verniz, alguns tipos de camurça, nylon, algumas palhas

Quando a combinação rola com “alguns tipos de tal material” o peso visual de cada material envolvido no look é a direção mais importante – clica pra ler o post do peso visual e lembrar de como funciona, é fácil e bem legal. E tem mais materiais no mundo, e mais combinações. De novo: isso não é regra, é sugestão! E a gente pode aperfeiçoar a sugestão e ampliar as possibilidades conversando mais nos comentários, não?

24.
abr.
09.

oficina no alexandre herchcovitch de novo!

publicado por: Fernanda

Lembra que tempos atrás teve eventinho na loja do Alexandre Herchcovitch com a Oficina de Estilo (clica pra lembrar)?!?? Pois vai ter de novo! A coleção apresentada na última edição do SPFW tem um tema super complexo, que mistura referências tipo caos urbano e metrópoles, punk alemão, cubismo, musas cubistas e mais E tudo isso aparece nas roupas em forma de estampas, de recortes, de torções, detalhes e outras intelgiências fashion. Hoje, das 16h às 20h, a Oficina de Estilo – em forma de Fernanda, que a Cris tá de licença maternidade! – vai estar na loja pra enxergar, junto com todo mundo, como essas referências aparecem em cada peça da coleção. A idéia é passar tempo junto, ter uma desculpa-fashion pra encontrar amigos e ainda ter descontito pra levar pra casa o que for mais legal. E cada ida ao provador vai ser uma aulinha, tem personal stylist na loja é pra isso mesmo, né? Anima, foge do trabalho e dos compromisso e passa lá. Da outra vez foi super legal (clica pra ver como foi!), dessa vez tem tudo pra ser legal assim de novo!

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To esperando todo mundo de coração aberto!
Oficina de Estilo no Alexandre Herchcovitch
dia 24/04, das 16h às 20h
Rua Haddock Lobo, nº 1151, Jardins
(entre a Franca e a Tietê)

23.
abr.
09.

(quase) todas as saias do mundo!

publicado por: Fernanda

Numa época em que a gente trabalha mointo e tem bastante responsabilidade, um top jeito fácil e rápido de ficar feminina é usando saias – que têm tudo a ver com nosso lado mulherzinha, já que para os meninos usar saias  ainda não é assim… super ok (clica que é muito legal!). Saia é tipo ‘feminilidade instantânea’. Existem bilhões de modelos, e aqui tem uma listainha com os que a gente mais vê/experimenta na vida real nos últimos tempos. Vamos achar as nossas preferidas?

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retinha, tulipa, godê, lápis, enviesada e em A: todas essas sainhas foram desenhadas pro livro do xico gonçalves, abc da moda ;-)

Saia tulipa: o Pierre Cardin criou em 1957 um modelo de saia em que as preguinhas ficam perto do cós e somem na parte de baixo da saia -  o volume, então, fica na parte de cima do look, e na parte de baixo a saia fica mais sequinha. Bem boa pra moças bem magrinhas, já que cria volumes – tipo no bumbum e nas coxas!

Saia godê: é o modelo que mais precisa de tecido pra ser feito! A saia super rodada, com mointo volume, ficou famosa na década de 50 por conta do New Look do Dior – e rodopiou muito nos corpinhos das moças que dançavam o rock n’ roll daquela época. É cortada como um grande círculo, com um espaço no meio pra envolver a cintura de quem usa!

Saia evasê: também é conhecida como a saia em A, ou seja, mais ampla na parte de baixo do corpo. Na teoria é a saia que mais disfarça quadril grandinho – na prática todo mundo tem que experimentar tudo, e com a mente aberta!

Saia enviesada: super romântica, super fluida! Sabe quando o tecido é cortado na diagonal e não na direção da trama dos fios? Se a saia é costurada dessa forma, enviesada, ela cria a sensação de silhueta violão – por isso é um modelo ótimo pra meninas com formas retinhas.

Saia envelope: a saia tem três partes (quase iguais), uma fica atrás e as duas outras se sobrepõem na frente da peça. Dependendo do fecho pode acrecentar volume bem na barriguinha – a parte boa é que quase sempre esas saias são bem sequinhas e acabam afinando o quadril. Mointo boas pra usar com camisetas (ou outras partes de cima quaisquer!) por dentro.

Saia reta: a mais clássica de todas e a que combina com quase todos os tipos de corpo! A saia reta é bem boa pra ser coadjuvante dos tops mais bafo que a gente tem no guarda-roupa – e Carine Roitfeld apareceu linda com uma versão jeans, tempos atrás (lembra?).

Saia lápis: é a saia que afunila desde a cintura até o quadril e as coxas – mas é diferente do modelo “tulipa” porque não cria volumes na cintura. Como ela é mais justa do que os outros modelos, fica mais legal em quem tá com tudo em cima, sabe como?

E tem mais modelos, tem mais jeitos de usar, tem mais opinião e dicas pra dividir. Vamos continuar esse post nos comentários?!? Juntos?!?? ;-)

22.
abr.
09.

jeitos de parecer (um pouquinho!) mais alta

publicado por: Fernanda

Pra todo mundo que é do nosso grupo e queria uns 5cm ou 7cm a mais! Saltão, plataformas e anabelas ajudam, claro, mas tem uns detalhes que acrescentam altura aos nossos looks. percebam, amigas, que não é o caso de se olhar no espelho e se espantar: “noooossa, como eu to alta” – não é isso. Os efeitos desses truques acabam sendo inconscientes, o olho de quem olha a gente percebe uma silhueta mais alongada e longilínea, fazendo com que PARA O OUTRO a gente pareça mais alta. Bora prestar atenção e tentar:

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• Pensa que o que emagrece também alonga. Então o caimento ideal pra tudo nessa vida é o que não é tão justo que grude na pele, mas também não é tão folgado que não mostre formas. Tudo que acompanha a silhueta de um jeito soltinho ajuda a crescer.

• Super truque: acrescentar pontos de atenção na parte de cima da silhueta: golas coloridas, brincos que brilham, make incrível, tiaras e acessórios de cabelo – tudo que faz todo mundo olhar pra cima quando te vê também “puxa a silhueta pro alto”!

Look em monocromático ou em tom sobre tom – com a parte de cima mais clara e colorida. Vale especialmente pra coordenações de proporções diferentes e comprimentos intermediários, tipo calças com pernas muito largas, saias na altura dos joelhos, cardigans mais longuinhos, capinhas 3/4, batas compridinhas e mais.

• Tudo que é detalhe vertical e chama atenção pro centro do corpo, fazendo o olho do outro ver a gente de baixo pra cima, alonga a silhueta: camisas com fileiras de botões ou vestidos chemise, estampas verticais, decotes em V (super alongadores!), casaquinhos e cardigans usados abertos, lenços soltos so longo do torso, tipo isso, sabe?

• Proporcionalmente o corpo humano ideal tem as pernas longas. Então alongar visualmente as pernas ajuda a gente inteira a parecer mais alta. Quem quer alongar pernas evita cavalo baixo e modelagem sarouel, barras italianas ou contrastantes, sapatos e meia-calça em cores diferentes, comprimentos entre os joelhos e o tornozelo, etc etc etc.

• Peças que alargam e que dão sensação de horizontalidade também não ajudam: boleros, cintos largos, faixas tipo óbi, sandálias e sapatos com amarração no tornozelo – o esforço é mover o olho do outro de baixo pra cima, e não de um lado pro outro!

• Truque super atual: shortinho e sainha e vestidinho curtos com sapatos beeeem nude, em couro natural ou vinil quase no mesmo tom da pele! Mega alongador de pernas e deixador de pessoa mais alta!

• Calças com pernas sequinhas e retas alongam beeem mais que as soltonas e afuniladas da moda e agora: quse sempre o tradicional também é mais emagrecedor e alongador! Quase uma regrinha, néam?!?? ;-)

16.
abr.
09.

para as magrinhas que querem parecer mais gordinhas

publicado por: Fernanda

A Karla Girotto uma vez falou que “a moda dá fantasia para o dia-a-dia, e qualquer tamanho de corpo tem direito a isso”- a gente não podia concordar mais. E sempre se tem notícia dessa ou daquela marca resolver fazer numerações maiores, e a gente tá sempre querendo “afinar a silhueta”, alongar, parecer mais magra, com menos quadril, com a pernoca mais fininha… mentchira? Não, né?!?? Pois de um tempo pra cá a gente tem recebido emails e comentários de meninas magrinhas e altas, reinvindicando dicas pra elas também, protestando contra a nossa atenção às gordinhas em detrimento das magrinhas.

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essa atrás do milkshake de nutella sou eu, amigos, a Fê. esse post nunca seria pra mim!

Primeiro a gente quis matar essas fofas que jogam na nossa cara que querem parecer menos magras (e a gente aqui em regime constante, nonstop). Mas ok, é verdade, é super difícil achar numeração pequenininha que a gente sabe: já tivemos uma cliente (linda!) com tamanho 34 e nunca trabalhamos tanto. Como peças específicas em tamanhinhos pequenos são mais difíceis, a gente resolveu juntar um monte de ‘truques ao contrário’: tudo que a gente sugere como solução pras fofas parecerem menores, aqui a gente vai inverter pra fazer as magrinhas felizes. Let’s:

• Quanto mais cortes horizontais o look tiver, mais baixinha e cheinha a silhueta vai ficar. Tipo comprimentos intermediários (bermudas, calças corsário, saias, batas mais longuinhas e túnicas, decotes horizontais, mangas nos cotovelos… Dá pra cortar a silhueta também com cintos em cores contrastantes do look e com faixinhas na cintura (por cima da camisa ou do cardigan, sabe?).

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• Evitar monocromático e formar ‘blocos de cores’ é outro “preenchedor de silhuetas” super eficaz. Tipo parte de baixo em cor contrastante e diferente da cor da parte de cima do look. Tipo preto e branco, amarelo e cinza, azul e laranja, marrom e creme, etc etc etc. Quando as cores são coloridas e vivas, então, melhor ainda! Que sempre tons neutros retraem volumes (visualmente), e cores luminosas expandem.

• Usar e abusar de texturas e estampas ajuda a criar a ilusão de volume. Tipo malhas com trama espessa, estampas coloridas e espaçadas, aplicações e volumes e babados e franjas (adoro!), brilhos e tecidos lustrosos, penas e plumas (diz que super vai ter, sabia?), tecidos fofinhos, com aparência de tear, tweeds e afins… tudo isso dá uma engordadinha linda na silhueta. Dá pra manipular usando só na parte em que se quer mais ‘aumentar visualmente’: quem tem quadril pequenininho e ombros maiores, usa texturas e estampas embaixo; quem tem ombros pequenos, peitinhos micro e quadril maiorzinho, usa texturas e estampas em cima.

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Sobreposições super moldam o tipo físico do jeito que se quiser moldar, mesmo no tempo não-frio. Usar muita coisa, tudo em cima de tudo, sempre cria volumes e curvas, né? Tipo jumper com camiseta, camisa mais longuinha e coletinho curto por cima, vestido e bermuda, camiseta e cardigan, vestidinho e jeans, lenços longos sobre regatas, tudo arrasante pra magrinhas. Bolsas que cruzam, com formatos fofos e mais gordinhos, também acrescentam volume à silhueta.

Sapatilhas sem salto ou com saltinhos micro também colaboram. E sapatos com frentes arredondadas (ou quadradas) fazem parecer mais baixinha do que os que têm frentes alongadas ou pontudas (mas a gente tá numa fase bem não pontuda mesmo, não?!??). Sabe o que mais? meias opacas e com texturas. Botas que enrugam o cano e ankle boots, então, uma beleza pra engrossar pernocas.

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A gente escoheu ilustrar o post com mil imagens da Mischa Barton porque, na conversa pra confeccionar essa listinha de dicas, ela pareceu a magrinha que mais se veste pra parecer menos magrinha. Repare, inclusive, que em mais de uma imagem nossa celebrity magrinha aparece com um ou mais cafés bem gordinhos nas mãos – super pode ser mais uma tentativa de “preencher a silhueta”, não?!?? =)

Esse post foi postado pela primeira vez no finado BlogView em 11/09/07, coletivo de blogs que funcionou só naquele ano. No link tem 14 comentários ótemos, todos de gente muito legal que frequentava aquele espaço bom com a gente. ;-)

15.
abr.
09.

mil links em defesa dos cardigans

publicado por: Fernanda

A gente aqui na Oficina é usuária voraz de cardigan e faz campanha contra essa idéia de que “é roupa de velhinha”. Especialmente agora, em tempo de outono e de temperaturas diferentes num mesmo dia, os cardigans podem ser peça-chave de looks bons e funcionais. Então vamos listar aqui tudo que o cardigan oferece de bom pra humanidade (rááá!) e a lista pode crescer com os comentários. Let’s, pessoal:

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todo mundo moderninho usa, como pode ser de velhinho?!?? ;-)

• cardigans são levinhos e podem ser frescos ou bem quentinhos, dependendo do material: frescos se feitos em algodão e misturas com viscose ou quentinhos se confeccionados em lã e cashmere
• os quentinhos são ótemos pra looks de frio-de-verdade porque aquecem sem acrescentar volume!
• eles vêm do guarda-roupa dos meninos, então são perfeitos pra coordenar com peças bem fofuchas e brincar de masculino/feminino
• super substituem bem as pashminas e estolas em festas super formais, acompanham lindamente vestidóns e roupas sofisticadas
• acompanham tendências de moda – nessa temporada tem, além do blazer-do-namorado e do jeans-do-namorado, o cardigan mais longuinho e fino também, como se fosse do namorado!
• cardigan também é tela em branco pra gente usar broche: dá pra fechar a peça de um jeito assimétrico – a gente fez no vídeo aqui embaixo! ;-)

• é fácil de carregar na bolsa, mas também pode acompanhar a gente na cintura, nos ombros e até no pescoço (clica pra ver o vídeo ensinando a amarrar como lenço/cachecol!)
• é ótimo pra fazer sobreposições, super boa desculpa pra acrescentar cores e texturas num look simplinho demais
• é versátil e pode ser zéxy se usado como blusa, todo fechadinho, ou – mais legal ainda! – como uma blusa bem mudérna, usado de trás pra frente (a Denise Dahdah, editora de moda de Quem Acontece, ensina como! E usa na vida real!)
• é o melhor complemento pra disfarçar braços gordinhos e ainda dá uma afinada na silhueta quando usado aberto, criando duas linhas verticais no torso

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esses daqui são da C&A, todos barateenhos e bem mudérnos! ;-)

Agora vocês, nos comentários, valendoooooooooooooooooooooooooooooooo!

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.