16.
nov.
09.

CORES ESCURAS E FRESQUINHAS

publicado por: Fernanda

Se a gente coordena cores claras e escuras num mesmo look, uma cor intensifica os valores da outra – especialmente no verão. Tipo, num dia de calorzão, um look claro-e-escuro pode fazer a cor escura pesar no look, se a gente compara essa cor com a clara. Daí que esse exemplo de coordenação de cores aqui embaixo pareceu fazer um super sentido pra dias assim: no lugar de inserir uma cor clara, “com cara de verão”, o look do calor ficou mais fresquinho só com cores escuras! Todas parecem fresquinhas por conta do caimento soltinho, dos tecidos naturais (tudo aí parece algodão, né?) e o azulzão, o vinho e o verdão não ‘pesaram’ por estarem juntos!

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E aí pensa que o verdão, o vinho e o azulzão podem aparecer em shortinho, camiseta solta e lenço fino; ou em vestidinho, sapatilha e bolsa; ou em macaquinho, regata por baixo e tiara… mil jeitos. Só da gente quebrar o padrão “cores claras e coloridinhas” pro verão, o look já fica mais original. Pra todo mundo experimentar coordenações de cores escuras e neutras mesmo no calor, desde agora! ;-)

29.
mai.
09.

fórmulas boas pra um inverno mais-ou-menos

publicado por: Fernanda

De uns dois anos pra cá o invernão deu uma trégua e não apareceu tão gelado – pelo menos aqui em SP. Agora que tá pertinho da estação fria começar, a gente tá sentindo que vai ser assim de novo e que a gente vai ter uma meia-estação de verdade, nem tão fria e nem tão quente. Nas últimas compras que a gente fez com clientes, então, as fórmula que mais têm funcionado são essas daqui – olha só:

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SOBREPOSIÇÕES DE PEÇAS LEVES E MÉDIAS
Imagina uma camiseta de algodão fino, com mangas longas, usada por baixo de um cardigan fininho e de uma jaqueta de peso médio – dessas que protegem do vento fresco em dias quentes e que aquece quando sobreposta assim, desse jeito. Nem precisa ser só jaqueta: quem usa camiseta com manguinha longa como base pode acrescentar lenço/pashmina, pode usar coletes em tricô e lãzinha, pode levar um cardigan na bolsa e acrescentar jaqueta leve/média, capinha, mini-trench-coat ou uma malha menos fina que o cardigan (pra substituir). Tudo fino assim, sobreposto, não acrescenta volume e fica mais charmoso – a idéia de pele é mais próxima do que quando a gente usa peças pesadas e fechadas demais, e pele é sempre bom, né?

PELE À MOSTRA, OU SÓ ESSA SENSAÇÃO
Já que não tá tão frio, a gente pode se manter bem feminina escolhendo manter sempre um pedaço de pele à vista, nem que seja pequenininho ou disfarçado. Vale decote (tipo em calça, sapato fechado, camiseta com decote, lenço sobre o torso – sem cobrir o colo – e capinha usada aberta); vale pulsos e antebraços (tipo em mangas longas que a gente repuxa até o cotovelo, sabe?); vale pernocas (cobertas por meias-calças no lugar da calça, dependendo do frio!); vale pezinhos (look inteiro de frio com sandalinha não é um charme, pra quem consegue? a gente adora!). Faz com que a gente esteja coberta mas nem tanto, quentinha e confortável mas cheeeeias de boas intenções (!!!).

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SAPATOS PESADOS
Reforçando a coisa da pele à mostra, os sapatos mais fechados e pesados que mais têm a cara desse inverno ficam mais legais com partes de baixo curtinhas. Tipo bermuda com assandalhado, shortinho em alfaiataria com meia-calça e botinhas curtas, tipo saia curtinha (ou midi, ou no joelho) com peep-toes com saltos espessos e meia-pata, sabe? Esses sapatos são pares perfeitos das meias opacas do frio, atualizam o look e ainda aquecem os pezinhos por cobrirem mais que sapatilhas, por exemplo.

CASACÃO PARA DESLOCAMENTOS
E aí, a gente sabe que dentro dos lugares vai estar quentinho – dentro do trabaho, dentro da casa dos amigos, dentro do cinema e tals. Entre uma coisa e outra é que esfria de verdade: saindo de casa e entrando no carro, esperando o metrô/ônibus, na caminhada de um lugar pra outro… pra isso a gente pode ter um casacão-power (um só!). Pra carregar durante o dia e só vestir nesses deslocamentos, pra chegar e pra sair. Um casacão que seja quente de verdade, que protega de vento, que tenha uma gola bacana pra deixar pescoço e orelhinhas aquecidas, que seja compridinho e que dê certo com tudo que a gente tem no armário – rende todo um novo post, né?!??

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E aí, do mesmo jeito que cada cliente nossa (e até a gente!) teve essas fórmulas personalizadas com os materiais, caimentos, barras/comprimentos, cores e acessórios que mais têm a ver com cada uma, todo mundo pode ‘customizar’ essas direções também. A gente tá experimentando todo dia de manhã, na hora de se arrumar, e tem dado certo! Vê se pra você funciona também.

Mais info dessas idéias aqui:
Os looks de frio-e-calor das leitoras
Coordenações de materiais e texturas diferentes
Cores nos casacos e nas sobreposições
Lista de fórmulas boas da Oficina

27.
out.
08.

dignidade no mega calor, parte II

publicado por: Fernanda

No verão passado a gente fez um post com esse título aí, amigos, “Dignidade no mega calor”. E o verão passado, pelo menos na nossa lembrança, tava fresco perto desse que tá vindo – beeeem mais quente! Junto com isso a gente pode juntar nossa experiência nesse último ano (nossa mesmo): nosso trabalho mega aumentou, nossos clientes se diversificaram (super pro bem!) e a gente tem guarda-roupas profissionais diferentes hoje, um pouquinho mais sofisticados- menos informais. Mas calorzão é imperativo, amigos, então a gente continua fofinhas e confortáveis, mas preparadas pra (não) suar e pra (não) perder um tiquinho de elegância sequer pro tempo quente. Sandalinhas à postos, pezinhos de fora, vamos dividir atualizações, então?!??

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A moda tem sido amiga e moooointas vitrines têm mostrado casaquinhos com mangas curtas (em versão tipo camiseta, ou nos cotovelos, ou mesmo 3/4). Esses casaquinhos têm modelagem mais soltinha no torso e mesmo nas mangas (tem pouca coisa acinturada!) e são feitos em materiais leves e naturais, tipo sarja, brim fino, algodão e até renda (de bilro), crochê abertão e tricô vazado. Super leves, essas peças contam como a terceira peça do look e não adicionam calor – tem que ser ventilado, tem que ser soltinho (que tudo que gruda na pele fica melado no fim do dia, em contato com pele suada, neám?). Mais: comprimentos curtos em barras e mangas de casaquetos dão chance de coordenar proporções de maneiras mais criativas, lembra?!?? A gente imagina esses casaquetos com regatas bem levinhas/fininhas por baixo, tudo bem fresquinho, tudo em materiais naturais de qualidade. Também vale usar colete como terceira peça, né, gente, bem “bracinhos de fora ventilando o look”. E aí, nessa mesma motivação de peças fresquinhas em tecidos de qualidade, bermudas e saias podem substituir calças compridas e deixar as pernocas ao vento, não?!??

Mais de uma moda “ajudadora”: a gente tem visto muito linho em muitas coleções, com um caimento novo e bem fino (ventilaaado!) e também misturado com outros tecidos (tipo algodão e seda) – tem na Isabella Giobbi, na Zara, na Huis Clos e na Lilla Ka (alguém viu mais?!??). Bom de misturar linho e outros materiais (na composição do tecido) é que acaba amassando menos, sabia? Amarrar lenços também dá aquela sofisticada no look, e o segredo pro verão é amarrar longe do pescoço, mais sobre colo-ombros-seios. Fica super lindo com regatas, de bracinhos de fora (de novo!) e funciona como uma gola: daí além de sofisticar, já encaixa o look num outro “degrau” de dresscode. Extras: prender o cabelo no calorzão é um recurso incrível de estilo (e de praticidade), então vale já sair de casa com ele arrumadinho, preso com decência, pros fios não despencarem ao longo do dia. Parcimônia também no make, né gente, que nossas carinhas bonitas não precisam derreter por calor nenhum desse mundo. =)

E a gente vai, durante toda essa semana, fotografar amigas, clientas e gente bacana na rua (na chuva e na fazenda também) – todo mundo com looks bons de calorzão. Porque não tem inspiração melhor que a própria vida, que gente como a gente, não é?!?? Vai tudo pro Flickr, fica de olho. =)

13.
out.
08.

reaprendendo a se vestir (parte 2)

publicado por: Cristina

Logo no começo da minha gravidez eu fiz uma viagem de 20 dias em Portugal e a previsão do tempo era de calor tipo 40 e poucos graus. E logo no começo da gravidez (e depois eu aprendi que não é só na minha) eu perdi cintura e ganhei centímetros no quadril e bumbum!!! Sem nenhuma roupinha de verão que me servisse pra colocar na mala, fui obrigada (ai, que dó, né!?!) a fazer umas comprinhas. Aproveitei pra já investir em peças que fossem servir, se não em toda, em boa parte da gestação.

A gente tinha meio que acabado de atender uma cliente grávida já de 7 meses e estudado bastante sobre o assunto – que acabou até rendendo um post muito legal no blogview. Munida de toda essa teoria fui tentar na prática, comigo mesma, o que ia funcionar ou não pro meu novo corpitcho…

A primeira peça que tive vontade de provar (e que continua me salvando) foi o vestido mais soltinho. E não é qualquer vestido que dá certo! O vestido ideal pra gestante – ou pra quem quer parecer mais magra e se sentir confortável – precisa ter decote que deixe o colo a mostra, um pouco de manguinha, precisa não ter a cintura marcada, ser feito de malha ou de tecido natural e ter comprimento perto do joelho.

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e o melhor vestido é aquele que variando os acessórios vai a qualquer evento e qualquer ambiente!!!

Calças confortáveis, de amarrar, em tecido mais molengo e leve também são super importantes da hora de montar o “mini-guarda-roupa” de gravidez. Essas calças ficam ótimas com camiseta e teninhos no fim de semana pra ir até a feira e ficam lindas com uma jaquetinha bacana ou top de tecido plano e rasteira pra programinhas mais lights.

Pra completar minha mala perfeita investi em um top bem evasê em tecido plano (liiiiiiiindo), dois tops de malha longos – pra caber o futuro barrigão – um tricô leve e soltinho, uma bermuda larguinha e dois tamanhos maiores do que costumo usar, um jeans masculino (jeans pra grávida merece um post, não é mesmo!?!) e um foulard/faixa de tecido bem fininho que funciona como cinto. E acreditem, NE-NHU-MA dessas peças foi comprada em lojas de grávida, tá!?!

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buscar inspiração é um exercício super saudável pra fazer antes de sair comprando

Moral da história? Compras pensadas e planejadas rendem peças que coordenam com muitas outras peças do nosso guarda-roupa, trazem versatilidade e praticidade pro nosso dia-a-dia e evitam ressaca moral do tipo “onde eu tava com a cabeça quando comprei isso”, sabe!?! Todas essas peças que eu aproveitei pra comprar num determinado evento – e foi tudo em liquidação (!!!) – eu uso muito mesmo 4 meses e 4 quilos a mais depois!!! Não é ótimo?

Os acessórios deixei pra comprar na viagem, porque eu não sou boba nem nada!!! E é assunto pro próximo post, OK!?!

2.
out.
08.

roupa de ficar em casa

publicado por: Cristina

Toda vez que a gente ajuda uma cliente a organizar e planejar o guarda-roupa a gente explica a importância de separar um pedacinho dele só pras roupas de usar em casa!!! Porque em casa a gente quer praticidade, que ficar bem confortável, mas isso não quer dizer que a gente tem que ficar com cara de desarrumada, certo!?! Fora que se o nosso “homewear” é bem bonitinho a gente não precisa ficar constrangida de ter saído de casa “desse jeito” quando encontra alguém na ida de 5 minutos até a padaria!!! Olha só o que a cliente poderia ter evitado.

Homewear não é roupa velha e rasgada, também não é aquela peça que a gente nunca se sente bonita quando veste, também não é roupa de trabalho que a gente já usou demais. Homewear é roupa em tecido gostoso e molinho, que não aperta, que fica soltinho, que permite movimentos, que deixa a gente bem quentinha (no frio) ou que não deixa a gente passar o maior calor. Pode ser calça de moletom ou de plush, pode ser camiseta ou top de malha, pode ser vestidinho de visco, pode ser canguruzinho, pode ser shortinho jeans, pode ser cáftan, pode ser sapatilha, tênis ou melissa… Mas o ideal é que seja bem conservada, em cores que deixam a gente bonita, em modelagem que favorece o nosso corpitcho. O principal é que seja um modelito que, se surgir um convitinho pra almoçar ou se alguém fizer uma visita surpresa, não deixe a gente passar vergonha.

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roupa de ficar em casa não pode ter cara de roupa de trabalho, né!?!

Uma das coisas mais bacanas que a gente já ouviu de uma cliente foi que, depois de passar pelo trabalho de consultoria de imagem, ela aprendeu a se arrumar PRA ELA MESMA – é esse o espírito!!! E a gente já percebe que tem um tanto de gente se preocupando com isso também. A Clô Orozco (de quem a gente é muito fã) criou uma linha só de roupas muito confortáveis pra ficar em casa – ou pra ir na padaria, pra casa de campo, pro brunch de domingo, pra farmácia – que chama Huis Clos, (se fala Huis-Clos-vírgula). E super dá pra montar nosso “kit homewear” na Zara, na Hering, na Marisa… e em mais.

Quer tentar? Essa é uma listinha de peças que super funciona (pra gente e pras clientes): 1 calça de moletom ou de plush, 2 camisetas de manga curta, 2 camisetas de manga longa, 2 regatinhas de algodão, 1 vestidinho de malha, 1 calça de amarrar ou de elástico bem fresquinha, 1 canguruzinho, 1 short ou bermuda jeans ou de amarrar, 1 cardigan quentinho. Depois conta pra gente aqui se deu certo!

1.
set.
08.

todo mundo de três peças no calor!

publicado por: Fernanda

Voltamos do Rio, amigas, e o conteúdo desse post veio com a gente de lá. Que a gente se achava espertinha de ter usado a fórmula das três peças (pelo menos!) no look durante o frio do inverno, mas espertas são as cariocaish, que usam no calor! Quando a gente coordena três peças (e não só calça e camiseta, por exemplo), mesmo um look mais informal fica mais elegante. E as meninas do Rio tão bem usando três peças em tudo, o tempo todo. A gente a-mou aprender e já tá usando! =)

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umas graças: a vendedora fofa da tidsy, manequim na vitrine da qguai, manequim na frente da eu com elas, nossa clienta-carioca que não atendeu ao telefone quando eu ia pedir pra postar a foto e a moça fofa que a gente encontrou na rua, de jaquetinha num dia de solzão!

Pois se aqui, no frio, a gente usou mointo cardigan e jaquetinha e pashmina (como cachecol) pra acrescentar a terceira peça no look, lá no RJ as moças super usam lenços muitos lenços, bolerinhos, mini-jaquetas (mais curtinhas, com mangas 3/4), coletes, complementos feitos de renda (ADORO) e mais. Acontece que os lenços sempre são finos, feitos de material natural tipo algodão e sedinha – então super não esquentam! – e os cardigans também, e esses são tão levinhos que muitas vezes são também transparentes (vai ter post só sobre eles!).

Vejam, amigas, que nas fotos só dá lenço. Mas tem várias fórmulas, e a que a gente mais curte é a que tem lenço com regata! E se a gente pensar bem, o look com short e jaqueta é equivalente à usar regata (ou top tomara que caia) e calça jeans – um cobre as pernocas e deixa braços de fora, o outro cobre braços e deixa pernocas de fora: tem pedaços do corpo fresquinhos do mesmo jeito! E no caso da clienta, vejam bem que o que ela usa no pescoço é um lenço palestino! Que se feito em algodão, serve como terceira peça no calor e ainda permite criar boas coordenações de estampas!

Por aqui a gente vai tentar esses mesmos looks com lenços e pernas e braços de fora – na gente e nas clientas! – e também vai testar tudo com shortinho, com bermuda, com sainhas curtas e no joelho. E gente, vale também coletinhos tipo alfaiataria, coletinhos tipo de crochê vazado e (incríveis) coletes em renda de bilro. Por fim, colares bafo e super cintos, quando se destacam bem no look, também contam como terceira peça, sabia?!??

3.
jul.
08.

todo mundo de três peças

publicado por: Fernanda

A Cris tava conversando com uma amiga-senhorinha e ouviu isso: “Foi-se o tempo em que as pessoas eram chiques e usavam três peças, não é meishmo, Cristina? Todo mundo só de calça e blusa, calça e blusa, calça e blusa…”. Que na época das nossas avós era super comum montar o look com três peças: com blusa, saia e paletozinho; com calça, camisa e cardigan ou saia-calça, camisa e colete (tem uma foto da minha avó assim!). A gente começou a pensar que com a “informalização” da moda, com o streetstyle e com modas mais jovens e desencanadas, a gente se habituou mesmo a correr pro mais prático e usar só o essencial, né?

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A gente percebe que quanto mais formal o ambiente (especialmente o de trabalho), mais comum é o uso das três peças: ó como tem terno e tailleur em banco e empresonas. Usar três peças é um jeito instantâneo de ficar mais elegante, mais mulherzinha e mais formal – mesmo no look informal! A terceira peça – qualquer uma – faz super diferença. Vale acrescentar cardigan, jaquetinhas, colete, xale, casaqueto, cachecol, bolerinho… mesmo no calor, que essas peças funcionam também em versão levinha e transparente! Vale também acrescentar um acessório mais-mais, que super se destaque e conte como uma ‘terceira peça’, tipo um power cintão, uma golona, uma faixa amarrada como obi – com laço e tudo, um colar poderoso, um lenço incrível… sabe como?

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O look três peças também é perfeito pra gente exercitar coordenações legais de cores e combinações diferentes de textura, tá, gente?!?? A gente tá super fazendo a “lei da terceira peça” funcionar aqui na vida real. E tá dando certo, viu? Tenta também, conta aqui se rendeu e tals. =)

4.
dez.
07.

dignidade no mega calor

publicado por: Fernanda

Amigos, a gente não sabe como tá aí, mas aqui tá um calor louco. E mega calor deixa tudo mais úmido e suado e brilhoso, então a gente tem que pensar nessas coisas na hora de escolher o que vai vestir – pra terminar o dia com alguma dignidade, tão bonitinhas quanto de manhã quando a gente se arruma, né? Pra completar, as meninas dos blogs de beleza podiam dar dicas de make que não derrete! =)

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looks fresquinhos do sartorialist pro verão de lá

Super importantes são os materiais que a gente escolhe: algodão e seda são top, respiram e deixam a pele respirar também. E além de serem tecidos leves são também os mais elegantes – tecidos sintéticos ficam ainda mais difíceis de transmitir imagem bacana no calor, porque equivalem a se enrolar no plástico (delícia de sensação pro calor, não? eca!). Vale linho também, lembrando que mega amassa. E lã fininha, em calças, bermudas e shortinhos, também não faz mal – dão super certo com os sapatinhos de verniz desse verão. A gente ainda tem que prestar atenção em cores que marcam mais o suor, pra poder abraçar todo mundo durante o dia sem constrangimento: não custa testar a peça com umas gotinhas de água pra ver quanto tempo demora pra secar e se o tecido muda de cor (ou se a cor escurece mointo).

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looks fresquinhos do spfw pro verão daqui

Peças mais soltinhas, sem grudar na pele, super ajudam a ventilar (e facilitam a evaporação do suor). Tecido grudado na pele limita movimentos e só contribui pra aquecer ainda mais o corpo. Por isso vestido faz tanto sucesso todo verão, porque só da gente eliminar o cós justinho na cintura a sensação de”fresquinha” super aumenta! E a gente já falou aqui que dá pra usar preto e cores escuras no calorzão, mas cores claras são mais ‘geladinhas’ mesmo – porque refletem o quente e mantém a pele mais fresca, enquanto cores escuras absorvem o calor e abafam a gente. Alguém tem mais dicas? Que o espaço dos comentários tá aí pra gente dividir! =)

O Vitor Ângelo, que sugeriu esse post, faz uma enquete no blog dele e quer que todo mundo participe. Eu já respondi se sou “Arthur Caliman” ou se sou “Rogério Figueiredo”, passa lá você também!

16.
out.
07.

calças transparentes (ahãm)

publicado por: Fernanda

Tá quase pronto um super post de micro-tendências pra vida real, depois da gente ver tudo que todo mundo desfilou nessa temporada. No meio de tanta imagem tem umas coisas difíceis que já aparecem em muitos desfiles, de todo jeito, em imagens até interessantes, mas que a gente não sabe (muito) como transportar pra vida real. Tipo as calças transparentes que Marc Jacobs, Prada e Karl Lagerfeld fizeram. Liza Minelli já usou na vida real, e ficou assim (meda). E já teve uma versão legging em cor de pele, só que transparente, que nem é tão esquisita mas que também é difícil de imaginar funcionando. E aí?!??

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Transparência e tecidos leves são itens que a gente tem na nossa lista (que já tá vindo!), mas em doses menores e em localizações mais oportunas – transparência é um elemento super feminino e a gente entende o seu propósito de mostrar a pele como menos óbvio do que acontece nessas calças. As calças transparentes podem ter aparecido apenas pra firmar a importância da leveza e da transparência em si nas roupas que vamos ver nas vitrines nas próximas estações, né? Tipo “vamos prestar atenção em tecidos molinhos, modelagens soltinhas, tipo pijama, suaves, soltos e… transparentes”. A gente acha.

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8.
out.
07.

stella mccartney: desfile super florido

publicado por: Fernanda

Stellinha (ííííntimas!) seguiu a onda do desfile de Balenciaga e, junto com as meninas mais descoladas e copiadas do mundo, desfilou também as mais floridas. Stella McCartney sempre tem muitas cores neutras em sues desfiles, tipo beges e cinzas e off-whites, o que deixa muita coisa com cara de atemporal mesmo sendo atualíssimo. As modelas sempre têm essa coisa low profile, bem desencanadas, mas carregam a imagem mais desejada de todas: da menina segura, bem sucedida, chique e moderninha – sem ser afetada demais, ou ostentativa demais, ou clássica demais, ou feminina de menos.

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Stellinha tem a fórmula e sabe do que faz, super no clima “faço roupa pras minhas amigas e pra quem quiser ser do grupo”. Um monte de gente quer, né? Que quando a coleção de formatura da estilista já foi comprada por lojonas incríveis tipo Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, já dava pra saber que ela prometia. A filha do Beatle substituiu ninguém menos que Karl Lagerfeld na Chloé (em 1997, por quatro anos) e só saiu de lá pra abrir sua própria marca, tsá? Diz que ela recusou um super trabalho no Gucci porque não concorda com o uso de peles e couros em roupas e acessórios, super ativista. E foi ela quem fez o vestido de noiva de Madonna, e fez coleções pra H&M e pra Adidas, e é amiga de Gwyneth Paltrow e por isso tudo a gente acha ela arrasante.

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O look ‘Stella McCartney’ quase sempre tem a parte de baixo mais sequinha que a parte de cima, tipo calças justinhas ou shorts coordenados com super camisetões ou camisas larguinhas, soltas e usadas por cima de tudo mesmo. Diz que ela fez o primeiro paletó da vida dela quando tinha só 12 anos, e os paletós continuam aparecendo nos seus desfiles – que ela acha “perigoso parecer feminina/fofucha demais”. Nesse desfile tem muitos elementos super femininos tipo transparências e babados (todo mundo fez! vamos fazer post!), mas tudo com uma identidade muito forte e própria. Stellinha adora um terninho mas completa tudo com rendas e detalhes parecendo antiguinhos e diz que faz roupas pra ter o que não consegue comprar, o que faz dela a melhor modela da sua própria marca.

1.2.»

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.