E super doido também, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, muita risada e muita dúvida boa de responder – bom pra gente treinar porque no ano que vem o plano é fazer um desse por mês! A gente compilou um monte de dúvidas aqui que já foram respondidas em posts antigos do blog: a gente vai juntar esses links todos e postar de uma vez só, pra daqui a pouco. E as dúvidas que surgiram que ainda não foram comentadas em post vão virar pauta aqui mesmo, já já. Obrigadíssima de coração a todo mundo que participou e que venham os próximos né?!?? ;-)
Desde que eu participei do Guerreiros de Regina com a Jana, a Livia e o Jorge a gente aqui queria repetir a experiência, dessa vez na nossa casa. Faltava só um motivo, um propósito… e aí é fim de ano e a gente pode ser personal stylist online de to-do-mun-do!!! Então a gente vai fazer pela primeira vez (e como um teste pra fazer sempre!) um chat desses em que a gente aparece no vídeo, mas lê e responde tudo que todo mundo escreve na janelinha do lado – VAI SER AMANHÃ, DIA 21/12, E VAI SER A PARTIR DAS 20h AQUI MESMO NO BLOG DA OFICINA – em forma de post, como se fosse um desses aqui. Tão lembrando?
E esse vai ser nosso presente de ‘feliz ano novo’ pras leitoras (e leitores também!): a gente vai ficar uma horinha no ar TIRANDO DÚVIDAS E ANALISANDO LOOKS DE QUEM QUISER! Quem quiser mandar a foto do look de fim de ano e quem precisar de orientação pra qualquer coisa relacionada a estilo, silhueta, cores, compras e coordenação pode mandar email pra falecom@oficinadeestilo.com.br. A gente vai responder na ordem de chegada e já tem um monte de dúvida na fila! Se programa pra participar que só vai ser legal se a gente tiver amigos (e “clientes”!) online. Vamos vamos?!?? ;-)
Há tempos a gente quer conversar assim, ao vivo, com quem já passa por aqui todo dia – e conversa via comentários! Na semana que vem, então, a gente vai fazer pela primeira vez (e como um teste pra fazer sempre!) um chat desses em que a gente aparece no vídeo, mas lê e responde tudo que todo mundo escreve na janelinha do lado (antas tecnológicas feelings). Vai ser na próxima segunda-feira, dia 21/12, e vai ser a partir das 20h aqui mesmo no Oficina – em forma de post, como se fosse um desses aqui. (Só se alguma coisa não rolar é que a gente se muda pro Ustream, mas vai tudo ser avisado aqui no blog e também no Twitter!)
E esse vai ser nosso presente de fim de ano pras leitoras (e leitores também!): a gente vai ficar uma horinha no ar TIRANDO DÚVIDAS E ANALISANDO LOOKS DE TODO MUNDO! Quem tiver qualquer questionamento, quem quiser mandar a foto do look de fim de ano, quem precisar de orientação pra qualquer coisa relacionada a estilo, silhueta, cores, compras e coordenação pode mandar email pra falecom@oficinadeestilo.com.br. A gente vai receber esses emails até o sábado (19/12), pra dar tempo de organizar tudo pra segunda à noite! Valendoooooooo!
Tem muita gente que ainda acha que ter personal stylist é coisa de gente famosa. E a gente adora ver essas mudanças – quase sempre evoluções – na forma de se vestir e, por consequência, de se mostar das famosas que contam com a ajuda de alguém profissional.
Mas legal mesmo, é que esse negócio de ter alguém que te ajude a se vestir se aplica muito bem à vida real. Prova disso é a quantidade de novos profissionais, de gente que largou suas carreiras pra se dedicarem à profissão de personal stylist. Quando alguém decide contratar um profissional, geralmente, é porque quer ajuda pra se vestir bem, quer se descobrir através de roupas, quer sorrir em frente ao espelho todos os dias. Mas o serviço não é jogar no lixo o que a pessoa já tem e comprar um armário novo! Tem estudo, tem conversa, tem pesquisa e tem mais conversa.
A Sabrina Sato tem olho de oriental (japonesa?) mas é a cara das meninas brasileiras – no jeito mais legal de ser “menina brasileira”. Tá sempre com o corpão marcado na roupa, sempre com pernocas de fora, mas nunca tá vulgar (na vida real, né, não no ‘momento profissional’). Estudar os looks da Sabrina Sato rendem boas lições de ‘como ser sexy sem ser popozuda’. Os acessórios de qualidade super ajudam a sofisticar qualquer shortinho ou micro-saia – dá uma olhada nas sandálias da moça, quanta riqueza! Os acessórios pequenos (brinco, anel, colar) são sempre pequeninos mesmo, bem jóia. Tecidos planos e lustrosos e detalhes na própria roupa fazem com que a coisa toda fique um pouquinho mais formal (mesmo no informal). E o melhor de tudo: Sabrina Sato parece ser fã de cores neutras! E o impacto das cores é muito muito grande no sentido de “elegantizar” os looks, não é? Além de um contraponto ótimo pra tudo tão curtinho. Sacou?!??
Vale a pena investir em guarda-roupa e a nossa ex-BBB favorita é a prova disso: virou fashionista e pronto. ((Grazi Massafera também é ex-BBB e também é linda, mas não é nem de longe tão fashionista quanto nossa musa-paniquete, né?)) A gente aqui na Oficina AMA a Sabrina Sato e nunca esquece que ela foi a primeira celebridade que a gente viu usar Fabia Bercsek assim, em revista de celebridades. Isso é ou não é informação de moda, hein?!?? ;-)
A gente recebe bastante email perguntando se não dá pra fazer esse trabalho fora de SP, se a gente não viaja e se dá pra vir pra cá um dia só pra fazer. Com a gente não dá, mas a gente não é única nesse mercado – e tem cliente pra todo mundo! Então esse post quer convocar outras (e outros!) profissionais a deixarem seus contatos disponíveis pra que todo mundo tenha como acessar, perguntar de valores, saber como funciona e tals. Vai funcionar assim: todo mundo pode deixar NOME DA EMPRESA (se tiver!), NOME DE QUEM TRABALHA, ONDE ESTÁ/ONDE ATENDE, CONTATO VIA EMAIL E ENDEREÇO DO SITE. O nosso contato tá no primeiro comentário pra incentivar! Esquadrão da moda vai ser o batalhão ajuntado nessa lista daí, né?!?? ;-)
Sabe que no Brasil a produção de livros que falam especificamente do trabalho de personal stylists – e de áreas diferentes da consultoria de imagem – ainda é super pequeña? A gente tá tomando nossas próprias providências em relação a isso, aos pouquinhos (!!!). E enquanto novidades incríveis sobre um possível livro da Oficina de Estilo não aparecem (quem sabe?), a gente resolveu organizar uma biblioteca sugerida pra quem quer crescer nessa área de conhecimento, com um monte de livros em inglês (lá fora tem livros aos montes!) e alguns daqui mesmo. A biblioteca sugerida aqui só tem os livros que a gente tem de verdade e que já leu – e esses da seleção são os que a gente mais consulta no dia-a-dia! Tem mil outros livros que a gente quer/ainda vai ter, todos arrumadinhos numa lista de desejos da Amazon (clica pra ver mais sugestões!).
Pra começo de conversa:
O Código do Vestir, de Toby Fischer-Mirkin
Trata roupas e looks como códigos mesmo, e decifra todos – com estudos feitos com psicólogos e tals. Livro maravilhoso de se ler não só pra trabalhar como personal stylist, mas pra conscientizar o que a gente comunica através do que veste.
A Linguagem das Roupas, de Alison Lurie
Nesse livro a gente aprende a relacionar as modas de agora com história, com economia, com acontecimentos sociais e mais. É tipo “decifrando os códigos das roupas” também, mas mais relacionado com o entorno. Tudo pra gente se exercitar em ‘leitura de looks’.
Decifrar pessoas, de Jo-Ellen Dimitrius e Mark Mazzarella
Não precisa assustar com o subtítulo, não é livro de “previsões”. É um livro que ensina pra gente como o comportamento faz parte da imagem e como a aparência influi no comportamento. Tipo tem que ler.
Os livros de outros profissionais:
Dress Your Best, de Stacy London e Clinton Kelly
Os apresentadores da versão americana do programa Esquadrão da Moda dividem suas dicas por tipos físicos, mas não do jeito “ampulheta, pêra, etc etc etc”. E tudo é ilustrado com fotos de gente de verdade, o que é maravilhoso.
Style A to Zoe, de Rachel Zoe
A melhor parte do livro de Rachel Zoe é saber que toda essa informação é testada na prática, porque ela trabalha de verdade – e muito. Tudo ali já foi testado, não é só teoria! E nin-guém sabe mais de roupa de festa do que ela.
Plus Style, de Suzan Nanfeldt
É um livro de estilo feito pra gordinhas, mas que tem informação valiosa pra todo mundo – se o propósito é parecer mais magrinha, então vale pra meio-mundo, não? Esse a gente usa MUITO no dia-a-dia, olha quantos marcadores ali do lado na foto!
Shop Your Closet, de Melanie Charlton Fascitelli
É a compra mais recente de toda essa lista aqui, muito muito legal. Também parece ter sido escrito depois de muuuita experiência prática, o que faz com que a informação pareça mais próxima do nosso universo pessoal – e dos universos pessoais de cada cliente.
Ready to Wear, de Mary Lou Andre
Completíssimo! Essa consultora usa o livro pra educar em relação a espaço, necessidades, alojamentos (e parafernália específica pra alocar coisas em cada espaço do armário), estilos, personalidades e tipos físicos pra só então encorajar alguém a fazer compras.
I Don’t Have a Thing to Wear, de Judie Taggart e Jackie Walker
Cuida mais de mostrar pra gente os motivos pelos quais a gente se apega às coisas, pra então convencer dos métodos bacanas de fazer limpezas e organizar cada guarda-roupa. É super psicológico e ao mesmo tempo super bem humorado.
Extras não menos importantes:
Stylist – The Interpreters of Fashion, organizado pelo Style.com
A gente já tinha falado desse livro nesse post aqui (clica!), e ele é uma super referência desde então e pra sempre. O trabalho dos maiores stylists do mundo, mesmo que feito pra revistas e editoriais e catálogos e imagens fantasiosas (e incríveis!) de moda, ensina muito pra gente sobre personalidades traduzidas em looks. Estórias contadas com roupas!
The Fug Awards, do blog Go Fug Yourself
As moças que detonam os looks das celebridades no blog organizaram seus pensamentos nesse livro, que é incrivelmente e surpreendentemente bom – e informativo. Dá pra aprender um tanto com os erros das outras, né?
The Fashion Book, organizado pelos editores da Phaidon
A irmã da Cris deu de presente pra Oficina de Estilo e o livro virou top-referência aqui. Tem textinhos curtos, contextualizados historicamente e por importância/legado sobre os estilistas e marcas mais importantes do mundo – desde os mais clássicos e tradicionais até os mais novos.
Todas as imagens tão disponíveis em tamanhos maiores, é só clicar pra ver as capas de pertinho. Nos links de cada livro tem endereço pra comprar direto, se for o caso. Tem um monte desses llivros na livraria da Flavinha, a Rainbow Room – ela entrega em outros estados, se for o caso, e também recebe encomendas! Tem o contato dela aqui. E tem toda uma outra categoria de que a gente podia falar, a dos livros de cores e coloração pessoal – fica pra um próximo post. Quem quiser sugerir outros títulos pode também disponibilizar links nos comentários pra gente conhecer mais de perto cada livro! Que essa lista pode ser atualizada de tempos em tempos, né? Aqui embaixo tem links de outros posts que também tratam de bibliotecas-fashion, vejam só:
Dada a quantidade de programas que fazem “transformações” e promovem fotos de antes-e-depois na tv desses dias, a gente acaba tendo uma super idéia de como o trabalho do personal stylists pode ser, certo? Não, amigas, nem tão certo assim. Nesses programas os profissionais que comandam as transformações têm (geralmente) meia hora pra entreter quem assiste – e, se sobrar tempo, ensinar alguma coisa. Claro que a gente aprende um monte quando se dispõe a ver o que o outro tem pra aprender (em estilo), mas transmitir informação real sobre consultoria de imagem não é a prioridade de programas de tv. E na vida real a gente não julga o que o cliente veste quando procura a gente, a gente não usa palavras ofensivas de maneira nenhuma, a gente não joga nada no lixo nem pela janela nem nada disso! Na vida real a estória é bem outra: a gente quer trabalhar junto, quer aperfeiçoar, que direcionar e, mais que tudo, quer ensinar tudo isso pra que cada cliente viva a vida recebendo elogios e nos dando orgulho por ter feito um trabalho bom.
É mais sobre gente do que sobre a própria roupa. E é mais sobre ouvir com atenção tudo sobre a auto-imagem de quem procura a gente – e aí trabalhar junto mesmo, em equipe, pra que essa auto-imagem corresponda à imagem que cada um mostra ao mundo com o que usa. E sobre respeitar o que cada um tem, o que cada um viveu até hoje, como cada um quer ser. Não é de dar medo, é auto-conhecimento em forma de visita-guiada. A gente só guia, quem opera a transformação – que não precisa ser radical, quase nunca é! – é o próprio cliente. Ele dá informação de personalidade, de estilo de vida, de preferência e objetivos; a gente só traduz pra “linguagem de guarda-roupa”. E o resultado é muito mais aparente na auto-estima do que na aparência!
Há tempos a gente vê essa megaonda de celebridades desenvolvendo parcerias com empresas de moda, né, amigos? Pra lançar roupas e acessórios e jóias e bolsas que tenham a cara dos figurinos-de-vida dessas mesmas celebridades, pra agradar quem admira, pra quer estar um pouquinho mais perto desse objeto de admiração – porque ninguém fica parecido com o ídolo porque usa o que ele “criou”, néam?!?? Pois se a gente já viu linhas de Natalie Portman, Chole Sevigny, Lilly Allen, Madonna e mais tantas, agora tem três novidades que a gente só vai ver em blogs e em fotos (fora as sortudas que moram fora e que tão de viagem marcada): diz que Rachel Zoe, Nicole Richie e Gwyneth paltrow tão com ítens de moda pra sair do forno fashion das celebridades que geram desejo.
eu voto em regina casé: ninguém é mais brasileira-e-autêntica no vestir (sério!)
Rachel Zoe, personal stylist de gente que tem looks bem bons (tipo Demi Moore, Debra Messing, Cameron Diaz e Keira Knightley), vai fazer roupas inspiradas nela mesma, “acessíveis com cara de luxo”. Todo mundo que ela veste tá sempre bacana, como não ter expectativa em relação ao que ela quer que a gente vista? Nicole Richie, depois de lançar uma linha de jóias (super bonita, de verdade) que vendeu tudo que tinha disponível pra vender, vai fazer sapatos – dado o estilão dela, meio-que-desenvolvido em parceria com a própria Rachel Zoe, não tem como sair ruim. E Gwyneth já até soltou na internê uns desenhos de sua coleção de “roupas inspiradas na androginia feitas com cashmeres e lãs super boas”. E a gente babando aqui com desenhos e links de blogs internacionais – máximo que dá pra alcançar dessas parcerias. Que se a gente depender das nossas celebridades – ou mesmo das nossas empresas de moda pra fazer parcerias, quem vai ter vontade de vestir essa moda? Que celebridades a gente tem aqui que inspirariam toda-uma-linha de artigos “fashion”? Quem a gente ia querer vestir? A discussão da “juventude” do Brasil no quesito maturidade de indústria de moda alcança também a imagem de moda que a gente apresenta, não?!?? Quem daqui tem imagem fashion madura, forte, constante e “copiável”?!?? Alguém sugere?
No fim da semana passada a Oficina de Estilo fez duas aulas em Recife – a Cristi, com a Estelinha (ainda) na barriga, ficou em SP e a Tati Rodrigues foi junto comigo pra dar essa assistência que ninguém faz melhor que ela (vide o blog da Triton, abastecido to-do-dia por ela!). Foi uma experiência incrível começar o que a gente quer que seja uma turnê mundial de compartilhamento de idéias (em forma de cursos) pelo nordeste do país. Além da beleza do lugar (o que é Olinda, minha gente?!?? terra mais linda!), as pessoas que a gente encontrou estão fervilhando de vontades e disposição e conhecimentos e mais. Nossas turmas (cheias! eeeee!) foram ótemas, todo mundo tinha perguntas pertinentes e curiosidades que só quem tá num mercado novinho-mas-promissor como o nosso pode ter. E a impressão que deu foi a de que toda informação sobre a prática das áreas menos “estudadas” na faculdade, toda troca de conhecimento sobre o mercado e seu funcionamento é muito muito válida quando a gente sai do eixão RJ-SP. Não é?
orla super colorida, nossa sala lotada!, todo mundo pertinho da tela e a trupe que fez tudo acontecer: aline, bella e tati!
Por isso a gente precisa de verdade agradecer ao Atelier Calli, comandado pela Isabella Alves, que foi quem levou a gente pra lá (com a ajuda-infalível da Aline Miranda). Isabella veio estudar/se especializar em moda aqui em SP, e tá agora trabalhando pra levar mil cursos e palestras legais pra que o povo-da-moda de Recife possa ter essas mesmas oportunidades sem sair de lá. E tem que agradecer à Chilli Beans que deu suporte à empresa de Isabella tomando conta das inscrições pras aulas da Oficina, que gente, renderam não só troca boa de info e tals, mas também impressões sobre como as moças de lá se arrumam. E elas se arrumam direitinho!
O que a gente percebeu ser o segredo das recifenses é a peça-bafo. Não tem ninguém basiquinha demais, todo mundo parece ter um monte de peças frescas e soltinhas bafônicas, coloridas, com detalhes extra, com aplicações, com estampas e mais. E no calorzão, especialmente nos looks informais, as coordenações são feitas muito assim, de peças-bafo com outras peças bafo. E vejam bem, a gente tem achado que quanto mais quente o clima, mais informais os looks de todas as ocasiões acabam ficando! Mas lá nenhum look fica desarrumado demais. É como se, na falta da terceira peça (que a gente usa como suporte pra acrescentar interessância mas que elas não tem ne-nhu-ma condição de agregar ao look de calor) as moças fizessem a coisa acontecer com as duas (ou uma só!) com que conseguem compor o look. E dá-lhe acessórios: um encanto a maneira como os elemento locais/brasileiros entram no look de todo dia com naturalidade e com elegância. Elas usam peças em renda renascença (tipo em coletinhos super vazados e barrados e contronos de decotes), usam palha nos colares e nas bolsas, usam madeira nos anéis e nos broches e mais. E é tudo ma-ra-vi-lho-so. A gente devia aprender e copiar (pro bem). ;-)