Bem agora, no finzinho do tempo de liquidações, começaram a aparecer bazares tentadores em volta da gente – o Achados do Dia tem todo um mapa da mina de pechinchas imperdíveis. A gente pensou então que, depois de listar o que a gente pode comprar agora já com cara de próxima estação, a gente podia também juntar direções pra ter uma fórmula de compras boas em situações de valor reduzido. Ideal seria se a vida inteira fosse mesmo uma grande liquidação – não sendo esse o caso, bora dar o nosso máximo (haha!).

PREPARAÇÃO + REFERÊNCIAS
Só vale sair pra liquidas e bazares depois de um bom passeio pelo próprio guarda-roupa – se o passeio render uma boa limpeza, melhor ainda. Vale lembrar o que tá parado por falta de “ítem-coordenatório” (risos), o que pode ser substituído porque já tá velhinho, que cores tão faltando/complementam o que se tem, que comprimentos funcionam melhor pra gente. É tempo de muita balada? É tempo Read more
Quem compra um bilhão de roupas novas a cada estação não tem estilo, tem “a cara da estação”. Menos roupa nova e mais constância constroem identidade visual, e o estilo vem daí. Imagina que pra atualizar o guarda-roupa pro inverno a gente pode adquirir 6 peças novas. E que a gente pode ir adquirindo uma por mês (dessas 6), até chegar o frio. Pensa em duas partes de cima, um casaco, duas partes de baixo e um vestido – por exemplo. Se tudo desse conjunto for coordenável entre si – cores em tons coerentes, caimentos similares, proporções que funcionam bem juntas – essa compra sozinha já rende um mini-guarda roupa, ou uma mala pronta. E se esse conjunto, além de ser coordenável entre si também for coordenável com o que a gente já tem em casa, então essas seis peças rendem um zilhão de outras combinações!

Com uma compra de seis peças a gente pode usar roupa nova todo dia, uma peça nova por dia! E se sobrar dindin a gente pode ir fazendo mais compras assim, em grupos de peças – ou programar mais de um grupo desses por estação, tipo: pra esse inverno vale comprar seis Read more
Porque dinheiro não nasce em árvore, né!?! Mesmo quem tem muito, precisa se organizar pra não acabar fazendo besteira. Dá pra destinar um valor dentro do nosso orçamento pra comprinhas e daí dá pra definir partes desse valor que podemos gastar em cada peça – isso é planejar!

Funciona mais ou menos assim: se a maior parte da minha semana (ou da minha vida!) eu passo trabalhando, a maior parte das minhas peças devem pertencer ao meu guarda-roupa profissional; ou se eu costumo ir pra praia todo final de semana, biquini pode ser uma peça-chave no meu armário; ou se tenho uma vida social super agitada, talvez eu não precise esperar a liquidação pra comprar aquele top de renda. Deu pra entender?
O dinheiro que a gente investe em uma peça deveria ser diretamente proporcional ao seu uso. Tem como a gente dividir a nossa vida em atividades e daí distribuir o nosso budget seguindo essa divisão. É pura matemática! Só que dessa vez bem mais divertida…
Esse é o terceiro post de uma série que pode ajudar a gente a construir um “guarda-roupa dos sonhos”. É inspirada em uma matéria – de uma Baazar americana de 2005 – escrita por Lisa Armstrong (então editora de moda do The Times inglês). A gente adaptou os sete passos pra nossa realidade e ainda acrescentou alguns “segredinhos” bem a la Oficina de Estilo. Aproveitem!!!
Quando tem reunião a gente sai de casa antes. Quando vai viajar se programa pra sair cedo pra não perder o vôo. Quando tem deslocamento a gente reserva tempo pra perder no trânsito. Então, gente, deixar pra se vestir com pouco tempo é falta de vergonha – e de amor consigo mesmo. A gente arruma tempo (espremido, precioso!) pra tudo nessa vida, tem que arrumar tempo pra se arrumar. O que garante um tanto do bem estar do dia todo é o que a gente escolhe usar, como veste, como está. Se a gente pensa antes de falar, pode pensar também antes de vestir – porque comunica igual. Olha o que todo mundo devia se permitir – se dar de presente – como rotina pra se arrumar:

• checar agenda antes de escolher o que usar
• experimentar no dia anterior
• pensar no que é preciso acrescentar durante o dia Read more
A gente acredita que roupa comunica, não é? Então, esse ditado/conselho que diz pra gente “pensar antes de agir/falar” vale também pra guarda-roupa: todo mundo pode “pensar antes de vestir”, pra comunicar direitinho. Ajuda um tanto ter tempo na hora de se arrumar – luxo dos luxos, que todo mundo vive correndo! Uma super ajuda é exercitar a escolha do look no dia anterior. Tipo exercício mesmo, que com a prática vai fluindo melhor e melhor. E tem que escolher e experimentar, pra se assegurar que caimento e manutenção estão bem ok! Vale seguir esse cheklist aqui, ó:
• A agenda do dia seguinte é a melhor amiga da pré-escolha: sabendo se tem reunião fora, se tem happy hour no fim do dia, se tem almoço com colegas ou outros compromissos extra-rotina, a gente se prepara pra cada um deles, e pra todos ao mesmo tempo. E diminui a chance de “estar inadequada” ou mesmo de ser pega de surpresa (preparadas pra tuuuudo!).
• Planejamento: não custa prever, sabendo dessa agenda do dia, o que levar ra facilitar a vida. Tipo casaco extra ou capa de chuva, tipo um saltinho e uns acessórios pra incrementar o look no fim do dia, tipo tênis pra ir e voltar de metrô… cada necessidade pode ser alcançada por um facilitador de vida, não, amigas?!??
• Rever o conteúdo da bolsa no dia anteiror ajuda a gente a esquecer menos coisas, e mantém tudo organizadinho. Especialmente se o look pede troca de bolsa, trocar com antecedência previne falta das coisas (sabe aquilo de “ficou na minha outra bolsa”?).
• Outro melhor amigo da separação do look no dia anterior é o Climatempo: todo dia antes de dormir é de praxe por aqui dar uma olhadinha no site, pra saber se vai fazer frio, se vai chover, se a tarde vai ser mais quentinha… e aí é mandar bala nos looks de temperatura indefinida pra passar pela oscliação de temperatura bem bonitinha. E bem paramentada.

Porque gente, luxo mesmo é dormir um pouquinho a mais, sabendo que o look já tá definido. Ou acordar no mesmo horário pra brincar de boneca em frente ao espelho, sem correria: se arrumar com música tocando, se maquiar com luz boa e com calma, sair de casa sorrindo e segura de que tá tudo no lugar. Escolher o look no dia anterior e experimentar sem ter que olhar pro relógio acaba por minimizar o stress de um momento que devia ser o menos estressado de todos – e que devia ser uma curtição todo-dia! ;-)
Tempo de lançamentos de coleções é sempre tempo de compras com clientas aqui na Oficina. E a gente tem trabalhado mointo nesses últimos dias, fazendo as compras das moças renderem tanto quanto possível – e rende, viu? Se a gente tem um guarda-roupa bem estruturado, se consegue consumir um grupo coeso de cores (que “se dão bem umas com as outras”), se tem referências claras que sinalizem quem a gente quer ser, as compras sempre fluem mais facilmente. Mas a gente tem umas direções a mais que fazem uma mini-compra alegrar uma estação inteira. Ó:

Imagina que, pra atualizar o guarda-roupa pro verão, a gente pode adquirir 6 peças novas. E que a gente pode ir adquirindo uma por mês (dessas 6), até chegar o calorzão. Pensa em duas partes de cima, um cardigan leve, duas partes de baixo e um vestido. Se tudo desse conjunto for coordenável entre si – cores em tons coerentes, caimentos similares, proporções que funcionam bem juntas – essa compra sozinha já rende um mini-guarda roupa, ou uma mala pronta. E se esse conjunto, além de ser coordenável entre si também for coordenável com o que a gente já tem em casa, então essas seis pecinhas rendem um zilhão de outras combinações!
Com uma compra de seis peças a gente pode usar roupa nova todo dia (uma peça nova por dia)! E se sobrar dindin a gente pode ir fazendo mais compras assim, em grupos de peças – ou programar mais de um grupo desses por estação, tipo: pra esse verão vale comprar seis peças pra trabalho e seis peças pra balada (ricas!). E como um guarda-roupa precisa ser atualizado não só com roupas, acessórios contam como compras extras nesse planejamento: vale pensar em sandálias rasteiras, sapatilhas, escarpins leves e anabelas – junto com colares, pulseiras, brincos e broches. Vale pra bolsas e carteiras também, néam?!?? Tem funcionado com as clientas e com a gente também!
Os nossos conjuntos de peças seriam assim, ó:
Para mim: bermuda + saia + blusa de malha + blusa em tecido plano + vestido soltinho + cardigan (e de extra, sapatilhas e acessórios de cabelo). Para a Cristi: vestido tipo chemise + coletinho + bata em tecido plano + bata de malha + calça jeans de grávida (!!!) + calça confortável de plush (e de extra, megapulseiras e sandálias rasteiras bem bafo). =)
Lembra desse conselho de pensar antes de agir ou de falar? Vale também na hora de escolher o que a gente vai vestir, que comunica igual. E a hora de vestir depende da hora de comprar, então vale se preparar pra essa hora também: a última coisa que a gente pode ter é preguiça. De estudar, de se informar, de procurar, de experimentar. Nenhuma dessas preguiças ajudam o resultado final, e a gente quer que o look seja um resultado incrível, não quer? Não tem “expediente mágico”, tem que se esforçar. =)

A gente aqui na Oficina acredita que “só quem conhece, reconhece”. E se não tem nada de (tão) novo na moda há tempos, não custa estudar um pouquinho de história da moda pra reconhecer referências de ontem nas coisas que a gente usa hoje. Nem precisa fazer curso nem nada, o Google dá mointa aula de história da moda em cada busca. Experimenta pra você ver (é legal!). O que a gente conhece de história da moda também aparece nas vitrines, nas pessoas na rua e nos blogs de streetstyle. Isso é, de um jeito, informação de moda. Ajuda a rechear nosso repertório estético de referências legais e super ajuda a gente a aperfeiçoar nossas escolhas.
Toda leitura de moda, de universo estético, é bem vinda – investe em livros que o retorno vem em forma de elogio, cat. E dá pra gente ver revistas e filmes e novelas e exposições pensando em formas, cores, linhas e estilos que a gente mais gosta, que mais têm a ver com a gente. Tem como a gente olhar tudo em volta e conscientizar mensagens que cada coisa passa pra gente – que essas mensagens são provavelmente as mesmas que a gente vai passar quando se vestir a partir da referência! Tem que estudar a gente também, prestar atenção no nosso corpo, no nosso humor, na nossa aparência (cores, formas, volumes). Por último, tem que estudar o guarda-roupa, que planejamento antes de comprar é TUDO.
Pra estimular esse exercício de informação de moda e pra mandar embora qualquer preguiça que a gente possa sentir na hora de comprar e de se vestir, a gente preparou uma listinha de pontas de estoque incríveis aqui em SP (com uma ajudinha da Lílian do blog Achados do Dia!). Muitíssimo pequena a chance da compra dar errado quando a gente se prepara e se dispõe a fazer o melhor que a gente pode, mesmo com orçamento restrito – que ninguém tá com billions of dollars sobrando pra gastar em roupa, néam? Então, amigas, se preparem. E estudem. E arrasem nas compas – e nos looks! =)
Quer estudar mais?!??
Pra comprar menos e melhor
Abrindo espaço físico e mental no guarda-roupa
Ser fashion exige planejamento
Listinha de pontas de estoque em São Paulo
Então 2008 vai começar de verdade, né, amigos?!?? Junto com a preparação pra vida a gente quer fazer campanha pela preparação do look. Que a Rachel Zoe no livro dela faz toda uma lista de coisas pra serem preparadas antes de um look pra um tapete vermelho, e a gente super concorda: festonas e mega ocasiões merecem atenção meeesmo e como consultoras a gente sempre obriga nossas clientes e cumprirem essa listinha de coisas antes de qualquer evento, pra garantir que tudo dê certíssimo. Mas dá pra estender esse cuidado pros looks de todo dia e arrasar continuamente, não? Tipo glamour non stop. =)

a susie bubble se prepara e dá certo, tá bom? e ela sabe das coisas, a costanza lê e tudo.
Que não custa antes de dormir pensar no que a gente vai fazer no dia seguinte, em como vai estar o tempo, e se programar, não é mesmo? Vale dar uma olhada na agenda – vai ter deslocamento? vai ter diferença de formalidade, tipo escritório-informal e reuniã0-formal? vai ter happy hour seguido do trabalho? – e super vale dar uma olhada no climatempo, pra se preparar pra friozinhos inesperados e chuvas chatas (a gente odeia ter que trabalhar na chuva, sabia?). Daí se antes de dormir a gente tem em mente o que vai fazer no dia seguinte e como vai ser esse dia, fica mais fácil pensar em como a gente vai querer parecer e no que a gente vai querer vestir pra alcançar a imagem. Que antecipando (minimamente!) o look, fica mais difícil ter stress em cima da hora!
Então se você pensa no look (e numa possível sobreposição com um cardigan/capinha de chuva, se for o caso – ou naquele top com brilhos pra festchinha de depois), não custa experimentar: pra ter certeza de que a lingeire não marca e não aparece através do tecido, pra confirmar que o sapato mais legal pra acompanhar é esse mesmo, pra escolher com calma os acessórios mais “acompanhativos” e pra trocar de bolsa (se for o caaaso!). Porque é muito ruim perder a hora e ter que vestir a primeira coisa que se vê no armário, ném? Com tempo a gente pode escolher o que mais ama, não enlouquecer com furinhos fios puxados e mini-reparos que precisam ser feitos e que a gente não percebeu antes – e pode dormir sorrindo com a certeza de que no dia seguinte (no ano inteiro!) só vai dar a gente, beeem lindas.
Gente, ao mesmo tempo que fim de ano é super época de bazares (no moda pra ler tem mil sugestões!) é também época de dicas pra comprar melhor. A gente, que faz essa campanha aqui há tempos, esse mês tá fazendo campanha também na revista Gloss – numa matéria super fofa sobre gastar menos e de jeito mais “inteligênt”. Quando clica na figura aqui embaixo dá pra ler no grande – e não é a gente na foto mas nossos nominhos estão ali dentro da hello Kitty! =)

“qualquer uma de nós consegue se educar pra ir ao shopping com inteligência!”
Que a gente tava esperando um insight pra postar essa matéria aqui, e os comentários das meninas no post da limpeza no guarda-roupa super inspiraram a gente! A Helga contou da sua irmã-consultora (a gente amou essa irmã!) e disse mais:”…e eu estou pronta pra 2008. Super sem roupa mas cheia de possibiliddes. E já tenho uma regra: não vale roupa quebra galho, quero comprar devagar mas tentar comprar coisas com qualidade e que conversem entre si.” E a Cibele emendou logo embaixo: “…me desvinculei dos pensamentos de que gastei grana com as roupas e que doá-las seria um desperdício’. Com certeza eu gastei e não aproveitei, mas também não faz sentido nenhum guardar algo inútil para mim. Agora estou pensando como a Helga”. As duas meeeega arrasaram.
Quer ficar feliz tipo elas estão agora? Quer se preparar pra aproveitar as liquidações em janeiro, logo depois dessa chuva de bazares? Aqui tem mais do mesmo: montes de links pra continuar comprando menos e melhor. =)
Quase todo mundo tem mais coisas no guarda-roupa do que precisa, especialmente mais do que efetivamente se usa. E a gente sabe da dificuldade que é se vestir com os 20% usáveis de um guarda-roupa quando os outros 80% inúteis e encostados teimam em atrapalhar a esolha e a coordenação do look du jour. E se a gente já está em campanha pra todo mundo comprar menos e melhor, agora entramos em campanha também em favor de todo mundo abir espaço nos armários pra se enxergar melhores oportunidades.

Dá pra comparar a nossa relação com as roupas que precisam sair dos nossos armários com mil outras coisas que precisam sair das nossas vidas. Por identificação a comparação aqui vai ser feita com relacionamentos – mal-sucedidos, como os que temos com as roupas que só ocupam espaço sem ser usadas na vida real. Que a gente sabe que se alguém diz que ama mas está emocionalmente indisponível, então esse amor não vale, não é amor de verdade. Com roupa é a mesma coisa: a função da roupa é cobrir, transmitir uma mensagem (escolhida por quem usa, de acordo com estilo pessoal e estilo de vida e atividades e tals) e deixar quem usa mais bonito e seguro, traduzir a identidade dessa pessoa. Se a roupa não tem como cumprir alguma dessas ‘promessas’, ela não deve estar no guarda-roupa. Vestidinhos mais que lindos existem aos montes em mil lojas em volta da gente, mas a gente tem que deixá-los entrar nas nossas vidas/nos nossos armários pra que eles nos façam felizes. Esse é o espaço que precisa ser aberto, disponibilizado.
A parte boa é que quando a gente trata da relação com as roupas tudo tem como funcionar super mais fácil do que com relacionamentos: se a gente sabe exatamente o que esperar de uma determinada peça de roupa, só de olhar (com um olhar bem crítico e sem misericórdia!) já se sabe se essa peça deve ou não permanecer nos nossos armários (e nas nossas vidas). Se está manchada permanentemente, se rasgou ou puxou fio, se foi comprada só porque estava em liquidação, se tem bolinhas ou desgastes (de uso mesmo) que não saem mais, se não serve mais, se não é usada há mais de seis meses (isso super vale, juro!) ou se simplesmente não cai bem, então essa peça deve ir embora. Às vezes as razões pelas quais uma peça deve ser tirada (definitivamente) dos nossos guarda-roupas vêm acompanhadas de motivos subjetivos – e tem que se prestar atenção nisso: mudanças de peso, de silhueta, de trabalho, de cidade e mesmo de vida (casamento, filhos, etc). E uma boa limpeza no guarda-roupa pode aliviar pesos da vida real, não pode?

Quando a gente consegue abrir espaço físico no guarda-roupa, automaticamente se abre espaço mental pra organizar necessidades e prioridades e assim comprar melhor, de um jeito mais “certeiro”. E saber a hora de parar/de deixar aquela peça seguir o caminho dela (pro lixo) é fundamental. A gente só enxerga novas possibilidades, outros caminhos, novas coordenações e looks diferentes (perspectivas diferentes) quando deixa pra trás o que é velho e não acrescenta mais nada de bom – acrescentar só volume ou quantidade não adianta. “Um bom encontro é de dois”, e mesmo que a gente ame muito uma roupa, mesmo que ela seja quase essencial pra manter a gente viva, ela tem que viver com a gente o dia-a-dia, fazer valer a presença dela por perto. Senão só atrapalha. Não é?!??