• Pra aproveitar o fim de semana em offline: tem sessão de filmes fashion sábado sim sábado não aqui em SP no MUBE. Só a locação já vale o passeio, mas os filminhos tão sendo exibidos de graça pra deixar todo mundo ainda mais feliz. A programação tá toda aqui no blog da Girassol, se programa pro sábado que vem (eu vou com o Luigi! vamos?).
• No blog da Lily tem post com os cardigans que ela experimentou na C&A essa semana; no blog do Oliveros tem um super dossiê grunge contando das influências desse tempo/movimento na moda, no blog do Vitor tem Michelle Obama vestindo marca metade-brasileira, a Basso&Brooke: Michelle é gente como a gente e customizou o vestidinho pra usar como blusa – não é demais?!??
No ano passado foi assim também, e a gente ficou feliz de ver que a eficácia do Pense Moda é real e se estende super, mesmo depois do evento ter acabado. Na primeira edição teve uma chuva de textos bons pra ler, resultado das reflexões propostas pela programação que a gente assitiu. Nessa segunda edição não foi diferente: algumas questões colocadas lá estão se desenvolvendo até agora, nos blogs que a gente mais curte e respeita. Aliás, um bom complemento (esse daí) pra mesa de discussão sobre novas mídias: enquanto no palquinho não se falou tudo que tinha pra se falar – por melindre, por preguiça, por medo ou qualquer outro motivo, na blogolândia a conversa tem acontecido de jeito aberto, fundamentado e em forma de diálogo (mesmo! com perguntas e respostas!) – e essa não é uma das contribuições do “formato blog” para a moda em si (!!!)?!??
A conversa passa pelas revistas e pelo seu modo de fazer. Os blogs Moda sob Medida (da Renata Piza, jornalista da Elle), Hypercool (do Sylvain Justum, colaborador da Vogue, da Wish e de mais), Fora de Moda (do Ricardo Oliveros, editor de moda da Playboy), 1988 (do Romeuuu, editor da U_Mag) e Estilo Quem (da Denise Dahdah, editora de moda de Quem Acontece) escreveram sobre isso com muita muita propriedade. Mercado editorial não é a nossa praia e a gente já fez comentários em todos esses textos. Sem comentar muito mais, a gente é da opinião de que ‘falta de tempo’ e ‘obrigação de vender cem mil exemplares’ não é desculpa pra não ser criativo/original, não exercitar estéticas diferentes, não experimentar o novo. E olha, pelo que foi falado no Pense Moda e até depois, via email anônimo, tem editoras sendo injustiçadas por aí, sendo negligenciadas, não ouvidas: porque elas tão sempre certas, né, obedecendo o mercado e não o seu propósito como editoras, e suas equipes nunca são criativas ou profissionais o bastante. E ai de quem contestar, esses é que tão errados. Então a gente continua aqui quietinha, só consumindo o refluxo das filiais estrangeiras dessas revistas, bem felizinha. (Sugestão pro ano que vem: o PM podia reunir essas editoras e suas equipes de colaboradores pra conversar com todo mundo, não? A Renata Piza sugeriu pautas ótemas, super pertinentes.)
Sobre blogs de moda, a conversa começa por querer definir o que é um blog. Tem texto no blog Dus Infernus (de Vitor Ângelo) tratando da definição de blog – e a gente defende a importância de se discutir a essência pra se aprofundar no que se faz. Tem texto-resposta no Caminho Dourado (de Jorge Wakabara) – e a gente concorda super que os blogs de música contribuíram/contribuem ativamente para que sua indústria evolua, e que os blogs de moda, aqui no BR, ainda não têm esse alcance (ou esse interesse, ou essa força). No Filme Fashion tem comentário (da própria Alexandra Farah, musa das novas mídias em moda) que diz que “blog legal tem que dar serviço, tem que ser útil”, e a gente mega hiper concorda. No blog O Avesso do Espelho (da queridíssima Tati Rodrigues) tem post chamando atenção para o fato da “balança da moda ser cravejada de cristais swarovski”, e desse tanto de brilho pesar (e ofuscar) a mais – a gente concorda bem com isso daí. E a maior concordância de todas é a pluralidade de razão dessa conversa: não tem uma verdade absoluta, não tem uma opinião certa e outra errada, todo mundo tem questões válidas.
“Quando dizemos: uma mesa, quando pronunciamos o nome de mesa, quando formamos o conceito de mesa, designamos sempre apenas essa mesa aqui ou nos remetemos realmente a uma entidade mesa universal que fundamenta a realidade de todas as mesas particulares existentes? A idéia de mesa é real ou pertence apenas ao nosso espírito? Nesse caso, porque certos objetos são semelhantes? É A LINGUAGEM QUE OS AGRUPA ARTIFICIALMENTE E PARA A COMODIDADE DO ENTENDIMENTO HUMANO EM CATEGORIAS GERAIS, OU EXISTE UMA FORMA UNIVERSAL DA QUAL PARTICIPA TODA FORMA ESPECÍFICA?” Esse é um trecho do romance que a Cristi tá lendo agora, chamado “A elegância do ouriço”, de Muriel Barbery. Tudo a ver, não?!??
Sobre a quantidade de gente, o preço da inscrição, o interesse do próprio meio da moda e mais, a Camila Yahn (uma das idealizadoras do Pense Moda) escreveu com propriedade no seu blog (rá!) e a gente concorda com tu-do. Ela citou o diretor de cinema Heitor Dhalia, que, participando de uma mesa no primeiro dia do evento, falou que a gente aqui no BR se acha tão legal (em tudo) que não se aprofunda, que se contenta com um (suposto) hype e deixa de estudar, deixa de se esforçar pra ser melhor – tá tudo no vídeo aqui em cima. É um recado bom, válido pra todo mundo (pra gente, inclusive!).
Tamos agradecidas pela oportunidade de participar desse evento, de conversar com gente tão inteligente, de aprender coisas novas e de exercitar pensamento e opinião. E que venham mais discussões, até que o Pense Moda do ano que vem aconteça. =)
Para nós que a-m-a-m-o-s a internet, a palestra sobre a explosão dos blogs na imprensa contemporânea foi uma das mais aguardadas. E valeu a pena esperar (pode sentar que o debate – e este texto – renderam). Assuntos (e polêmicas) que interessam a todos nós foram levantados, discutidos e, por vezes, não resolvidos – pra gente levar pra casa, pensar e concluir por si. Participaram: Fernanda Resende (Oficina de Estilo), Laura Artigas (Moda Pra Ler), Maria Prata (Prataporter), Ricardo Oliveros (Fora de Moda) e Victoria Ceridono (Dia de Beauté). O mediador foi Paulo Borges.
A GRANDE questão em pauta: os blogs vão acabar?
NÃO – em coro (acrescentado da platéia pela blogueira de peso Alexandra Farah, do Filme Fashion). Assim como o rádio não acabou depois que inventaram a TV e nem essa sumiu do mapa depois que conectaram todo mundo pela internet, o blog não vai morrer. Pode (e possivelmente vai) sofrer algumas modificações, mas não há twitter na face da Terra que substitua a consistência da opinião relevante de um blogueiro. Algumas mudanças, alías, já começam a surgir: os blogs se consagraram por serem manifestações autorais em 1ª pessoa e sempre mantiveram a liberdade de seus redatores, por não dependerem de nenhum tipo de editoria. Entretanto, já há algum tempo, blogs em 3ª pessoa (como os de empresas privadas, por exemplo) começam a aparecer. Daí nasce outra grande questão: eles continuam sendo blogs a partir do momento em que não refletem mais a postura e a opinião individuais de um autor? Bem, esta foi uma das colocações que a gente vai levar pra casa pra pensar e concluir por si mesmo… Na mesma linha de raciocínio, o que acontece com um blog quando ele é linkado dentro de um grande portal? É possível manter sua autonomia? Todos os blogueiros da mesa, unanimamente, acreditam que sim. Questionam, neste caso, os leitores conquistados por este espaço – são os mesmos leitores cativos e fiéis ou são leitores que chegam a estes blogs por acaso (somente porque foi divulgado no portal) – e por isso não estabelecem diálogo nenhum com a blogolândia? Mais uma vez a postura da mesa foi unânime em concordar que esse tipo de leitor não é o leitor-blogueiro. É somente casual e, enquanto casual, não se mostra relevante para o diálogo.
Parênteses da Tati: (Ok, muitos destes leitores podem ter chegado a estes blogs por acaso, mas, de algum jeito, TODOS os leitores de todos os blogs chegaram até eles por acaso. O maravilhoso da internet é justamente isso – você pode, sim, descobrir coisas sem intenção. Mas se acontecer a identificação, de leitor casual qualquer um pode se tornar leitor-fã-de-carteirinha. E a partir daí o diálogo se estabelece e se fortalece).
Vitor Ângelo, outro top blogueiro dus****infernus, também se manifestou da platéia, pontuando que a moda é a individualização imagética do ser humano frente à sociedade em que vive, ao passo que os blogs são a instância última de individualização do ser humano na internet. Por isso a união blog+moda deu (e dá) tão certo. Além disso, outra concordância geral foi a de que os blogs são uma vitrine e que todo trabalho bem feito neles publicado pode, sim, render boas oportunidades (a Fê-deste-blog colocou, fina: “O Oficina de Estilo é nossa assessoria de imprensa!”).
Por fim, pra arrematar e fazer vibrar a blogosfera, Oliveros colocou uma fala de Constança Pascolato em si sobre os blogs (e quem os escreve): “Pelos textos, eu consigo definir a personalidade de cada blogueiro e sei exatamente como determinada notíca vai repercutir em cada blog”. Viu só? É bom a gente escrever e atualizar tudo direitinho porque, né, nunca se sabe: vai que Constança nos está lendo! (Tomara)
Mais: Vitor Ângelo, genial como sempre, nos avisa nesse post no blog Dus Infernus que a identidade brasileira tá sendo discutida há 500 anos em outras áreas, e que a discussão tá documentada numa extensa bibliografia – que ele disponibiliza e comenta, pra gente terminar de ler já correndo pra tirar o atraso de (falta de) conhecimento. E os textos-relatos de to-das as palestras do evento tão disponíveis no site, escritas pelo Luigi Torre do About Fashion – que tá na foto comigo e com a Tati Rodrigues.
Mais: no finzinho da primeira palestra do primeiro dia de Pense Moda, a Geni Ribeiro (consultora da Abit) chamou atenção para jovens jornalistas e críticos de moda. Diz que são quem indica o caminho da valorização do original, do questionamento e dessa busca por inovação. Tudo a partir do olhar perguntador, contestador, da crítica fundamentada e construtiva. Acontece que a gente não vê muita crítica aqui no BR – dos textos que a gente lê muito poucos contextualizam a moda (historicamente, até), relacionam com o exterior, com outras áreas e disciplinas. A gente considera como críticos os textos do Alcino Leite Neto, do Jorge Wakabara, do Vitor Ângelo e do Ricardo Oliveros. Os outros (grande maioria) são descritivos, jornalísticos, sem opinião ou posicionamento (até os nossos – tamos estudando pra aperfeiçoar e deixar de ser bobinhas). Tipo perfumaria, (ou) pra agradar anunciantes. E sem crítica fica mais difícil melhorar, aparar arestas, ajustar modos de operar e de pensar. Fica mais difícil até de “educar” o consumidor, que pra escolher também pode ter fundamento crítico – pra escolher cada vez melhor, de maneira mais apurada e exigente. Criticar é responsabilidade da imprensa local de moda, que é quem “traduz” a moda pra quem a consome, não é? Que essa educação, essa exigência, demandaria mais e mais aperfeiçoamento do mercado – e todo mundo ia evoluir junto. Tá certa essa conta?
E se toda discussão é válida, se todo debate ensina e faz crescer, o próprio Pense Moda podia alcançar mais gente do que os inscritos dessa edição. Devia existir um jeito milagroso de fazer essa inscrição custar cem-conto, de ter mais gente participando (teve gente ontem dando idéia do evento ser mega-patrocinado pra acontecer de grátis pra todo mundo, com inscrições limitadas – bom não?). Que público interessado tem, só falta a discussão ser acessível. E com mais gente ouvindo/debatendo/aprendendo/questionando, provalvelmente a pauta ia evoluir mais rapidamente, de um jeito (provavelmente) mais eficaz. Ia ser bom pra tout le monde, não ia?!??
• No blog da Thais Losso tem post analisando/comentando os looks da Katy Perry. Diz que ela é super gongada pelo povo da moda – mas tá na cara (e nas várias fotos do post!) que ela nem liga, que tá super se divertindo com o que veste. E não é isso o que mais vale?!??
• No Fora de Moda de Ricardo Oliveros tem a lista de finalistas do primeiro Prêmio Moda Brasil – e junto com os finalistas tem os votos do próprio Ricardo, com direito a opinião e tudo. De repente a gente se anima e, mais perto da premiação, faz a nossa lista de votos também (just for fun!).
By the way, Roberta Sá vai cantar na entrega do Prêmio pra animar convidados, indicados e premiados. Vai usar figurino escolhido pela Oficina de Estilo, tá bom pra vocês?!? =)
• No Dus Infernus tem a programação da edição 2009 do Pense Moda, evento mais legal e mais de moda “da vida real” que a gente tem aqui no BR. Diz que as inscrições já podem ser feitas – o evento vai acontecer em novembro e a gente ainda vai falar mointo sobre ele aqui no blog! =)
• No C’Est Sissi Bon tem um super post incrível, relacionando crises de economia com nossos erros fashion em compras. E tem uma listona de erros-e-remédios pra gente se identificar, não esquecer e usar na hora de comprar pra nunca mais errar, vale o clique!
• No Modos de Moda tem post contando da semana Viver Design, que vai acontecer aqui em SP. Dentro da programação dessa semana tem exposição de looks de estilistas bacanas nas estações de metrô de SP e mais, tudo coordenado pelo Jum Nakao. Legal, né?
Ainda tem assunto sobre o ‘evento de blogs’ da semana passada, gente – quando a gente ouviu seis donos-de-blogs dividirem suas experiências pra que houvesse discussão e reflexão sobre a blogolândia. A palestra mais impactante daquela tarde toda foi a do Vitor Ângelo, jornalista (de moda) colaborador da Folha de SP e editor do blog Dus Infernus. O Vitor disse mil coisas importantes, todas pra fazer todo mundo ter vontade de ter o seu próprio blog de moda. E explicou que os blogs e a moda se deram tão bem porque os dois têm como função individualizar, representar o “eu”: a moda como instrumento de personalização do visual e os blogs como marcação de território pessoal na internet. Tudo a ver, né?
“um passo à frente e você não tá mais no mesmo lugar”
Vitor é amigo de vida real, e já tinha me ensinado que sem crítica a gente não evolui – a gente e ninguém mais. E já tinha me mostrado que aqui no BR a gente tem hábito de achar tudo lhindo (como diz uma amiga querida), de só elogiar e de achar tudo fofucho o tempo todo. E se alguém faz alguma coisa e o tempo inteiro só ouve elogios, então pra que mudar ou procurar aperfeiçoar? O Vitor diz – com razão – que tem que haver crítica pra que haja também o desenvolvimento. E não precisa chochar pra criticar, claro. Mas tem que, com sensibilidade e alguma delicadeza, apontar no que é possível crescer e melhorar. E por mais que a moda tenha mil maneiras de afastar quem “é de fora” e mesmo reprimir críticas dos que estão mais perto, quem tem um blog pode ter uma opinião, tem voz e faz questão de falar – e tem quem reconheça essa opinião! Por isso a importância de se ter um blog consistente, coerente com quem a gente é verdadeiro em relação ao que a gente sente: pra individualizar e pra contribuir pra que se tenha boas e inteligentes discussões de moda.
Poder opinar assim, tão livremente, é novo no meio da moda. E quem opina depois de estudar, de se interessar, com propriedade, pode mais do que veículos tradicionais que têm amarras com publicidade/anunciantes e com o melindre do meio em si (rá!). Em blog não tem censura, nem de longe. Só em blog o Ricardo Oliveros pôde discutir o ponto de vista dele sobre moda não ser arte; o próprio Vitor discutiu o racismo na moda sem ser “poliana”, ser ficar na superfície. Em blog todo mundo pode opinar, todo mundo pode receber comentários (bons ou ruins) de volta, e daí oportunidades surgem. Todo mundo pode dividir alguma coisa interessante de verdade, todo mundo pode trocar referências originais. E assim, se um desses blogs ganha (certa) projeção, se gera amizades, contatos e oportunidades, o meio todo cresce e ganha alguma coisa com isso.
E depois de ouvir o Vitor falar, eu fiquei pensando que blogs de moda – os que discutem, os que levantam questões importantes, os que educam visualmente e os que têm opinião – são bem importantes pra nossa moda e por nosso momento, pra fomentar uma discussão. A Susanna Lau, que faz o blog Style Bubbles, fez post pra contar do impacto da fala do Vitor na sua maneira de pensar e de fazer o blog (pra você ver, menina). E pra ser inteligente (pra fazer um blog valer a pena) não precisa se levar à sério, não precisa ser sisudo ou apontar o dedo com maldade; precisa achar o que tem de mais legal na gente mesmo e usar isso como viés do nosso próprio questionamento – pra crescer! – em moda.
Então, amigos, esse foi o fim de semana do começo do Fashion Rio. A gente tá acompanhando daqui de SP mesmo, e nossos amigos internéticos são tão inteligentes e ágeis e sensíveis e práticos que a gente se sente um pouco lá, vendo tudo com eles. No Fora de Moda do Ricardo Oliveros, que tá cobrindo a vida em si e não só os desfiles (!!!), tem mointa coisa sobre o evento (meishmo). E de desfiles a gente tá bem servida, que tivemos até agora Rita Wainer, Thais Losso e Walter Rodrigues. Essa moda toda a gente tá acompanhando pelo site da Revista QUEM: a cobertura tá por conta da Denise Dahdah, editora de moda da revista, da Sandra Bittencourt, editora fofíssima de moda da Marie Claire, Luciana Obniski da Época SP e da Maria Sanz, fotógrafa/produtora/stylist que faz o ótemo No Provador. E elas todas tão prestando atenção em tecidos, cores, modelagens e mais pra contar pra gente, e tá bem legal – passa pra ver.
Passa e guarda o link nos seus favoritos, que quando esse grupo se mudar pra SP na semana que vem (por conta do SPFW) tem novidade: a gente vai participar da cobertura do SPFW no site da QUEM, junto com a Denise e com a Sandra! Mega oportunidade pra gente, que conviver com essas duas pesos-pesados vai ser um super aprendizado (e uma diversããão!). E oportunidade pra quem acompanha a gente por aqui, que vai ter Oficina de Estilo em dobro no maior evento de moda do BR – a gente vai “morar” no site da revista mas vai aparecer por aqui também (menos, mas vai). Não é demais?!??
E aí que a revista Key da Erika Palomino tem um canal do YouTuba, com vídeos de gente famosa (rá!) e de making ofs de editoriais de lá. A revista mais nova sai hoje e é bem legal ver tudo que precisa acontecer pra que a gente veja as imagens impressas na revista: um monte de gente, mega estruturas de luz e de equipamentos, o Max Weber nosso amigo querido maquilando, a Erika em si na locação, a locação em si, um povo dançando, mil coisas. E dá pra ver que o trabalho não é pouco, mas dá pra ver também que o povo se diverte! A gente participa, conhece e se diverte junto, que o vídeo é entretenimento fashion garantido. =)
Gente, olha que deglícia! Essa semana a gente leu entrevistas tão legais, com gente que faz blogs tão legais, que resolvemos juntar aqui umas outras que já foram feitas há mais tempo. Que se os endereços que a gente mais visita na blogolândia são assim tão ricos e informativos e cheios de insights é porque quem os abastece também é bacana, né? Quer conhecer mais do povo? Uma deglícia mesmo saber mais das trajetórias e formações de cada um pra relacionar com o conteúdo (incrível) que eles produzem. Let’s? =)
• E a própria Ale Garatoni fez um perfil da Maria Prata, do Prataporter, no blog dela. Não é bem entrevista, mas tem mega informação sobre a Maria, que também já falou mais dela mesma quando contou da sua formação como jornalista de moda nesse post. Super inspirador conhecer o caminho que trouxe a moça até aqui – ela é it girl pra Oficina desde sempre, que a gente acha ela mointo chique! =)
• E a Denise Dahdah, editora de moda da revista Quem e dona do blog Estilo Quem – novinho novinho! – foi entrevistada pelo mais que querido Glauco do blog Descolex. Na entrevista a gente conhece mais da carreira dessa editora que tem feito a gente “estudar” a revista e MEGA ganhou a gente de fã por causa do seu trabalho, super legal. Na entrevista, junto com toda a info sobre a própria Dahdah, tem imagens de trabalhos que justificam a gente achar que a moça é o máximo mesmo. Vai lá ver.
• No finzinho do ano passado, o Vitor Ângelo do blog Dus*Infernus fez uma entrevista ótema com o Ricardo Oliveros, do Fora de Moda. Era aniversário do Oliveros, e o presente do Vitor foi dividir com a gente tudo de mais legal que ele ficou sabendo do amigo. E aí, tempos depois, o Oliveros retribuiu o presente com essa outra entrevista incrível, pra gente conhecer mais do Vitor! As duas são super aulas sobre moda, arte e tudo mais, mega valem os cliques (todos). =)
• E pra completar, tem a gente sendo entrevistada pela Laura do Moda pra Ler, lá em 2006! A gente se levava beeeem mais a sério, o texto era beeem menos afetado (ai, menos divertido também, não?) e a gente parecia ser menos louca (só aparência!), mas a info tá toda lá. E foi uma deglícia lembrar que a Laura chamou a gente de “Esquadrão da Moda versão brasileira”! Quer lembrar também?!??