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  • Roupa de trabalho tem que comunicar mais ‘capacidade produtiva’ e não tanto ‘graça, beleza, molejo’. Acontece que, aqui no nosso climão-tropical-quentura-máxima, é imprescindí­vel que roupa de trabalho seja, antes de tudo, fresquinha e confortável, nénão?

    Esse post, então, é sobre looks profissionais “ventilados” mas também sobre pontos de vista: a gente propõe olhar pro calor não como atrapalhador, mas como mais um afinador de escolhas certeiras de vestir — tanto quanto outros fatores que influenciam nossas decisões de roupa pra trabalhar (alô reuniões, deslocamentos, clientes, apresentações).

    Sacou?

    A idéia é mapear atentamente as nossas vontades mais autênticas, pra que elas se conectem com elementos visuais que garantem frescor pr’além de looks óbvios ou pelados demais. E assim raciocinar/esquematizar o vestir pra que ele seja uma atividade simples, possível, não drenadora de energia — e fazer essa energia transbordar na execução do trabalho, na vida!

    pra sobreviver com dignidade (e conforto e graça!) ao nosso climão-tropical-quentura-máxima.

    MAIS FORMAS NA ROUPA, MENOS ACESSÓRIOS

    Vale pensar assim: pra não ter que carregar muita coisa, pra não ter que sobrepor nada, bom é escolher peças que impactam já na sua própria modelagem, com suas próprias formas. Tipo pantalona e pantacourt, blusa com uma modelagem mais diferentona, saia longa ou mídi, bermuda ou camiseta pólo… e quaisquer outras peças que tragam interessância em proporções e recortes e modelagem, sabe como? Tem mais impacto ainda se a coordenação tem mais peças em tecido plano do que em malha.

    ACESSÓRIOS DE IMPACTO, ROUPAS LEVÍSSIMAS

    Se é o caso de se sentir confortável com mais malha do que tecido plano — e também se é o caso de só conseguir viver com peças leves-levíssimas… então a fórmula contrária funciona bem. Quem sente muito muito calor mas não tem vontade de parecer diáfana, etérea ou delicada demais com peças super finas ventildas molengas aeradas, pode acrescentar força no look com acessórios pesadões, grandes, cheios de presença — que não ocupam tanto espaço e por isso não acrescentam calor, né.

    CORES CLARAS

    Diz a lenda que cores escuras absorvem calor e puxam a quentura pra si, e que cores claras refletem o calor, por isso “esquentam” menos. Coordenações de cores claras entre si, então, são mais frescas — e são sempre muito elegantes: pensa cáqui, branco, bege, caramelo, cinza claro. Vale também experimentar com cores mais “solares”, que ó, essas clarinhas dão muito certo junto com laranjas, amarelo, verde militar, terracota.

    TECIDOS NATURIAS

    Tecido feito em fibra natural ventila e deixa o calor que o corpo gera passar pra fora, ao mesmo tempo em que deixa o arzinho de fora passar pra dentro pra refrescar. (Tecido feito de fibra não-naural permite que isso aconteça bem menos, e quanto menos natural mais “prende” o calor do corpo lá dentro, fazendo suar, criando ambiente pro cheirinho de nhaca.) O exercício é escolher pelo toque e pelo caimento fresco, mas não deixar de investigar a etiqueta interna da peça pra escolher também pela fibra — tem uma aula de como escolher tecidos aqui, ó. Pensa assim: num dia quente de verdade, vale mais usar uma blusa de manga longa de tecido natural do que uma regata de tecido sintético — assim vale até tricô no calor, viu!

    CAIMENTOS SOLTINHOS

    Não precisa ser larguíssimo pra refrescar: caimento que não gruda na pele, que forma um colchãozinho mínimo de ar entre o corpo e a roupa, ajuda demais! E é fator crucial pro conforto, já que deixar circular o ar também ajuda a secar qualquer suor mais rapidamente — roupa justa demais no calorão pode ficar melada/marcada o dia todo roçando o corpinho de quem usa, nénão. Exemplo maravilhoso de se ter em mente é a alfaiataria feita em tecidos mais rústicos, como linho, que balançam gostoso junto com o movimento do corpo.

    SAPATOS LEVES OU MAIS ABERTOS

    Quanto mais pelado o sapato, mais informal ele é: isso significa que ambiente profissional regula a quantidade de pé que fica à mostra, dependendo da formalidade. Aí é adequar proporções e possibilidades: se pode muito pé de fora, vale compensar cobrindo braços ou pernas (com tecido fresco, rs); se não pode muito pé de fora, pode ser legal procurar sandálias com tiras grossas e calcanhar fechado ou assandalhados, que cobrem mas não tanto. A sacada é ventilar o pezinho, de preferência com materiais mais tradicionais pra equilibrar mensagens. ;-)

    pra sobreviver com dignidade (e conforto e graça!) ao nosso climão-tropical-quentura-máxima.

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  • Esse post foi escrito teeempos atrás (alô 2008!), numa ocasião em que a gente teve um contato intenso com clientes de consultoria de estilo e amigas que reclamavam da mesmice e da falta de feminilidade do look que trabalhos formais demandam (tipo escritório de advocacia ou mercado financeiro), meio calça-e-camisa todos os dias — ainda por cima rodeadas de colegas que usam terno e gravata de segunda a segunda. A gente parou pra pensar — e agora re-pensou! — no que pode fazer a diferença na aparência de quem tem que se virar em dresscodes rígidos como os dessas clientes/amigas.

    + tem pastinha de referências no Pinterest, ó!

    E uma primeira sugestão pode ser essa: a de não ter preguiça nem preconceito em relação a nada, ter disposição pra experimentar. Que quanto mais a gente experimenta, mais a gente exercita criatividade e mais expande repertório de referências próprias. Mas né, segue aqui com a gente que tem mais:

    dicas de consultoria de estilo pra variar os conjuntos formais/tradicionais e acrescentar personalidade ao look de trabalho.

    MATERIAIS DIFERENTES

    Sabe o que faz super diferença, sem chamar atenção demais? Material bacana. Faz diferença em originalidade, porque é muito legal substituir o algodão e o crepe e a microfibra de sempre por algodões fininhos, tricôs leves, malhas trabalhadas, sedas mais opacas e lãs com texturas. Superfícies variadas, com toques e apariencias diversas (entre si!) sempre acrescentam interessância – mesmo em looks super tradicionais. Material diferente faz diferença também em elegância, que material de qualidade é sempre sinal de refinamento – até nas peças mais lisas ou informais. Arrasa! E lembra que tricô é super super super legal de usar com alfaiataria.

    + como coordenar materiais diferentes
    + como escolher qualidade
    + diferenças entre tecidos naturais e não-naturais
    + como usar transparências (de muitos jeitos!)

    materiais-no-trabalho.jpg

    FORMAS MENOS TRADICIONAIS, MENOS CLÁSSICAS

    É bem possível treinar o olhar pra encontrar camisas com modelagens e formas diferentes: se a gente experimentasse um exercício só com camisas brancas, por exemplo, já dava pra inovar com mangas diferentes, golas diferentes, recortes inusitados, comprimentos variados, abotoamentos diferentes, detalhes nos punhos e nos ombros e mais. Daí o exercício pode ser ampliado — tem vestidos em modelagens criativas, paletós e jaquetas bem moderninhos, blusas com recortes e volumes, calças e saias com detalhes cheios de movimentos e geometrias. Isso tudo daí, ó, ainda escolhendo as “peças-chave” do dresscode de trabalho — esperteza na sutileza.

    + como usar pantacourts
    + saia-mídi pra toda silhueta
    + como coordenar proporções diferentes
    + como usar coletes longos

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    MAIS CORES (E COORDENAÇÕES ORIGINAIS DELAS!)

    Tipicamente a base das coordenações de cores do look de trabalho é cinza, preta, branca. Só de substituir esses 3 neutros por outros neutros equivalentes, ó, já se ganha em originalidade: no lugar do preto, por exemplo, é possível usar marinho, marrom café, roxão, cinza-chumbo, petróleo. No lugar do branco, beges, pérolas, tons pastel bem claríssimos, nude. No lugar do cinza, tons médios como cáquis, verdes militares, azuis. Usar o círculo cromático como referência também pode render boas experiências: nessa rodinha de cores, tudo que é vizinho funciona junto, sem estar tão longe das coordenações monocromáticas… mas com um twist, tipo rosa + vermelho, roxo + rosa, azul + roxo, verde + azul, + amarelo + verde, entende? Isso não precisa orientar coordenações de peças de roupa apenas, mas também pode dar idéias pra salpicar o look com acessórios coloridos, né!

    + passo-a-passo pra usar várias cores (com sugestões de coordenações!)
    + como usar tons neutros com pequenos pontos de cores coloridas
    + fórmulas boas pra misturar estampas
    + como usar o círculo cromático pra pensar coordenações

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    ACESSÓRIOS INCREMENTADORES DE LOOK

    É uma verdade universal: é possível MESMO mudar a cara da roupa com acessórios diferentes. Uma boa estratégia pra começar a usar pode ser: todo dia escolher 1 “acessório principal” pro look, trabalhar a coordenação pra dar algum destaque a esse acessório, e então (se for o caso) escolher apenas alguns pequeninos coadjuvantes pra acompanhar o resto da produção. E nem tá difícil, que vários acessórios tem função além de beleza apenas — pode ser um cinto pra ajustar a modelagem da parte de cima, pode ser um bracelete sobre os punhos pra segurar uma manga longa no lugar, pode ser um colarzão que mantém o decote no lugar o dia todo, pode ser uma tiara ou faixa que ajuda a controlar o cabelo pra longe dos olhos. Sabe o que mais? Sapatos coloridos e com texturas e com formas novas e recortes diferentes também contam. E bolsas que acrescentem personalidade. Mesmo sendo pequenina parte do look total, acessório bacana é o que mais acrescenta personalidade, originalidade, consistência ao visual do trabalho formal. E mesmo os acessórios maiores ainda ocupam tão pouco espaço (na aparência inteira) que né, vale a pena cuidar.

    + como coordenar colares e decotes
    + efeitos das pulseiras na silhueta e relação com personalidades
    + tudo sobre cintos
    + como usar anéis superpoderosos

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    TODA UMA NOVA FEMINILIDADE

    Podia ser um exercício: usar vestido ou saia pelo menos uma vez por semana — e podia valer especialmente pra quem reclama de usar calça todo dia. mas tem mais jeitos de “feminilizar” o look na sutileza, no sussurro… sem precisar gritar ‘mulerzices’, ó:

    _substituir o paletó por um cardigan deixa o look menos duro, mas fofinho, mais feminino
    _vestidos podem ser complementados com cardigans finos, jaquetinhas com mangas puxadas mais pra cima, paletós ajustados
    _saias ficam sensacionais com camisas \o/ e também com tricôs finos usados
    _mais: cintinhos e peças que acinturam, sobreposições justinhas, peças com detalhes graciosos tipo mangas arredondadas e golas fofuchas.

    O look fica completo com sapatos delicados, com frente alongada e arredondada. Ou mesmo com sandálias discretas, que tenham salto médio/grosso e tiras mais larguinhas (essas são as mais profissionais!) — mas que ainda mostrem alguma coisa dos dedinhos.

    + nossas fórmulas pra essa nova feminilidade
    + meia-calça como detalhe (sexy!)
    + tudo que a gente já escreveu sobre cardigans
    + elementos super femininos pra inserir no look

    feminilidade-no-trabalho.jpg

    + QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST?
    + COMO CONSTRUIR UM GUARDA-ROUPA INTELIGENTE


  • Tempos atrás, em junho de 2012, o Alexandre Herchcovitch convidou a gente pra conversar sobre os ‘códigos de vestir do ambiente profissional formal’ com um grupo de profissionais do escritório de advogados com que ele trabalha desde sempre. Foi então que a gente resolveu pensar numa maneira clara e eficaz de transmitir idéias de adequação de acordo com quem a gente é e com a vida que a gente vive. Na real, de verdade.

    Já que feio e bonito são definições feitas 100% subjetivamente e que “pode” e “não pode” é super antigo, pode ser bem inteligente enxergar o que é importante de verdade e escolher o que vestir pensando em se valorizar e valorizar o trabalho. Direção certeira pra todo dresscode/código de vestir pode ser o CONFORTO, em três versões: conforto pessoal, conforto do outro e conforto da empresa/do trabalho. A gente explica, ó.

    um passo-a-passo claro e eficaz de transmitir idéias de adequação de acordo com quem a gente é e com a vida que a gente vive. na real, de verdade.

    CONFORTO PESSOAL

    Código de vestir que toma por direção o conforto pessoal aceita todo tipo de roupa que proporciona conforto físico, de sentir mesmo. Roupa que permite sentar e levantar sem que a gente precise se ajeitar o tempo todo, roupa que não restringe movimentos (alô curtos e justos demais), roupa que permita a gente dobrar os braços pra segurar pastas, buscar coisas no alto sem mostrar a barriga, andar uns quarteirões na hora do almoço ou pegar o transporte com tranquilidade. Se trabalhar é o que a gente mais faz na vida toda, então roupa de trabalho não pode machucar, pinicar, tirar atenção do que a gente tem que fazer. Tecidos naturais e caimentos soltinhos, que acompanham a silhueta sem grudar, podem ser boas pedidas. Roupa de trabalho tem que deixar a gente à vontade pra viver a melhor vida que a gente pode viver enquanto ganha dindin.

    CONFORTO DO OUTRO

    Falando em não tirar atenção, o ‘conforto do outro’ é direção sutil-mas-eficaz pra definir o que cabe e o que não cabe em códigos de vestir, especialmente nos mais formais. Se o que a gente usa interefere de algum jeito na zona de conforto (visual/sensorial/intelectual) de quem tá junto com a gente no trabalho, então não rola usar. Mesmo! Pensa no que constrange ou faz com que o outro se desligue do que tá fazendo: decotes exagerados, cabelo descontrolado, corpo demasiadamente delineado, perfume cheiroso demais da conta, bolsa super estufada ou bagunçada, pulseiras e sapatos que fazem barulho, maquiagem espalhafatosa (qualquer idéia espalhafatosa, de repente até coordenações de cores super extravagantes, dependendo do trabalho!), alça de sutiã que insiste em aparecer e afins. Sabe? Tem aqui uma listona de sabotadores de aparência pra garantir esse checklist aí, ó.

    CONFORTO DA EMPRESA

    Todo-qualquer contratante tem expectativa em relação a como cada funcionário/prestador de serviço representa a empresa. Vale estudar valores e missões dos lugares em que a gente trabalha, assim como observar com olhar crítico e estético os clientes que a empresa atende. O que a empresa/o contratante vende? Pra quem? A gente tem aparência pessoal coerente com a imagem que a empresa quer projetar? Tem uma direção geral a ser seguida de acordo com os valores da empresa — conservadora, moderna, sustentável, comprometida — que pode ser personalizada pra se adequar a quem a gente é? Especialmente quando a gente vende serviço, o produto passa a ser a gente mesma. Vale alinhar expectativas, ter em mente o que a empresa quer da aparência de quem trabalha junto e então encontrar como esses valores podem aparecer no guarda-roupa profissional.

    A gente vive num tempo de olhar pra dentro pra buscar referências (de tudo!) e não pra fora. Não tá mais em época de se considerar qualquer bobagem que tenha a ver com certo-ou-errado, especialmente no vestir. Levando em conta conforto pessoal, conforto do outro e deixando também o próprio contratante confortável, é possível ser mais e mais a gente mesma. E além desses “limites” confortáveis a gente ainda pode escolher cores, texturas, caimentos, tecidos, sapatos, bolsas e acessórios (benditos personalizadores de aparência profissional!) que garantam coerência e consistência.

    MAIS DE CÓDIGOS DE VESTIR

    todo um mural no nosso pinterest cheio de referências boas
    (quase) todos os posts que a gente já fez sobre roupa de trabalho


  • Quando acontece da gente ter mudança na carreira ou na idade ou no lugar onde a gente mora, certamente nosso guarda-roupa demanda mudaças também — roupa tem que acompanhar a vida de quem usa, né? Muito natural na medida em que a gente vai amadurencendo, crescendo em produção/entrega profissional: ninguém deixa de ser quem é, a gente continua com gosto semelhante, preferências semelhantes… mas eventualmente surge essa vontade de sofisticar. Boa notícia é que é possível, com conhecimento e disposição, manipular elementos visuais que “elegantizem” o look — sem precisar fazer compras ou mudanças radicais. Ó que essas direções aqui podem ser customizadas e personalizadas pra acontecer em todo tipo de guarda-roupa!

    PESCOÇO ALONGADO EM DECOTES ABERTOS
    Não só pescoço, mas pulsos e tornozelos à mostra sempre acrescentam um toque sofisticado à aparência: partes do corpo mais fininhas à mostra criam sensação de uma figura toda mais afinada/alongada, e figura mais alongada sempre parece mais elegante (pensa em garças, flamingos!). E pra complementar a gente tem aqui no blog toda uma lista de ilusões de ótica que alongam silhueta, clica pra ver.

    VISUAL SEM QUEBRA DE COR NA CINTURA
    Mesma idéia dessa primeira direção aqui em cima: quanto mais alongada a silhueta parecer, mais sofisticada a aparência inteira também parece. A gente coordena looks sem quebra de cor na cintura quando usa partes de baixo e de cima do look com cores que tenham características semelhantes (tudo claro, tudo médio, tudo escuro, tudo super opaco, tudo super intenso-brilhante…), ou quando junta peças nas mesmíssimas cores, ou em cores diferentes com tonalidades semelhantes — sem criar dois blocos “distintos” e separados na silhueta, sabe como?

    TRÊS CORES (NO MÁXIMO) POR LOOK
    Quanto mais cores num look, mais informal ele fica. Esse é o mandamento que tem efeito mais imediato na hora de sofisticar um guarda-roupa, especialmente nos looks profissionais. Bom pra quem quer dar essa “elegantizada” é manter três cores no máximo por look — e se a maior parte da coordenação tiver cores neutras e calmas (apenas com pontos de cor colorida ou vibrante), a mensagem é transmitida com ainda mais eficácia (ó uma fórmula boa logo aqui embaixo).

    CORES NEUTRAS NA ROUPA, COLORIDAS NOS ACESSÓRIOS
    Mais de coordenações que sofisticam: na hora de selecionar as três cores, a gente pode dar preferência à peças de roupa em cores neutras pra deixar as cores coloridas pros acessórios que usar (coordenações de neutras com neutras são sempre uma pedida elegantona). Assim as cores coloridas marcam presença e alegram o look, mas em “pequenas doses” — equilibrando mensagens e comunicando jovialidade, frescor, flexibilidade.

    UMA ESTAMPA OU UMA TEXTURA POR VEZ
    Estampas e texturas são “informalizadores” de look. Então, quanto mais estampas e texturas num visual, mais informal -e menos sofisticado- ele pode ficar. Quando o look tiver textura ou estampa elas podem ser o ponto de partida pra coordenar todo o resto, com tudo mais liso e neutro na composição!

    TRÊS PECAS EM CADA LOOK
    A gente continua achando que look com uma terceira peça como complemento é sempre mais elegante e sofisticado do que looks mais simples. Dá chance de coordenar cores com inteligência, selecionar estampas e texturas pra acrescentar maturidade, incrementa pra fazer o nosso look lembrar o terno dos rapazes. Clica aqui pra conhecer mil jeitos de acrescentar a terceira peça ao look — no calor e no frio, no ambiente mais arrumadão ou mesmo no mais informal.

    BLING-BLING NOS ACESSÓRIOS
    Materiais lustrosos nos acessórios, assim só em pequenas porções, tiram a linearidade do look-geralmente-opaco de trabalho — e podem incrementar o visual com gotinhas de glamour sem que a gente fique com “cara de festa”. Vale pensar em colar pulseira anel brinco em metais dourados e prateados, sapatos e bolsas de verniz, broches com cristais ou formas em acrílico, cintos que tenham fivelas metalizadas, pedras translúcidas e mais. (Clica pra uma tabelona de materiais variados e possíveis coordenações entre eles!)

    CAIMENTO SOLTO SEM GRUDAR NA PELE
    Essencial pra parecer elegante é não parecer apertada, desconfortável ou mesmo não parecer mais sensual do que um ambiente profissional comporta que a gente seja. O caimento de tudo que a gente usa (pra trabalhar) pode seguir a silhueta e definir formas, mas sem grudar na pele, sem que a gente chame mais atenção do que a nossa entrega profissional. Jóinha?

    MATERIAIS DE QUALIDADE
    Outro essencial: não adianta a gente querer sofisticar e usar materiais dos mais informais do universo (tem um monte de direções sobre acessórios, em especial, aqui, clica!). E material de qualidade não significa material caro — significa o melhor material que o nosso orçamento pode comprar, bem conservadíssimo inclusive.

    PERSONALIDADE NO LOOK (e no modo de usar essas sugestões!)
    Uma listona dessa serve pra informar, pra dar conhecimento prático prontinho pra ser usado — e pra ser usada como exercício, com a cara de quem usa, identificando em quaisquer guarda-roupas os elementos sugeridos aqui pra fazer o exercício acontecer. Essa listona não quer deixar ninguém com cara de mais séria, nem de quadrada/antiquada, nem quer moldar ou engessar o vestir. A gente entende que é possível adaptar essas direções pra profissões diferentes e que tem também (MUITO!) como compensar uma sugestão com outra, devagarzinho, experimentando.

    E MAIS:
    Lista de fórmulas boas da Oficina de Estilo
    Profissional mas não careta!
    Direções pra se sentir mais leve visualmente (emagrecedores)
    Amadurecendo o look (parecendo mais velha), mas nem tanto!
    Idéias práticas pra coordenar cores com criatividade


  • Calças com a cintura lá no alto são super femininas. Pensa: calça é de menino, veio do guarda-roupa deles – mas calça que marca/define a cintura é só de menina! E cintura deslocada pra cima do seu lugar “anatomicamente certinho” significa sensação de pernas super longas, então por consequência as calças com cintura alta também podem afinar visualmente a silhueta inteira. Isso pra quem tem ombrinho, peitinho e tudo no lugar: a cintura alta faz o tronco parecer mais curto, meio um caixotinho, e quem tem ombrão ou peitão ou a parte de cima do corpo mais pesada visualmente pode encontrar dificuldade pra usar o modelón.


    todo um mural no nosso Pinterest com mil referências de looks com calças de cintura alta pra inspirar, clica!

    Nada que não se resolva com raciocínio de compensação – se não fica bom de um jeito, a gente compensa de outro. Usar partes de cima e de baixo nos mesmos tons, em visual monocromático, já minimiza qualquer efeito desequilibrador. Também vale usar a blusa por dentro da calça, como tem que ser mesmo (pra que a cintura alta apareça, né), e uma terceira peça mais longuinha por cima, abertinha formando um vão vertical ao longo do tronco. Tipo um cardigan, um paletozinho, uma jaqueta, um coletão. Importante é não apertar demais a parte de cima do look – roupa justa demais faz tudo parecer maior do que é, e caimento bom é esse que fica próximo do corpo mas solto, sem grudar.

    E como no resto todo da vida :) o que é ruim pra umas pode ser incrível pra outras. Quem quer valorizar seios vai sempre ser feliz com calças de cintura alta – que funcionam quase como o decote império dos vestidos! E, brasileiras que somos (todas), é bom prestar atenção no caimento da calça no bumbum pra não ficar com pandeirão. Quando a calça fica justíssima no bumbum o resultado pode ser potencializador de quadril, já que a gente tem essas curvas maravilhosas que a cintura alta é especilista em amplificar.

    E aí, calças amplas se dão bem tanto com salto quanto com sapatinhos rasteiros. De salto a gente aproveita pra tomar cuidado extra com o comprimento da barra – que dá super certo bem pertinho do chão, cobrindo bem o sapato (mas sem arrastar, sem estragar a calça ou driblar a forma humana!). Com sapatilhas e sandálias rasteiras vale até encurtar bem a barra e usar cintura alta em comprimentos mais modernos de calça, acima dos tornozelos – e procurar coordenar calça e sapatos em tons semelhantes se a intenção for alongar visualmente as pernocas (e a silhueta).

    Por fim, calça com cintura alta pode ser um ótimo look de escritório: as linhas retas que essa peça carrega em si transmitem mensagem forte, elegante, poderosa – sem deixar de ser mulherzinha (na medida!). Vale escolher além do preto-branco-e-cinza corporativos de sempre e pensar em coordenações tão elegantes, mas mais joviais, menos óbvias! Escolher o que vestir é uma das poucas coisas que a gente faz na vida sem precisar pedir/dar satisfação pra ninguém, a gente pode aproveitar pra ser diferente do resto todo em volta e inspirar. <3

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  • Quem dá aula ou palestras é, naturalmente (enquanto trabalha!), o centro das atenções. Na frente de um grupão de alunos ou de uma audiência de palestra é impossível a gente não magnetizar o olhar dessa gente. Por isso – e por que o look não tem que interferir (!!!) no conteúdo que se tem pra entregar – é bem importante a gente prestar atenção ao que usa nessas ocasiões. Aqui tem um checklist pra gente repassar antes de sair pra cada aula, apresentação, workshop e tals: garantindo que a gente é gracinha, mas que o que a gente tem pra falar é mais valioso e que o look só enfeita essa inteligência, sem ofuscar nem sobrepor. ;-)

    • Dando aulas ou palestras a gente já usa bastante as mãos pra falar, pra mostrar, pra apontar, pra mensurar, pra tudo. Uma função que a gente pode dispensar nessa hora é a de cuidar do cabelo, prender atrás da orelha, tirar a franja da frente do olho, enrolar em coques que caem toda hora. A premissa do cabelo profissional – que já sai de casa arrumado, preso, no lugar – vale especialmente pra quem tá diante de uma galera interessada em outra coisa (e não no cabelo da gente). Vale também pra maquiagem!

    ((Quem usa óculos pode acrescentar à maquiagem-profissional um olho mais marcado pra que a lente não deixe ninguém sem olhar firme – mesmo pra quem tá sentado lá no fundão!))

    • Vale pesquisar/conhecer pra quem se vai falar e então procurar elementos (pro look) que gerem identificação e que ganhem geral já na entrada. A aula é pra universitários de humanas? De exatas? A palestra é pra advogadas? Pra enfermeiras? Pra executivas? Pra professoras de crianças? Mais formal ou mais informal? Pra quem… – sabe como? A gente já até contou que a gente mesma se veste pra cada cliente que vai encontrar, ó!

    • Conforto é sempre importante, mas no caso de estar em evidência isso pesa ainda mais: roupa que marca, que se mexe muito quando a gente se mexe, que repuxa, que não para no lugar, que marca quando a gente sua (alô pizzas desconcertantes debaixo do braço) e tals não ajuda ninguém a prestar atenção no que a gente tem pra dizer. Tem que estar confortável, com dignidade, em 360º – de frente de costas sentadas pegando papéis do chão ligando fios do computador e mais.

    • O senta-e-levanta da dinâmica de aulas/palestras pode deixar o look mais bonito bastante desajeitado, amarrotado, torto, fora de lugar. Essa é uma hora boa pra sacar as malhas mais legais que a gente tem no armário (tecido plano é sempre mais elegante mas né, tem umas malhas incrementadas que dão de mil nos panos mais basicões) – o post em que a gente sugeriu looks pra quem passa muito tempo no trânsito (!!!) tem umas direções boas pra fugir do visual-amassado.

    • Acessórios são bastante ajudadores na hora da gente chamar atenção pro rosto – parte mais importante de qualquer look, mas especialmente do look de dar aula. Cor forte, forma original e tema interessante podem ser usados em forma de colar, de lenço, de acessório de cabelo. Mãos também são ponto focal, viu, e precisam estar bem feitas (e livres de acessórios barulhentos e balançativos, tiradores de atenção de qualquer um!).

    • Quem quiser elaborar um look no nível avançado de inteligência fashion (!!!) pode pensar nas cores e contrastes que vai usar em relação ao ambiente em que a aula ou palestra vai ser dada – pra que a gente se destaque do fundo/do ambiente mesmo que discretamente! ;-)

    • Super importante e a gente vive esquecendo: hoje tem aquele mini-microfone de pregar na roupa (sabe qual? tipo de apresentador de jornal na TV?) em quase todo lugar! A gente precisa pensar em decotes e golas que sustentem o pregadorzinho – e em coordenação de duas peças que permitam passar com facilidade quaisquer fios, se for o caso. Vestidos, às vezes, dificultam isso daí.

    • E aí, no final da arrumação, vale repassar o teste dos 10 pontos pra ter certeza de que o look não vai aparecer mais que o conteúdo que se tem pra dar na aula (ou na palestra). Look bom é imprescindível pra estar diante de qualquer um – imagina de toda uma audiência! – mas tem que ser coadjuvante, que o principal é a inteligência né!


  • A imagem que a gente carrega até o ambiente profissional é mais uma ferramenta que pode ser usada pra mostrar o comprometimento com o trabalho que executa. Pensa que o que a gente escolhe vestir, os acessórios que escolher usar, o cabelo, a maquiagem, tudo isso faz parte do cartão de visita mais poderoso que existe: a gente mesmo! Então quando a gente cuida direitinho dessa imagem, a impressão que todos em volta têm é de que a gente também cuida direitinho do trabalho que tem pra fazer.

    Maquiagem profissional transmite um cuidado extra, sabe!?! A mensagem é de que a gente gastou alguns minutinhos a mais, que não fez apenas o mínimo necessário (que seria cobrir o corpo com qualquer roupa), que se dedica à profissão. Então vale a pena acordar um pouquinho  – pouquíssimo – mais cedo pra dar tempo de cobrir as olheiras com um corretivo leve, abrir o olhar com algumas camadinhas de rímel, hidratar os lábios com um batom cor de boca, deixar a cor mais saudável com uma pitada de blush… sem exageros!

    O ideal é usar uma maquiagem bem leve que apenas ressalte o que a gente tem de melhor e não esconda, que dê um aspecto saudável e de bem cuidada. Por isso a gente pode fugir de olhos pretos, sombras coloridas, produtos com muito brilho ou gliter ou boca super forte. A gente não quer ir trabalhar com cara de que vai na balada, né!?! E a gente também pode prestar atenção pra usar produtos que tenham mais a ver com o clima da onde a gente mora: parece ser quase impossível usar maquiagem em cidades muito quentes, mas produtos mais secos (em pó ou pastosos) já são bem melhores que os líquidos ou os mais melados. Vale perguntar pra um maquiador conhecido que com certeza ele vai te indicar boas opções!


  • Camisas com laço no lugar da gola não são novidade, mas tem aparecido com mais frequência (em referências na internê) desde os desfiles das coleções intermediárias de lá de fora do BR. Especialmente pra quem trabalha em ambiente formal, essas camisas são sacadas simples e impactantes pra variar o dresscode – e incrementam com charme feminino e descontraído (com a adequação necessária). E o laço podia virar vilão se acrescentasse volume, mas os modelos mais legais são feitos em seda molinha, então tá tudo certo!

    A escolha da altura em que o laço fica pode variar, no entanto. Tem camisas em que o laço fecha pertinho do pescoço, como uma gola mesmo, e outras em que o laço cai como moldura do decote, deixando colo à mostra. Quanto mais fechada a camisa é, mais sensação de tronco cheio (e peitão, e ombrão) a gente tem. Vale então experimentar assim: mais fechadinha pra quem tem peitinho e quadril maior, mais abertinha pra quem tem peito e é mais fininha embaixo. As mesmas direções que guiam nossas escolhas pra colarzão podem também orientar a escolha dos laçarotes que arrematam essas “novas” camisas.

    E mais: silhueta também ganha sensação nova em relação a proporções quando a gente coordena cores e bilhos – tudo mais escuro e mais opaco dá sensação de menor, tudo mais claro e vivo/intenso dá sensação de maior. E asism a gente vai montando nosso quebra-cabeça pessoal em frente ao espelho, construindo a imagem mais confortável que a gente pode ter, sem deixar de usar nada que se tenha vontade. <3


  • Quem levanta da cama pra só atravessar um corredor e então sentar na mesa do “escritório” PRECISA se preparar pra isso com atenção e cuidado: tomar banho, arrumar o cabelo e escolher um look apropriado (ahãm!) fazem diferença. Claro que o rigor é outro, roupa de trabalhar em casa pode ser tão confortável quanto o pijama com que a gente dormiu, mas nem por isso é necessário trabalhar desarrumada. Porque né, o motoboy pode aparecer pra retirar uma entrega, pode surgir um convite pra almoço em cima da hora, pode ser que a gente precise sair assim, rapidinho – e horário de trabalho é tempo de estar preparada (visualmente!) pra tudo.

    Conforto equilibrado
    Roupa confortável não é a roupa que a gente mais usou na vida e que tá desgastada, rasgadinha, puída. Os materiais que confeccionam o que a gente veste é que são responsáveis por não apertar, por cair soltinhos, permitir mobilidade, deixar a gente quentinha (no frio) ou fresquinha (no calor). Malha, plush, viscolycra e moletom funcionam super bem – e pra não renderem uma cara ‘confortável demais-da-conta’ podem sempre ser coordenados com pelo menos uma peça em tecido plano.

    Modelagens motivadoras
    Malha pode ter design, moletom pode ter design, algodão pode ter super design: é super possível escolher essas peças equivalentes-ao-pijama, mas com detahes que incrementem o look com informação visual de valor – e que deixem a gente se sentindo especial e motivada pro trabalho em casa. Vale calça saruel nesses materiais, vale corte como se fosse alfaiataria nos tecidos molinhos, vale blusas com decotes recortes pregas faixas e mais: tem até na Hering! Uma sacadinha que seja na modelagem já faz diferença. Essa mesma ideia vale pra jeans: todo dia vestir o mesmo jeans e a mesma camiseta pra trabalhar sem sair de casa não dá energia ne-nhu-ma, né? ;-)

    Terceira peça sempre pronta pra sair
    A gente fala da importância de uma terceira peça no look desde 2008 (!!!), e pra quem trabaha em casa ela pode ter valor extra. A gente pode estar bem confortável, bem com tudo molinho, soltinho, e ter um complemento escolhido a dedo pra arrematar o look com a formlidade/elegância necessária – se for o caso de atender a porta, descer pra um almoço de última hora, sair correndo pra uma reunião esquecida na agenda… sabe assim?

    Cores que equilibram informalidade
    Se a gente tem um “pequeno guarda-roupa” de trabalho em casa, com calças confortáveis e bermudinhas e camisas e vestidos selecionados pra esse fim, tudo pode ter cores coordenáveis entre si e não é uma má ideia construir esse conjunto de peças em cores neutras. Look com menos cor colorida fica mais formalzinho por si só – o que equilibra super a mensagem de informalidade dos materiais gostosos de trabalhar em casa. Daí, quando for o caso de animar, a base neutra tá preparada pra ganhar peças coloridas na coordenação!

    Acessórios de trabalhar fora de casa
    O look mais simples pode parecer elaboradíssimo-chiquérrimo com um colarzão de metal, ou com pulseiras coordenadas entre si, com um lenço lindo, com sandália e sapatilha arrumadinhas (não é uma lei combinar moletom/malha com tênis, viu!). Vale escolher acessórios como se o trabalho fosse fora de casa! Mais importante de tudo: look de trabalhar em casa tem que ter bolsa preparada pra acompanhar, se for o caso de sair: a melhor bolsa do armário da gente pode acrescentar a aura profissional ao look confortável – vale escolher elegância e qualidade, exatamente pra contrapor!


  • Sabe recém-formada que sai da faculdade direto pro ambiente formal de trabalho? Pra essas a gente pensou num dresscode especial, tipo como estar adequada sem parecer velha ou antiquada! A sacada é miturar elementos formais e informais no mesmo look, na medida que o ambiente de trabalho permitir – elementos que podem ser cores, tecidos, texturas, acessórios, comprimentos, complementos e tals, sabe? Vale pensar (de acordo com o lugar em que todo mundo trabalha, claro!) em calça alfaiataria e jaqueta jeans ou jaquetinha de couro, por exemplo, no lugar de um paletozinho mais tradicional. Ou, com esse mesmo paletozinho, uma saia com texturas ou materiais alternativos, como camurça ou tecido lustroso. Imagina, então um tailleurzinho com uma botinha de tornozelo ou um assandalhado bem poderoso?!??

    Daí fizemos uma lista de tópicos que, combinados, podem render umas boas fórmulas pra quem quer experimentar esse dresscode-certinho-não-careta. Comprimentos acima dos joelhos são sempre mais joviais que os que cobrem a dobra da perna – pra calças, barras na altura dos tornozelos (tipo cigarrete) também são mais frescas. Terceira peça, que sempre colabora pra ‘formalizar’ looks, podem ser mais curtinhas ou mais longas – pensa em boleros moderninhos ou em trench-coats leves. Também não precisam ter mangas: coletes, de todos os materiais e formas e comprimentos, são sempre atualizadores. Nessa categoria também estão os acessórios: sapatos ‘de agora’, colares e pulseiras e brincos e lenços e broches e anéis dizem muito do momento que a gente vive (na moda!), vale super prestar atenção.

    E aí, se a gente resolve substituir o preto por outros neutros escuros – tipo cinza, marinho, verdão, roxo, marrom café – as coordenações de cores que a gente faz já tendem a ser mais originais, e cor sempre “jovializa” looks. Não precisa nem usar cores extravagantes demais: só da gente coordenar de um jeito não-usual, o visual já parece não ter preguiça ou estagnação… já parece cheio de energia xóvem, haha. E aí, cabelo cortado bem bacanudo ou arrumado de jeitos legais (agora meio despenteadinhos, ou com trancinhas e torcidinhos) super contam pontos pra refrescar ainda mais a aparência.


curtimos

ideias complementares às da Oficina