Quando a gente estuda a silhueta de uma cliente e suas proporções a gente sempre pergunta como ela se sente em relação ao tamanho dos seios dela. Porque não adianta a gente dizer se eles são grandes, pequenos ou proporcionais em relação ao corpo dela se ela não concordar com a nossa opinião quando se olhar no espelho.
A relação de uma mulher com seus seios é super subjetiva, tem quem tenha seios pequenos e gosta disso, tem quem queira seios menores, tem quem tenha seios grandes e se sinta super bem assim e tem quem queira que seus seios sejam maiores. Ou pelo menos pareçam maiores, né!?!

Dá pra valorizar os seios e dar impressão de que são um pouquinho maiores através das roupas e acessórios que a gente escolhe, sabia!?! Read more

Quase todos os segredos de se “domar” um tipo físico rebelde tão na relação de medidas de ombros e de quadril. Jennifer Hudson tem ombros mais largos que o quadril, então, na teoria, o look que ela usa na foto faz o contrário do que deveria fazer pela silhueta dela. Olha só: a cor viva sempre chama mais atenção – e faz parecer maior – do que cor escura/neutra. Se o vermelho tivesse na parte de baixo e o preto na parte de cima a combinação das peças já melhorava um tanto! Mais: se a parte de cima cobrisse mais os bracinhos, tivesse um decote (mínimo que fosse, só pra gente ver o pescoço dela), se fosse um pouco mais próxima da silhueta (principalmente na altura da cintura) e se não fosse blousée, s enão ficasse fofa assim e caísse mais solta sobre o cós da calça, daí tudo melhorava mesmo.
A calça cenoura, por si só, repete o formato Y do corpitcho de Jennifer Hudson (que a gente AMA by the way). A modelagem afunilada embaixo, NA TEORIA, não dá tão certo pra quem tem ombrão peitão troncão barriguinha pouca cintura e afins. Se a gente quer “equilibrar” o formato da nossa silhueta na hora de escolher o que vestir, o primeiro caminho é usar roupas que complementem esse formato, sabe? No caso de Jennifer Hudson a parte de baixo tinha que ser mais aberta, mais solta e mais chamativa que a parte de cima – que devia ser um nada, bem neutro e vaorizando o que ela tem de mais magro nessa área (pescoço, colo, parte fina do braço). E a gente tem mil elementos pra manipular na hora de montar o look: forma, tecido, cor, recortes e pregas, acessórios… né? É só se estudar e mandar ver. ;-)
Toda etiqueta de roupa traz um número. Esse número até muda de marca pra marca – só na semana passada eu fui 44 no Alexandre Herchcovitch e 40 na Isabela Capeto. O número da etiqueta faz referência a um tamanho… mas tamanho de quem? Do manequim de plásico? Ninguém mediu essas peças na gente pra definir quem veste cada numeração, né? Então não tem motivo pra gente continuar achando que o número das etiquetas das roupas define a nossa magreza ou “gorduchice”. Muito mais importante (de verdade verdadeira) é a peça vestir direitinho, é o tecido cair suave sobre a silhueta (qualquer silhueta!), é a roupa não grudar nem criar aparência ruim pra gente. Bom é se desprender desses números e escolher o que veste mais confortável, mais confiante. Melhor ainda é se desprender ao ponto de começar a experimentar números maiores, mais soltinhos, que podem ficar perfeitos com alguns ajustes – especialmente se o tamanho “certo” só vai ficar certo mesmo depois de um regime, sabe como?!?? O que vem na etiqueta é só um número. Só. E se a gente cortar as etiquetas das peças, aquele número passa a não valer nada – já pensou nisso? A gente tem é que deixar de ser boba e ser mais feliz com roupas – de qualquer tamanho que seja o nosso. ;-)

Mais disso daí (movimento “desencana”!):
Vanity sizing – texto antiguinho daqui do blog!
Por mais sobrinhas de tecido no bumbum
Tudo no tamanho certinho
A gente AMA o Net-a-Porter, esse site que vende as marcas mais bacanas pela internet e que ainda recheia o site com informação de qualidade, bonita de se ver e útil (de verdade). Aqui no BR a gente tá aprendendo a comprar pela internet só agora, devagarzinho, mas já tá no lucro: no mesmo dia em que o blog Conversinha Fashion fez um super post avaliando os quatro sites de vendas (de moda) com desconto mais legais daqui (super vale o clique!), a gente conheceu “o nosso net-a-porter”, chamado OqVestir. E o que a gente viu até agora é bem BEM legal. E promissor.

A estrutura do site se baseia numa revista eletrônica, super bonita e editada por ninguém mais ninguém menos que Jussara Romão (sabe-tudo). A revista mostra looks, agrupados por assuntos/tendências/vontades, e tudo – absolutamente tudo – que a gente vê pode ser comprado. A gente também tem opções de ver peça por peça ou, em cada categoria (calças, saias, jaquetas, etc etc etc) ver looks completos, montadinhos no manequim. Peças e looks de uma seleção estreladíssima de marcas, tipo Isabella Giobbi, Giuliana Romano, Amapô, Iódice, Mercearia, Espaço Fashion, Elisa Atheniense, Pat Falcão, Flor, Glorinha Paranaguá, Zidi, Madri e mais. Roupa, sapato, bolsa, acessórios, tu-do!

Já é tudo incrível, mas ainda tem mais. Uma das idealizadoras do OqVestir é personal stylist! Então, dentro de cada categoria de peças, a gente pode escolher por ocasiões e por estilo – tipo formal e informal, clássico ou moderninho – e também por tipo físico! Tem um super guia de tipos de silhueta, com características marcantes pra todo mundo ter uma direção de “onde se encaixar”, e pra completar tem um guia com direções pra cada um desses tipos de sihueta. Tipo completão. A gente AMOU e deseja vida longa ao OqVestir. Passeia por lá pra ver o que você acha e volta aqui pra dizer pra gente o que achou!
Então a Mischa Barton resolveu entrar na campanha com a gente e dizer que “o único jeito de ser feliz e de ser uma pessoa mais legal de se estar em volta é aceitar o que a gente tem – todo mundo tem questões relacionadas à silhueta, mas tem que se sentir confiante. E saudável e feliz”. E a gente sabe que é mais fácil falar quando se é magrela tipo ela, mas sabendo que o corpo é a base de qualquer moda – tudo tem que funcionar por cima dele! – não custa a gente reavaliar nossa relação com esse “ponto de partida” tão importante, tão precioso, não? E seguir o conselho da Mischa e ser saudável e feliz.

Que ela continua o discurso dizendo que não entende porque as pessoas procuram o feio, apontam pro que é ruim e tals, ao invés de achar o que têm de melhor e valorizar isso daí. Olha, gente, issso sim é material bom de imprimir, colar no armário e ler todo-dia de manhã antes de se arrumar. Não é? ;-)
Quando a gente quer parecer mais magrinha (ou com tudo no lugar!) a maior dica de todas, a mais valiosa, é a de comprar peças no tamanho certo. O que a gente veste tem que cair suave sobre as formas do corpo, sem marcar – o ideal é que o tecido siga a silhueta sem grudar na pele. O que a gente compra em loja não é feito pra gente, no nosso corpo e com as nossas medidas: tudo é feito com medidas-padrão, por isso é preciso personalizar (quase) tudo que a gente compra FAZENDO AJUSTES. Não tem jeito, não tem pra onde fugir. Existe chance de determinada peça cair perfeitamente, mas não é o mais comum. E quando a gente tem tempo, sai com paciência e com disposição de achar o que o mercado oferece de melhor, é fácil prestar atenção em repuxados, preguinhas, ajustes que podem ser feitos e mais. Mas como todo mundo tem aquele momento de pressa e ansiedade – em que um monte de coisas podem passar batidas dentro de um provador afobado! – vale repassar a listinha aqui embaixo pra manter esses “ítens” fresquinhos na mente. E aí, é só ajustar, ou provar em outro tamanho (e ajustar de novo), ou escolher um outro modelo (e ajustar mais uma vez!) e sair feliz, com o caimento mais impecável que se pode ter – que além de emagrecedor é também muito elegante. Olha só:

A PEÇA TÁ MUITO GRANDE QUANDO…
…os punhos ultrapassam super a linha dos pulsos
…a costura dos ombros fica caída, na frente ou atrás
…fica um sacão de tecido na parte da frente, na altura da virilha (um pouquinho sobrando não tem problema!)
…a costura lateral da peça, na altura do quadril, fica arredondada e muito longe do corpo
…faixinhas e cintos fazem engruvinhar tecido de sobra na altura da cintura
…a alça do sutiã fica à mostra no decotón (a não ser que a peça tenha sido feita pra deixar ombros à mostra)
…o decote mostra mais do que devia, ou se abre (tipo pra frente) quando você se senta
…a linha da cintura fica muito abaixo da cintura de verdade
…você se olha no espelho e não sabe onde tão os seios, onde tá a cintura, onde tá a virilha, onde tá nada
…tem tanto tecido na parte das coxas que uma calça reta fica parecndo uma “cenoura” (rá!)
…as alcinhas ficam caindo dos ombros o tempo todo
…a saia vai rodando na medida em que você anda/se move
…a peça forma uma pregona nas costas, logo abaixo da gola, com a sobra de tecido (sinal de que a parte de baixo tá super longa ou que a gola tá super alta)
…você consegue sair da peça sem abrir nenhum zíper botão ou fecho
A PEÇA TÁ MUITO PEQUENA QUANDO…
…marca a virilha com voltinhas e reentrâncias (uó)
…marca atrás a ponto de se ver nitidamente a forma da calcinha ou do sutiã (uóóó)
…o tecido acompanha a voltinha do bumbum e segue grudado na parte de trás da coxa (não pode!)
…a cintura fica espremida dentro da peça e a barriga “explode” com volume a mais dos lados, logo em cima – tipo um muffin
…os braços não se movem direitinho (muitas vezes não precisa “se abraçar” com folga – sabe como?, mas tem que se mexer com conforto)
…as mangas longas ficam curtas
…as costuras dos ombros ficam mais perto do pescoço do que do braço
…as cavas ficam desconfortavelmente próximas das axilas de quem veste (isso até machuca, né?)
…os botõezinhos da frente, quando fechados, formam buraquinhos entre eles sobre os seios ou sobre a barriga – querendo explodir!
…o busto fica achatado pra conseguir caber dentro da modelagem
…a blusa/camisa pula pra fora da calça/short/bermuda com um mínimo movimento – ou quando você simula um abraço e a camisa/blusa deixa a barriga à mostra
…a saia ou o vestido sobre incrivelmente quando você se senta
…quando na hora de vestir, uma peça com citura no lugar parece milagrosamente ter mudado pra ‘cintura alta’
…os bolsos nunca parecem fechados, “assentados”
…as costuras repuxam ou parecem forçar
…o zíper fecha com dificuldade, precisando de força pra subir (ou descer)
..você não consegue respirar direito
Pra todo mundo que é do nosso grupo e queria uns 5cm ou 7cm a mais! Saltão, plataformas e anabelas ajudam, claro, mas tem uns detalhes que acrescentam altura aos nossos looks. percebam, amigas, que não é o caso de se olhar no espelho e se espantar: “noooossa, como eu to alta” – não é isso. Os efeitos desses truques acabam sendo inconscientes, o olho de quem olha a gente percebe uma silhueta mais alongada e longilínea, fazendo com que PARA O OUTRO a gente pareça mais alta. Bora prestar atenção e tentar:

• Pensa que o que emagrece também alonga. Então o caimento ideal pra tudo nessa vida é o que não é tão justo que grude na pele, mas também não é tão folgado que não mostre formas. Tudo que acompanha a silhueta de um jeito soltinho ajuda a crescer.
• Super truque: acrescentar pontos de atenção na parte de cima da silhueta: golas coloridas, brincos que brilham, make incrível, tiaras e acessórios de cabelo – tudo que faz todo mundo olhar pra cima quando te vê também “puxa a silhueta pro alto”!
• Look em monocromático ou em tom sobre tom – com a parte de cima mais clara e colorida. Vale especialmente pra coordenações de proporções diferentes e comprimentos intermediários, tipo calças com pernas muito largas, saias na altura dos joelhos, cardigans mais longuinhos, capinhas 3/4, batas compridinhas e mais.
• Tudo que é detalhe vertical e chama atenção pro centro do corpo, fazendo o olho do outro ver a gente de baixo pra cima, alonga a silhueta: camisas com fileiras de botões ou vestidos chemise, estampas verticais, decotes em V (super alongadores!), casaquinhos e cardigans usados abertos, lenços soltos so longo do torso, tipo isso, sabe?
• Proporcionalmente o corpo humano ideal tem as pernas longas. Então alongar visualmente as pernas ajuda a gente inteira a parecer mais alta. Quem quer alongar pernas evita cavalo baixo e modelagem sarouel, barras italianas ou contrastantes, sapatos e meia-calça em cores diferentes, comprimentos entre os joelhos e o tornozelo, etc etc etc.
• Peças que alargam e que dão sensação de horizontalidade também não ajudam: boleros, cintos largos, faixas tipo óbi, sandálias e sapatos com amarração no tornozelo – o esforço é mover o olho do outro de baixo pra cima, e não de um lado pro outro!
• Truque super atual: shortinho e sainha e vestidinho curtos com sapatos beeeem nude, em couro natural ou vinil quase no mesmo tom da pele! Mega alongador de pernas e deixador de pessoa mais alta!
• Calças com pernas sequinhas e retas alongam beeem mais que as soltonas e afuniladas da moda e agora: quse sempre o tradicional também é mais emagrecedor e alongador! Quase uma regrinha, néam?!?? ;-)
A Karla Girotto uma vez falou que “a moda dá fantasia para o dia-a-dia, e qualquer tamanho de corpo tem direito a isso”- a gente não podia concordar mais. E sempre se tem notícia dessa ou daquela marca resolver fazer numerações maiores, e a gente tá sempre querendo “afinar a silhueta”, alongar, parecer mais magra, com menos quadril, com a pernoca mais fininha… mentchira? Não, né?!?? Pois de um tempo pra cá a gente tem recebido emails e comentários de meninas magrinhas e altas, reinvindicando dicas pra elas também, protestando contra a nossa atenção às gordinhas em detrimento das magrinhas.

essa atrás do milkshake de nutella sou eu, amigos, a Fê. esse post nunca seria pra mim!
Primeiro a gente quis matar essas fofas que jogam na nossa cara que querem parecer menos magras (e a gente aqui em regime constante, nonstop). Mas ok, é verdade, é super difícil achar numeração pequenininha que a gente sabe: já tivemos uma cliente (linda!) com tamanho 34 e nunca trabalhamos tanto. Como peças específicas em tamanhinhos pequenos são mais difíceis, a gente resolveu juntar um monte de ‘truques ao contrário’: tudo que a gente sugere como solução pras fofas parecerem menores, aqui a gente vai inverter pra fazer as magrinhas felizes. Let’s:
• Quanto mais cortes horizontais o look tiver, mais baixinha e cheinha a silhueta vai ficar. Tipo comprimentos intermediários (bermudas, calças corsário, saias, batas mais longuinhas e túnicas, decotes horizontais, mangas nos cotovelos… Dá pra cortar a silhueta também com cintos em cores contrastantes do look e com faixinhas na cintura (por cima da camisa ou do cardigan, sabe?).

• Evitar monocromático e formar ‘blocos de cores’ é outro “preenchedor de silhuetas” super eficaz. Tipo parte de baixo em cor contrastante e diferente da cor da parte de cima do look. Tipo preto e branco, amarelo e cinza, azul e laranja, marrom e creme, etc etc etc. Quando as cores são coloridas e vivas, então, melhor ainda! Que sempre tons neutros retraem volumes (visualmente), e cores luminosas expandem.
• Usar e abusar de texturas e estampas ajuda a criar a ilusão de volume. Tipo malhas com trama espessa, estampas coloridas e espaçadas, aplicações e volumes e babados e franjas (adoro!), brilhos e tecidos lustrosos, penas e plumas (diz que super vai ter, sabia?), tecidos fofinhos, com aparência de tear, tweeds e afins… tudo isso dá uma engordadinha linda na silhueta. Dá pra manipular usando só na parte em que se quer mais ‘aumentar visualmente’: quem tem quadril pequenininho e ombros maiores, usa texturas e estampas embaixo; quem tem ombros pequenos, peitinhos micro e quadril maiorzinho, usa texturas e estampas em cima.

• Sobreposições super moldam o tipo físico do jeito que se quiser moldar, mesmo no tempo não-frio. Usar muita coisa, tudo em cima de tudo, sempre cria volumes e curvas, né? Tipo jumper com camiseta, camisa mais longuinha e coletinho curto por cima, vestido e bermuda, camiseta e cardigan, vestidinho e jeans, lenços longos sobre regatas, tudo arrasante pra magrinhas. Bolsas que cruzam, com formatos fofos e mais gordinhos, também acrescentam volume à silhueta.
• Sapatilhas sem salto ou com saltinhos micro também colaboram. E sapatos com frentes arredondadas (ou quadradas) fazem parecer mais baixinha do que os que têm frentes alongadas ou pontudas (mas a gente tá numa fase bem não pontuda mesmo, não?!??). Sabe o que mais? meias opacas e com texturas. Botas que enrugam o cano e ankle boots, então, uma beleza pra engrossar pernocas.

A gente escoheu ilustrar o post com mil imagens da Mischa Barton porque, na conversa pra confeccionar essa listinha de dicas, ela pareceu a magrinha que mais se veste pra parecer menos magrinha. Repare, inclusive, que em mais de uma imagem nossa celebrity magrinha aparece com um ou mais cafés bem gordinhos nas mãos – super pode ser mais uma tentativa de “preencher a silhueta”, não?!?? =)
Esse post foi postado pela primeira vez no finado BlogView em 11/09/07, coletivo de blogs que funcionou só naquele ano. No link tem 14 comentários ótemos, todos de gente muito legal que frequentava aquele espaço bom com a gente. ;-)
(Em homenagem ao Vitor Ângelo!) Dessa reunião de G20 sobra pra gente avaliar os looks das primeiras damas mais faladas no mundjinho da moda, não é mesmo? Podia render um ‘adoro do dia’, mas rende mais. Rende avaliação e leitura de elementos – de roupa, de visual – que dizem mointo da personalidade e dos propósitos de quem usa. Vmaos fazer lista juntos?!??

• uma usa cor neutra e clara, a outra junta cor vibrante ao escuro intenso
• uma escolhe contraste, a outra não (podiam ser Blair e Serena, quase isso!)
• uma veste tecido mais estruturado, a outra usa tecido “que se mexe”mais
• uma tá com caimento mais perto do corpo, amarrado por cintinho, a outra escolhe forma mais distante da linha da silhueta, mas solta
• uma podia ser primeira dama em qualquer tempo, a outra é “super-agora”
• e as duas usam saltinho/nada de salto porque ouviram o Karl Lagerfeld dizer que home odeia se sentir baixinho perto de mulheres super altas! ;-)
Diz que, em tempos de crise, estão em alta o “luxo discreto”, tecidos/materiais sensuais, investimentos com prazo de validade bem longo (clássicos!), qualidade no lugar de quantidade e peças antiguinhas, vintage mesmo. Eu li isso daí num texto ótemo da Bazzar da Sarah Jessica Parker na capa. E mais: a repórter que escreveu o texto diz que, mais importante de tudo, é ter “itens que façam a gente se sentir bem” (que ela chama de ‘feel good items’). Faz super sentido, e pode fazer a gente pensar – e escolher melhor!

reflexo de gente autêntica é mais bonito – e mais confortável! ;-)
Luxo discreto é lei porque ostentar é uó mesmo. Materiais sensuais são essenciais porque namorar é de graça (bom pra crise, rá!) – não é coincidência que todas as últimas imagens projetadas em semanas de moda são muito MUITO femininas, mesmo quando fortes. Investimentos bons e a escolha da qualidade a gente aqui acha que é uma coisa natural, o nosso tempo é o da abundância da informação de moda e todo mundo tá comprando melhor mesmo, de maneira geral (não éam?). E tem mesmo esse “revival” de vintage, todo mundo curioso em relação a brechós e a camisetas antigas e mais: meio uma idéia de reutilização, de reciclagem, de economia (mesmo que furada).
Agora, esses “ítens de fazer sentir bem” são a sacada do milênio! Em tempo de dificuldade – em qualquer tempo, né, gente – o maior benefício que se pode ter na moda é… segurança! Difícil se sentir segura em frente ao espelho tentando ser outra pessoa, ou querendo ter outras coisas, ou fechando os olhos pro que a gente é e pro que a gente vive. SE CONHECER É O CAMINHO PRA SER FELIZ COM MODA. Tudo bem ter referências, super tudo bem admirar e se inspirar e tals, mas ser a gente mesma não é pra qualquer uma – e quem consegue tá mais feliz, pode ter certeza.
Coisas que podem fazer a gente se sentir bem (com moda, claro!):
*modelagens boas pra nossa silhueta
*decotes que deixem a gente se achando AS sedutoras
*sapatos de salto super confortáveis (milagre da vida)
*cores que fazem a gente parecer maquiada
*colar com pingentes que têm estorinhas pessoais
Vamos continuar a lista nos comentários? Que a gente sempre tem uns “ítens de sentir bem” como coringas no armário – quem quer contar qual é o seu?!?? ;-)