6.
mar.
10.

DOMINGO TEM OSCAR NO NOSSO TWITTER!

publicado por: Fernanda

A gente AMA prêmios e desde sempre assiste tudo com os olhos de quem vai, tempos depois, ter referências sobrando pra clientes – e pra galhera do blog né? – em formaturas, casamentos, festonas e mais. Domingo não vai ser diferente: esse vai ser um Oscar cheio de divas (Nine tem uma mulherada louca no elenco!) e a Oficina vai acompanhar o tapete vermelho no Twitter, postando tudo ao vivo, dividindo as fotos que forem aparecendo na internet pra gente ver vestidos em detalhe, comentando maquiagens e cabelos e trabalhos de personal stylists famosas (alô Rachel Zoe!)…. e conversando com todo mundo que tiver no Twitter também! Vai ser no domingo a partir das 21h – que é a hora que o canal TNT começa a transmitir o tapete vermelho. Quem souber de fontes de fotos desses sites que vão postando tudo na hora avisa a gente nos comentários pra agilizar todo o processo!

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Pra entrar no clima tem aqui um teste pra saber que personalidade de tapete vermelho a gente tem (HAHA), tipo qual é o estilón que cada uma de nós vai escolher na hora de receber prêmio próprio (!!!). Tem também as categorias Oscar e tapete vermelho daqui do blog com tudo tudo tudo que a gente já escreveu sobre esses temas. Marca aí na agenda e assiste com a gente no Twitter! Domingão hein! ;-)

3.
mar.
10.

CRÍTICA FASHION DAS MAIS DIVERTIDAS

publicado por: Fernanda

Já ouviu falar no blog Go Fug Yourself? Com extremo bom humor e muito chocho, as americanas Heather Cocks e Jessica Morgan não deixam pedra sobre pedra nos escorregões fashion de celebridades em tapetes vermelhos da vida – o blog é imperdível! A corrupetela “fug” vem de “fugly”, que é a contração de “fantastically ugly” e que pode ser traduzida como ‘incrivelmente feio’. “Fug” também é uma forma mais amena de dizer “fuck” – mas aí não né.

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Apesar delas serem super cruéis com as celebridades, a imprensa caiu de amores por elas. Tempos atrás o blog foi escolhido pela revista Time (!!!) como um dos 50 sites mais legais da internet. E o jornal britânico The Guardian já elegeu o GFY como um dos 50 blogs mais poderosos do mundo! Diz que o blog tem tipo 3,3 milhões de visitas por mês (uau). Read more

14.
out.
09.

FILME FASHION SEM SER FASHION

publicado por: Fernanda

De tempos em tempos a gente AMA um filme que não foi feito “pra ser da moda” mas que acaba sendo. Não é? Tá sendo assim com o super-esperado (pela gente!) Where the wild things are e foi assim com Memórias de uma Gueixa e com Chicago, por exemplo. Agora o diretor desses dois últimos filmes tem um filme novo, chamado Nine, e as atrizes do filme tão to-das na capa da Vogue América. E olha, é um timão, tipo “divas-high-school-reunion” como disse meu amigo Frank*: nunca tantas ganhadoras de Oscar estiveram reunidas num mesmo trabalho. Por conta disso a capa da Vogue e toda uma expectativa de um tapete vermelho (nas premiações de cinema do ano que vem) bastante animado. Ó só:

nine

O filme foi baseado numa peça famosa da Broadway nos anos 80 que por sua vez veio da estória de um filme de Fellini chamado “8 1/2″ (oito e meio… nove… sacou?). A estória mostra Guido Contini (Daniel Day-Lewis, 2 Oscars), que é um diretor de cinema passando por uma crise de criatividade – ou algo do gênero, e sua relação com as mulheres da sua vida. Que são (se prepara!): Read more

14.
set.
09.

É COR DE PELE, MAS BRILHA MUITO

publicado por: Cacau

A gente falou um monte de nude por aqui já né? Já deve até ter um monte de gente cansada de ouvir sobre isso por aí. Mas ontem no VMAs rolou um surto de nudes brilhantes que a gente tinha que comentar.

É muito bacana ver uma tendência que veio tão forte nas passarelas de cá – nas do exterior também – e ver que ela toma formas e aplicações novas a cada dia, não é?

nude-brilho Read more

22.
jun.
09.

a gente ama maria bethânia

publicado por: Fernanda

Às vezes um vestidão salva a nossa vida. Mesmo que seja praquela festinha de sempre, às vezes um modelón SE FAZ NECESSÁRIO – e só quem é muito mulherzinha entende essa necessidade. E aí, quando a ocasião peeeeeede (às vezes pede mesmo) e a gente tem o tal do vestido, a vida é maravilhosa e o mundo é perfeito – nem que seja só na chegada triunfal que esse look dá de presente pra quem usa. Quando os vestidos do André Lima entram na passarela a gente imagina em que circunstância a gente podia lançar mão de um deles pra conseguir esse efeito daí: o de chegar chegando, arrasando, deixando todo mundo de queixo caído como se a gente fosse top celebridade universal poderosa rica segura até a alma. Que é essa a mensagem de uma roupa tão trabalhada tecnicamente, tão colorida, tão cheia de vida – e de drama!

andrelima

E na falta de um desses, o André Lima tratou de encher a gente com um repertório de idéias pra reproduzir em casa. Porque né, às vezes a gente precisa de um vestidão mas muuuitas vezes uma sacada incrível levanta o look e faz com que ele funcione na coisa chegada-arrasante-cheia-de-segurança. Read more

1.
jun.
09.

“desobediência modal” nos sapatos de festa

publicado por: Fernanda

A escolha de sapatos pesados na coordenação com vestidinhos elegantes tem funcionado super bem há tempos – a gente tá percebendo mais de perto desde o tapete vermelho da festa do Costume Institute do MET (lembra do post?). Ontem teve premiação de cinema em festona da MTV americana e a combinação apareceu de novo, mil vezes! Tudo bem que é festa da MTV – por definição mais jovem, mais desencanada, com dresscode beeem mais elástico e tals. Acontece que sapato pesado com vestidinho elegante é “desobediência modal” (como diz nossa amada Simone Esmanhotto) mas tem tudo pra dar certo quando a gente calcula direitinho, olha só!

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A gente pode contar com essas sapatos mais pesados como atualizadores de look nessa temporada. Plataformas delicadas e meias-patas, tiras mais espessas, botinhas, tachas e designs que cobrem todo o pé são novos e podem deixar mil looks-de-sempre com cara de novos, de agora. Essa “atualização” pode acontecer de jeitos diferentes dependendo do dresscode do evento em que a gente vai usar o sapato: se for numa festona, os tecidos do vestido e da bolsa precisam ser os mais sofisticados pra compensar a informalidade dos calçados pesados (calçado pesado é SEMPRE mais informal!). Ao mesmo tempo, o sapato pesadão pode fazer um look que tá parecendo arrumado demais descer um degrau em formalidade: tá se achando engomadinha demais, troca a sandália fina por uma dessas tipo as das fotos aqui em cima e pronto!

Mais pra se prestar atenção: quanto mais os sapatos cobrem os pezinhos que os calçam, mais fazem parecer que quem usa tem perna curta e mais grossa (por consequência). Então dá-lhe coordenações monocromáticas de cores e comprimentos longos-até-o-pé ou curtinhos pra compensar. E essa é a prova de que a cada temporada, com um ou dois investimentos, a gente atualiza tudo que a gente tem no armário – até agora as nossas apostas de inverno aqui na Oficina (pra atualizar num minuto qualquer look!) são esses sapatos/sandálias/botinhas e jaquetas. E pra vocês?

Mais de sapatos pesados, de dresscodes e de tapete vermelho:
Sapatos formais e informais
Sandália fechada e sapato aberto
Jeito Oficina de usar: botinhas e gáspea alta
Dicionário de dresscodes da Oficina de Estilo
Os looks do MTV Movie Awards, do blog Fashionismo

23.
mai.
09.

a semana em muuuitos links!

publicado por: Fernanda

• Tem gente bacana do Brasil no tapete vermelho do festival de cinema de Cannes e o Celebrista mostrou os vestidos mais legais em versão celebridades-e-passarelas! Posts aqui, aqui e aqui!

• Imperdível: hoje tem curso de jornalismo de moda com ninguém mais ninguém menos que Jorge Wakabara, editor responsável por fazer – junto com uma equipe linda e inteligente – o Lilian Pacce ser top site bom de informação de moda hoje, o melhor. Clica pra saber de valor e de inscrições e vai estudar, que o Jorge tem um monte de coisa boa pra ensinar.

• Carine Roitfeld, editora da Vogue Paris, em entrevista pra Acne Paper no blog da Cami e em lições de sex appeal no The Cut. Muita sabedoria fashion, vale mil vezes os cliques.

carinemusa

• A revista Capricho vai fazer um reality show pra contratar estagiários de produção de moda: tem tudo explicadinho no ótemo Just Lia e as inscrições podem ser feitas aqui.

• O blog MyPreview mostra em vídeos porque o trabalho do estilista inglês Alexander McQueen é tão importante, tão valioso e tão inspirador – especialmente em tempo de um certo pessimismo fashion (que não acha lugar aqui na Oficina!). Clica pra conhecer que vale a pena. Mesmo.

• Anna Wintour em programão, dividido em 4 filminhos, falando sobre a revista, sobre a fama de lobo mau, sobre gente magra e não-magra e mais – tudo no Fashionologie. E no blog de Cathy Horyn a chamada de atenção pra falta de “outras opiniões”, de gente que não trabalhe na revista ou diretamente com ela. Porque né?

• A gente apoia: a Melissa postou no seu blog oficial um manifesto anti-pirataria por conta da multiplicação de “homanagens” aos modelos de plásticos da marca. E o blog de fãs Plastic Fantastic reforçou o manifesto mostrando as melissas fakes ao lado das originais. Que bafo!

• Blog-mais-legal-de-se-conhecer-da-semana (eu amei!): Coisa de Moça Fina. Já tá no blogroll aqui do lado, vale super a visita.

• Top blog maravilhoso de moda masculina aqui no Brasil é o Hypercool, a gente não cansa de elogiar e tietar. Além de ter textinhos fáceis, realistas e inspiradores pros meninos, os editoriais são um primor! Nas fotos mais novas quem veste os looks dos meninos é uma menina – todo mundo fica desejando, tudo é lindo, clica pra ver que é de brilhar o olho.

23.
fev.
09.

sobre os looks do oscar (ainda sem fotos)

publicado por: Fernanda

É tempo de crise nos Estados Unidos, amigos. E Anna Wintour já tinha dito pro povo não usar “nada muito Dubai”. Cristina leu que esse seria o Oscar da recessão, que ia ser cafona carregar mointa jóia e tals… e assim foi – mas não por isso o tapete vermelho foi menos legal! Os brilhos apareceram mais nos vestidos e do que nos acessórios (beeeeem menos caro!), e teve mointo tule: se a gente pensar que tule é um material barateenho e que faz um super efeito com quase nada, a idéia é “crise-friendly”, não?!??

Junto com brilhos na própria roupa e mointo tule, teve bastante vestido-princesa, com corpete, cintura marcada e saiona: em Miley Cyrus, em Penelope Cruz, em Sarah Jessica Parker, em Marion Cotillard. A idéia de romantismo também carrega a coisa escapista, tipo vamos fantasiar e deixar a realidade de lado, vamos não prestar atenção na crise. Então, esse foi o tapete vermelho da recessão MESMO, pelo menos na nossa interpretação de idéias (fashion). Mas “o olhar atento encontra significado”, e não é que tem mointa inspiração bacana no que a mulherada escolheu pra usar no Oscar desse ano?!?? Que 2009 tem tudo pra ser o ano da roupa-de-festa-boa-pra-quem-malha: teve montes de vestidos-sereia, que gente (sério!), só fica bem em quem tá com tudo tudo tudo em cima – vide os corpitchos de quem usou, tipo Anne Hathaway, Vanessa Hudgens, Marisa Tomei e mais.

A gente aprendeu essa teoria de que tapete vermelho tem que fazer sonhar. Madrinha e formanda todo mundo é, mas estrela de cinema poucas (íssimas) são – look de tapete vermelho, pra gente, tem que ser inalcançável, tem que ser extraordinário, gente. Por conta disso o vestido de Penelope Cruz é top favorito da noite, com uma estória parecidíssima com uma de Reese Witherspoon anos atras: o vestido é de 1949, ela comprou há tempos e guardou pra usar numa ocasião especial. RÁ! E ganhou um Oscar com ele! Não é demais?!?? Miley Cyrus, quem diria, também tava ma-ra-vi-lho-sa de menina-mulher leve feminina e super atual. Anne Hathaway tava vestida de diva, pronta pra ganhar prêmio, com vestido inteiro bordado com paétes em tamanhos diferentes – que formavam uma cauda super sereia, de Armani Privé direto da passarela para o evento! E Kate Winslet lembrou que look-de-estrela-de-cinema inclui cabelo-de-estrela-de-cinema: o cabelo dela tava tão incrível que ajudou a levantar o vestido – quem nem é maravilhoso à primeira vista, mas é vestido de diva que se arrisca, que ousa, que nao é acomodada (e tem mérito por isso!).

Gente e o que era o vestido claro, com um ombro só, em tecido luxo, saia gigantesca e um bilhão de mini-pregas plissadas em dobradura de marisa Tomei?!?? DI-VA! Tem fotos no Faded Youth, no FabSugar e no site do Oscar (já já na internet inteeeira!).

Teve também vestidóns brancos e claros (Jessica Biel, Anne Hathaway); vestidos com mil camadas (texturas com Taraji P. Henson, movimento com Miley, dobraduras INCRÍVEIS com Marisa Tomei); brilhinhos salpicados na estrutura do vestido (localizados em Kate Winslet, no corpete de Natalie Portman, salpicados em Freida Pinto); um ombro só – clássico, não? (em Kate Winslet, em Freida Pinto, em Marisa Tomei); dobraduras e super construções no próprio tecido (em Jessica Biel, em Amanda Seyfried, em Heidi Klum) e cores-coloridas (vermelho pra Amy Adams, rosa pra Natalie Portman, azulzão pra Freida Pinto). E transparências, e mointas pulseiras (vai render post!), e dourado com preateado, e mais.

Tem esse texto maravilhoso em inglês sobre stylists e looks de premiação, dica do Guga – alguém quer traduzir pra gente postar aqui no blog?!?? Que o que tá escrito lá faz super sentido e tem super a ver com análises de looks e interpretações. E essa foi uma primeira organização de pensamento sobre os looks da noite, sem conversar muito e sem ver (quase) nada na internê. Vamos desenvolver mais nos comentários, todo mundo junto?!?? ;-)

10.
fev.
09.

ensinamentos e idéias do grammy de (ante)ontem

publicado por: Fernanda

Ontem teve festa de entrga do prêmio Grammy, amigos. E a gente AMA looks de tapete vermelho mais que a própria vida – quem dera ter um monte de festas assim, pra se vestir de princesa com mega frequência (néam?). No style.com tem uma super galeria de fotos com mil looks do povo que foi à festa – aliás, diz que Anna Wintour em si arrumou o look dessa cantora Adele, sabia? A gente leu no Erika Palomino (clica pra ler também, se for o caso). E aqui tem os quatro looks meio-que-favoritos dessa Oficina, comentadinhos aqui embaixo. Que tem coisa boa pra reparar nessas moças, sabia?!??

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essas são jennifer hudson, gwyneth paltrow, leann rimes (quem mesmo?) e zooey deschanel: todas lindas – vale ler escutando a adele, que ela é maravilhosa (anna wintour super sabe das coisas!)

Pode ser só na foto, mas a Jennifer Hudson tá parecendo bem mais magra, não tá? A gente achou que as cores foram super bem posicionadas, com a parte clara cobrindo a parte menor do corpitcho e a parte escura cobrindo a maior – claro geralmente expande e escuro geralmente retrai, então o look equilibrou a silhueta, sabe como?!?? Mais: o look deixa em evidência partes magrinhas do corpo: braços, pernocas e pescoço. E o vestido super define a cintura… tipo, tudo nesse vestido é bem bom pra ela. E que comprimento chiquérrimo, não?

E Gwyneth, super musa da Oficina, tá mais musa que nunca. Tá uma musa glamourosa, poderosa, jovial, super moderna: o cardigan complementa o vestido e quebra a coisa “festona”, deixa o look mais descolado e mais leve – sabe que na vida real a gente vive trocando as echarpes e pashminas das clientas por cardigans finos, na hora de complementar vestidóns de festa? E super funciona, de verdade. Gwyneth ainda escolheu usar uma meia-calça fina meio prateada, com uma sandália também em prata: o look ficou inteiro meio metalizado, elegante mas muito muito moderninho também. Tipo “fora do padrão” de um jeito bom, né?

E essa moça LeAnn Rimes, hein? É cantora? A gente não conhece mas já e fã, que ela ‘tá super “apropriada para sua idade” com esse look (na nossa opinião). As cores são super não-previsíveis e formam uma coordenação liiiinda. Os detalhes de metal na cintura deixam o look super mega atual (tempo de tachas!) e fazem com que a gente pense que LeAnn é super “do rock” (rá!). E se o sapato fosse fechadinho, forrado em tecido e tals, o look podia ficar ‘princesa’ demais (ou apropriadíssimo pra um tapete vermelho mais formal, mais tradicional!); mas a sandália pesada foi a escolha certa: ficou super super jovem.

Pra terminar, Zooey Deschanel de fada! O vestido junta dois decotes ótemos – tomara que caia e um ombro só, tudo ao mesmo tempo – e é leve no tecido e na cor. Aí Zooey, muito mudérna, escolheu uma meia-calça clarinha/transparente, no tom do vestido pra acompanhar – ela pode com essas pernocas, né? E o sapato preto, na teoria (de novo a teoria!) nunca rolaria… mas rolou. Por ter sola baixa (sem a meia-pata) e por ser aberto, o preto não pesou – mas sim quebrou, com delicadeza, a “fadice” da atriz/cantora e deu uma incrementada boa no look lilás. Tipo um tiquinho de rebeldia num look fofíssimo-demais. A gente conversou sobre meia-calça clara no Encontrinho e ela logo apareceu! – não vai demorar pra aparecer em post aqui no Oficina também. ;-)

Pra mais diversão, tem aqui uma pesquisa com os piores looks do Grammy – tão competindo Paris Hilton, Paula Abdul (medonha no look amarelo) e Kate Perry, entre outras. Risadas garantidas ou seu dinheiro de volta.

6.
fev.
09.

mointos vestidos-bafo e katylene beezmarcky

publicado por: Fernanda

O style.com, portal da Vogue América, fez uma seleção de doze vestidos “controversos” que a gente viu em tapetes vermelhos passados. A gente resolveu repassar essa lista com as nossas opiniões, E A KATYLENE PARTICIPOU JUNTO COM A GENTE! E a drag mais amada dessa Oficina, diretamente de M’Boi Mirim, não poupou palavrinhas doces em relação à essas celebridades. Vamos passear juntas, então, por todos os comentários?!?? ((Tem slideshow com todas essas fotos aqui!))

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Tilda Swinton, em 2008, de Lanvin
A Vogue lembrou que chamaram o look de “morte num saco de lixo”, mas eles na revista acharam “de deusa”. A Cris acha que essa é uma imagem difícil (significando que não é bonita), mas respeita porque foi Alber Elbaz quem fez e porque é Tilda Swinton quem veste – ainda por cima ela ganhou um Oscar com esse vestido! Katylene disse que sempre que ela toma uma bala e fica louca sozinha em casa, se enrola nua cortina de veludo e fica igualzinha à Tilda – Katy reparou mais no “porta-vibrador” que Cameron Diaz tá carregando no fundo da foto (palavras dela!).

Madonna, em 1998, de Jean Paul Gaultier e Olivier Theyskens
Disseram que era “um choque”, a Vogue acha super válido ela ter usado, no tapete vermelho do Oscar (super tradicional), estilistas jovens – diz que na época Olivier Theyskens era só uma promessa. A gente acha que o look não tem glamour nenhum, e que justo nessa época (lembra de Ray of Light? como ela era linda nesse disco, não?) Madonna podia mointo mais. Katylene olhou pra foto e disse: “debutante piriguetchy góthyca com um babyliss pós-chuva”. Rá!

Jennifer Lopez, em 2001, de Chanel
Vixe: disseram que “ela perdeu a blusa e que teve que improvisar com uma rede de mosquitos presa precariamente”. A Vogue lembrou que no dia seguinte, em vez de Oscar a maior busca na internet foi por “Jennifer Lopez”. Na época a gente levou um susto (peitinhos de fora, né?), mas olhando agora o corpo dela tá incrível (quadrilzão? que quadrilzão?!??) e a transparência, pra uma diva num tapete vermelho, é bem legal até – só não tentem em casa, mocinhas. Katy disse que usaria esse modelito pra ir até a padaria. Tá bom?!??

Gwyneth Paltrow, em 2002, de Alexander McQueen
Até a Vogue chochou, tipo enrolou dizendo que “achou corajoso” ela não ir de princesa cor-de-rosa – mas mesmo assim a trança não rolou pra eles. A gente acha que alguma coerência é bom, gente. Que nada nesse look parece com Gwyneth, nem de longe – e pra ousar não há necessidade de se fantasiar de outra coisa, né, Brasil? A gente acha que ela podia ousar, mas que devia continuar DIVA. E Katylene pediu um balde de cetim roxo depois de ver essa foto – e disse que Gwyneth tomou um ácido e não voltou mais. Katy ainda pediu pra gente acrescentar um P.S.: “adorei o cabelo de camponesa estuprada”.

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Nicole Kidman, em 2000, de Christian Dior
O povo disse que ela foi fantasiada de Oscar (rá!) e a Vogue curtiu, mas sem entusiasmo. A gente achou mixo (é com x mesmo?) e essa luvinha, Brasil, é uó. Katylene abre suas aspas: “Nicole, conta pra gente a verdade, isso é do Samuel Cirnansck?” ;-)

Björk, em 2001, de cisne que botava ovo e tudo
Disseram na época que era uma fantasia de galinha, a Vogue fez a Poliana e disse que ela lançou um novo estilista, mesmo que desse jeito. A própria Björk disse que acha o “senso de vestir” de Hollywood muito alienado e que fez careta pra isso. A gente acha inesquecível e se diverte até hoje. A Katylene ressente que Björk tenha copiado esse modelo dela – que usava o cisne em 1997 nos seus shows em Xerém.

Cate Blanchett, em 2008, de Dries Van Noten
Todo mundo reclamou do colar e do comprimento (supostamente muito curto) do look da musa da Cristina. A Vogue disse que ela estava “radiante”. A gente acha que ela é a grávida mais chique de todos os tempos e que tá linda mesmo. Katylene gritou que Cate é “temdêmssya” e que já naquele tempo tava fazendo o look ‘Caminho das Índias’.

Gisele, em 2005, de Christian Dior
O povo achou que a modela podia estar grávida, a Vogue achou que ela seria previsível se fosse toda cheia de curvas na sua primeira vez no Oscar. A gente AMA esse look desde sempre: nessa ocasião Gisele não era a supermodela, a principal atração (como sempre é), mas tava acompanhando Leonardo Di Caprio, indicado pra ganhar prêmio naquela noite (e ganhou?). O astro era ele. Ela escolheu ser linda e também adequada, e foi de coadjuvante – quem tinha que brilhar era ele, e não ela! Nossa drag-amiga acha diferente: diz que um o.b. embaixo da torneira incha e fica igualzinho ao look de Gisele. E completou dizendo que o look lembra a mulher de algodão do banheiro da escola (lembra?).

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Kirsten Dunst, em 2006, de Rochas
O povo chochou, a Vogue amou – e a gente também! Repara que é o mesmo cabelo de Gwyneth, e essa á diferença entre ser coerente ou não: na Kirsten faz sentido! A gente acha ela uma princesa com esse look, maravilhosa em tudo – não precisa ser extravagante pra conseguir um bom momento no tapete vermelho. Agora, com a Katylene a estória é outra (”me vê uma champagne, por favor?”): nossa drag-amiga achou que o vestido parece cortina de banheiro!

Cameron Diaz, em 2002, de Emanuel Ungaro
O Mr. Blackwell, que fazia as listas de mais mal-vestidas do mundo, disse na época que o look era um “fiasco floral”. A Vogue acha que ela tava moderna e que o look era super apropriado pra idade dela. Aqui a gente abre um parêntese pra dizer que esse é o meu look de tapete vermelho favorito em todos os tempos – todo mundo sabe! Tava mesmo bem mudérna, tava jovem, foi super ousado e ainda hoje faria bonito em qualquer outra ocasião tipo essa, não faria? Katylene “não transou esse cabelo” e acha que o penteado é resultado de Cameron se atracar com alguma piriguetchy no tapete vermelho. Ah, não, Katylene!

Marion Cotillard, em 2008, de Jean Paul Gaultier
Os blogs de moda (americanos) disseram que o vestido sereia da Edith Piaf ficou tipo “um peixe fora d’água” no tapete vermelo do Oscar. A Vogue acha legal ela ter escolhido um estilista francês pra bombar o país dela, e que ainda por cima ela foi vestida como quem tem certeza de que vai ganhar (e ela ganhou mesmo o Oscar de melhor atriz naquela noite!). A gente achou que Marillon promoveu um super momento-fashion – supostamente, vestido de passarela vai pro armário do povo e não pro tapete vermelho; no caso desse vestido-sereia-com-escamas-e-tudo, o look ficou inalcançável como só os looks de Oscar podem/devem ser! E mais: Katylene achou que Marion ficou “linda de truta”. Rááá!

Maggie Gyllenhaal, agora em 2009, de Lanvin
Teve gente que disse que ela devia “ser presa por essa atrocidade em estampa de bicho”. A Vogue amou porque tinha colocado esse vestido no style.com logo depois do desfile da Lanvin. A gente acha que esse é outro look super “apropriado pra idade” de quem usa: a festa é tradicional, ela tá adequada e tals, mas não tá quadrada ou velha, nem de longe! Mais: também tá super coerente com quem ela é, não tá? – e essa é a estampa de onça mais chique do mundo! Katylene termina o post com chave de ouro dizendo que acha esse o melhor look de todos – e que acha que a estampa é, na verdade, resultado de pintura a dedo feita por crianças especiais, tipo ‘moça bonita’!

A Oficina


A Fê e a Cris são personal stylists de gente da vida real e dividem, aqui no blog, tudo que aprendem nesse trabalho.